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ENVELHECER

1 -  Estamos refletindo por esses dias sobre o tempo que passa e os anos de nossa vida que se vão.
2 - A existência humana nos possibilita o exercício de múltiplos sentimentos, experiências e realizações.
1 - Acertamos e erramos o alvo da vida digna e plena, ao escrevermos a nossa história através da vivência diária.
2 - As contradições são marcantes e revelam a nossa dificuldade em entender a vida como dádiva e a buscar toda a sua plenitude.
1 - Celebramos mais um aniversário! Todos cantam: "Parabéns a você, nesta data querida, muitas felicidades, muitos anos de vida".
2 - Muitos anos de vida? Quantos anos? Ah! É claro! Não é polido perguntar quantos anos se tem, ou melhor, quantos anos não se tem mais!
1 - Somos contraditórios! Desejamos muitos anos, mas não queremos assumir e proclamar tantos anos.
2 - Mas seriam os anos bênção e dádiva ou castigo e fardo?
1 - Tudo depende de como entendemos a possibilidade de vida. Quais os valores que orientam este entendimento.
2 - Se valemos pelo que produzimos, como determina a ideologia ocidental, quanto mais envelhecemos e declinamos na capacidade produtiva, menos valor terá a vida.
1 - Se valemos pelo que somos e por aquilo que Deus nos torna a cada dia, resgatamos o valor da vida à medida em que não vivemos mais só para nós mesmos, afundados em nossos conceitos e preconceitos, mas à medida em que nos sentimos como instrumentos de Deus, ali onde vivemos.
2 - Deus ama a cada ser humano. Neste amor, descobrimos o amor à vida. Aprendemos que cada pessoa é importante para Deus, que tem o seu valor e a sua contribuição a dar.
1 - Oremos sempre para que Deus nos lembre do valor e da transitoriedade de nossa vida.
1 e 2 – juntos: Senhor tu nos dás a vida, mas nós temos dificuldades em administrá-la. Lembra-nos sempre, Senhor, do valor da vida e daqueles que nos cercam e que ela tem um início, um meio e um fim. Que nunca haja um tarde demais para amar perdoar e servir Amém.
INSTITUTO CONCÓRDIA DE SÃO PAULO
ESCOLA SUPERIOR DE TEOLOGIA 

OS IDOSOS 
Trabalho apresentado ao Professor David Coles Ward, em cumprimento parcial aos requisitos da disciplina de “Evangelização e Serviço Social”.


Aluno: Clomerio Carlos Junior
São Paulo
Junho de 2000
ÍNDICE

INTRODUÇÃO.......................................................3O ANCIÃO E A SOCIEDADE...........................................4
O ANCIÃO NA BÍBLIA...............................................6
AS CAUSAS DOS PROBLEMAS NA VELHICE...............................8
MINISTRANDO CUIDADO PASTORAL AOS IDOSOS.........................12
PERSPECTIVA PASTORAL............................................13
CONCLUSÃO.......................................................15BIBLIOGRAFIA....................................................17

INTRODUÇÃO

     O presente trabalho de pesquisa pretende apresentar, de forma sucinta, a situação em que se encontra os idosos no Brasil, atualmente. Serão mencionados alguns dos principais problemas, como por exemplo: o preconceito, o abandono, crescimento do número de dependentes, etc. Mas a pesquisa apontará também dicas que, poderão reduzir esses problemas que os idosos enfrentam, principalmente, quanto ao preconceito e quanto ao desprezo por parte da maioria da sociedade.
     A pesquisa estará apontando também os valores e a importância que era vista no ancião dos tempos bíblicos. Desse modo pretende-se mostrar se, os idosos dos tempos atuais, (no Brasil) recebem o mesmo tratamento que recebiam os idosos dos tempos bíblicos.
     O objetivo principal da pesquisa é mostrar que, o idoso é uma pessoa especial, no entanto merece respeito e consideração. Além do mais, querendo ou não, o idoso faz parte da sociedade, logo deve ser tratado como tal. Ele faz parte também do povo escolhido de Deus, porém carece do amor cristão, amor que Cristo deseja ver em todo ser humano.
     A pesquisa não se limitará apenas em livros, pois, contará, com pelo menos, uma visita a um abrigo de idosos. Isto ajudará, sem dúvida, conhecer mais de perto, a realidade em que vivem os idosos no Brasil. Esse conhecimento e/ou experiência servirá de auxílio para quem deseja trabalhar como um futuro pastor, que estará se preocupando com o bem estar: espiritual, físico e emocional de seus membros inclusive os idosos.

O ANCIÃO E A SOCIEDADE

     A velhice, para muitas pessoas têm sinônimo de final de "carreira", tristeza, dor, solidão e outras características negativas que se juntam em virtude do cansaço ao longo da vida. A maioria das pessoas tem medo de se envelhecer, temendo enfrentar esse preconceito tão incutido na nossa sociedade.
     É fácil notar esse medo presente nas pessoas, quando se pergunta a idade de alguém, principalmente, quando esse alguém já se aproxima da fase adulta. Normalmente observa-se uma má vontade, da parte do entrevistado(a), em responder a pergunta com sinceridade. Mas por que predomina esse conceito negativo nas pessoas? Há quem diga que:

a velhice, em si, não é doença nem fim de linha, nós implantamos em nossa mente a crença de que velhice é doença. Esta imagem é formada desde a infância, a partir de atitudes e comportamentos dos adultos na presença de crianças, na convivência com seus avós"[1].


     Esta afirmação é, sem dúvida, uma grande verdade. Ninguém nasce já carregado com esses preconceitos, dos quais estão agregados nas pessoas mais adultas, como se percebe na nossa sociedade atual. É a própria sociedade, ou os pais quem contribuem para essa realidade. Seus comportamentos, perante as crianças, as transformam em futuras pessoas cheias de preconceitos. Pode-se notar que, uma criança brinca com um idoso, uma criança de cor clara brinca com uma criança de cor escura, sem revelar qualquer preconceito.
     É preciso que se faça alguma coisa, para mudar a concepção negativa que a sociedade possui em relação ao idoso, para que as pessoas possam, cada vez mais aceitar a velhice como uma dádiva de Deus, ter esperança e desfrutá-la com uma “dose” de felicidade. Vale mencionar desde já que, o preconceito não é algo novo. A situação dos idosos tem se agravado nos últimos tempos, mas não é uma inverdade afirmar que, desde os tempos bíblicos já existia o preconceito em relação ao idoso, claro talvez com menos intensidade, se comparado com os tempos atuais.
Uma referência de preconceito dos tempos bíblicos, que é um pouco parecida com a de nossa sociedade atual, em relação ao idoso, pode ser vista nas palavras do salmista: "Não me rejeite na minha velhice; quando me faltarem as forças, não me desampares"[2]. Como se percebe, o preconceito em relação aos anciãos já existe desde os tempos bíblicos, mas o ancião dos tempos bíblicos era um tipo de pessoa que possuía um maior prestígio, se comparar com o idoso de nossa sociedade atual.
O próximo capítulo, se ocupará em mostrar algumas características e a importância dos idosos nos tempos bíblicos, tanto no A.T. quanto no N.T.

O ANCIÃO NA BÍBLIA

     A Bíblia revela em muitas passagens, tanto no A.T. quanto no N.T., características dos anciãos. Características estas que são similares às dos anciãos dos tempos atuais, as quais aparecem em virtude do desgaste ocorrido ao longo da vida, como por exemplo: cabelo branco (Sm 12.2), visão curta (Gn 27.1; 1 Sm 3.2; 4.15), enfraquecimento (1 Sm 4.18) e a morte como uma possibilidade iminente (Gn 19.31). Mas mesmo sendo pessoas com capacidades físicas limitadas pelo “cansaço”, os idosos eram pessoas que possuíam muito respeito, ou pelo menos deveriam ser respeitados, como mostra em Lv 19.32: “Diante das cãs te levantarás, e honrarás a presença do ancião, e temerás o teu Deus. Eu sou o SENHOR”.
     A Bíblia aponta para uma consideração especial para com os mesmos e que jamais despreze o idoso (Pv 23.22). Olhando para os relatos do profeta Zacarias (8.4), nota-se que, na sociedade hebraica normal, meninos, meninas, jovens e velhos freqüentavam as ruas. Parece que não havia tanto preconceito entre eles. Todas as pessoas, independente de suas idades, faziam parte da sociedade em que viviam (Êx 10.9; Js 6.21; 2 Cr 36.17; Et 3.13).
     O ancião tinha um valor importante, tanto é que a Bíblia fala para conceder honra ao idoso (Lv 19.32; Lv 5.12). Sua importância destacava-se principalmente como conselheiro (Ez 7.26; Jr 26.7). É fácil notar que, os idosos eram pessoas que ofereciam muitas contribuições à sociedade, em virtude de seu acúmulo de experiências ao longo de sua vida.
Era de costume, o idoso sentar-se à porta da cidade para esclarecer dúvidas quanto à virgindade (Dt 22.15), ratificavam acordos sobre propriedades (Rt 4.9,11), julgavam caso de homicídio (Dt 19.12; 21.1ss; Js 20.4). Um outro fato, que mostra o valor que era dado aos anciãos do A.T., é que, estavam lado a lado com os juízes perante a arca na cerimônia da leitura da Lei (Js 8.33; 23.2; 24.1)[3].
     Há muitos outros exemplos revelados na Bíblia, os quais mostram o quanto o ancião era participativo na sociedade. Sua importância se estendia tanto na área religiosa quanto na área civil. Exemplo de sua influência pode ser visto nas passagens: (2 Sm 17.4,15 e 2 Sm 19.11.{12}), em que Absalão e Davi dependeram da permissão dos anciãos para que, voltarem aos seus tronos.
     No Novo Testamento, também pode ser vista a importância do ancião. Em Tg 5.14, era incumbido de visitar enfermos. Embora os anciãos não fossem pregadores da Palavra, eles trabalhavam em favor da mesma, ensinava a doutrina (1 Tm 5.17). Tinham como tarefa principal, supervisionar a congregação. “Paulo e Barnabé delegaram ordens aos anciãos em toda as igrejas da Ásia (At 14.23)”[4].
     Fala-se que no N.T., a autoridade dos anciãos aumentou, pois esta abrangia a área religiosa e civil, e pode ser vista nas seguintes passagens: Mt 15.2; 21.23; 26.3; At 4.5. Na ocasião em que a Igreja primitiva se organizou instituiu-se a nomeação de anciãos, seguindo o modelo da sinagoga (At 14.23; 1 Tm 4.14; Tt 1.5; 1 Pe 5.1)[5]. Observa-se atualmente que, muito se perde dos idosos, quanto às qualidades e os valores que os mesmos têm a oferecerem. Percebe-se que ao invés de contribuírem, eles acabam sendo um “problema”, não por si mesmos, mas por causa do desrespeito que a sociedade tem para com os tais. É verdade que com a idade surgem alguns problemas, mas esses seriam menos complicados se fossem mais bem cuidados.

AS CAUSAS DOS PROBLEMAS NA VELHICE


     Collins, em sua obra “Aconselhamento Cristão” menciona diversas causas, as quais acarretam problemas para as pessoas idosas. Estas “podem ser de origem física, mental, econômica, interpessoal, de alto-estima e espiritual-existencial”[6].

Causas de origem físicas: São as mudanças que ocorrem no corpo,e que aos poucos, vão se tornando mais nítidas, podendo causar dificuldades e, às vezes, constrangimento para os idosos, como por exemplo:

1.Aparência física: A pessoa não tem mais a mesma “beleza” de quando era jovem.

2.Sensação de movimento: Não tem mais as mesmas capacidades de ouvir, ver, sentir, locomover-se, resistir a dores, etc.

3.Mudanças sexuais: Embora diminua a capacidade de reprodução, não quer dizer que o interesse pelo sexo também deva diminuir, os idosos também necessitam do contato humano e de uma boa atividade sexual. Segundo Collins, para alguns idosos, a atividade e satisfação sexuais aumentam quando envelhecem”[7].

4.Enfermidade e doença: Uma minoria dos idosos doentes (os que têm mais de 65 anos) tem as doenças mais comuns como: artrite, doenças cardíacas, hipertensão, diabetes. Estas podem gerar ansiedade e desânimo.

Causas mentais: Geralmente a capacidade de raciocínio dos idosos é mais lenta e nem sempre se consegue compensar essas perdas.

Causas econômicas: Para alguns, a aposentadoria pode trazer frustrações, se antes tiveram boas condições financeiras para se manterem. O próprio afastamento do trabalho pode causar sensação de invalidez afetando assim, a alto-estima.

Causas interpessoais: O ser humano, geralmente precisa muito um do outro para trocar idéias, se sente bem. Mas se isso lhe for tirado, o que às vezes acontece quando se aposenta, ficando mais isolado. Daí passa a sentir-se menos útil, o que pode comprometer sua saúde e consequentemente sofrerá com a depressão, a qual poderá levá-lo ao desespero ou até á morte.

Causas de auto-estima: Geralmente esta é mais afetada por causa do preconceito. Há os que afirmam que, os mais velhos já não conseguem mais desenvolver trabalhos, idéias, etc. Novamente pode se dizer que, a aposentadoria que, poderia ser uma ajuda, a qual não deixa de ser, pode causar diferentes situações na vida das pessoas. Situações essas que, podem variar de pessoa para pessoa.
Alguns acolhem a aposentadoria como uma época de gozar a velhice, outros passam a ter ocupações significativas, e por último, há os que não conseguem um ajuste na vida. Segundo Collins:

Os que se adaptam melhor à velhice são os que já eram bem ajustados antes da aposentadoria, que possuíam uma visão realista de seus pontos fortes e fracos, e que mantinham um auto conceito positivo em seus anos de juventude.[8]

Causas espirituais-existenciais: Quando idosos que, às vezes já estão com a saúde em declínio sofrerem perdas de amigos e/ou parentes tornam-se mais vulneráveis a sentimentos de culpa. Se preocupam com a sua existência e podem ficar inseguros quanto a vida após a morte. Então deve entrar a ação da igreja em favor dos mesmos para que suas esperanças sejam renovadas, pois eles fazem parte da igreja. “Membros idosos, não importa qual seja sua idade, são partes da igreja como um todo”[9], logo, o idoso merece cuidado por parte da igreja. É justamente sobre isso que será estudado no próximo capítulo. Mas antes disso, vale ressaltar que, o percentual de idosos no Brasil está aumentando.
     Em 1990, as pessoas com mais de 65 anos representavam 4% da população total. Hoje, a expectativa de vida das pessoas aumentou nas últimas décadas. O percentual de pessoas da terceira idade no Brasil, é atualmente de 14 milhões. A perspectiva para 2025 é que aumente para 34 milhões”[10].
     O Brasil, que é considerado um país jovem, está perdendo esta característica. É preocupante, pois o reflexo dessa mudança se dará em diversos setores no país. No setor econômico, por exemplo crescerá o número de dependentes, os quais poderão encontrar mais dificuldades para sobreviverem, já que terão, também mais dificuldades de se aposentarem. Muitos dos idosos “serão obrigados” a pedirem esmolas nas ruas ou a até mesmo terão que se submeterem a trabalhos físicos, sem ao menos, possuírem a força necessária.
     E o que é pior, quanto mais idosos, dentro de uma sociedade despreparada, no que se refere ao preconceito, desrespeito, etc., maiores serão as dificuldades e os desafios, tanto para os próprios idosos quanto para os líderes que trabalharem em benefício dos mesmos. Estes são ainda uma minoria no país, comparado com o número dos dependentes.
     Como não poderá ser diferente, a igreja também estará enfrentando os desafios com o aumento do número de idosos. Afinal, esta certamente não se limitará em ajudar somente os idosos membros, mas será também desafiada a ajudar aqueles que poderão ser futuros indigentes nas ruas, vítimas do preconceito, e do desrespeito por parte da maioria da sociedade.


MINISTRANDO CUIDADO PASTORAL AOS IDOSOS

     Na obra “teologia pastoral” se encontra boas práticas que poderão ser aplicadas em favor dos idosos. “A prioridade do pastor em ministrar cuidado aos idosos é aquela de suprir suas necessidades com uma aproximação holística (1 Jo 3.17)”[11], a recomendação é a seguinte:
- Integração: Esforçar-se para manter os adultos idosos integrados em todos os aspectos da vida e do ministério da igreja. Sem dúvida, isso pode oferecer vantagens tanto para os idosos que, certamente se sentirão mais felizes, quanto para a igreja, a qual terá mais alívio por causa diminuição dos problemas dos mesmos, sem contar que, a experiência do ancião pode ser de grande proveito para a igreja.
- Adaptação: Adaptar ou desenvolver instalações e serviços que vão ao encontro tanto das necessidades quanto das capacidades dos adultos idosos individual e coletivamente.
- Compreensão: O cuidado pastoral integral envolve as necessidades espirituais, emocionais, sociais e físicas de todas as pessoas da congregação.
     O pastor deve estar atento para melhor servir o idoso, procurando dar ao mesmo fortalecimento espiritual e emocional, por meio da palavra de Deus. Mas é preciso também, observar se as dependências da congregação atendem suas exigências. Pode acontecer que, um idoso não se sinta bem ao sentar-se nos bancos tradicionais da igreja, então deve se providenciar bancos adequados para que eles se sintam bem. Mas este último é apenas um pequeno detalhe de como deve ser cuidado o ancião na igreja especialmente, mas muito mais deve ser observado e procurar oferecer sempre o melhor para ele.

PERSPECTIVA PASTORAL

Foi muito comentado, quase que em todo o trabalho, a respeito da concepção negativa que, de um modo geral, as pessoas expressam em relação aos idosos. Particularmente eu vejo isso como um dos principais fatores, senão o principal, causador de boa parte dos sofrimentos dos anciãos. Para tentar entender a angústia que um ser humano pode estar passando é preciso se colocar em seu lugar. Como pode ficar o sentimento de alguém que, passou a vida toda investindo suas forças, suas idéias, etc., para ver um “mundo melhor”, e que ao final, acaba num “profundo abismo” doente, rejeitado, sem abrigo e acima de tudo, visto com desprezo?
O que eu penso para meu futuro trabalho como pastor, é fazer com que todas as pessoas, principalmente os mais jovens sintam-se motivados a ajudar os necessitados, e de um modo especial, os idosos. Pretendo mostrar a eles que, a concepção que a maioria das pessoas tem em relação aos idosos,(ultrapassado, que não sabe nada, etc.) não tem coerência com os relatos da Bíblia, os quais ensinam que devemos valorizar a saberia dos anciãos (Is 9.15).
Quando Deus diz que devemos amar o nosso próximo, com certeza Ele se refere também ao idoso, não somente o que é jovem (1 Ts 3.12). Com certeza, o amor de Deus nos motivará a exercitarmos o amor fraternal para com todos. Pretendo mostrar aos membros de minha congregação que, amar ao próximo é uma graça de Deus.
     Penso que, uma das boas maneiras de fazer isso, é desafiá-los a fazerem constantes visitas a asilos,(caso tenha no local) e aos próprios idosos da localidade. Permitir que os jovens desenvolvam “festinhas” com os idosos, procurando ao máximo respeitar suas opiniões. Penso que é importante dar liberdade aos idosos para que apliquem suas habilidades no trabalho da igreja, mas que façam conforme os dons que possuem, como por exemplo: jardinagem, marcenaria, pintura, paramentos, etc.
     Não tenho dúvida de que, educando os mais jovens e colocando-os mais próximos dos idosos, se formará uma futura geração mais preparada para enfrentar a velhice, a qual a receberá como um presente de Deus. O peso da idade será bem menor quando mais pessoas entenderem que, velhice não é sinônimo de doença, fracasso e infelicidade. Será bem menor quando mais pessoas dedicarem mais amor para com os idosos.

CONCLUSÃO

A pesquisa apresentada a respeito dos idosos se preocupou em mostrar a difícil situação em que se encontra os idosos no Brasil. Mostrou também que, nos tempos bíblicos o idoso era mais valorizado, muito se aproveitava de sua sabedoria, enquanto que hoje, quase nada de suas experiências são aproveitadas. A situação atual dos velhinhos não é confortável e as perspectivas para os próximos anos não são animadoras. Pois foi dito que o número dos idosos no país está crescendo, o que poderá trazer maiores desafios, não só para eles próprios, mas para todos que desejam vê-los recebendo mais respeito e consideração.
A situação é preocupante não simplesmente pelo fato do aumento, mas porque os idosos não recebem o devido carinho e respeito que deveriam receber como cidadãos brasileiros. Ciente desta situação, foi possível mostrar por meio desta pesquisa que, algo deve e pode ser feito em favor dos idosos.
     Com certeza a igreja também enfrentará esse desafio, mas este será bem menor se ela conseguir mostrar aos seus membros, especialmente aos mais jovens, que a velhice também é uma dádiva de Deus. Sem dúvida as dificuldades serão bem menores a partir do momento em que mais pessoas se conscientizarem de que os idosos precisam ser mais valorizados.
     Como complemento da pesquisa fiz uma visita ao abrigo de idosos: “Sociedade Civil Santa Gemma – Asilo lar da Previdência”, fundado em 1985 pelo Pe. Vicente Tobben. O abrigo tem o seguinte endereço: Rua Apolinário Pereira Bujarque, 460, Aragarças-Go,(fone: 062.6381211).
A partir desta visita, realizada a 07/05/00, e também de outras feitas em anos anteriores, fiquei ainda mais convencido de que, os idosos precisam de mais atenção e muito carinho. Esta tarefa, que é uma das diversas da igreja, é também de cada indivíduo, de cada ser humano. O cuidado ao próximo é uma oportunidade que Deus concede a todos, mas cabe ao pastor, mostrar essa motivação aos seus membros, por meio da Palavra de Deus.

BIBLIOGRAFIA

BERGMAN, S. Senhor estou envelhecendo, 1o ed., trad. Ricardo W. R. Porto Al Alegre: Concórdia, 1988.

Bíblia de Estudo. Trad. Almeida. São Paulo : SBB, 1999.

COLLINS, G. R. Aconselhamento Cristão, trad. Neyd Siqueira, 1o ed. São Paulo: Vida Nova, 1984.

CONSTIEN, V. A The Caring Elder. A Training Manual for Serving. St. Louis: Concordia, 1986.

DOUGLAS, J. D. O Dicionário da Bíblia, Trad. João B. 2o ed. São Paulo: Vida Nova, 1995.

HARRIS, R. L., ARCHER, G. L. Jr. & WALTKE, B. K. Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento. Tradutores: Márcio L. R., Luiz  A T. S., Carlos Osvaldo C. P. 1o ed. São Paulo: Vida Nova, 1998.

MUELLER, N. H. & KRAUS, G. Teologia Pastoral, tradutores: Paulo e Ivonelde Teixeira.

Pastoral da Terceira Idade e Associação Luiz de Marilac. Um Envelhecimento mais saudável. São Paulo: Imprensa Oficial, Setembro, 1997.



[1] Pastoral da Terceira Idade – Associação Marilac, p.17.
[2] MÜELLER, Norbert H. Teologia Pastoral, p.154
[3] HARRIS, R.L. Dicionário Antigo Testamento, p. 403-405.
[4] DOUGLAS, J.D. O Novo Dicionário da Bíblia, p.134.
[5] Bíblia de Estudo Almeida, São Paulo: SBB, 1999.
[6] COLLINS, G. R. Aconselhamento Cristão, p.230.
[7] Idem, p.231.
[8] Idem, p. 233.
[9] MUELLER, N. H. Teologia Pastoral, p. 155.
[10] Pastoral da Terceira Idade. Associação Luíza de Marilac p. 5.
     
[11] MUELLER, N. H. Teologia Pastoral, p. 155

ORAÇÃO DO DIA DO IDOSO

ORAÇÃO DIA DO IDOSO

       Amado Pai Celeste, ajuda-nos a entender que somos importantes para Ti. Ajuda-nos a ver positivamente o nosso envelhecimento, de maneira que deixemos transparecer o presente recebido, que é a nova vida que tu nos dás.
       Senhor,  tu nos destes pais, esposo ou esposa e filhos, abençoando-nos de várias formas em nosso relacionamento com eles. Também nos abençoaste ao ensinar-nos a enfrentar dificuldades como, por exemplo, a perda de uma pessoa querida, problemas financeiros, solidão, dificuldades no trabalho. Essas dificuldades são uma realidade em nossas vidas, mas, pela fé na morte e ressurreição de Teu Filho Jesus, sabemos que tu nos amas e que todas as coisas são para o bem daqueles que te amam.
       Amado Pai, tu estabeleceste o tempo do nosso nascimento e da nossa morte. Leva-nos a usar o nosso tempo aqui na Terra para a tua glória, pois sabemos que o tempo é dom que vem de Ti. Nós te agradecemos pelo dom do tempo. Também pedimos que perdoes as oportunidades perdidas em nossas vidas. Ajuda-nos a reconhecer que o tempo É um dom que traz muitas oportunidades para adorarmos a ti e sermos testemunhas tuas. Te agradecemos pelos Pregadores da Palavra, que nos são uma bênção. Obrigado, Senhor, por todas as bênçãos que esta Congregação têm recebido de tuas generosas mãos e permita que os projetos em andamento sirvam para o engrandecimento do teu Reino. Permitas, ainda, que andemos sempre em conformidade com a tua santa vontade, servindo-te por todos os dias que nos concederes por tua graça.

       Em nome de Jesus, nosso único e suficiente Salvador. Amém.

QUERIDO IDOSO

Querido Idoso!!!

Neste mundo muitas vezes nós passamos por dificuldades. Mas isto NÃO acontece porque Deus se esqueceu de nós. Muito pelo contrário, é através das dificuldades que Ele nos mostra que nós dependemos dEle, para sermos salvos. Porque o Apóstolo Pedro nos diz , em I Pedro 1. 6 - 9:

“Nisso exultais, embora, no presente, por breve tempo, se necessário, sejais contristados por várias provações, para que o valor da vossa fé, uma vez confirmado, muito mais precioso do que o ouro perecível, mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo, a quem não havendo visto, amais; no qual, não vendo agora, mas crendo, exultais com alegria indivisível e cheia de glória, obtendo o fim da vossa fé, a salvação das vossas almas.”

 Por isso nós podemos ter certeza de que apesar de todas as injustiças deste mundo, Deus promete um lugar maravilhoso para todo aquele que crê em Jesus Cristo como o seu salvador. Sendo assim aquele que crê em Jesus pode ter certeza que o seu lugar já está pronto no céu. E que Deus já o está esperando. Porque o apóstolo João nos diz em Jo 3.16:

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”

Palavras do Senhor nosso Deus!!!

Igreja Evangélica Luterana da Paz (Osório/fone: 663.6388)

VALORIZAÇÃO DO IDOSO

ESTUDO

COMO ANDA A VALORIZAÇÃO DO IDOSO NA SUA FAMÍLIA E NA IGREJA? 

Texto base: Não me rejeites na velhice: quando me faltarem as forças, não me desampares. Sl 71.9

Introdução: Fazer um levantamento de quan­tos idosos há na congregação. Quantos precisam de um atendimento especial? Quem dá atendi­mento a eles? O que a congregação tem feito pelos seus idosos?

O idoso faz parte de uma família. A família é instituição divina. Quem faz parte da família? No sentido restrito, a família é constituída por mari­do e esposa. No sentido restrito ampliado, compreende pai, mãe e filhos. E no sentido amplo, à família pertencem todos os que estão ligados por algum grau de parentesco. Nesse sentido, o vovô e a vovó fazem parte da família.

Com que idade alguém se torna um ancião? Isso é relativo, pois as pessoas podem envelhecer com diferentes idades, tanto física quanto psico­logicamente. Alguns, aos 50 anos, já parecem ido­sos. Outros, aos 70 anos, ainda estão cheios de vigor.

Que valor tem o idoso, uma pessoa de idade avançada?

Na antiga Grécia, muitos pensavam que a idade avançada era a causa de muitos males. Havia até aqueles que tomavam veneno aos 60 anos para escapar desse período da vida. No entanto, também havia anciãos que eram respei­tados.

Em Roma, consideravam os idosos inúteis para o trabalho. A velhice, inclusive, era encarada como sendo doença.

Entre os israelitas, se valorizava muita a velhice. Junto aos anciãos se buscavam conse­lhos e orientação. Eram os mais velhos que interpretavam as Escrituras e transmitiam a palavra de Deus aos mais novos.

Como está a valorização do idoso na famí­lia e na igreja?

Muitas vezes, são tratados com desprezo. São considerados antiquados e ultrapassados. Até se zomba de pessoas idosas. Há filhos que se envergonham de país idosos.

Na Bíblia, temos uma ordem dada por Deus:
"Fiquem de pé na presença das pessoas idosas e as tratem com todo o respeito" Lv 19.32 BLH. Isso mostra o quanto Deus valoriza pessoas idosas e que devem ser valorizadas também por nós.

O salmista e rei Davi suplicou ao Senhor, cer­tamente quando já não era tão jovem: "Não me rejeites na minha velhice; quando me faltarem as forças, não me desampares" Sl 71.9.

É importante não apenas pessoas idosas faze­rem essa súplica, mas familiares e a igreja pedi­rem isso ao Senhor em favor dos idosos.

E vamos nós, filhos, pedir conselhos e orien­tação a idosos. Assim também no trabalho da igre­ja. É verdade que, em algumas coisas, estão desa­tualizados. É possível que não consigam enten­der certas coisas. Mas em muitos assuntos, podem dar conselhos úteis e proveitosos. já dizia o Senhor, valorizando os idosos: "Na velhice darão ainda frutos; serão cheios de seiva e de ver­dor" S192.14.

Idosos são úteis no mundo e sua vida não fica sem sentido.

Saibamos compreender suas fraquezas e falhas. Mas saibamos também dar o devido valor aos idosos na família e na igreja.

Atividade: Reunir os idosos da congregação (e outros convidados), fazendo uma programação especial na igreja. ( Devoção especial - pode ser envolvido grupo de jovens para fazer uma encenação. Envolver os idosos. Cantar. Fazer sor­teio de brindes. Eles também gostam de ser lem­brados).
Fazer um programa de visita, procurando atingir todos os idosos da congregação, levando uma mensagem previamente preparada (se pos­sível também cantar, o que em geral é muito apre­ciado pelos idosos. Pode-se levar um grupo de crianças da escola dominical para cantar para eles.

As crianças também gostam de fazer pesqui­sa. Montar um esquema de perguntas que elas possam fazer para os idosos. Depois montar uma história com os dados colhidos. Especialmente se estiver relacionado com o trabalho da congre­gação.

Muito da história das congregações se perde, porque não tiramos o tempo para pesquisar junto a quem fez parte da história.

E Deus promete amparar e assistir os idosos. Eis a sua promessa: "Desde que vocês nasceram, eu os tenho carregado; sempre cuidei de vocês. E quando ficarem velhos, eu serei o mesmo Deus; cuidarei de vocês quando tiverem cabelos bran­cos. Eu os criei e os carregarei; eu os ajudarei e salvarei" Is 46.3,4 BLH.

Revista Servas do Senhor, Julho/Ago/Setembro 99:  Pastor Fermino Bündchen
[Idoso_Valorização do] 

SEMANA DO IDOSO


O nosso pastor, foi convidado para se fazer presente e fazer uma oração para os membros do lar do idoso de Alto Alegre dos Parecis, já que estávamos lembrando da semana do idoso.

A manhã foi dedicada aos idosos que também tiveram seus momentos de descontração, ginástica, etc...

Que Deus abençoe todas as pessoas idosas, pois viver é uma arte, um ofício que precisa cuidado e chegar a terceira idade é um dom de Deus, um privilégio.

O QUE É A VELHICE

O que é a Velhice ( Autor desconhecido)
A mãe conta que seu filho pequeno - com a curiosidade de quem ouviu uma nova palavra mas ainda não entendeu seu significado - perguntou-lhe:
- "Mamãe, o que é a velhice?"
Na fração de segundo antes da resposta, a mãe fez uma verdadeira viagem ao passado. Lembrou-se dos momentos de luta, das dificuldades, das decepções. Sentiu todo peso da idade e da responsabilidade em seus ombros. Tornou a olhar para o filho que, sorrindo, aguardava uma resposta, e disse-lhe:
"Olhe para meu rosto, filho", disse ela. "Isso é a velhice".
E imaginou o garoto vendo as rugas, e a tristeza em seus olhos. Qual não foi sua surpresa quando, depois de alguns instantes, o menino respondeu:
- "Mamãe! Como a velhice é bonita!"

CONTANDO O TEMPO
Norma Emiliano
O despertar trouxe presságio e mal estar. Ainda ouvia a voz do pai que na noite anterior, ao telefone, reclamava de dores musculares e da apatia da mulher, sua mãe.
O envelhecimento paterno provoca-lhe sentimentos antagônicos; desejo de aproximação e afastamento.
As lembranças da infância e adolescência lhe remetem à disposição, união e comprometimento paterno e profissional que cada um dos pais expressava. Havia alegria. Não tinham amigos. A família lhes bastava. Pela manhã, todos à mesa, comentavam diversos assuntos do dia anterior, enquanto a mãe apressadamente beijava-os na saída para o trabalho.
O tempo embaçou não só aqueles rostos queridos, mas também o seu cotidiano. Reagindo, levanta-se e no espelho observa os vincos em seu rosto que a passagem do tempo trouxera.
O silêncio que lhe envolvia a alma se quebra. Ao lado, vozes, sons do despertar familiar. Seus filhos falam e riem trazendo vida à casa. Apressa-se, deixando os pensamentos de lado indo ao encontro do seu mundo, no qual muito tem a fazer.
Quando tudo se aquieta, com tranqüilidade, traz aos pensamentos o pequeno recorte matutino. Percebe o medo que o confronto com o envelhecimento paterno lhe traz. Pergunta-se: por que sente pena e culpa? Por que não sente o prazer de ainda tê-los, de usufruir o carinho que lhe dedicam e de poder compartilhar a alegria de ser hoje a pessoa que ela é? Teve tantos bons exemplos e não consegue aceitar as mutações naturais pelas quais estão passando.
Sabe que seu pai mesmo reclamando de dores ainda participa do coro da Igreja, faz artesanatos em madeira e se dedica afetuosamente à mulher que já não consegue ser mais tão ativa, mas demonstra seu companheirismo cuidando para que o lar se mantenha ordenado e confortável. Nessas reflexões busca entender que passagem do tempo é inevitável e as mudanças fazem parte da vida. Todos têm altos e baixos e os obstáculos, em qualquer etapa da vida, podem ser encarados como ponto para evolução pessoal.
De volta ao espelho, olha-se e esboça um sorriso. Reconhece seus receios, pega o telefone e carinhosamente pergunta a mãe como foi o seu dia.




Norma Emiliano é Terapeuta de Família e Assistente Social, e mantém a homepage Pensando em Família.
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Aprender a envelhecer - Sempre Ativos

Clara Janés / Luz María de la Fuente

Azeitada e preparada a engrenagem física, a nossa atenção deve concentrar-se na atividade. Nem um só instante da nossa vida é desprezível, e por isso temos obrigação de permanecer ativos.
Que atividades se podem desenvolver depois dos sessenta e cinco anos? Muitas, muitíssimas mais do que se pode imaginar. E não obstante, como vimos, quando chega o momento de aposentar-se, cai-se com freqüência - sobretudo os homens - num vazio intransponível.
Ter um objetivo concreto que cumprir neste mundo não somente nos ocupa e nos satisfaz, como nos incita a continuar a viver. E até há ocasiões em que as próprias necessidades materiais que obrigam de repente uma pessoa de idade a pôr-se a trabalhar fazem com que ela se supere e, em vez de entrar num estado depressivo, consiga ampliar os seus horizontes de felicidade amoldando-se com inteligência às suas novas circunstâncias.
Há alguns anos, passei três semanas procurando uma governanta. Uma agência de empregos mandava-me uma moça diferente cada dia, mas nenhuma delas preenchia as condições que eu desejava naquela que, além de ajudar-me nas lides da casa, seria sobretudo um ser humano com quem teria de conviver diariamente. Estava disposta a esperar o tempo que fosse preciso, na certeza de que uma manhã bateria à porta de minha casa uma mulher de idade imprevisível, simples, segura de si, sem ressentimentos, capaz de trabalhar bem e, ao mesmo tempo, de compreender a minha maneira de ser, e de sentir que o seu trabalho era tão digno como qualquer outro. Numa palavra: um espírito autenticamente livre.
E assim foi. Uma manhã, bateu-me à porta Maria dos Anjos. Com certo temor, disse-me que tinha sessenta anos e que era a primeira vez que se oferecia para semelhante trabalho. Perguntei-lhe por quê. Contou-me que tinha enviuvado dez anos atrás e que o negócio do marido tinha ido de mal a pior, a ponto de lhe ter deixado dívidas pelo valor de vários milhões. Tinha de pagá-las fosse como fosse. Que podia ela fazer? Já os dois filhos se matavam procurando salvar a firma, de modo que ela se decidira a trabalhar, pondo de parte todos os preconceitos.
Maria dos Anjos ficou comigo. Vivi com ela os duros momentos em que tiveram de fechar a empresa, indenizar os operários, conseguir emprego para os filhos... E nunca vi essa mulher exemplar perder o espírito de combatividade.
Com o que lhe pago, contribui para saldar as dívidas e ajudar os filhos. Cumpre com esmero o seu papel de avó e sabe manter-se sempre no seu lugar. Se adoece, sou eu que tenho de obrigá-la a ficar de cama, porque senão viria trabalhar a todo o custo. Mais ainda: Maria dos Anjos trabalha de rosto alegre, e a solicitude com que nos ajuda demonstra que o faz como quem se sente em casa. O emprego que se viu obrigada a assumir reacendeu nela um dinamismo e avivou-lhe uma clareza mental que dariam inveja a muitas pessoas vinte ou trinta anos mais novas que ela.
Isto lembra-me outra mulher excepcional que trabalhou em minha casa. Tinha passado dos cinqüenta anos, era bonita e revelava uma inteligência natural muito aguda. Chamava-se Flora. Num abrir e fechar de olhos, deixava tudo brilhante, para depois, sempre de escova ou de pano de pó na mão, se aproximar da minha mesa de trabalho e trocar breves impressões comigo sobre política ou problemas sociais. Durante a guerra civil espanhola, tinha sido presa num momento em que se achava grávida, e, em conseqüência das brutalidades a que a tinham submetido, nascera-lhe uma filha com uma grave lesão no coração.
Abandonada pelo marido, trabalhava dia e noite para que não faltassem à filha todos os cuidados de que precisava. Quando esta fez dezoito anos, a mãe, consciente de que, nesse estado, não a poderia manter com vida por muito tempo, decidiu arriscar tudo e submetê-la a uma operação. Margarida - assim se chamava a filha - morreu no hospital, e não tinha passado nem um mês quando diagnosticaram à mãe um câncer que em pouco tempo a levou deste mundo. Ao recordar agora o seu choro desesperado, abraçada ao cadáver da filha, cresce em mim a convicção de que essa mulher não morreu de câncer: realizado o objetivo vital, o corpo procurou a desculpa do câncer para morrer.
É parecido o caso de uma cigana que vivia num barraco de latas, debaixo de urna ponte. Descendia diretamente de um "faraó" e não tinha consentido que o seu filho se casasse com uma mulher de casta inferior. Mas não pudera evitar que o rapaz e a moça passassem a viver juntos, e já iam pelos dezoito filhos, nem mais nem menos.
- Tenho oitenta anos e não quero morrer sem resolver este assunto, dizia a velha cigana num lamento. Não quero morrer com este pecado.
Deus sabe o que custou reunir os papéis necessários para fazer o casamento. Nômades como eram, cada um dos netos tinha nascido num povoado diferente e era preciso demonstrar que em nenhuma daquelas ocasiões os pais estavam casados. Finalmente, puderam celebrar a cerimônia e pouco depois a velha cigana morria, tranqüilizada já a sua consciência tão intuitiva e profundamente religiosa.





Mensagem Para o Dia do Idoso  - 27/08/07
Nesta data homenageamos a 3ª Idade, a maravilhosa idade da sabedoria, das experiências vividas e do amor desprendido dos avós.

Origem do Dia do Idoso
O Dia Nacional do Idoso foi estabelecido em 1999 pela Comissão de Educação do Senado Federal e serve para refletir a respeito da situação do idoso no País, seus direitos e dificuldades.
A população no mundo está ficando cada vez mais velha e, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), por volta de 2025, pela primeira vez na história, haverá mais idosos do que crianças no planeta.
O Brasil, que já foi celebrado como o país dos jovens, tem hoje cerca de 13,5 milhões de idosos, que representam 8% de sua população. Em 20 anos, o País será o sexto no mundo com o maior número de pessoas idosas. O dado serve de alerta para que o governo e a sociedade se preparem para essa nova realidade não tão distante.
O avanço da medicina e a melhora na qualidade de vida são as principais razões dessa elevação da expectativa de vida em todo o mundo. Apesar disso, ainda há muita desinformação sobre as particularidades do envelhecimento e o que é pior: muito preconceito e desrespeito em relação às pessoas da terceira idade, principalmente nos países pobres ou em desenvolvimento. No Brasil, são muitos os problemas enfrentados pelos idosos em seu dia-a-dia: a perda de contato com a força de trabalho, a desvalorização de aposentadorias e pensões, a depressão, o abandono da família, a falta de projetos e de atividades de lazer, além do difícil acesso a planos de saúde são os principais.
Segundo pesquisa do IBGE, em 1999, apenas 26,9% do total de idosos no País possui algum plano de saúde, sendo que em algumas regiões como o Nordeste essa taxa ainda cai para 13%. As mulheres são ainda mais afetadas, porque vivem mais tempo e, em geral, com menos recursos e menos escolaridade.
Diante desse quadro, o governo brasileiro precisa elaborar, o mais rápido possível, políticas sociais que preparem a sociedade para essa mudança da pirâmide populacional.
(Fonte: Jornal A Voz da Serra, de Nova Friburgo-RJ).
Em Portugal, o dia do idoso é comemorado no primeiro dia do mês de Outubro.

POEMA PARA O DIA DO IDOSO
I
Hoje é o dia do idoso.
Não posso deixar passar
sem pedir a todos os jovens
para os seus velhinhos respeitarem.

II
Mesmo por força maior
que tenham de ir para o lar,
pelo menos uma vez por semana
peço-vos que os vás visitar.

III
Este pedido que vos faço
e me deveis obedecer,
lembrai-vos que hoje sois jovens
amanhã, idosos ides ser.

IV
Mesmo que sejas emigrante
e longe dos vossos pais,
com um pequeno telefonema
os vossos velhinhos alegrais.

V
Eu seria muito feliz
e teria gosto de viver
se ainda tivesse os meus pais
para companhia me fazerem.



Jaime Afonso – Alturas do Barroso - Portugal


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Descobrindo a Felicidade na maturidade

A felicidade é a condição humana mais rara, mais valorizada e mais incom­preendida. Ela é conseqüência de aprendi­zagem e exige um espírito aparelhado. Na verdade, a felicidade duradoura depende do grau de maturidade que cada pessoa tenha conseguido alcançar.

A relação entre felicidade e maturidade é absolutamente contrária às idéias da maioria das pessoas, pois, segun­do estas, a felicidade é ju­ventude e, naturalmente, diminui com o tempo.

Na verdade, as pesso­as realmente felizes po­dem ter qualquer idade acima de 20 anos. Digo isto porque:

- As crianças têm apenas momentos de felicidade, pois a punição dos adultos as mantém sempre na espera de aceitação. Sentem-se inseguras por dúvidas sobre si mesmas e desanimam facilmente di­ante de sua confusão interior.

- Os jovens usam a felicidade aparente como forma de proteger-se contra a sua insa­tisfação. Sentem-se inseguros pelos erros que estão cometendo e pelas más escolhas que estão fazendo apenas para contrariar os mais velhos, que consideram o contrário absoluto de seu sonho de felicidade.  Por isso dizem: nem me entende!

Esquina Na maturidade, homens e mulhe­res podem dobrar uma esquina e parar perple­xos ante o milagre de descobrir que são feli­zes. Nada precisa ser diferente, mas tudo pa­recerá ser (diferente, ou como realmente o é).
A personalidade reuniu experiência suficiente para apreciar pequenas coisas e vitalidade para amar cada vez mais. É como se fosse um estalo que não pode ser ouvido, segui­do de um estado de felicida­de que nem sempre é bem percebido. >>E então nos perguntamos: por que estou assim como estou?? – Não se sorrio ou se choro.

Não nascemos felizes, mas conquistamos a felicida­de da mesma forma que aprendemos a amar. As pes­soas infelizes geralmente cul­pam seus empregos, seus casamentos, seus  pais, Deus ou o destino. No entanto, a verda­deira causa é a incoerência de suas vidas. Con­fusos, não temos calor para dar, nem à família, nem ao trabalho, nem ao lazer, nem à nossa própria vida.

Elixir -  O amor é o elixir da vida e, como sua fonte é Deus, jamais irá se esgotar. Podemos sentir tanta alegria amando alguém, que, às vezes, nos sentimos quase na obrigação de agradecer.

> Nada no mundo torna a felicidade menos atingível do que procurar encontra-la. O segredo é reconhecer a felicidade que temos.

O historiador Will Durant conta que procurou a felicidade viajando, estudando, ­escrevendo. Mas só encontrou desilusão. Um dia, viu uma mulher esperando em seu carro com uma pequena criança adormeci­da em seu colo. Um homem desceu do trem, aproximou-se e beijou delicadamente a mulher e depois a criança. O carro par­tiu levando a família e deixando em Durant uma compreensão atordoada da verdadeira  natureza da felicidade. Acalmou-se e fez a  descoberta de que  "toda função normal da vida encerra algum prazer." > Plena felicidade.
        São as coisas pequenas e simples da vida que dão um colorido todo especial para nossa vida. É o perceber estas coisas e aprecia-las, que nos faz CANTAR, LOUVAR  e AGRADECER. Sl 100;

Faça a conta das coisas boas de sua vida. Faça pausas para apreciá-las e não se deixe atormentar por lamentações, sentimento de culpas e recri­minações. Este é o segredo para tornar a felicidade duradoura e sempre presente em nossa vida, a final de contas, "somos o seu povo e rebanho do seu pastoreio. É o Deus fiel e Misericordioso que cuia de nós e dos nossos queridos.  Preocupações sim, mas apenas com o mais necessário: VIVER. 

     Viver bem!  Viver em comunhão com o Pai Celeste, mediante a fé no Salvador Jesus.

Receba o amadurecimento com mais sa­tisfação. Se já o alcançou, comemore. Agora que você é capaz de identificar e aproveitar os momentos de verdadeira felicidade.







































ENCONTRO DE  IDOSOS  -  CEL  "DA PAZ" (para 15/04/07)
Descobrindo a Felicidade na maturidade
Salmo 100
Aprenda a curtir seus Anos Dourados
Idoso é quem tem o privilégio de viver uma longa vida... velho é quem perdeu a jovialidade.

A idade causa a degenerescência das células... a velhice causa a degenerescência do espírito.

Você é idoso quando sonha... você é velho quando apenas dorme.

Você é idoso quando ainda aprende... você é velho quando já nem ensina.

Você é idoso quando se exercita... você é velho quando somente descansa.

Você é idoso quando tem planos... você é velho quando só tem saudades.

Para o idoso a vida se renova a cada dia que começa... para o velho a vida se acaba a cada noite que termina.

Para o idoso o dia de hoje é o primeiro do resto de sua vida... para os velhos todos os dias parecem o último de uma longa jornada.

Para o idoso o calendário está repleto de amanhãs... para o velho o calendário só tem ontens.

Que você, quando idoso, viva uma vida longa, mas que nunca fique velho.



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EIDAM ELIEU RADINS ELIEZE GUDE ELIMINATÓRIAS ELISEU TEICHMANN ELMER FLOR ELMER T. JAGNOW EMÉRITO EMERSON C. IENKE EMOÇÃO EN ENCARNAÇÃO ENCENAÇÃO ENCONTRO ENCONTRO DE CRIANÇA 2014 ENCONTRO DE CRIANÇAS 2015 ENCONTRO DE CRIANÇAS 2016 ENCONTRO PAROQUIAL DE FAMILIA ENCONTROCORAL ENFERMO ENGANO ENSAIO ENSINO ENTRADA TRIUNFAL ENVELHECER EPIFANIA ERA INCONCLUSA ERNI KREBS ERNÍ W. SEIBERT ERVINO M. SPITZER ESBOÇO ESCATOLOGIA ESCO ESCOLAS CRISTÃS ESCOLÁSTICA ESCOLINHA ESCOLINHA DOMINICAL ESDRAS ESMIRNA ESPADA DE DOIS GUMES ESPIRITISMO ESPÍRITO SANTO ESPIRITUALIDADE ESPÍSTOLA ESPORTE ESTAÇÃODAFÉ ESTAGIÁRIO ESTAGIÁRIOS ESTATUTOS ESTER ESTER 6-10 ESTRADA estudo ESTUDO BÍBLICO ESTUDO DIRIGIDO ESTUDO HOMILÉTICO ÉTICA EVANDRO BÜNCHEN EVANGELHO EVANGÉLICO EVANGELISMO EVERSON G. HAAS EVERSON GASS EVERVAL LUCAS EVOLUÇÃO ÊX EX 14 EX 17.1-17 EX 20.1-17 EX 24.3-11 EX 24.8-18 EXALTAREI EXAME EXCLUSÃO EXEGÉTICO EXORTAÇÃO EZ 37.1-14 EZEQUIEL BLUM Fabiano FÁBIO A. 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SCHMIDT GN 01 GN 1-50 GN 1.1-2.3 GN 12.1-9 GN 15.1-6 GN 2.18-25 GN 21.1-20 GN 3.14-16 GN 32 GN 45-50 GN 50.15-21 GRAÇA DIVINA GRATIDÃO GREGÓRIO MAGNO GRUPO GUSTAF WINGREN GUSTAVO D. SCHROCK HB 11.1-3; 8-16 HB 12 HB 12.1-8 HB 2.1-13 HB 4.14-16 5.7-9 HC 1.1-3 HC 2.1-4 HÉLIO ALABARSE HERIVELTON REGIANI HERMENÊUTICA HINÁRIO HINO HISTÓRIA HISTÓRIA DA IGREJA ANTIGA E MEDIEVAL HISTÓRIA DO NATAL HISTORINHAS BÍBLICAS HL 10 HL 164 HOMILÉTICA HOMOSSEXUALISMO HORA LUTERANA HORST KUCHENBECKER HORST S MUSSKOPF HUMOR IDOSO IECLB IELB IGREJA IGREJA CRISTÃ IGREJAS ILUSTRAÇÃO IMAGEM IN MEMORIAN INAUGURAÇÃO ÍNDIO INFANTIL INFERNO INFORMATIVO INSTALAÇÃO INSTRUÇÃO INTRODUÇÃO A BÍBLIA INVESTIMENTO INVOCAÇÕES IRINEU DE LYON IRMÃO FALTOSO IROMAR SCHREIBER IS 12.2-6 IS 40.1-11 IS 42.14-21 IS 44.6-8 IS 5.1-7 IS 50.4-9 IS 52.13-53-12 IS 53.10-12 IS 58.5-9a IS 61.1-9 IS 61.10-11 IS 63.16 IS 64.1-8 ISACK KISTER BINOW ISAGOGE ISAÍAS ISAQUE IURD IVONELDE S. TEIXEIRA JACK CASCIONE JACSON J. OLLMANN JARBAS HOFFIMANN JEAN P. DE OLIVEIRA JECA JELB JELB DIVAGUA JEOVÁ JESUS JN JO JO 1 JO 10.1-21 JO 11.1-53 JO 14 JO 14.1-14 JO 14.15-21 JO 14.19 JO 15.5 JO 18.1-42 JO 2 JO 20.19-31 JO 20.8 JO 3.1-17 JO 4 JO 4.5-30 JO 5.19-47 JO 6 JO 6.1-15 JO 6.51-58 JO 7.37-39 JO 9.1-41 JOÃO JOÃO 20.19-31 JOÃO C. SCHMIDT JOÃO C. TOMM JOÃO N. FAZIONI JOEL RENATO SCHACHT JOÊNIO JOSÉ HUWER JOGOS DE AZAR JOGRAL JOHN WILCH JONAS JONAS N. GLIENKE JONAS VERGARA JOSE A. DALCERO JOSÉ ACÁCIO SANTANA JOSE CARLOS P. DOS SANTOS JOSÉ ERALDO SCHULZ JOSÉ H. DE A. MIRANDA JOSÉ I.F. DA SILVA JOSUÉ ROHLOFF JOVENS JR JR 28.5-9 JR 3 JR 31.1-6 JUAREZ BORCARTE JUDAS JUDAS ISCARIOTES JUDAS TADEU JUMENTINHO JUSTIFICAÇÃO JUVENTUDE KARL BARTH KEN SCHURB KRETZMANN LAERTE KOHLS LAODICÉIA LAR LC 12.32-40 LC 15.1-10 LC 15.11-32 LC 16.1-15 LC 17.1-10 LC 17.11-19 LC 19 LC 19.28-40 LC 2.1-14 LC 23.26-43 LC 24 LC 24.13-35 LC 3.1-14 LC 5 LC 6.32-36 LC 7 LC 7.1-10 LC 7.11-16 LC 7.11-17 LC 9.51-62 LEANDRO D. HÜBNER LEANDRO HUBNER LEI LEIGO LEIGOS LEITORES LEITURA LEITURAS LEMA LENSKI LEOCIR D. DALMANN LEONARDO RAASCH LEOPOLDO HEIMANN LEPROSOS LETRA LEUPOLD LIBERDADE CRISTÃ LIDER LIDERANÇA LILIAN LINDOLFO PIEPER LINK LITANIA LITURGIA LITURGIA DE ADVENTO LITURGIA DE ASCENSÃO LITURGIA DE CONFIRMAÇÃO LITURGIA EPIFANIA LITURGIA PPS LIVRO LLLB LÓIDE LOUVAI AO SENHOR LOUVOR LUCAS ALBRECHT LUCIFER LUCIMAR VELMER LUCINÉIA MANSKE LUGAR LUÍS CLAUDIO V. DA SILVA LUIS SCHELP LUISIVAN STRELOW LUIZ A. DOS SANTOS LUTERANISMO LUTERO LUTO MAÇONARIA MÃE MAMÃE MANDAMENTOS MANUAL MARCÃO MARCELO WITT MARCIO C. PATZER MARCIO LOOSE MARCIO SCHUMACKER MARCO A. CLEMENTE MARCOS J. FESTER MARCOS WEIDE MARIA J. RESENDE MÁRIO SONNTAG MÁRLON ANTUNES MARLUS SELING MARTIM BREHM MARTIN C. WARTH MARTIN H. FRANZMANN MARTINHO LUTERO MARTINHO SONTAG MÁRTIR MATERNIDADE MATEUS MATEUS KLEIN MATEUS L. LANGE MATRIMÔNIO MAURO S. HOFFMANN MC 1.1-8 MC 1.21-28 MC 1.4-11 MC 10.-16 MC 10.32-45 MC 11.1-11 MC 13.33-37 MC 4 MC 4.1-9 MC 6.14-29 MC 7.31-37 MC 9.2-9 MEDICAMENTOS MÉDICO MELODIA MEMBROS MEME MENSAGEIRO MENSAGEM MESSIAS MÍDIA MILAGRE MINISTÉRIO MINISTÉRIO FEMENINO MIQUÉIAS MIQUÉIAS ELLER MIRIAM SANTOS MIRIM MISSÃO MISTICISMO ML 3.14-18 ML 3.3 ML NEWS MODELO MÔNICA BÜRKE VAZ MORDOMIA MÓRMOM MORTE MOVIMENTOS MT 10.34-42 MT 11.25-30 MT 17.1-9 MT 18.21-45 MT 21.1-11 MT 28.1-10 MT 3 MT 4.1-11 MT 5 MT 5.1-12 MT 5.13-20 MT 5.20-37 MT 5.21-43 MT 5.27-32 MT 9.35-10.8 MULHER MULTIRÃO MUSESCORE MÚSICA MÚSICAS NAAÇÃO L. DA SILVA NAMORADO NAMORO NÃO ESQUECER NASCEU JESUS NATAL NATALINO PIEPER NATANAEL NAZARENO DEGEN NEEMIAS NEIDE F. HÜBNER NELSON LAUTERT NÉRISON VORPAGEL NILO FIGUR NIVALDO SCHNEIDER NM 21.4-9 NOITE FELIZ NOIVADO NORBERTO HEINE NOTÍCIAS NOVA ERA NOVO HORIZONTE NOVO TESTAMENTO O HOMEM OFERTA OFÍCIOS DAS CHAVES ONIPOTENCIA DIVINA ORAÇÃO ORAÇAODASEMANA ORATÓRIA ORDENAÇAO ORIENTAÇÕES ORLANDO N. OTT OSÉIAS EBERHARD OSMAR SCHNEIDER OTÁVIO SCHLENDER P172 P26 P30 P34 P36 P40 P42.1 P42.2 P70 P95 PADRINHOS PAI PAI NOSSO PAIS PAIXÃO DE CRISTO PALAVRA PALAVRA DE DEUS PALESTRA PAPAI NOEL PARA PARA BOLETIM PARÁBOLAS PARAMENTOS PARAPSICOLOGIA PARECIS PAROQUIAL PAROUSIA PARTICIPAÇÃO PARTITURA PARTITURAS PÁSCOA PASTOR PASTORAL PATERNIDADE PATMOS PAUL TORNIER PAULO PAULO F. BRUM PAULO FLOR PAULO M. NERBAS PAULO PIETZSCH PAZ Pe. ANTONIO VIEIRA PEÇA DE NATAL PECADO PEDAL PEDRA FUNDAMENTAL PEDRO PEM PENA DE MORTE PENEIRAS PENTECOSTAIS PENTECOSTES PERDÃO PÉRGAMO PIADA PIB PINTURA POEMA POESIA PÓS MODERNIDADE Pr BRUNO SERVES Pr. BRUNO AK SERVES PRÁTICA DA IGREJA PREEXISTÊNCIA PREGAÇÃO PRESÉPIO PRIMITIVA PROCURA PROFECIAS PROFESSORES PROFETA PROFISSÃO DE FÉ PROGRAMAÇÃO PROJETO PROMESSA PROVA PROVAÇÃO PROVÉRBIOS PRÓXIMO PSICOLOGIA PV 22.6 PV 23.22 PV 25 PV 31.28-30 PV 9.1-6 QUARESMA QUESTIONAMENTOS QUESTIONÁRIO QUESTIONÁRIO PLANILHA QUESTIONÁRIO TEXTO QUINTA-FEIRA SANTA QUIZ RÁDIO RADIOCPT RAFAEL E. ZIMMERMANN RAUL BLUM RAYMOND F. SURBURG RECEITA RECENSÃO RECEPÇÃO REDENÇÃO REENCARNAÇÃO REFLEXÃO REFORMA REGIMENTO REGINALDO VELOSO JACOB REI REINALDO LÜDKE RELACIONAMENTO RELIGIÃO RENATO L. REGAUER RESSURREIÇÃO RESTAURAR RETIRO RETÓRICA REUNIÃO RICARDO RIETH RIOS RITO DE CONFIRMAÇÃO RITUAIS LITURGICOS RM 12.1-18 RM 12.1-2 RM 12.12 RM 14.1-12 RM 3.19-28 RM 4 RM 4.1-8 RM 4.13-17 RM 5 RM 5.1-8 RM 5.12-21 RM 5.8 RM 6.1-11 RM 7.1-13 RM 7.14-25a RM 8.1-11 RM 8.14-17 ROBERTO SCHULTZ RODRIGO BENDER ROGÉRIO T. BEHLING ROMANOS ROMEU MULLER ROMEU WRASSE ROMUALDO H. WRASSE Rômulo ROMULO SANTOS SOUZA RONDÔNIA ROSEMARIE K. LANGE ROY STEMMAN RT 1.1-19a RUDI ZIMMER SABATISMO SABEDORIA SACERDÓCIO UNIVERSAL SACERDOTE SACOLINHAS SACRAMENTOS SADUCEUS SALMO SALMO 72 SALMO 80 SALMO 85 SALOMÃO SALVAÇÃO SAMARIA Samuel F SAMUEL VERDIN SANTA CEIA SANTIFICAÇÃO SANTÍSSIMA TRINDADE SÃO LUIS SARDES SATANÁS SAUDADE SAYMON GONÇALVES SEITAS SEMANA SANTA SEMINÁRIO SENHOR SEPULTAMENTO SERMÃO SERPENTE SERVAS SEXTA FEIRA SANTA SIDNEY SAIBEL SILVAIR LITZKOW SILVIO F. S. FILHO SIMBOLISMO SÍMBOLOS SINGULARES SISTEMÁTICA SL 101 SL 103.1-12 SL 107.1-9 SL 116.12-19 SL 118 SL 118.19-29 SL 119.153-160 SL 121 SL 128 SL 142 SL 145.1-14 SL 146 SL 15 SL 16 SL 19 SL 2.6-12 SL 22.1-24 SL 23 SL 30 SL 30.1-12 SL 34.1-8 SL 50 SL 80 SL 85 SL 90.9-12 SL 91 SL 95.1-9 SL11.1-9 SONHOS SOPRANO Sorriso STAATAS STILLE NACHT SUMO SACERDOTE SUPERTIÇÕES T6 TEATRO TEMA TEMPLO TEMPLO TEATRO E MERCADO TEMPO TENOR TENTAÇÃO TEOLOGIA TERCEIRA IDADE TESES TESSALÔNICA TESTE BÍBLICO TESTE DE EFICIÊNCIA TESTEMUNHAS DE JEOVÁ Texto Bíblico TG 1.12 TG 2.1-17 TG 3.1-12 TG 3.16-4.6 TIAGO TIATIRA TIMÓTEO TODAS POSTAGENS TRABALHO TRABALHO RURAL TRANSFERENCIA TRANSFIGURAÇÃO TRICOTOMIA TRIENAL TRINDADE TRÍPLICE TRISTEZA TRIUNFAL Truco Turma ÚLTIMO DOMINGO DA IGREJA UNIÃO UNIÃO ESTÁVEL UNIDADE UNIDOS PELO AMOR DE DEUS VALDIR L. JUNIOR VALFREDO REINHOLZ VANDER C. MENDOÇA VANDERLEI DISCHER VELA VELHICE VERSÍCULO VERSÍCULOS VIA DOLOROSA VICEDOM VÍCIO VIDA VIDA CRISTÃ VIDENTE VIDEO VIDEOS VÍDEOS VILS VILSON REGINA VILSON SCHOLZ VILSON WELMER VIRADA VISITA VOCAÇÃO VOLMIR FORSTER VOLNEI SCHWARTZHAUPT VOLTA DE CRISTO WALDEMAR REIMAN WALDUINO P.L. JUNIOR WALDYR HOFFMANN WALTER L. CALLISON WALTER O. STEYER WALTER T. R. JUNIOR WENDELL N. SERING WERNER ELERT WYLMAR KLIPPEL ZC ZC 11.10-14 ZC 9.9-12