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DESPERTAMENTO ATRAVÉS DO SONHO TRANSLÚCIDO

MÉTODO EXTRA (OPCIONAL) DESPERTAMENTO ATRAVÉS DO SONHO TRANSLÚCIDO

O sono em si é algo muito curioso. Muitos foram os grandes homens que estudaram o estado onírico, mas poucos conseguiram explicar o que ocorria quando suas consciências tomavam conhecimento de que estavam sonhando e assim assumiam o comando dos acontecimentos.

A isto chamamos de sonhos translúcidos. Farei uma melhor comparação entre os mais variados tipos de sonhos.

Primeiramente, perguntaríanos, o que é um sonho? Algumas respostas são propostas por muitos pesquisadores, como por exemplo:

– Um sonho é uma manifestação de imagens e, às vezes, sons os quais apresentam interrelaçóes comuns ou incomuns.

– Um sonho é um espelho que reflete algum aspecto da vida ou do inconsciente.

– Um sonho é um chamado para viver a vida de uma forma mais intensa do que pode ser vivida em apenas um estágio de consciência.

– Um sonho é a criação da noite etc...

Freqüentemente, as imagens oníricas são o foco central de um conflito ou tensão interagindo com o eu desafiado. Então, existe a finalização ou resolução no sonho, no qual o conflito ou complicação é terminado pela situação onírica, criando-se a sensação de desabafo ou equilíbrio. Mas nem sempre assim ocorre. Isto dependerá do grau de complicação no qual o sonhador está envolvido.

Não me cabe aqui discutir o que seja o sonho, mas sim, de explicar, ou melhor, fornecer alguns dados referenciais sobre algumas modalidades de sonho e proporcionar ao leitor uma sensibilidade mais acurada de distinguir um determinado fenômeno onírico de uma projeção, e certamente ensinar como despertar o "EU" extrafísico através de um sonho translúcido.

Tipos de sonho

Existem muitos tipos de sonhos que podem ocorrer em uma noite apenas.

Existem os pesadelos, ou sonhos de extrema ansiedade nos quais o que não é encarado conscientemente pelo sonhador, sobrevirá a toda força inconscientemente num sonho.

Muitas vezes os pesadelos podem ser utilizados como molas impulsoras para o estímulo de uma projeção consciente.

Ocorre, então, o que chamamos de sonhos estimuladores, os quais classificam-se como sonhos translúcidos, e conseqüentemente, após algum treino, poderão ser dominados e, assim, serão como portas de entrada para uma nova dimensão.

Vamos então classificar melhor alguns tipos de sonhos mais comuns.

1 – Os grande sonhos

São aqueles que refletem a maior parte de nossas vidas e os quais são repletos de simbolismos espirituais de total significado para o nosso "EU" interior. Eles ajudam a clarificar nossas mentes conscientes e nos fornecem informações curativas para qualquer problema que esteja perturbando nossa vida consciente.

2 – Sonho ordinário

É o sonho do dia-a-dia, muitas vezes apresentados de maneira jocosa e sem sentido. São imagens sem significado, decorrentes de impulsos psicoemocionais saturados em nossa mente subconsciente.

3 – Sonho comprobatório

São aqueles que mostram que o caminho que tomamos em nossa vida foi o melhor que poderíamos ter feito.

Por exemplo: Uma pessoa sonhou um dia depois de ter saído de seu emprego, o qual não mais suportava, que sua avó, há muito falecida e a qual era muito querida, vinha de um lugar muito distante para parabenizá-lo pela decisão que havia tomado e que assim que iniciasse o novo emprego seria muito bem sucedida. No dia seguinte, a pessoa acordou cheia de coragem para enfrentar a nova situação.

4 – Sonho premonitório

São aqueles os quais o indivíduo sonha algo que irá ocorrer com ele mesmo ou com alguém bem próximo de sua convivência diária. Trata-se de uma expansão de consciência podendo ser considerada até mesmo como um impulso que desfia o tempo e espaço.

5 – Sonho translúcido

Descreve o estado onírico no qual o ego, ou melhor, o EU, para aquela experiência em si orientando as cenas e imagens oníricas conforme seu desejo e livre escolha, ou então, o sonhador percebe que está sonhando e passa a perceber q que está ocorrendo, passando então a ponderar e orientar as cenas. Isto é o que está bem próximo para o disparo de uma projeção consciente. Certamente alguns sonhos são mais intensos ou vívidos que outros.

Na realidade, o estado de sonho translúcido deveria ser o ponto que todas as pessoas, ao menos, deveriam alcançar, no intuito de, posteriormente, analisarem de uma forma mais ponderada o que ocorre a nível subconsciente, pois sabemos que muitos de nós deixamos nossos impulsos apoderarem-se de nós sem ao menos questionarmos a nós mesmos o porquê daquilo realmente acontecer.

Através do sonho translúcido podemos ter acesso que desejamos aos pontos mais sensíveis de nossas mentes. Como chegar ao ponto de controlarmos o próprio sonho?

Para tal, aqui proponho alguns exercícios que poderão ser úteis ao desenvolvimento do estado translúcido. Esta experiência foi extraída do tratado sobre "Dreamwork" desenvolvido pelo Jungian-Senoi Institute dirigido pelo professor Strephon Kaplan Williams, como segue: Sonhando translucidamente

1 – Determine seus valores, razões e intenções para produzir o sonho translúcido.

2 – Faça uma lista dos perigos, em termos de importância própria, os quais poderão ocorrer e perturbar seu intento de produzir o sonho translúcido.

3 – Formule uma ação simples ou sinal, o qual, no momento em que o sonho ocorrer fará disparar a consciência de que está sonhando. Você poderá escolher qualquer objeto ou parte do corpo, como sinal, o qual assim que focalizado na cena onírica entrará em reação com aquilo previamente determinado conscientemente.

4 – Mantenha sempre um registro de sucessos e falhas.

5 – Assim que conseguir engendrar em sua mente o sinal, procure perceber em detalhes o momento certo de influenciar seu próprio sonho. Procure dominar exatatamente o que está acontecendo, tornando-se senhor de seu próprio mundo onírico.

6 – A próxima fase é escolher o que fazer com a habilidade de se influenciar o sonho. Você pode manipular o estado onírico de várias formas, por exemplo, escolher voar ou deixar seu corpo e explorar ~a outra cidade.

7 – Registre o que viu e sentiu. Avalie seu significado.

8 – Examine detalhadamente os sonhos translúcidos espontâneos pois os mesmos podem conter sinais que poderão tornar-se sinais para o disparo permanente de indução a novas experiências translúcidas. Como podemos notar, esta foi mais uma dica útil que poderá auxiliar o leitor a vivenciar, de uma forma mais efetiva e controlada, a experiência fora do corpo.

ALÉM DOS SONHOS

PEÇA TEATRAL: “ALÉM DOS SONHOS (APOCALIPSE)”

AUTOR: GLAYDSON SOUZA FREIRE

PRÓLOGO: Sala de cirurgia com quatro cientistas e uma câmara com um paciente.

CIENTISTA 1: Não parece, mas passaram-se dez anos desde o dia sete de novembro de 2005, mais precisamente às 8:30h da manhã. Até hoje, sete de novembro de 2015, exatamente (olha no relógio), 8:30 da manhã.

CIENTISTA 2: O que esta registrando o eletroencefalograma.

CIENTISTA 3: Não entendo (olha novamente, curioso)?! Aqui está registrando sonhos.

CIENTISTA 4: O que?! Sonhos?! (Assustados).

CIENTISTA 3: Sim, sonhos. Muitos sonhos, vejam...

CIENTISTA 4: Não é possível; deixa ver isto.

CIENTISTA 2: Mas, isto é inacreditável! Como ele pode ter sonhado se todas as suas funções cerebrais e metabólicas estavam completamente congeladas, paralisadas?

CIENTISTA 1: E por que estes sonhos foram registrados somente hoje? Pois, até ontem nas observações diárias, nada, absolutamente nada constava.

CIENTISTA 3: Isto é realmente incrível! Será que ele teve todos estes sonhos somente nesta noite?!

CIENTISTA 2: Bom, vamos despressurizar e ver se o paciente está pelo menos vivo.

(Todo o anfiteatro fica escuro ou pouca luz. Som suave com um anjo e a morte, ambos segurando um vela - a morte, vela vermelha - e ficam andando no meio da platéia. Quando começam a sair, a narração em grego começa. Ap 1.1-2)

NARRAÇÃO: Ap 1.1-2

(Aumenta a música, de sedução. Uma cama, em um dos lados do palco, e nela o personagem João, dormindo. A cena é um sonho após a breve narração sarcástica).

Breve Narração Sarcástica:

Depois de mil anos, Lúcifer será solto. Ele vai usar a sedução para dominar seus seguidores, que são muitos, muitos (rir)! Tudo parecerá está perdido, mas lúcifer, o sedutor (rir), e todos os seus adeptos são derrotas! (rir).

Coreografia de Ap 20.7-10: Lúcifer é sedutor e sádico (música).

(João acorda espantado)

JOÃO: Não consigo entender o que sonhei, mas, com certeza, já ouvi algo a respeito deste meu estranho sonho ou será que foi pesadelo? (sentado na cama). Mas foi muito estranho mesmo. Estas coisas nunca passaram pela minha cabeça, nem quando era criança. Bom, mas deve ter sido mais um sonho sem importância. Vou dormir, isto sim.

(Não consegue dormir. Vira de um lado para o outro na cama).

JOÃO: Não adianta, não consigo dormir. Ah! Já sei, deve ser sede ou... quem sabe, devo ir ao banheiro. É, vamos ver. (sai).

(João volta, deita-se na cama e cai em um sono profundo. Começa a sonhar a passagem Ap 17.1-18 que será representada. Durante a representação, João assistirá, como espectador de seu próprio sonho, do alto. No fundo do cenário serão projetadas as sombras de João, autor de Apocalipse, e do anjo que descreve a cena para ele. A cena será realizada em todo o anfiteatro)

PROSTITUTA: (Entra no palco vestida de vermelho, com uma taça de vinho e com muitas jóias) Venham, venham deliciar-se em meu corpo. (Seduz intimamente as pessoas) Sou de todos vocês. Façam o que quiserem de mim. Todos sabem que querem possuir-me e sempre desejaram-me. Quero sangue de cristãos e a cabeça dos ministros e pastores numa bandeja de ouro. Vocês têm sede na minha boca, no meu corpo e nas riquezas que posso dar a todos vocês.

HOMEM SOCIAL: (Do meio da platéia) Somos homens e mulheres levados numa corrente de espaço e tempo com as nossas forças limitadas. Queremos tudo: Riquezas e poderes. Chega de submissão e mediocridade aos céus. Queremos mais! Queremos ser ilimitados aos céus. Estamos fartos de doutrinas clericais e de obediências cristãs. Não precisamos ser perdoados e nem, muito menos, da ressurreição. Temos tempo e espaço. Somos seus e almejamos possuí-la, agora. (A prostituição e o H.S. Trocam carícias e ele bebe do vinho).

PROSTITUTA: Esta é a bebida dos deuses. É o sangue da eternidade que lhes fará enxergar além da cortina da vida e da melancolia da morte.

HOMEM SOCIAL: Minha deusa (faz reverência à prostituta e sai a seduzir pessoas. O primeiro seduzido será um gay).

GAY: Oi, amor! Mas, este seu manequim está uma gracinha. Quem é aquele? (Referindo-se ao Homem Social). É um amante seu? Se for, querida, saiba que será meu bofe. Olha, eu achei esse seu discurso lindérrimo e estou desmanchando-me toda. Estou à sua disposição, é que você seduziu-me com esse seu encanto, embora não seja eu chegado no material (Aponta para a prostituta). O que Vossa Excelência quiser que eu faça, farei (A prostituta acaricia o gay e o mesmo afasta-se).

PROSTITUTA: Você acertou, garanhão! Esta é uma das minhas armas mais poderosas, a sedução. Com ela consigo adeptos de todas as formas, partes, de todas as raças, etc. Assim como você, todos aqui, em breve, serão meus e experimentarão o meu vinho.

GAY: Caso você não percebeu, querida, Eusinha também sou chegada num vinho, ou melhor, no suco dos deuses.

PROSTITUTA: Como não! Bebe. Bebe tudinho que de onde veio este, ainda tem muito mais.

HOMEM SOCIAL: Mestra (acariciando-a)!

GAY: Ui!

PROSTITUTA: Claro que sim e em breve todos serão meus escravos e ...

HOMEM SOCIAL: Estamos conseguindo mais adeptos.

CRISTÃO: (Gritando) Não!! Sou do meu Salvador Jesus Cristo e nada nem ninguém vai separar-me do meu Senhor (Saem do palco. Acontece rápida mudança de cenário para um ambiente de escritório. João fala com um amigo).

JOÃO: Pedro, rapaz. Esta noite tive dois sonhos, um mais louco do que o outro. Coisas que não tenho nem costume de sonhar, nem mesmo ficar pensando. Para você ter uma idéia, em um dos sonhos, ou melhor, pesadelos, havia uma prostituta, daquelas bem depravadas e uma bicha louca (rindo).

PEDRO: Passa aquela caneta, por favor. Obrigado. Olha João, este tipo de sonhos aí (balança a cabeça), eu não sei não. Com bicha no meio, estou começando a desconfiar de você em ...

JOÃO: O quê?! Está estranhando-me é?

PEDRO: Não, amigo, é brincadeira. Mas, esquece, João. Sonhos nada significam. Os cientistas, mesmo, dizem que os sonhos são só manifestações do nosso subconsciente e às vezes algo que pensamos durante o dia que o nosso cérebro ou nossa imaginação exageram. Sonhos e pesadelos, meu amigo, são sem importância, vai por mim!

JOÃO: É, acho que sim. Você tem razão. Que horas são, Pedro?

PEDRO: São 18:05hs, rapaz, passou da hora. Vamos embora. Aqueles seus sonhos tomaram um tempo nosso, hein. Vamos tomar um drink lá no bar da lua?

JOÃO: Vamos, hoje é sexta mesmo.

(Os dois saem e, na rua, cruzam com uma prostituta vestida da mesma maneira da prostituta do sonho de João. João fica espantado).

PEDRO: Pois é João, o gerente está mesmo aderindo ao nosso futuro-presente. Ele acredita realmente que o futuro chegou. Imagine que ... (João pára e fica olhando para a prostituta).

PROSTITUTA: Oi, gostosão! Está afim de um programinha?

PEDRO: Que é isso, João? Está maluco?! Logo esta aí?! Ei, tem alguém em casa? Acorda João, o que houve?

JOÃO: Você acredita se ... Não, não. Deixa para lá, vamos ao drink. (chegam ao bar).

PEDRO: (chama o garçom) João, você está estranho, meu caro. Alguma coisa fez mal a você no almoço (João bate na sua barriga) ou foi alguma bronca do gerente? Não vai dizer que ainda está preocupado e pensando naqueles sonhos.

JOÃO: Não sei Pedro. Mas, não estou sentindo-me bem desde esta madrugada, depois daqueles “Benditos” sonhos...

GARÇOM: Pois não? (o garçom é um gay muito semelhante ao gay do sonho de João. João assusta-se).

PEDRO: João, isto já está tornando-se crítico. O que aconteceu agora?

JOÃO: Está tudo bem. Garçom, traz dois Whiskys, por gentileza. (O garçom vai saindo, João pergunta para ele). A propósito, onde está o outro garçom, o Adriel? (João está em pé).

GARÇOM: Ele faleceu ontem à noite, parada cardíaca (João senta-se bruscamente na cadeira).

JOÃO: Não acredito, outro!

PEDRO: Outro o quê, João?

JOÃO: O garçom, é o mesmo, é bem parecido com a minha bicha ...

PEDRO: O quê?

João: Quero dizer, com a bicha do meu sonho.

PEDRO: É demais, não acredito (rindo e balançando a cabeça).

JOÃO: É sério. E não só o gay, mas também a prostituta lá atrás, ela também é parecidíssima com a vagabunda lá do sonho.

PEDRO: João, meu amigo, isto já está ridículo. Você quer ir para casa repousar? (o garçom deixa a bebida na mesa e João fica só olhando para ele).

JOÃO: Não. Não quero. Vamos beber e esquecer (Brindam).

PEDRO: É assim que se fala, muito bem. Mudando de assunto ou como falava-se antigamente: “Mudando de pau para cacete”. Você ouviu falar num armamento nuclear que estão aperfeiçoando. Eles querem voltar no tempo. Dizem os cientistas, que para conseguirem isto é preciso que cheguem à velocidade da luz.

JOÃO: Tudo bem que já estamos no segundo milênio A.D., mas isto é muito difícil. Pior ainda, é o projeto que estão visando, é uma espécie de congelamento das moléculas de uma pessoa, afim de estancarem seu metabolismo. A pessoa fica como morta e acordam ela com 10 a 20 anos neste estado. Ela acorda totalmente conservada.

PEDRO: É, e quem vai ser o voluntário? Você?

JOÃO: Você é louco! Não sei não, mas parece mesmo que estamos chegando perto do fim dos tempos. Qual é a palavra que os evangélicos usam para o fim?

PEDRO: Apocalipse.

JOÃO: Isso mesmo.

(Acontece uma explosão que só João sobrevive. Ele levanta-se de joelhos e arranca a pele de seu rosto deformado. Fogo no Palco).

JOÃO: O que houve meu Deus? Pedro? Pai, mãe? Onde estão todos? Estou derretendo. Jesus Cristo! (Rasteja-se e cai do palco para o chão, ficando ali deitado. Então, começa música triste, depois chega a assistência levando-o ao palco-sala de cirurgia).

MÉDICO I: Precisa de mais oxigênio e a pressão quase zero. Pulso?

MÉDICO II: 4 por segundo.

MÉDICO I: Precisamos dar choque. Coração em pani (Dão choque no paciente).

MÉDICO III: Ele ficou três dias neste estado.

MÉDICO IV: O quê?! A pressão do cérebro está altíssima. Não podemos perdê-lo (continuam os médicos dando assistência. A música aumenta, depois baixa e em seguida a narração).

NARRAÇÃO: Um, dois, três dias ficou João entre a vida e a morte. De um dos seus lados havia um anjo e do outro a morte pronta para decepar a sua cabeça e lavá-lo. Mas, aqueles sonhos, apesar das circunstâncias e da sua situação de morto-vivo, não saíram de seu subconsciente e, agora mais do que nunca, aqueles pesadelos começam a ter sentido e dar sentido à vida de João. Embora sem forma e sem nexo, aqueles pesadelos começam a passar pela sua memória que vegeta. Os sonhos misturam-se, unem-se em um só, (alguns personagens dos sonhos misturam-se. Cenas paralelas) dando origem a outro sonho mais sem sentido ainda. (Saem os personagens dos sonhos).

MÉDICO IV: Conseguimos. O paciente está salvo, graças a Deus. Só precisa ficar em observação.

MÉDICO III: Ouvi falar algo a respeito deste paciente de nome (olhar na ficha)... Aqui não está o seu nome.

MÉDICO I: Não está aí?! Mas o que você ouviu falar do paciente?

MÉDICO III: Que os cientistas querem o paciente para uma pesquisa ou experiência, não sei. (os cientistas entram na sala ao lado).

MÉDICO II: Será que é para o congelamento de suas moléculas?

MÉDICO IV: Bom, não compete a nós, a nossa parte fizemos. Vamos (quando saem encontram-se com os cientistas na sala ao lado).

CIENTISTA I: O paciente vive?

DOUTOR III: Sim.

CIENTISTA I: Estamos aqui para levá-lo, imediatamente. Sabemos que vocês, provavelmente, não foram avisados de nossa visita. Dr. Lucas e eu sou Dr. Paulo. Somos do Centro de Pesquisas Genético-Metabólicas. Dr. Lucas, a autorização.

CIENTISTA II: Aqui está (entrega). Vocês devem está sabendo que ele foi o único sobrevivente da explosão nuclear de Ierusanápoles. Até agora não sabemos de nenhuma informação do paciente. Então?

MÉDICO IV: Precisaria de algumas semanas de observação. Caso contrário, vocês teriam que assinar o termo de compromisso ...

DIRETOR: Tudo bem Dr. Joel, o paciente está liberado. A hora que vocês quiserem levá-lo, fiquem à vontade.

CIENTISTA II: Está bem. (saem. O palco, agora, é a sala de congelamento de João; está deitado na câmara).

CIENTISTA III: (falando para a junta de cientistas e para a platéia). Aqui estamos, finalmente. A revolução da ciência de todos os tempos (aponta para a câmara). Congelaremos as moléculas deste homem numa câmara de nitrogênio sólido e ele ficará num estado de animação suspensa durante dez anos. Bem, talvez vocês estejam se perguntando: Mas como ele não morrerá? (para a platéia). Não será possível de ocorrer, neste ínterim, uma parada cardíaca, uma convulsão irreversível ou talvez um atrofiamento (trauma) das suas células nervosas devido à grande pressão que estão sendo submetidas durante o processo? É, na verdade estes traumas poderiam acontecer, mas a prevenção contra tudo isso é o não funcionamento das suas atividades metabólicas. Assim, o paciente poderá, com certeza, ficar dez anos neste estado.

CIENTISTA II: Dr. Jonas, é bom lembrar que isto é um experimento. Nunca ninguém tentou realizar este tipo de terapia, pelo menos não em tão grande espaço de tempo, 10 anos. E, se o paciente não suportar, se ele morrer. Saibam que não estou tão convicto. Talvez se ...

CIENTISTA IV: Sei onde o Dr. Paulo quer chegar; que diminuamos o período de congelamento. Não é isso?

CIENTISTA II: Perfeito.

CIENTISTA IV: Então, Dr. Jonas?

CIENTISTA III: Não acredito que os Drs. ainda têm dúvidas. Depois de anos de estudos, pesquisas e determinações. Não posso acreditar. Quanto ao paciente morrer, isto esta fora de cogitação, é impossível. Não entendo, foi o Dr. Paulo mesmo que encarregou-se de investigar e diagnosticar esta possibilidade que o Dr. mesmo nos garantiu não ocorrer.

CIENTISTA II: O Dr. Jonas tem razão. Vamos iniciar o processo. (colocam João para congelar e saem).

NARRAÇÃO: (Enquanto isso, o próximo cenário é preparado. Terá uma igreja. O narrador aparecerá sentado em algum lugar alto do anfiteatro).

João é colocado na câmara e agora ele não vive, mas também não está morto. João, na verdade, não passa de uma cobaia nas mãos daqueles cientistas ou será que devo chamá-los de “Homens do amanhã”? Quando estava com o Jaz amigo Pedro, João nunca poderia imaginar que algo assim poderia acontecer consigo. Mas, será que aqueles sonhos tinham alguma ligação com o que está acontecendo. João não sabe, pois ele não vê, não ouve; ele não sente; ele vegeta; ele não existe ... (pausa) João só sonha. (sai narrador).

SONHO DE JOÃO: Ap 12 (coreografia cantada e encenada).

MULHER GRÁVIDA: (Que representa a igreja de Cristo. A mulher está sentada e vestida de amarelo. Dos dois lados haverá um arco pela metade que simbolizará a aliança do AT com o NT). Sou a igreja do Senhor que salva os homens da condenação. A igreja do Senhor Jesus Cristo.

LÚCIFER: (Sátiro e cômico). Quero um lugar no teu sonho. Não adianta fugir, pois se fugires pegar-te-ei. (fica agachado). Trovão, forças das trevas, luz que não brilhou! (clamando) Não adianta orar e nem mesmo louvar. Igreja! Tu vais cair juntamente com o teu Senhor. (levanta-se e dança estranhamente). Sou o maior, sou o melhor, lá rá lá, o mundo é meu (pára bruscamente), sou tudo, mas todos “ainda” não são meus.

GRUPO: kyrie, Kyrie, Kyrie Eleison (2x).

LÚCIFER: Ah, Ah, Ah! (rir) Cantas para mim (fala com a igreja)? É claro que não. É para o teu Senhor, não é?

MULHER: Ó, meu Deus! Desde os tempos mais remotos tens guiado meus caminhos; entre pedras e espinhos tens guiado-me. És meu Deus, meu Mestre. Livra-me do mal.

LÚCIFER: Dá-me este teu filho, é tudo que quero ( A mulher sente dores).

(A mulher dá a luz e imediatamente o grupo que passa como peregrino no deserto leva o filho. A mulher acompanha os peregrinos).

LÚCIFER: Igreja: Nem tu, nem o teu filho consegui, porém, muitos já tenho em minhas mãos (sai).

MÚSICO: (Cantando e acompanhado por um instrumento. Representa a consciência). O céu escurece e as estrelas somem com as nuvens negras. A lua ficou vermelha de sangue, mas o sol, o sol ainda brilha no horizonte. Todos temos medo, João tem medo. João não sabe, mas tem muito medo. Medo da vida, medo da morte, medo da sua sorte, que sorte?! Durante dez primaveras, João sonha seus pesadelos cada vez mais mórbidos, cada vez mais vis. Tempo, onde estás? Onde escondeste a vida? O coração não pulsa. Ao menos tristeza sentisse. Ah! Onde estás alegria? (chora) Sou escravo do meu sonho e vassalo do meu leito. Meus pesadelos são meus guias, ano após ano, chuva de novembro, sol do outono. Vento? Vem, sopra em meus lábios sedentos de vida. Ao menos a morte levasse, mas quero viver. Vivo os meus sonhos ou será que os meus pesadelos vivem em mim? Não quero mais sonhar, não quero mais viver em meus pensamentos mortos, mas os meus sonhos é tudo o que tenho. Nem se quer nome tenho, mas existo e sonho meus pesadelos, e se eles sumirem ... (pausa) Então, morrerei.(sai)

SONHO: Ap 20.11-15.

(CENÁRIO: Um grande e alto trono branco. Usar projeção da sombra de uma pessoa. Os personagens estão deitados. Anjo e morte andam pela platéia).

VOZ: Eis o julgamento(abrem-se dois livros).

VOLTAIRE: (levanta-se) Sou o grande Voltaire, filósofo (assustado e curioso).

É um teísta verdadeiro, aquele que diz a Deus: “Eu te adoro e te sirvo” e ao turco, ao chinês, ao hindu e ao russo: “ Eu vos amo”... O teísta tem firme persuasão da existência de um ser supremo tão bom quanto poderoso, que formou todos os seres estendidos, perpetua suas espécies, castiga o crime sem crueldade e recompensa as nações nobres com sua liberalidade. O teísta não sabe como Deus castiga, ou como favorece e perdoa, e não é suficientemente impensado para lisonjear-se a si mesmo no sentido de imaginar que sabe como Deus age, mas que Deus age mesmo, e que ele é justo, ele sabe. As dificuldades que militam contra a idéia da providência não abalam sua fé, pois são meras dificuldades, e não demonstrações. É submisso à providência e acredita que se estenda a todos os lugares e séculos. Fazer o bem é a adoração à ele, e submeter-se a Deus é sua doutrina (sai).

(MÚSICA)

IMPERADOR INÁCIO: (levanta-se) Sabia que um dia haveria a prometida ressurreição, até mesmo para mim, o imperador Inácio. Imperador sim, mas também, pecador. Existe apenas um Deus, que fez os céus e a terra, e um senhor Jesus Cristo, cujo reino é a minha herança. Desde a Síria até Roma eu lutei contra feras selvagens que se mostravam tanto mais furiosas contra mim, quanto mais benefícios recebiam. Mesmo que me lancem ao fogo, me preguem na cruz, me cortem em pedaços, isso nada significa, se apenas me é dado estar com Jesus. Busco aquele que por nós morreu, ele é o meu galardão, que está reservado para mim. Que eu possa ser digno dos sofrimentos de meu Deus! Meu Senhor amado está crucificado, desejo ardentemente o pão de Deus, o corpo de Jesus Cristo. (sai).

(MÚSICA)

LESSING: (surpreso. Começa a falar deitado, depois levanta-se).

Es ist nicht zum bemerken das so viel zeit vergangen is, seit meinem Tod. Bin ich wirklich tod? Ja, ich meine (olha em sua volta), wahrscheinlich. Aber, was ist der tod weiter als eine einfache Reise?

Vielleicht eine Umwechslung von wether. (olha em sua volta). Und was von wether!

who ist der Thöefel oder Jesus? Der Goth who die Cristann so viel ertsselan und der Thöefel who die zhündiken an beten . Wharlicht ist Keine. Whol wen ich num tod bin, khent ich wartehn für mit ein Goth nun sein? Nih in mein leben war ich in solchen zweivel. Ja nun bin ich tod. Bah!!! Wie vilehn sachen hab ich ge macht für die Filosofi und Historia, und jetz bin ich alein,verleicht.Ich kahn mich denken en die Literature von meine Eltern.Deutchland! Von meine guthe hülfa in Theatro mit die schtöghe: Emilia Galloti;Minna von Barnhein und Natã der schlauer. Zum schloss, hab den Cadjismos betrieben , hab neue gedanken eingebracht für die zhündigehn glauben. Hir bin ich, aber who bleib ich? So werd ich Tol.(vai de um lado para o outro do palco). Nimant! Scheiss Drek! Ist Jemant hir? (gritando) Hörth jemant mir? (vai saindo chamando)

CALÍGULA: (LEVANTA-SE) Ai minha sensível coluna, como dói! Olha! Que lugar é este? Parece com uma das salas principais do meu palácio. Ah! Agora lembrei! Eu morri; estou morta, ou morto? Como queiram. Mas se estou morto, será que lembro de quando eu era vivo, de quando eu era o imperador Calígula. Olha! Já estou lembrando! (Faz um dos seus passos) Bom, vamos ver se lembro mesmo: Sou o imperador Calígula ou Botinhas, isto mesmo, era assim que meu avô, Tibérius, chamava-me: “Botinhas”(faz outro dos seus passos). Pois sou muito delicado. Certa vez, abusei um soldado romano e disse que ele era um traidor de sua pátria. Sabe o que ele disse em sua defesa? (com deboche) “Oh, majestade! Sempre fiu fiel e honesto ao Senhor”. Então, o condenei à morte, pois romano honesto é romano traidor, visto que em Roma não há honestidade. Ah, que saudade de meu garanhão, meu cavalo que nomeei cônsul de minha corte. Ele dormia em meus aposentos; ai que saudade do meu cavalinho. Também, sou filho do deus Apolo e do deus Júpter, assim, cristão bom, é cristão morto. Minhas escravas, onde estão? Venham, eu estou ordenando (saindo).

(MÚSICA E TROCA DE CENÁRIO PARA A SALA DA CÂMARA. JOÃO ACORDA).

JOÃO: (só tosse)

CIENTISTA IV: Espero que ele ainda tenha memória.

CIENTISTA I: Vai ter, pois estava sonhando.

JOÃO: ((Agoniza) Pai, mãe? Oh! Meu Deus ... Eu não sei ... (chora) Pedro? Meu Jesus Cristo o que ... (agoniza).

CIENTISTA II: Você está me ouvindo? (João chora)

CIENTISTA III: Está tudo bem. Você ouve? Responda.

JOÃO: Quero água. (vão buscar)

CIENTISTA IV: Como é seu nome?

JOÃO: João ... Filho de Deus.

CIENTISTA I: Como se sente, João? (entrega-lhe a água).

JOÃO: (Bebe, mas vomita) Jesus Cristo, onde ele está?... onde estou?

CIENTISTA II: Abra seus olhos. Está ouvindo João? Abra seus olhos.

JOÃO: Não suporto a luz.

CIENTISTA II: Diminuam a luz. Então João, vamos tentar novamente?

JOÃO: (Abre os olhos com dificuldade) Quem são vocês? O que fizeram comigo?

CIENTISTA III: Somos médicos. Como você está se sentindo?

JOÃO: Não sei... Não sinto minhas pernas. (os cientistas olham-se)

CIENTISTA I: As pernas vão ficar boas, mas quem é Pedro?

JOÃO: Meu amigo ... e meus pais, onnde estão?

CIENTISTA IV: Vamos sair daqui e explicaremos tudo para você na recuperação, vamos. (saem do palco e, alguns segundos depois, ouve-se, dos bastidores, muito choro e tristeza de João)

(MÚSICA TRISTE. João entra com a cabeça baixa e numa cadeira de rodas, pela platéia. Luzes apagadas e só um canhão de luz nele).

JOÃO: Os médicos contaram-me o que houve. Meus pais e amigos, quanta falta sinto deles, do carinho, amor e amizade. Obrigado. Não posso suportar a idéia de está sem meus pais (chora), é demais para mim saber que estão mortos. Ajuda-me, Senhor Jesus. Os médicos contaram o que houve, mas o que há agora, só eu sei. Sim, eu sei da profunda e imensa tristeza que passa pelo meu coração. Há uma enorme sensação de perda e solidão. Só eu sei. Mas apesar de todos estes pesadelos e melancolias que sinto agora, fui levado a saber, através dos meus sonhos, pelo meu Senhor e Salvador Jesus Cristo, que “Ele vive”! Que apesar das circunstâncias, por mais remota ou futura que seja a época, ele sempre vai está comigo. O senhor Jesus age em nós por muitas maneiras, em mim foi pelos meus sonhos. Muitas coisas nos meus sonhos não entendi, mas tenho certeza e estou convicto de que o primordial e mais importante, entendi, que o meu salvador morreu por mim e agora está vivo. E reina graças ao meu Senhor, estou vivo. Sei que não mereço estar vivo. Obrigado meu Salvador! Estou vivo e quero viver. Vivo, viver ... Tenho tempo de viver, louvar e agradecer. É tempo ... Meu Pai, minha Mãe que saudade, quanto amor, que tristeza, Meu Senhor ... Obrigado!

(Uma pessoa leva João, na cadeira, embora pela platéia. Música).

fim

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1 CO 1.18-25 1 CO 12.2 1 CO 15.20-28 1 CO 15.50-58 1 CO 2.1-5 1 CO 6.12-20 1 CO2.6-13 1 CORÍNTIOS 1 CR 28.20 1 JO 1 JO 1.1-10 1 JO 4.7-10 1 PE 1.13-21 1 PE 1.17-25 1 PE 1.3-9 1 PE 2.1-10 1 PE 2.18-25 1 PE 2.19-25 1 PE 2.4-10 1 PE 3.13-22 1 PE 3.15-22 1 PE 3.18-20 1 PE 4.12-17 1 PE 5.6-11 1 PEDRO 1 RS 19.4-8 1 RS 8.22-23 1 SM 1 1 SM 2 1 SM 28.1-25 1 SM 3 1 SM 3.1-10 1 TIMÓTEO 1 TM 1.12-17 1 Tm 2.1-15 1 TM 3.1-7 1 TS 1.5B-10 10 PENTECOSTES 13-25 13° APÓS PENTECOSTES 14° DOMINGO APÓS PENTECOSTES 15 ANOS 16-18 17 17º 17º PENTECOSTES 1CO 11.23 1CO 16 1º ARTIGO 1º MANDAMENTO 1PE 1PE 3 1RS 17.17-24 1RS 19.9B-21 2 CO 12.7-10 2 CO 5.1-10 2 CO 5.14-20 2 CORINTIOS 2 PE 1.16-21 2 PE 3.8-14 2 PENTECOSTES 2 TM 1.1-14 2 TM 1.3-14 2 TM 2.8-13 2 TM 3.1-5 2 TM 3.14-4.5 2 TM 4.6-8 2 TS 3.6-13 2° EPIFANIA 2° QUARESMA 20º PENTECOSTES 24º DOMINGO APÓS PENTECOSTES 25º DOMINGO PENTECOSTES 27-30 2CO 8 2º ADVENTO 2º ARTIGO 2º DOMINGO DE PÁSCOA 2TM 1 2TM 3 3 3 PENTECOSTES 3º ARTIGO 3º DOMINGO APÓS PENTECOSTES 3º DOMINGO DE PÁSCOA 3º DOMINGO NO ADVENTO 4 PENTECOSTES 41-43 4º DOMINGO APÓS PENTECOSTES 4º DOMINGO DE PENTECOSTES 4º FEIRA DE CINZAS 5 MINUTOS COM JESUS 5° APÓS EPIFANIA 500 ANOS 5MINUTOS 5º DOMINGO DE PENTECOSTES 5º EPIFANIA 5º PENTECOSTES 6º MANDAMENTO 7 ESTRELAS Abiel ABORTO ABSOLVIÇÃO ACAMPAMENTO AÇÃO DE GRAÇA ACIDENTE ACIR RAYMANN ACONSELHAMENTO ACONSELHAMENTO PASTORAL ACRÓSTICO ADALMIR WACHHOLz ADELAR BORTH ADELAR MUNIEWEG ADEMAR VORPAGEL ADMINISTRAÇÃO ADORAÇÃO ADULTÉRIO ADULTOS ADVENTISTA ADVENTO ADVERSIDADES AGENDA AIDS AILTON J. MULLER AIRTON SCHUNKE AJUDAR ALBERTO DE MATTOS ALCEU PENNING ALCOOLISMO ALEGRIA ALEMÃO ÁLISTER PIEPER ALTAR ALTO ALEGRE AM 8.4-14 AMASIADO AMBIÇÃO AMIGO AMIZADE AMOR André ANDRÉ DOS S. DREHER ANDRÉ L. KLEIN ANIVERSARIANTES ANIVERSÁRIO ANJOS ANO NOVO ANSELMO E. GRAFF ANTHONY HOEKEMA ANTIGO TESTAMENTO ANTINOMISTAS AP 1 AP 2 AP 22 AP 22.12-17 AP 3 APOCALIPSE APOLOGIA APONTAMENTOS APOSTILA ARNILDO MÜNCHOW ARNILDO SCHNEIDER ARNO ELICKER ARNO SCHNEUMANN ARREBATAMENTO ARREPENDIMENTO ARTHUR D. BENEVENUTI ARTIGO ASAS ASCENSÃO ASCLÉPIO ASSEMBLEIA ASTOMIRO ROMAIS AT AT 1 AT 1-10 AT 1.12-26 AT 10.34-43 AT 17.16-34 AT 2.1-21 AT 2.14a 36-47 AT 2.22-32 AT 2.36-41 AT 2.42-47 AT 4.32-37 AT 6.1-9 AT 7.51-60 ATANASIANO ATOS AUDIO AUGSBURGO AUGUSTO KIRCHHEIN AULA AUTO ESTIMA AUTO EXCLUSÃO AUTORIDADE SECULAR AVANÇANDO COM GRATIDÃO AVISOS AZUL E BRANCO BAIXO BATISMO BATISMO INFANTIL BELÉM BEM AVENTURADOS BENÇÃO BENJAMIM JANDT BIBLIA ILUSTRADA BÍBLIA SAGRADA BÍBLICO BINGOS BOAS NOVAS BOAS OBRAS BODAS BONIFÁCIO BOSCO BRASIL BRINCADEIRAS BRUNO A. K. SERVES BRUNO R. VOSS C.A. C.A. AUGSBURGO C.F.W. WALTHER CADASTRO CAIPIRA CALENDÁRIO CAMINHADA CAMPONESES CANÇÃO INFANTIL CANCIONEIRO CANTARES CANTICOS CÂNTICOS CANTICOS DOS CANTICOS CAPELÃO CARGAS CÁRIN FESTER CARLOS CHAPIEWSKI CARLOS W. WINTERLE CARRO CASA PASTORAL CASAL CASAMENTO CASTELO FORTE CATECISMO CATECISMO MENOR CATÓLICO CEIA PASCAL CÉLIO R. DE SOUZA CELSO WOTRICH CÉLULAS TRONCO CENSO CERIMONIAIS CÉU CHÁ CHAMADO CHARADAS CHARLES S. MULLER CHAVE BÍBLICA CHRISTIAN HOFFMANN CHURRASCO CHUVA CIDADANIA CIDADE CIFRA CIFRAS CINZAS CIRCUNCISÃO CL 1.13-20 CL 3.1-11 CLAIRTON DOS SANTOS CLARA CRISTINA J. MAFRA CLARIVIDÊNCIA CLAÚDIO BÜNDCHEN CLAUDIO R. SCHREIBER CLÉCIO L. SCHADECH CLEUDIMAR R. WULFF CLICK CLÍNICA DA ALMA CLOMÉRIO C. JUNIOR CLÓVIS J. PRUNZEL CODIGO DA VINCI COLÉGIO COLETA COLHEITA COLOSSENSES COMEMORAÇÃO COMENTÁRIO COMUNHÃO COMUNICAÇÃO CONCÓRDIA CONFIANÇA CONFIRMACAO CONFIRMAÇÃO CONFIRMANDO CONFISSÃO CONFISSÃO DE FÉ CONFISSÕES CONFLITOS CONGREGAÇÃO CONGRESSO CONHECIMENTO BÍBLICO CONSELHO CONSTRUÇÃO CONTATO CONTRALTO CONTRATO DE CASAMENTO CONVENÇÃO NACIONAL CONVERSÃO CONVITE CONVIVÊNCIA CORAL COREOGRAFIA CORÍNTIOS COROA CORPUS CHRISTI CPT CPTN CREDO CRESCENDO EM CRISTO CRIAÇÃO CRIANÇA CRIANÇAS CRIOULO CRISTÃ CRISTÃOS CRISTIANISMO CRISTIANO J. STEYER CRISTOLOGIA CRONICA CRONOLOGIA CRUCIFIXO CRUZ CRUZADAS CTRE CUIDADO CUJUBIM CULPA CULTO CULTO CRIOULO CULTO CRISTÃO CULTO DOMESTICO CULTO E MÚSICA CULTURA CURSO CURT ALBRECHT CURTAS DALTRO B. KOUTZMANN DALTRO G. TOMM DANIEL DANILO NEUENFELD DARI KNEVITZ DAVI E JÔNATAS DAVI KARNOPP DEBATE DEFICIÊNCIA FÍSICA DELMAR A. KOPSELL DEPARTAMENTO DEPRESSÃO DESENHO DESINSTALAÇÃO DEUS DEUS PAI DEVERES Devoção DEVOCIONÁRIO DIACONIA DIÁLOGO INTERLUTERANO DIARIO DE BORDO DICOTOMIA DIETER J. JAGNOW DILÚVIO DINÂMICAS DIRCEU STRELOW DIRETORIA DISCIPLINA DÍSCIPULOS DISTRITO DIVAGO DIVAGUA DIVÓRCIO DOGMÁTICA DOMINGO DE RAMOS DONS DOUTRINA DR Dr. RODOLFO H. BLANK DROGAS DT 26 DT 6.4-9 EBI EC 9 ECLESIASTES ECLESIÁSTICA ECUMENISMO EDER C. WEHRHOLDT Ederson EDGAR ZÜGE EDISON SELING EDMUND SCHLINK EDSON ELMAR MÜLLER EDSON R. TRESMANN EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO CRISTÃ EF 1.16-23 EF 2.4-10 EF 4.1-6 EF 4.16-23 EF 4.29-32 EF 4.30-5.2 EF 5.22-33 EF 5.8-14 EF 6.10-20 ÉFESO ELBERTO MANSKE Eleandro ELEMAR ELIAS R. EIDAM ELIEU RADINS ELIEZE GUDE ELIMINATÓRIAS ELISEU TEICHMANN ELMER FLOR ELMER T. JAGNOW EMÉRITO EMERSON C. IENKE EMOÇÃO EN ENCARNAÇÃO ENCENAÇÃO ENCONTRO ENCONTRO DE CRIANÇA 2014 ENCONTRO DE CRIANÇAS 2015 ENCONTRO DE CRIANÇAS 2016 ENCONTRO PAROQUIAL DE FAMILIA ENCONTROCORAL ENFERMO ENGANO ENSAIO ENSINO ENTRADA TRIUNFAL ENVELHECER EPIFANIA ERA INCONCLUSA ERNI KREBS ERNÍ W. SEIBERT ERVINO M. SPITZER ESBOÇO ESCATOLOGIA ESCO ESCOLAS CRISTÃS ESCOLÁSTICA ESCOLINHA ESCOLINHA DOMINICAL ESDRAS ESMIRNA ESPADA DE DOIS GUMES ESPIRITISMO ESPÍRITO SANTO ESPIRITUALIDADE ESPÍSTOLA ESPORTE ESTAÇÃODAFÉ ESTAGIÁRIO ESTAGIÁRIOS ESTATUTOS ESTER ESTER 6-10 ESTRADA estudo ESTUDO BÍBLICO ESTUDO DIRIGIDO ESTUDO HOMILÉTICO ÉTICA EVANDRO BÜNCHEN EVANGELHO EVANGÉLICO EVANGELISMO EVERSON G. HAAS EVERSON GASS EVERVAL LUCAS EVOLUÇÃO ÊX EX 14 EX 17.1-17 EX 20.1-17 EX 24.3-11 EX 24.8-18 EXALTAREI EXAME EXCLUSÃO EXEGÉTICO EXORTAÇÃO EZ 37.1-14 EZEQUIEL BLUM Fabiano FÁBIO A. NEUMANN FÁBIO REINKE FALECIMENTO FALSIDADE FAMÍLIA FARISEU FELIPE AQUINO FELIPENSES FESTA FESTA DA COLHEITA FICHA FILADÉLFIA FILHO DO HOMEM FILHO PRÓDIGO FILHOS FILIPE FILOSOFIA FINADOS FLÁVIO L. HORLLE FLÁVIO SONNTAG FLOR DA SERRA FLORES Formatura FÓRMULA DE CONCÓRDIA Fotos FOTOS ALTO ALEGRE FOTOS CONGRESSO DE SERVAS 2010 FOTOS CONGRESSO DE SERVAS 2012 FOTOS ENCONTRO DE CRIANÇA 2012 FOTOS ENCONTRO DE CRIANÇAS 2013 FOTOS ENCONTRO ESPORTIVO 2012 FOTOS FLOR DA SERRA FOTOS P172 FOTOS P34 FOTOS PARECIS FOTOS PROGRAMA DE NATAL P34 FP 2.5-11 FP 3 FP 4.4-7 FP 4.4-9 FRANCIS HOFIMANN FRASES FREDERICK KEMPER FREUD FRUTOS DO ES GÁLATAS GALILEU GALILEI GATO PRETO GAÚCHA GELSON NERI BOURCKHARDT GENESIS GÊNESIS 32.22-30 GENTIO GEOMAR MARTINS GEORGE KRAUS GERHARD GRASEL GERSON D. BLOCH GERSON L. LINDEN GERSON ZSCHORNACK GILBERTO C. WEBER GILBERTO V. DA SILVA GINCANAS GL 1.1-10 GL 1.11-24 GL 2.15-21 GL 3.10-14 GL 3.23-4.1-7 GL 5.1 GL 5.22-23 GL 6.6-10 GLAYDSON SOUZA FREIRE GLEISSON R. SCHMIDT GN 01 GN 1-50 GN 1.1-2.3 GN 12.1-9 GN 15.1-6 GN 2.18-25 GN 21.1-20 GN 3.14-16 GN 32 GN 45-50 GN 50.15-21 GRAÇA DIVINA GRATIDÃO GREGÓRIO MAGNO GRUPO GUSTAF WINGREN GUSTAVO D. SCHROCK HB 11.1-3; 8-16 HB 12 HB 12.1-8 HB 2.1-13 HB 4.14-16 5.7-9 HC 1.1-3 HC 2.1-4 HÉLIO ALABARSE HERIVELTON REGIANI HERMENÊUTICA HINÁRIO HINO HISTÓRIA HISTÓRIA DA IGREJA ANTIGA E MEDIEVAL HISTÓRIA DO NATAL HISTORINHAS BÍBLICAS HL 10 HL 164 HOMILÉTICA HOMOSSEXUALISMO HORA LUTERANA HORST KUCHENBECKER HORST S MUSSKOPF HUMOR IDOSO IECLB IELB IGREJA IGREJA CRISTÃ IGREJAS ILUSTRAÇÃO IMAGEM IN MEMORIAN INAUGURAÇÃO ÍNDIO INFANTIL INFERNO INFORMATIVO INSTALAÇÃO INSTRUÇÃO INTRODUÇÃO A BÍBLIA INVESTIMENTO INVOCAÇÕES IRINEU DE LYON IRMÃO FALTOSO IROMAR SCHREIBER IS 12.2-6 IS 40.1-11 IS 42.14-21 IS 44.6-8 IS 5.1-7 IS 50.4-9 IS 52.13-53-12 IS 53.10-12 IS 58.5-9a IS 61.1-9 IS 61.10-11 IS 63.16 IS 64.1-8 ISACK KISTER BINOW ISAGOGE ISAÍAS ISAQUE IURD IVONELDE S. TEIXEIRA JACK CASCIONE JACSON J. OLLMANN JARBAS HOFFIMANN JEAN P. DE OLIVEIRA JECA JELB JELB DIVAGUA JEOVÁ JESUS JN JO JO 1 JO 10.1-21 JO 11.1-53 JO 14 JO 14.1-14 JO 14.15-21 JO 14.19 JO 15.5 JO 18.1-42 JO 2 JO 20.19-31 JO 20.8 JO 3.1-17 JO 4 JO 4.5-30 JO 5.19-47 JO 6 JO 6.1-15 JO 6.51-58 JO 7.37-39 JO 9.1-41 JOÃO JOÃO 20.19-31 JOÃO C. SCHMIDT JOÃO C. TOMM JOÃO N. FAZIONI JOEL RENATO SCHACHT JOÊNIO JOSÉ HUWER JOGOS DE AZAR JOGRAL JOHN WILCH JONAS JONAS N. GLIENKE JONAS VERGARA JOSE A. DALCERO JOSÉ ACÁCIO SANTANA JOSE CARLOS P. DOS SANTOS JOSÉ ERALDO SCHULZ JOSÉ H. DE A. MIRANDA JOSÉ I.F. DA SILVA JOSUÉ ROHLOFF JOVENS JR JR 28.5-9 JR 3 JR 31.1-6 JUAREZ BORCARTE JUDAS JUDAS ISCARIOTES JUDAS TADEU JUMENTINHO JUSTIFICAÇÃO JUVENTUDE KARL BARTH KEN SCHURB KRETZMANN LAERTE KOHLS LAODICÉIA LAR LC 12.32-40 LC 15.1-10 LC 15.11-32 LC 16.1-15 LC 17.1-10 LC 17.11-19 LC 19 LC 19.28-40 LC 2.1-14 LC 23.26-43 LC 24 LC 24.13-35 LC 3.1-14 LC 5 LC 6.32-36 LC 7 LC 7.1-10 LC 7.11-16 LC 7.11-17 LC 9.51-62 LEANDRO D. HÜBNER LEANDRO HUBNER LEI LEIGO LEIGOS LEITORES LEITURA LEITURAS LEMA LENSKI LEOCIR D. DALMANN LEONARDO RAASCH LEOPOLDO HEIMANN LEPROSOS LETRA LEUPOLD LIBERDADE CRISTÃ LIDER LIDERANÇA LILIAN LINDOLFO PIEPER LINK LITANIA LITURGIA LITURGIA DE ADVENTO LITURGIA DE ASCENSÃO LITURGIA DE CONFIRMAÇÃO LITURGIA EPIFANIA LITURGIA PPS LIVRO LLLB LÓIDE LOUVAI AO SENHOR LOUVOR LUCAS ALBRECHT LUCIFER LUCIMAR VELMER LUCINÉIA MANSKE LUGAR LUÍS CLAUDIO V. DA SILVA LUIS SCHELP LUISIVAN STRELOW LUIZ A. DOS SANTOS LUTERANISMO LUTERO LUTO MAÇONARIA MÃE MAMÃE MANDAMENTOS MANUAL MARCÃO MARCELO WITT MARCIO C. PATZER MARCIO LOOSE MARCIO SCHUMACKER MARCO A. CLEMENTE MARCOS J. FESTER MARCOS WEIDE MARIA J. RESENDE MÁRIO SONNTAG MÁRLON ANTUNES MARLUS SELING MARTIM BREHM MARTIN C. WARTH MARTIN H. FRANZMANN MARTINHO LUTERO MARTINHO SONTAG MÁRTIR MATERNIDADE MATEUS MATEUS KLEIN MATEUS L. LANGE MATRIMÔNIO MAURO S. HOFFMANN MC 1.1-8 MC 1.21-28 MC 1.4-11 MC 10.-16 MC 10.32-45 MC 11.1-11 MC 13.33-37 MC 4 MC 4.1-9 MC 6.14-29 MC 7.31-37 MC 9.2-9 MEDICAMENTOS MÉDICO MELODIA MEMBROS MEME MENSAGEIRO MENSAGEM MESSIAS MÍDIA MILAGRE MINISTÉRIO MINISTÉRIO FEMENINO MIQUÉIAS MIQUÉIAS ELLER MIRIAM SANTOS MIRIM MISSÃO MISTICISMO ML 3.14-18 ML 3.3 ML NEWS MODELO MÔNICA BÜRKE VAZ MORDOMIA MÓRMOM MORTE MOVIMENTOS MT 10.34-42 MT 11.25-30 MT 17.1-9 MT 18.21-45 MT 21.1-11 MT 28.1-10 MT 3 MT 4.1-11 MT 5 MT 5.1-12 MT 5.13-20 MT 5.20-37 MT 5.21-43 MT 5.27-32 MT 9.35-10.8 MULHER MULTIRÃO MUSESCORE MÚSICA MÚSICAS NAAÇÃO L. DA SILVA NAMORADO NAMORO NÃO ESQUECER NASCEU JESUS NATAL NATALINO PIEPER NATANAEL NAZARENO DEGEN NEEMIAS NEIDE F. HÜBNER NELSON LAUTERT NÉRISON VORPAGEL NILO FIGUR NIVALDO SCHNEIDER NM 21.4-9 NOITE FELIZ NOIVADO NORBERTO HEINE NOTÍCIAS NOVA ERA NOVO HORIZONTE NOVO TESTAMENTO O HOMEM OFERTA OFÍCIOS DAS CHAVES ONIPOTENCIA DIVINA ORAÇÃO ORAÇAODASEMANA ORATÓRIA ORDENAÇAO ORIENTAÇÕES ORLANDO N. OTT OSÉIAS EBERHARD OSMAR SCHNEIDER OTÁVIO SCHLENDER P172 P26 P30 P34 P36 P40 P42.1 P42.2 P70 P95 PADRINHOS PAI PAI NOSSO PAIS PAIXÃO DE CRISTO PALAVRA PALAVRA DE DEUS PALESTRA PAPAI NOEL PARA PARA BOLETIM PARÁBOLAS PARAMENTOS PARAPSICOLOGIA PARECIS PAROQUIAL PAROUSIA PARTICIPAÇÃO PARTITURA PARTITURAS PÁSCOA PASTOR PASTORAL PATERNIDADE PATMOS PAUL TORNIER PAULO PAULO F. BRUM PAULO FLOR PAULO M. NERBAS PAULO PIETZSCH PAZ Pe. ANTONIO VIEIRA PEÇA DE NATAL PECADO PEDAL PEDRA FUNDAMENTAL PEDRO PEM PENA DE MORTE PENEIRAS PENTECOSTAIS PENTECOSTES PERDÃO PÉRGAMO PIADA PIB PINTURA POEMA POESIA PÓS MODERNIDADE Pr BRUNO SERVES Pr. BRUNO AK SERVES PRÁTICA DA IGREJA PREEXISTÊNCIA PREGAÇÃO PRESÉPIO PRIMITIVA PROCURA PROFECIAS PROFESSORES PROFETA PROFISSÃO DE FÉ PROGRAMAÇÃO PROJETO PROMESSA PROVA PROVAÇÃO PROVÉRBIOS PRÓXIMO PSICOLOGIA PV 22.6 PV 23.22 PV 25 PV 31.28-30 PV 9.1-6 QUARESMA QUESTIONAMENTOS QUESTIONÁRIO QUESTIONÁRIO PLANILHA QUESTIONÁRIO TEXTO QUINTA-FEIRA SANTA QUIZ RÁDIO RADIOCPT RAFAEL E. ZIMMERMANN RAUL BLUM RAYMOND F. SURBURG RECEITA RECENSÃO RECEPÇÃO REDENÇÃO REENCARNAÇÃO REFLEXÃO REFORMA REGIMENTO REGINALDO VELOSO JACOB REI REINALDO LÜDKE RELACIONAMENTO RELIGIÃO RENATO L. REGAUER RESSURREIÇÃO RESTAURAR RETIRO RETÓRICA REUNIÃO RICARDO RIETH RIOS RITO DE CONFIRMAÇÃO RITUAIS LITURGICOS RM 12.1-18 RM 12.1-2 RM 12.12 RM 14.1-12 RM 3.19-28 RM 4 RM 4.1-8 RM 4.13-17 RM 5 RM 5.1-8 RM 5.12-21 RM 5.8 RM 6.1-11 RM 7.1-13 RM 7.14-25a RM 8.1-11 RM 8.14-17 ROBERTO SCHULTZ RODRIGO BENDER ROGÉRIO T. BEHLING ROMANOS ROMEU MULLER ROMEU WRASSE ROMUALDO H. WRASSE Rômulo ROMULO SANTOS SOUZA RONDÔNIA ROSEMARIE K. LANGE ROY STEMMAN RT 1.1-19a RUDI ZIMMER SABATISMO SABEDORIA SACERDÓCIO UNIVERSAL SACERDOTE SACOLINHAS SACRAMENTOS SADUCEUS SALMO SALMO 72 SALMO 80 SALMO 85 SALOMÃO SALVAÇÃO SAMARIA Samuel F SAMUEL VERDIN SANTA CEIA SANTIFICAÇÃO SANTÍSSIMA TRINDADE SÃO LUIS SARDES SATANÁS SAUDADE SAYMON GONÇALVES SEITAS SEMANA SANTA SEMINÁRIO SENHOR SEPULTAMENTO SERMÃO SERPENTE SERVAS SEXTA FEIRA SANTA SIDNEY SAIBEL SILVAIR LITZKOW SILVIO F. S. FILHO SIMBOLISMO SÍMBOLOS SINGULARES SISTEMÁTICA SL 101 SL 103.1-12 SL 107.1-9 SL 116.12-19 SL 118 SL 118.19-29 SL 119.153-160 SL 121 SL 128 SL 142 SL 145.1-14 SL 146 SL 15 SL 16 SL 19 SL 2.6-12 SL 22.1-24 SL 23 SL 30 SL 30.1-12 SL 34.1-8 SL 50 SL 80 SL 85 SL 90.9-12 SL 91 SL 95.1-9 SL11.1-9 SONHOS SOPRANO Sorriso STAATAS STILLE NACHT SUMO SACERDOTE SUPERTIÇÕES T6 TEATRO TEMA TEMPLO TEMPLO TEATRO E MERCADO TEMPO TENOR TENTAÇÃO TEOLOGIA TERCEIRA IDADE TESES TESSALÔNICA TESTE BÍBLICO TESTE DE EFICIÊNCIA TESTEMUNHAS DE JEOVÁ Texto Bíblico TG 1.12 TG 2.1-17 TG 3.1-12 TG 3.16-4.6 TIAGO TIATIRA TIMÓTEO TODAS POSTAGENS TRABALHO TRABALHO RURAL TRANSFERENCIA TRANSFIGURAÇÃO TRICOTOMIA TRIENAL TRINDADE TRÍPLICE TRISTEZA TRIUNFAL Truco Turma ÚLTIMO DOMINGO DA IGREJA UNIÃO UNIÃO ESTÁVEL UNIDADE UNIDOS PELO AMOR DE DEUS VALDIR L. JUNIOR VALFREDO REINHOLZ VANDER C. MENDOÇA VANDERLEI DISCHER VELA VELHICE VERSÍCULO VERSÍCULOS VIA DOLOROSA VICEDOM VÍCIO VIDA VIDA CRISTÃ VIDENTE VIDEO VIDEOS VÍDEOS VILS VILSON REGINA VILSON SCHOLZ VILSON WELMER VIRADA VISITA VOCAÇÃO VOLMIR FORSTER VOLNEI SCHWARTZHAUPT VOLTA DE CRISTO WALDEMAR REIMAN WALDUINO P.L. JUNIOR WALDYR HOFFMANN WALTER L. CALLISON WALTER O. STEYER WALTER T. R. JUNIOR WENDELL N. SERING WERNER ELERT WYLMAR KLIPPEL ZC ZC 11.10-14 ZC 9.9-12