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SÍMBOLOS DO CULTO - I

SÍMBOLOS  DO CULTO - I


O QUE É UM SÍMBOLO?
            Símbolo é qualquer  coisa que exprime, representa, caracteriza ou identifica  uma  idéia, uma verdade, um conceito. O símbolo  pode ser um objeto, um gesto,  um elemento, um movimento, uma expressão corporal, uma veste, onde  o que vale  não é  aquilo  que é em sí, mas o  que exprime o que significa.
É riquíssimo  o simbolismo  na Bíblia, e, o culto  cristão, por sua vez, é carregado  de  simbolismo. Difícil seria para  nós, criaturas humanas, adorarmos  o intocável, invisível e  inatingível Deus Eterno, sem o auxílio  dos símbolos. A presença de Cristo, na Palavra e  nos Sacramentos, qualifica  e autentica, nosso culto, o lugar onde eles se  realizam e todos os símbolos  usados  para  caracterizar a presença  e a ação  de Deus  entre nos.
            O próprio  culto é  um símbolo  do grande  encontro da  família de Deus no céu. Momento  de alegria, de adoração, de louvor. Mas  enquanto aqui, ale'm de adoração, o  culto é  também característica  de catequese e testemunho.
As realidades que Deus  nos quer revelar  e  comunicar  na Litur­gia  são tão  grandes, tão profundas  e inefáveis, que o homem  não consegue muitas vezes, compreende-las  nem  exprimi-las por palavras.  Por isso  o pr6prio Deus,  com o fim  de  aproveitar  todos os  recursos  e faculdades da  mente humana, na  compreensão, retenção e  frutificação  da  mensagem lida  ou ouvida, recorre  a uma  linguagem  mais profunda, aos  sinais sagrados, aos símbolos, para atingir  ao ser humano  em todo  o seu ser; sua alma  e inteligência, seu  corpo e  suas emoções.
O simbolismo cristão  quer edificar  os nossos sentimentos  e  fortalecer a  nossa fé. Mas o símbolo só tem valor se ele  nos apresenta Cristo  e auxilia  a  focalizar  nossa  atenção  nele.
A  principal  função  da  ARTE  LITURGICA  é  levar-nos  à  consciência  da presença do sagrado,  tornar  visível  aquilo que não pode ser  enxergado  por olhos  comuns.  Os símbolos  não tornam Deus presente, mas  trazem  a sua presença à nossa  consciência.
Um ato-símbolo  carregado de emoção, como a imposição. de cinzas na Quarta-feira de Cinzas, faz parte   do culto  e  comunica  a mensagem divina  da mesma  forma que um sermão  doutrinal.

Símbolos, porém podem morrer. Quando já se não compreende o s seu significado  e não se capta a realidade  que eles  querem expressar; quando eles  não  servem   para   focalizar  nossa atenção  em Cristo, autor  e  consumador da fé,  eles se  tornam  sotéricos  e objetos  de idolatria  e superstição.

Portanto,  é sempre necessário que haja  uma  boa compreensão dos símbolos.
Recuperando seu poder  de comunicação e sua beleza  eles podem ser um excelente instrumento para comunicar a Verdade Eterna, a esta geração pré-fim-de-milênio, sedenta de espiritualidade, que está correndo atrás do místico e do esotérico, do fantástico, do sobrenatural, do supersticioso.

A IGREJA (Templo):
O verdadeiro  templo  cristão  não é  o edifício  de pedras. Em Cristo cada cristão  se constitui  o templo  de DEUS.  Em Cristo, onde dois ou três se reunirem  em seu nome  ali está  ele - ali há culto - ali é igreja (local de culto).
         Todas as religiões da antiguidade tiveram seus lugares sagrados. O Tabernáculo, construído por Moisés, era uma tenda  de pequenas  dimensões. Só o sumo sacerdote  nele entrava. Os fiéis  ficavam  em redor, ao ar livre, em átrios preparados para eles o que  diferencia e caracteriza a igreja cristã  é o lugar  de reuniões: -um edifício público destinado  simultaneamente  ao culto  divino  e à  prece coletiva  dos fiéis.
E já que, por questões de ordem e de espaço, decidimos ter um local próprio para celebrar  os cultos de Deus, então  temos  de cuidar  dele com muito cuidado e carinho, pois é símbolo da presença e ação de Deus  no mundo através de seu  povo.
         No momento do culto a igreja é o local mais importante  da terra, centro da  historia  e da vida  do mundo.   Todas as atenções  deviam  se voltar  para lá.
         Por isso, as igrejas  cristãs - no seu  aspecto  externo, arquitetônico e paisagístico, devem procurar transmitir, de forma   harmoniosa e bela, essa  grandiosidade  e importância  celestial.
         Deus zela pela qualidade e beleza  de sua casa. Nossa  adoração a ele  compreende o  mesmo zelo: "Amo, Senhor, a habitação  da tua casa". (Salmo 26).
          Êxodo 35, ao dar  a orientação  para a construção  do tabernáculo  e para  a   confecção  de utensílios  e vestes  sagradas, Deus  solicita  ao povo   que oferte  material  de boa  qualidade  e convoca  artistas para a execução  da obra:
v.05 - "Façam uma  oferta  ao Senhor
v.10 - Todos os homens  habilitados  deverão  vir e fazer  o que o Eterno mandou
v.25 - Todas as mulheres  hábeis  traziam  o que  por suas mãos  tinham feito."
                     Quando da  construção  do templo por Salomão, usou-se  material  nobre  e muito  ouro,  para simbolizar a santidade e  pureza de Deus(2Cr 3 em diante).
o          autor de Eclesiastes recomenda: "Tudo o que você tiver  de fazer, faça o melhor  que puder."... (Eclesiastes 9.10).
          Esse tudo: inclui  a casa  de Deus  e o  culto: - o melhor, o mais belo, dentro departamentos  litúrgicos  e teológicos  coerentes.
          A arte é um dom de Deus  e vede estar a  serviço  dele.  E tudo que envolve  o culto  do Senhor, deve  ser feito  e  tratado  com arte. Santo o local  de cultos (interna e externamente), como  os,utensílios  litúrgicos as vestes, a ornamentação, o canto, a música e a pregação  também deve ser feito o melhor que pudermos.
         O cuidado e. o bom gosto  para com o templo, representa, para os de fora, uma  parte   de nosso  amor a Deus e de  nosso  respeito  às  coisas sagradas.


                                               O ALTAR
                     O altar  é o centro  da congregação. Não é  apenas  uma peça do mobiliário sacro,  como o púlpito.  É um monumento.
         O culto  se desenvolve  no altar, a partir  dele e ao redor dele. Portanto,  não é  um adiáforo, que atento faz  ter ou não ter no ambiente  de culto.  Nem  é urna  mesa  decorativa  ou para  colocação  dos utensílios  do culto.
       No Novo Testamento  o altar é, antes  de tudo, A MESA  SAGRADA DA CEIA DO SENHOR.  símbolo  da graciosa  presença  de Deus  em sua igreja.  Seu significado  é o de  sacrifício.  Simboliza  primeiramente o sacrifício  de nosso Senhor Jesus  Cristo para  a redenção  do mundo. Também simboliza  o nosso  sacrifício  pessoal, da oração, do louvor, e dac posses  a Deus, por meio de  Cristo,  nosso Mediador e Sumo-Sacerdote.
       Sendo  o altar,  por excelência, a mesa  de  celebração  da Santa Ceia, duas  considerações  se  fazem necessárias:
1o.-Todo culto deve  ser com celebra ao da Santa Ceia. Sem a Santa Ceia  o altar  perde  o significado  dentro  do culto  e o culto  está incompleto.
2o. - Sobre a  mesa do altar - devem ser colocadas apenas:
2.1.As coisas  pertinentes  à celebração  da Santa Ceia:
a.         jarra do vinho (não colocar  garrafas sobre o altar;     b.cálice;     c.patena (prato do Pão);
d.         o cibório (recipiente  depósito de hóstias).
2.2.O livro do culto (agenda litúrgica).

PARA ORNAMENTAÇÃO DA MESA  DA CEIA:
1.         as toalhas e paramentos  apropriados, de tecido  de  boa  qualidade
2.         as duas velas eucarísticas - brancas - representativas das duas naturezas  de Cristo.
3.         o crucifixo (com o corpo do Cristo crucificado - esculpido). O crucifixo enfatiza  a humanação de Cristo e  seu sacrifício perdoador.

NÃO SE POE SOBRE A  MESA  DA CEIA;
1.         flores ( a mesa  do altar  não deve  parecer mesa de restaurante);
nem a Bíb1ia aberta ( o  lugar da Bíblia  é de  onde  se  proclama a Palavra - púlpito de leitura  ou púlpito de pregação) O costume da Bíblia  sobre o altar  surgiu  da necessidade  de  preencher  o altar  com alguma  coisa  devido  a pra'tica  equivocada  da Igreja Reformada  de  não celebrar  a Ceia  dominicalmente.
3.         A coroa de advento ou outros  adereços  natalinos;

POSIÇÃO  DO ALTAR.
           O altar  ocupa  posição  mais  honrosa  na igreja. Deve  estar  em posição mais  elevada  e assentado sobre  chão firme.
            Durante o culto na da   deve impedir a visão do altar. Coral, leitores, apresentadores, ou equipamentos não deferiam ser posicionados na sa frente.
Obs.: O altar deveria permanecer  ornamentado o tempo todo - e não ser  usado  para  outras coisas, nem  tratado  com  desleixo  e irreverência  fora  do momento do culto.

A CONSTRUÇAO DO ALTAR.
           A mesa do altar  deve ser  construída  de madeira nobre, trabalhada (madeira  maciça ou.pedra). Não deveria ser  de madeira  com­pensada. Não deve ser oco (tipo balcão) para evitar  usa-lo  como armário ou depósito de material).
IGREJA EVANGÉLICA LUTERANA DO BRASIL
Congregação Cristo Para Todos de Simões Filho
SÍMBOLOS  DO CULTO - IV

O         PÚLPITO: O Púlpito - diferente  do altar -  não e  um monumento  central e necessário  do culto.  um mobiliário - trazido  para igreja  para facilitar  o servi-lo  da pregação. Como tal,  poderia  ser dispensável. No entanto  ele adquiriu um "status"   e significado  próprio  que  o  tomar parte  importante  dentro do templo.  Simboliza  a  presença  de Deus  na igreja, no culto,  pela Palavra.  Simboliza a autoridade  de  igreja  em pregar a palavra de Deus.  Deus age  dando-se  a no~s  por meio de  palavras humanas: "Eis  que ponho  na tua boca  as minhas palavras (Jr 1.9).
      A pregação é, nas mãos de Deus, um instrumento importantíssimo   de intervenção direta  e profética na vida  dos fiéis  e na vida  da Igreja, a fim  de consolar, corrigir,  reformar... a pregação, no entanto, não é o ponto  culminante  e mais importar te  do culto;  não  deve  monopoliza-lo, mas estar  em equilíbrio  com o  restante  do culto  e preparar  e  conduzir  à  Santa Ceia.
      Localização:  Ele deve  estar  colocado  no presbitério., ligeiramente  mais  à frente  do altar,  indicando  que é  pela Palavra  que temos acesso  a Cristo, presente  na Santa Ceia. Não se  deve, porém, coloca-lo muito alto e Além de ser  prejudicial  à linha visual  da comunicação,  põe  a pregação em posição  de relevo  e destaque  dentro  do culto, em desarmonia  com as demais  partes, especialmente  a Santa Ceia.
       Quanto às leituras  bíblicas,   em não havendo  o púlpito de leituras, recomenda-se faze-las, ou  do próprio altar, o do púlpito, de modo ar. não  ficar de costas  para o altar  durante a leitura.
PÚLPITO: É uma plataforma  fechada, a partir  da qual o pastor anuncia  o sermão.  Está colocado  em lugar  de destaque, alguns degraus acima  da área  do presbitério. Geralmente está  situado ao  lado direito de quem olha para o altar.  Como regra,  deve ser  o lugar mais  apropria­do  para se fazer  ouvir a  mensagem.

A PIA  BATISMAL: A pia batismal é, junto com o altar, o objeto mais  importante do culto. O santo Batismo  é o sacramento  de inclusão  ou entrada  no corpo de Cristo, a igreja. Para  simbolizar  esta  entrada  ou incorporação, a pia  é muitas  vezes  colocada  perto  da entrada  principal  da Igreja. Normalmente, porém,  nós a  colocamos  próximo  ao altar, relacionando as­sim  os dois  sacramentos  dados  por Cristo.
       Sua presença  no local  de cultos  é sempre  lembrança  do nosso batismo e, um  importante  símbolo  a proclamar  o que Deus  opera  em nós e a favor de  no's. Deve ser  construído do mesmo material do altar, respeitando o estilo.
O modelo  tradicional  é de  forma octogonal.   O  número oito simboliza  o novo  nascimento  espiritual, diretamente  relacionado à ressurreição  de Cristo,  no primeiro dia da  semana, que também  era chamado de oitavo dia.  Tendo  em vista  que o batismo  é um Sacramento  que Cristo) deu à igreja, é  desejável  que, sempre  que possível, ele se realize em culto público.

OS PARAMENTOS: A palavra paramento deriva  de parare   preparar.  A casa de Deus é paramentada   preparada - simbolizando que a mesa está pronta - pa­ra a Ceia. Paramentos, portanto, são todos os objetos  que usamos na Mesa da Santa Ceia  e  para o adorno  do recinto  sagrado.  Entre  estes estão as toalhas  e guardanapos  do altar.  A toalha  superior, feita  d e linho fino,  simboliza o lençol  que cobriu Cristo  na sepultura.
        Quanto aos "antepêndios" (os panos coloridos)   que chamamos de paramentos - usados  no altar, no púlpito  e no púlpito de  leitura, - simbolizam a alegria  festiva  pelo  perda~o que vamos  receber na Ceia.
Qual a maneira correta  de  cobrir o altar ou a mesa?
1.         A Mesa  é  coberta  por uma  toalha   de linho  grosso encerado com parafina derretida. Esta  é a  TOALHA ENCERADA;
2.         Sobre  esta  é  colocada uma segunda  toalha, chamada de Toalha de proteção;
3.         A última toalha colocada é a TOALHA  LEVE. Feita de linho fino, simbolizando  o lençol  que cobriu Cristo  na sepultura. Esta é maior que a mesa de maneira  a se estender  até  cerca  de dois  terços do chão.

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EIDAM ELIEU RADINS ELIEZE GUDE ELIMINATÓRIAS ELISEU TEICHMANN ELMER FLOR ELMER T. JAGNOW EMÉRITO EMERSON C. IENKE EMOÇÃO EN ENCARNAÇÃO ENCENAÇÃO ENCONTRO ENCONTRO DE CRIANÇA 2014 ENCONTRO DE CRIANÇAS 2015 ENCONTRO DE CRIANÇAS 2016 ENCONTRO PAROQUIAL DE FAMILIA ENCONTROCORAL ENFERMO ENGANO ENSAIO ENSINO ENTRADA TRIUNFAL ENVELHECER EPIFANIA ERA INCONCLUSA ERNI KREBS ERNÍ W. SEIBERT ERVINO M. SPITZER ESBOÇO ESCATOLOGIA ESCO ESCOLAS CRISTÃS ESCOLÁSTICA ESCOLINHA ESCOLINHA DOMINICAL ESDRAS ESMIRNA ESPADA DE DOIS GUMES ESPIRITISMO ESPÍRITO SANTO ESPIRITUALIDADE ESPÍSTOLA ESPORTE ESTAÇÃODAFÉ ESTAGIÁRIO ESTAGIÁRIOS ESTATUTOS ESTER ESTER 6-10 ESTRADA estudo ESTUDO BÍBLICO ESTUDO DIRIGIDO ESTUDO HOMILÉTICO ÉTICA EVANDRO BÜNCHEN EVANGELHO EVANGÉLICO EVANGELISMO EVERSON G. HAAS EVERSON GASS EVERVAL LUCAS EVOLUÇÃO ÊX EX 14 EX 17.1-17 EX 20.1-17 EX 24.3-11 EX 24.8-18 EXALTAREI EXAME EXCLUSÃO EXEGÉTICO EXORTAÇÃO EZ 37.1-14 EZEQUIEL BLUM Fabiano FÁBIO A. NEUMANN FÁBIO REINKE FALECIMENTO FALSIDADE FAMÍLIA FARISEU FELIPE AQUINO FELIPENSES FESTA FESTA DA COLHEITA FICHA FILADÉLFIA FILHO DO HOMEM FILHO PRÓDIGO FILHOS FILIPE FILOSOFIA FINADOS FLÁVIO L. HORLLE FLÁVIO SONNTAG FLOR DA SERRA FLORES Formatura FÓRMULA DE CONCÓRDIA Fotos FOTOS ALTO ALEGRE FOTOS CONGRESSO DE SERVAS 2010 FOTOS CONGRESSO DE SERVAS 2012 FOTOS ENCONTRO DE CRIANÇA 2012 FOTOS ENCONTRO DE CRIANÇAS 2013 FOTOS ENCONTRO ESPORTIVO 2012 FOTOS FLOR DA SERRA FOTOS P172 FOTOS P34 FOTOS PARECIS FOTOS PROGRAMA DE NATAL P34 FP 2.5-11 FP 3 FP 4.4-7 FP 4.4-9 FRANCIS HOFIMANN FRASES FREDERICK KEMPER FREUD FRUTOS DO ES GÁLATAS GALILEU GALILEI GATO PRETO GAÚCHA GELSON NERI BOURCKHARDT GENESIS GÊNESIS 32.22-30 GENTIO GEOMAR MARTINS GEORGE KRAUS GERHARD GRASEL GERSON D. BLOCH GERSON L. LINDEN GERSON ZSCHORNACK GILBERTO C. WEBER GILBERTO V. DA SILVA GINCANAS GL 1.1-10 GL 1.11-24 GL 2.15-21 GL 3.10-14 GL 3.23-4.1-7 GL 5.1 GL 5.22-23 GL 6.6-10 GLAYDSON SOUZA FREIRE GLEISSON R. SCHMIDT GN 01 GN 1-50 GN 1.1-2.3 GN 12.1-9 GN 15.1-6 GN 2.18-25 GN 21.1-20 GN 3.14-16 GN 32 GN 45-50 GN 50.15-21 GRAÇA DIVINA GRATIDÃO GREGÓRIO MAGNO GRUPO GUSTAF WINGREN GUSTAVO D. SCHROCK HB 11.1-3; 8-16 HB 12 HB 12.1-8 HB 2.1-13 HB 4.14-16 5.7-9 HC 1.1-3 HC 2.1-4 HÉLIO ALABARSE HERIVELTON REGIANI HERMENÊUTICA HINÁRIO HINO HISTÓRIA HISTÓRIA DA IGREJA ANTIGA E MEDIEVAL HISTÓRIA DO NATAL HISTORINHAS BÍBLICAS HL 10 HL 164 HOMILÉTICA HOMOSSEXUALISMO HORA LUTERANA HORST KUCHENBECKER HORST S MUSSKOPF HUMOR IDOSO IECLB IELB IGREJA IGREJA CRISTÃ IGREJAS ILUSTRAÇÃO IMAGEM IN MEMORIAN INAUGURAÇÃO ÍNDIO INFANTIL INFERNO INFORMATIVO INSTALAÇÃO INSTRUÇÃO INTRODUÇÃO A BÍBLIA INVESTIMENTO INVOCAÇÕES IRINEU DE LYON IRMÃO FALTOSO IROMAR SCHREIBER IS 12.2-6 IS 40.1-11 IS 42.14-21 IS 44.6-8 IS 5.1-7 IS 50.4-9 IS 52.13-53-12 IS 53.10-12 IS 58.5-9a IS 61.1-9 IS 61.10-11 IS 63.16 IS 64.1-8 ISACK KISTER BINOW ISAGOGE ISAÍAS ISAQUE IURD IVONELDE S. TEIXEIRA JACK CASCIONE JACSON J. OLLMANN JARBAS HOFFIMANN JEAN P. DE OLIVEIRA JECA JELB JELB DIVAGUA JEOVÁ JESUS JN JO JO 1 JO 10.1-21 JO 11.1-53 JO 14 JO 14.1-14 JO 14.15-21 JO 14.19 JO 15.5 JO 18.1-42 JO 2 JO 20.19-31 JO 20.8 JO 3.1-17 JO 4 JO 4.5-30 JO 5.19-47 JO 6 JO 6.1-15 JO 6.51-58 JO 7.37-39 JO 9.1-41 JOÃO JOÃO 20.19-31 JOÃO C. SCHMIDT JOÃO C. TOMM JOÃO N. FAZIONI JOEL RENATO SCHACHT JOÊNIO JOSÉ HUWER JOGOS DE AZAR JOGRAL JOHN WILCH JONAS JONAS N. GLIENKE JONAS VERGARA JOSE A. DALCERO JOSÉ ACÁCIO SANTANA JOSE CARLOS P. DOS SANTOS JOSÉ ERALDO SCHULZ JOSÉ H. DE A. MIRANDA JOSÉ I.F. DA SILVA JOSUÉ ROHLOFF JOVENS JR JR 28.5-9 JR 3 JR 31.1-6 JUAREZ BORCARTE JUDAS JUDAS ISCARIOTES JUDAS TADEU JUMENTINHO JUSTIFICAÇÃO JUVENTUDE KARL BARTH KEN SCHURB KRETZMANN LAERTE KOHLS LAODICÉIA LAR LC 12.32-40 LC 15.1-10 LC 15.11-32 LC 16.1-15 LC 17.1-10 LC 17.11-19 LC 19 LC 19.28-40 LC 2.1-14 LC 23.26-43 LC 24 LC 24.13-35 LC 3.1-14 LC 5 LC 6.32-36 LC 7 LC 7.1-10 LC 7.11-16 LC 7.11-17 LC 9.51-62 LEANDRO D. HÜBNER LEANDRO HUBNER LEI LEIGO LEIGOS LEITORES LEITURA LEITURAS LEMA LENSKI LEOCIR D. DALMANN LEONARDO RAASCH LEOPOLDO HEIMANN LEPROSOS LETRA LEUPOLD LIBERDADE CRISTÃ LIDER LIDERANÇA LILIAN LINDOLFO PIEPER LINK LITANIA LITURGIA LITURGIA DE ADVENTO LITURGIA DE ASCENSÃO LITURGIA DE CONFIRMAÇÃO LITURGIA EPIFANIA LITURGIA PPS LIVRO LLLB LÓIDE LOUVAI AO SENHOR LOUVOR LUCAS ALBRECHT LUCIFER LUCIMAR VELMER LUCINÉIA MANSKE LUGAR LUÍS CLAUDIO V. DA SILVA LUIS SCHELP LUISIVAN STRELOW LUIZ A. DOS SANTOS LUTERANISMO LUTERO LUTO MAÇONARIA MÃE MAMÃE MANDAMENTOS MANUAL MARCÃO MARCELO WITT MARCIO C. PATZER MARCIO LOOSE MARCIO SCHUMACKER MARCO A. CLEMENTE MARCOS J. FESTER MARCOS WEIDE MARIA J. RESENDE MÁRIO SONNTAG MÁRLON ANTUNES MARLUS SELING MARTIM BREHM MARTIN C. WARTH MARTIN H. FRANZMANN MARTINHO LUTERO MARTINHO SONTAG MÁRTIR MATERNIDADE MATEUS MATEUS KLEIN MATEUS L. LANGE MATRIMÔNIO MAURO S. HOFFMANN MC 1.1-8 MC 1.21-28 MC 1.4-11 MC 10.-16 MC 10.32-45 MC 11.1-11 MC 13.33-37 MC 4 MC 4.1-9 MC 6.14-29 MC 7.31-37 MC 9.2-9 MEDICAMENTOS MÉDICO MELODIA MEMBROS MEME MENSAGEIRO MENSAGEM MESSIAS MÍDIA MILAGRE MINISTÉRIO MINISTÉRIO FEMENINO MIQUÉIAS MIQUÉIAS ELLER MIRIAM SANTOS MIRIM MISSÃO MISTICISMO ML 3.14-18 ML 3.3 ML NEWS MODELO MÔNICA BÜRKE VAZ MORDOMIA MÓRMOM MORTE MOVIMENTOS MT 10.34-42 MT 11.25-30 MT 17.1-9 MT 18.21-45 MT 21.1-11 MT 28.1-10 MT 3 MT 4.1-11 MT 5 MT 5.1-12 MT 5.13-20 MT 5.20-37 MT 5.21-43 MT 5.27-32 MT 9.35-10.8 MULHER MULTIRÃO MUSESCORE MÚSICA MÚSICAS NAAÇÃO L. DA SILVA NAMORADO NAMORO NÃO ESQUECER NASCEU JESUS NATAL NATALINO PIEPER NATANAEL NAZARENO DEGEN NEEMIAS NEIDE F. HÜBNER NELSON LAUTERT NÉRISON VORPAGEL NILO FIGUR NIVALDO SCHNEIDER NM 21.4-9 NOITE FELIZ NOIVADO NORBERTO HEINE NOTÍCIAS NOVA ERA NOVO HORIZONTE NOVO TESTAMENTO O HOMEM OFERTA OFÍCIOS DAS CHAVES ONIPOTENCIA DIVINA ORAÇÃO ORAÇAODASEMANA ORATÓRIA ORDENAÇAO ORIENTAÇÕES ORLANDO N. OTT OSÉIAS EBERHARD OSMAR SCHNEIDER OTÁVIO SCHLENDER P172 P26 P30 P34 P36 P40 P42.1 P42.2 P70 P95 PADRINHOS PAI PAI NOSSO PAIS PAIXÃO DE CRISTO PALAVRA PALAVRA DE DEUS PALESTRA PAPAI NOEL PARA PARA BOLETIM PARÁBOLAS PARAMENTOS PARAPSICOLOGIA PARECIS PAROQUIAL PAROUSIA PARTICIPAÇÃO PARTITURA PARTITURAS PÁSCOA PASTOR PASTORAL PATERNIDADE PATMOS PAUL TORNIER PAULO PAULO F. BRUM PAULO FLOR PAULO M. NERBAS PAULO PIETZSCH PAZ Pe. ANTONIO VIEIRA PEÇA DE NATAL PECADO PEDAL PEDRA FUNDAMENTAL PEDRO PEM PENA DE MORTE PENEIRAS PENTECOSTAIS PENTECOSTES PERDÃO PÉRGAMO PIADA PIB PINTURA POEMA POESIA PÓS MODERNIDADE Pr BRUNO SERVES Pr. BRUNO AK SERVES PRÁTICA DA IGREJA PREEXISTÊNCIA PREGAÇÃO PRESÉPIO PRIMITIVA PROCURA PROFECIAS PROFESSORES PROFETA PROFISSÃO DE FÉ PROGRAMAÇÃO PROJETO PROMESSA PROVA PROVAÇÃO PROVÉRBIOS PRÓXIMO PSICOLOGIA PV 22.6 PV 23.22 PV 25 PV 31.28-30 PV 9.1-6 QUARESMA QUESTIONAMENTOS QUESTIONÁRIO QUESTIONÁRIO PLANILHA QUESTIONÁRIO TEXTO QUINTA-FEIRA SANTA QUIZ RÁDIO RADIOCPT RAFAEL E. ZIMMERMANN RAUL BLUM RAYMOND F. SURBURG RECEITA RECENSÃO RECEPÇÃO REDENÇÃO REENCARNAÇÃO REFLEXÃO REFORMA REGIMENTO REGINALDO VELOSO JACOB REI REINALDO LÜDKE RELACIONAMENTO RELIGIÃO RENATO L. REGAUER RESSURREIÇÃO RESTAURAR RETIRO RETÓRICA REUNIÃO RICARDO RIETH RIOS RITO DE CONFIRMAÇÃO RITUAIS LITURGICOS RM 12.1-18 RM 12.1-2 RM 12.12 RM 14.1-12 RM 3.19-28 RM 4 RM 4.1-8 RM 4.13-17 RM 5 RM 5.1-8 RM 5.12-21 RM 5.8 RM 6.1-11 RM 7.1-13 RM 7.14-25a RM 8.1-11 RM 8.14-17 ROBERTO SCHULTZ RODRIGO BENDER ROGÉRIO T. BEHLING ROMANOS ROMEU MULLER ROMEU WRASSE ROMUALDO H. WRASSE Rômulo ROMULO SANTOS SOUZA RONDÔNIA ROSEMARIE K. LANGE ROY STEMMAN RT 1.1-19a RUDI ZIMMER SABATISMO SABEDORIA SACERDÓCIO UNIVERSAL SACERDOTE SACOLINHAS SACRAMENTOS SADUCEUS SALMO SALMO 72 SALMO 80 SALMO 85 SALOMÃO SALVAÇÃO SAMARIA Samuel F SAMUEL VERDIN SANTA CEIA SANTIFICAÇÃO SANTÍSSIMA TRINDADE SÃO LUIS SARDES SATANÁS SAUDADE SAYMON GONÇALVES SEITAS SEMANA SANTA SEMINÁRIO SENHOR SEPULTAMENTO SERMÃO SERPENTE SERVAS SEXTA FEIRA SANTA SIDNEY SAIBEL SILVAIR LITZKOW SILVIO F. S. FILHO SIMBOLISMO SÍMBOLOS SINGULARES SISTEMÁTICA SL 101 SL 103.1-12 SL 107.1-9 SL 116.12-19 SL 118 SL 118.19-29 SL 119.153-160 SL 121 SL 128 SL 142 SL 145.1-14 SL 146 SL 15 SL 16 SL 19 SL 2.6-12 SL 22.1-24 SL 23 SL 30 SL 30.1-12 SL 34.1-8 SL 50 SL 80 SL 85 SL 90.9-12 SL 91 SL 95.1-9 SL11.1-9 SONHOS SOPRANO Sorriso STAATAS STILLE NACHT SUMO SACERDOTE SUPERTIÇÕES T6 TEATRO TEMA TEMPLO TEMPLO TEATRO E MERCADO TEMPO TENOR TENTAÇÃO TEOLOGIA TERCEIRA IDADE TESES TESSALÔNICA TESTE BÍBLICO TESTE DE EFICIÊNCIA TESTEMUNHAS DE JEOVÁ Texto Bíblico TG 1.12 TG 2.1-17 TG 3.1-12 TG 3.16-4.6 TIAGO TIATIRA TIMÓTEO TODAS POSTAGENS TRABALHO TRABALHO RURAL TRANSFERENCIA TRANSFIGURAÇÃO TRICOTOMIA TRIENAL TRINDADE TRÍPLICE TRISTEZA TRIUNFAL Truco Turma ÚLTIMO DOMINGO DA IGREJA UNIÃO UNIÃO ESTÁVEL UNIDADE UNIDOS PELO AMOR DE DEUS VALDIR L. JUNIOR VALFREDO REINHOLZ VANDER C. MENDOÇA VANDERLEI DISCHER VELA VELHICE VERSÍCULO VERSÍCULOS VIA DOLOROSA VICEDOM VÍCIO VIDA VIDA CRISTÃ VIDENTE VIDEO VIDEOS VÍDEOS VILS VILSON REGINA VILSON SCHOLZ VILSON WELMER VIRADA VISITA VOCAÇÃO VOLMIR FORSTER VOLNEI SCHWARTZHAUPT VOLTA DE CRISTO WALDEMAR REIMAN WALDUINO P.L. JUNIOR WALDYR HOFFMANN WALTER L. CALLISON WALTER O. STEYER WALTER T. R. JUNIOR WENDELL N. SERING WERNER ELERT WYLMAR KLIPPEL ZC ZC 11.10-14 ZC 9.9-12