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Sl 30 / 1Rs 17.17-24 / (1Co 15.51-58) / Lc 7.11-17

O ENCONTRO DE DUAS MULTIDÕES
Sl 30 / 1Rs 17.17-24 / (1Co 15.51-58) / Lc 7.11-17
Quando acontece um jogo importante de futebol, uma final de campeonato, há muita emoção rolando no ar, tanto da parte dos jogadores e comissão técnica, bem como da parte das torcidas. A galera vibra, grita, se desespera... empurra o time com palavras de ordem... se cala diante do triunfo do adversário em alguma jogadas decisivas. Geralmente as torcidas são compostas de duas multidões... dois times e duas torcidas. Chegam com muita expectativa ao estádio. Uma sai feliz, alegre, vibrando. A outra sai quieta, triste, desanimada.
No texto do evangelho de hoje também há duas multidões. A primeira acompanhava Jesus. Estava alegre, eufórica, feliz da vida... mas porque? Antes de ir até a cidade de Naim, onde aconteceu o trecho que lemos hoje, Jesus esteve na região de Cafarnaum. Lá ele curou o empregado de um oficial romano. Aquele milagre foi bombástico. A multidão seguia Jesus por causa dos seus milagres, também pelo seu ensino. A sua pregação era impactante e evangélica... e atraía as multidões. A multidão que acompanhava Jesus estava contagiada pela alegria e até mesmo espantada com tanta coisa boa acontecendo. Era como a torcida do time vencedor.
A segunda multidão estava saindo triste da cidade, quieta, acompanhando lentamente a dor de uma mãe, viúva, que havia perdido o seu único filho. Quem já participou de um velório sabe o clima de tristeza e desânimo que paira no ar. Quando chega a hora de fechar o caixão, o último adeus àquela pessoa que tanto amamos é um momento de dor, talvez até de desespero. A família sempre é muito importante nestas horas. Um filho que abraça a mãe na perda do pai, os pais que se abraçam na perda de um filho... sempre é consolo o apoio da família, ainda que não digam nada... mas a presença naquele momento faz toda a diferença.
Porém, aquela viúva da cidade de Naim não tinha família para apoiá-la. A única família que tinha era o seu filho morto, seu único filho. Já havia perdido o marido. Talvez o filho a tivesse ajudado a superar a perda do marido. Agora também o filho tão querido havia partido. E mais, naquela época não havia previdência social ou pensão para ajudar os mais idosos e as viúvas. Pela regra deviam ser sustentados por seus filhos homens. Por isso, junto com o seu filho tão querido aquela viúva estava vendo ir embora até mesmo o pão de cada dia, o seu sustento. Muitas viúvas viviam como mendigas, dependendo da caridade e de esmolas.
Esta segunda multidão está triste e quieta como a torcida do time perdedor, porque sabe de toda a situação. São moradores da mesma vila onde morava aquela família destruída pela morte. Conheciam a dor e a carência da viúva. Nada mais podiam fazer naquele momento a não ser acompanhar todo o sofrimento. Quantas vezes nós não nos sentimos como a viúva, ou talvez como alguém na multidão que seguia aquela pobre senhora. Os problemas do dia a dia vão se somando e deixando a gente cada vez mais triste... sem solução. Já não bastam as dificuldades de relacionamento dentro de casa, ainda há a instabilidade no emprego, o salário que muitas vezes é curto para tantas contas... ainda há a crise mundial nas bolsas, o vazamento de petróleo... tudo isso é como uma bola de neve correndo para o caos completo. E quando menos se espera a morte chega na família da gente. A morte acaba com a minha própria vida sem aviso prévio. E entra aquela velha e famosa pergunta: pra onde vamos? Acaba tudo aqui? A vida se resume a isso: nascer, crescer, morrer?
As duas multidões se encontraram perto do portão da cidade. Um choque de sentimentos. Mais ou menos como duas torcidas que se encontram no caminho, mas sem quebra-quebra, sem flauta tocada em cima dos que perderam. Jesus olhou para a mulher, viu o seu sofrimento, teve compaixão dela, sentiu a dor que ela estava sentido e disse: Não chore. As duas multidões deviam estar num silêncio profundo, aguardando o que iria acontecer. Jesus surpreende e toca o caixão. Os judeus não podiam tocar nos mortos, era sinônimo de impureza. Quem tinha que fazer o serviço precisava passar por todo um processo de purificação. Jesus toca aquele corpo sem vida para lhe restituir a vida. É milagre de Deus. “Moço, eu ordeno a você, levante-se”. Esse “levante-se”, na língua original da Bíblia, é um verbo passivo, o que indica que a ação não poderia ser feita pelo jovem que estava morto. A ação é de Deus, trazendo vida a um corpo que já não a tinha mais.
Jesus foi motivado pelo sentimento de misericórdia e compaixão ao ver a dor daquela mãe. A intenção de Jesus não é mostrar o seu poder, embora este milagre tenha causado também grande repercussão e muito provavelmente grande número de pessoas veio a crer em Cristo através daquele ato. O maior milagre nisto tudo é denunciado no versículo 16, quando as multidões exclamam: “Deus veio salvar o seu povo!” Naquele momento as multidões confessaram: “de fato Deus está entre nós, ele veio para nos salvar”. A fé estava criada nos corações. Com um ato de amor e compaixão, bem particular na vida daquela viúva, Jesus também opera fé nos corações de muitas pessoas, ainda hoje também, quando ouvimos estas histórias a seu respeito.
O óbvio nas leituras deste domingo é a vitória de Deus sobre a morte. Entretanto, podemos fugir um pouco do óbvio e direcionar nossa atenção para outro tema nas leituras: Deus se “contamina” por amor a nós. Ele não somente toca em um caixão, mas torna-se ‘cadáver’ que é sepultado às pressas, sem um velório decente. Tudo isso por amor a toda humanidade e a cada pessoa na sua singularidade.
Na leitura do AT, vemos um profeta “tocar o cadáver de um gentio” para trazê-lo de volta à vida, por meio do poder de Deus. Este é o mesmo profeta que foi alimentado por corvos, “aves impuras”, e comeu pão preparado por “mãos gentias” (viúva de Sarepta). Mas, Jesus afirma em outra passagem da Bíblia que na época de Elias essas “mãos gentias” foram as únicas a abraçar um filho ressuscitado.
Ao se “contaminar” por nós, Cristo mostra seu amor e produz o maior milagre de todos: a fé de que Sua “contaminação” traz vida e nos “purifica” de todo o pecado. É um paradoxo maravilhoso! Pelo evangelho de Cristo somos capacitados a nos “contaminarmos” para anunciar salvação a todos. Somos chamados e capacitados a buscar o contato com o diferente. Anunciar salvação aos que consideramos excluídos. Tudo isso, só pelo poder e dependência de Deus, que usa o ser humano “justo e pecador ao mesmo tempo” para anunciar a “contaminação” que salva e purifica.
O poder de Deus está explícito nos textos de hoje. Ele se compadece do sofrimento de pessoas simples como eu e você. Ele vai além do que se espera, e se “contamina” a fim de restaurar a alegria e a paz. Ele mostra que tem poder até mesmo sobre a morte, ressuscitando o filho da viúva de Sarepta no AT e o filho da viúva de Naim, no NT. Pela graça e amor de Deus nós, que por natureza pertencemos à multidão triste que acompanhava o cortejo, fomos acrescentados na multidão alegre e exultante que acompanhava Jesus. Pelo Batismo fomos enxertados em Cristo e na Santa Ceia, festejamos com toda a Igreja, de todos os tempos, esta união; celebramos e somos fortalecidos pelo alimento do corpo e sangue de Jesus.
No último dia também acontecerá um encontro de duas torcidas, duas multidões. Mas duas torcidas que “torceram pelo mesmo time”, e estavam separadas apenas pela linha do tempo. Toda a Igreja da terra (Igreja Militante) se juntará com toda a Igreja do Céu (Igreja Triunfante) para celebrar a grande vitória do nosso Deus. Uma vitória sem fim, sobre o pecado, a morte e o poder das forças do Mal. Podemos ficar alegres, porque esta vitória já é certa, pela obra de Cristo. Amém.
Marcos Weide

SALMO 30

 SALMO 30
v.1 um louvor por Deus ter livrado dos inimigos.
v.2 a gratidão por ter pedido ajuda e ter sido atendido por Deus.
v.3 lembra que o Senhor foi salvo da morte, chegou a morrer, mas a morte não teve poder sobre ele, também lembra que em momentos difíceis somos libertos da morte terena e da eterna por Cristo. As pessoas que pecam e andam a passos largos para o inferno pela ajuda de Cristo, são trazidas para uma nova vida.
v.4 Uma vez liberto da morte, e das garras do diabo, estando livres da morte, não nos resta outra coisa do que simplesmente dar louvo a Deus. Dar este louvor não é uma escolha pessoal de cada um, mas um convite de Deus.
5.v E mesmo que o pecado faça-nos ficar distante de Deus, ele (E. Santo) logo nos chama, pois a sua compaixão é permanente, é de sua vontade nos ter sempre próximos dele. O pecado em nossas vidas nos faz ficar atordoados, sem ter como e o que fazer a não ser lamentar e chorar penosamente, mesmo que este choro dure durante a noite, e umedeçamos o leito de repouso, só Deus pode dar uma solução, só ele pode mudar, este mudar é renovado na noite de sono e conhecido ao amanhecer. O homem simplesmente é convidado a esperar, é convidado a confiar e esperar que o passado e o amanhã estão nas mãos de Deus (Lm 3.31-34) “O Senhor não rejeita ninguém para sempre.
32 Ele pode fazer a gente sofrer, mas também tem compaixão porque o seu amor é imenso.
33 Não é com prazer que ele nos causa sofrimento ou dor.
34 Deus sabe quando neste país os prisioneiros são massacrados sem compaixão”.
E quando salmista diz o choro pode durar a noite inteira lembra-nos nada pode o homem fazer para ter satisfação perante Deus com as suas obras, nada pode fazer para anular a tristeza do pecado, nem mesmo enxugar uma lágrima se Deus não agir. É Deus quem nos alimenta com amor, com piedade, com seu perdão.
v.6 Não poucas vezes somos levados a pensar que somos auto suficientes, mesmo que já tenhamos passado por dificuldades imensas, é por isso, que também podemos olhar para o sofrimento como sendo uma maneira de sermos cuidados por Deus. De sermos chamados para a salvação, pois o coração humano se esquece da sua pequenez e volta-se sempre de novo para o egoísmo e a sensação de auto suficiência.
v. 7 serve-nos como sendo um aviso para nunca acharmos Deus como sendo alguém que nunca irá nos repreender, só pelo fato de ser Deus de amor. Por ser Deus que tem compaixão, exatamente por isso que nos deixa cairmos para nos mostrar que nossa auto suficiência vem de Deus e nele somos assim completados, e portanto, o temor ao seu nome deve ser permanente. Não poucas vezes somos levados a pensar que pelo fato de sermos cristãos não podemos ter doenças, e quando isso acontece é como se Deus tivesse nos abandonado. E na verdade não é assim, quando o medo a desgraça nos sobrevém é para que o Senhor seja exaltado, para que as pessoas o invoquem, e clamem a ele por tudo pedindo ajuda. Se Deus esconde o rosto de nós é com sua permissão que ocorrem os infortúnios, pois se ele assim não fizer, se ele não permitir nada pode nos atingir, mas ao recebermos esta permissão de Deus é para que nunca esqueçamos que somos pecadores..
v.8 Nestas horas é que clamamos, na nossa fraqueza, Deus é engrandecido, diferente do que se ensina por aí, isto é, (se você tem Deus você não pode sofrer, todas as riquezas devem fruir aos teus olhos).
v.9 O pedido do cristão desesperado, é um pedido para que Deus nunca o deixe morrer, mas que o permita louvar a Deus, pode parecer pouco, mas estar na presença de Deus é sem precedentes.
v.10 A vida do crente é uma vida seja no trabalho, em casa, aonde for, uma vida de clamor pedindo que Deus o guarde com misericórdia.
v. 11 Quando uma vida é vivida na presença de Deus, tudo é motivo de agradecimento, de louvor, de gratidão. É sinônimo de suplica, suplica esta que o E. Santo pede em favor dos seus, para que assim ocorra (Rm 8.26-28) “Assim também o Espírito de Deus vem nos ajudar na nossa fraqueza. Pois não sabemos como devemos orar, mas o Espírito de Deus, com gemidos que não podem ser explicados por palavras, pede a Deus em nosso favor.
27 E Deus, que vê o que está dentro do coração, sabe qual é o pensamento do Espírito. Porque o Espírito pede em favor do povo de Deus e pede de acordo com a vontade de Deus.
28 Pois sabemos que todas as coisas trabalham juntas para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles a quem ele chamou de acordo com o seu plano”.

v.12 O que se sabe e se reflete é que uma vida mudada por Deus é uma vida que se torna um expoente perante o mundo, não interessa mais com que problemas se deve lidar mas é motivo de gratidão, motivo de render cultos ao Deus eterno pela certeza e esperança de Salvação. Em tudo e por tudo que nos acontece somos convidados pelo salmista a render culto a Deus. Culto de ação de graças.

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EIDAM ELIEU RADINS ELIEZE GUDE ELIMINATÓRIAS ELISEU TEICHMANN ELMER FLOR ELMER T. JAGNOW EMÉRITO EMERSON C. IENKE EMOÇÃO EN ENCARNAÇÃO ENCENAÇÃO ENCONTRO ENCONTRO DE CRIANÇA 2014 ENCONTRO DE CRIANÇAS 2015 ENCONTRO DE CRIANÇAS 2016 ENCONTRO PAROQUIAL DE FAMILIA ENCONTROCORAL ENFERMO ENGANO ENSAIO ENSINO ENTRADA TRIUNFAL ENVELHECER EPIFANIA ERA INCONCLUSA ERNI KREBS ERNÍ W. SEIBERT ERVINO M. SPITZER ESBOÇO ESCATOLOGIA ESCO ESCOLAS CRISTÃS ESCOLÁSTICA ESCOLINHA ESCOLINHA DOMINICAL ESDRAS ESMIRNA ESPADA DE DOIS GUMES ESPIRITISMO ESPÍRITO SANTO ESPIRITUALIDADE ESPÍSTOLA ESPORTE ESTAÇÃODAFÉ ESTAGIÁRIO ESTAGIÁRIOS ESTATUTOS ESTER ESTER 6-10 ESTRADA estudo ESTUDO BÍBLICO ESTUDO DIRIGIDO ESTUDO HOMILÉTICO ÉTICA EVANDRO BÜNCHEN EVANGELHO EVANGÉLICO EVANGELISMO EVERSON G. HAAS EVERSON GASS EVERVAL LUCAS EVOLUÇÃO ÊX EX 14 EX 17.1-17 EX 20.1-17 EX 24.3-11 EX 24.8-18 EXALTAREI EXAME EXCLUSÃO EXEGÉTICO EXORTAÇÃO EZ 37.1-14 EZEQUIEL BLUM Fabiano FÁBIO A. NEUMANN FÁBIO REINKE FALECIMENTO FALSIDADE FAMÍLIA FARISEU FELIPE AQUINO FELIPENSES FESTA FESTA DA COLHEITA FICHA FILADÉLFIA FILHO DO HOMEM FILHO PRÓDIGO FILHOS FILIPE FILOSOFIA FINADOS FLÁVIO L. HORLLE FLÁVIO SONNTAG FLOR DA SERRA FLORES Formatura FÓRMULA DE CONCÓRDIA Fotos FOTOS ALTO ALEGRE FOTOS CONGRESSO DE SERVAS 2010 FOTOS CONGRESSO DE SERVAS 2012 FOTOS ENCONTRO DE CRIANÇA 2012 FOTOS ENCONTRO DE CRIANÇAS 2013 FOTOS ENCONTRO ESPORTIVO 2012 FOTOS FLOR DA SERRA FOTOS P172 FOTOS P34 FOTOS PARECIS FOTOS PROGRAMA DE NATAL P34 FP 2.5-11 FP 3 FP 4.4-7 FP 4.4-9 FRANCIS HOFIMANN FRASES FREDERICK KEMPER FREUD FRUTOS DO ES GÁLATAS GALILEU GALILEI GATO PRETO GAÚCHA GELSON NERI BOURCKHARDT GENESIS GÊNESIS 32.22-30 GENTIO GEOMAR MARTINS GEORGE KRAUS GERHARD GRASEL GERSON D. BLOCH GERSON L. LINDEN GERSON ZSCHORNACK GILBERTO C. WEBER GILBERTO V. DA SILVA GINCANAS GL 1.1-10 GL 1.11-24 GL 2.15-21 GL 3.10-14 GL 3.23-4.1-7 GL 5.1 GL 5.22-23 GL 6.6-10 GLAYDSON SOUZA FREIRE GLEISSON R. SCHMIDT GN 01 GN 1-50 GN 1.1-2.3 GN 12.1-9 GN 15.1-6 GN 2.18-25 GN 21.1-20 GN 3.14-16 GN 32 GN 45-50 GN 50.15-21 GRAÇA DIVINA GRATIDÃO GREGÓRIO MAGNO GRUPO GUSTAF WINGREN GUSTAVO D. SCHROCK HB 11.1-3; 8-16 HB 12 HB 12.1-8 HB 2.1-13 HB 4.14-16 5.7-9 HC 1.1-3 HC 2.1-4 HÉLIO ALABARSE HERIVELTON REGIANI HERMENÊUTICA HINÁRIO HINO HISTÓRIA HISTÓRIA DA IGREJA ANTIGA E MEDIEVAL HISTÓRIA DO NATAL HISTORINHAS BÍBLICAS HL 10 HL 164 HOMILÉTICA HOMOSSEXUALISMO HORA LUTERANA HORST KUCHENBECKER HORST S MUSSKOPF HUMOR IDOSO IECLB IELB IGREJA IGREJA CRISTÃ IGREJAS ILUSTRAÇÃO IMAGEM IN MEMORIAN INAUGURAÇÃO ÍNDIO INFANTIL INFERNO INFORMATIVO INSTALAÇÃO INSTRUÇÃO INTRODUÇÃO A BÍBLIA INVESTIMENTO INVOCAÇÕES IRINEU DE LYON IRMÃO FALTOSO IROMAR SCHREIBER IS 12.2-6 IS 40.1-11 IS 42.14-21 IS 44.6-8 IS 5.1-7 IS 50.4-9 IS 52.13-53-12 IS 53.10-12 IS 58.5-9a IS 61.1-9 IS 61.10-11 IS 63.16 IS 64.1-8 ISACK KISTER BINOW ISAGOGE ISAÍAS ISAQUE IURD IVONELDE S. TEIXEIRA JACK CASCIONE JACSON J. OLLMANN JARBAS HOFFIMANN JEAN P. DE OLIVEIRA JECA JELB JELB DIVAGUA JEOVÁ JESUS JN JO JO 1 JO 10.1-21 JO 11.1-53 JO 14 JO 14.1-14 JO 14.15-21 JO 14.19 JO 15.5 JO 18.1-42 JO 2 JO 20.19-31 JO 20.8 JO 3.1-17 JO 4 JO 4.5-30 JO 5.19-47 JO 6 JO 6.1-15 JO 6.51-58 JO 7.37-39 JO 9.1-41 JOÃO JOÃO 20.19-31 JOÃO C. SCHMIDT JOÃO C. TOMM JOÃO N. FAZIONI JOEL RENATO SCHACHT JOÊNIO JOSÉ HUWER JOGOS DE AZAR JOGRAL JOHN WILCH JONAS JONAS N. GLIENKE JONAS VERGARA JOSE A. DALCERO JOSÉ ACÁCIO SANTANA JOSE CARLOS P. DOS SANTOS JOSÉ ERALDO SCHULZ JOSÉ H. DE A. MIRANDA JOSÉ I.F. DA SILVA JOSUÉ ROHLOFF JOVENS JR JR 28.5-9 JR 3 JR 31.1-6 JUAREZ BORCARTE JUDAS JUDAS ISCARIOTES JUDAS TADEU JUMENTINHO JUSTIFICAÇÃO JUVENTUDE KARL BARTH KEN SCHURB KRETZMANN LAERTE KOHLS LAODICÉIA LAR LC 12.32-40 LC 15.1-10 LC 15.11-32 LC 16.1-15 LC 17.1-10 LC 17.11-19 LC 19 LC 19.28-40 LC 2.1-14 LC 23.26-43 LC 24 LC 24.13-35 LC 3.1-14 LC 5 LC 6.32-36 LC 7 LC 7.1-10 LC 7.11-16 LC 7.11-17 LC 9.51-62 LEANDRO D. HÜBNER LEANDRO HUBNER LEI LEIGO LEIGOS LEITORES LEITURA LEITURAS LEMA LENSKI LEOCIR D. DALMANN LEONARDO RAASCH LEOPOLDO HEIMANN LEPROSOS LETRA LEUPOLD LIBERDADE CRISTÃ LIDER LIDERANÇA LILIAN LINDOLFO PIEPER LINK LITANIA LITURGIA LITURGIA DE ADVENTO LITURGIA DE ASCENSÃO LITURGIA DE CONFIRMAÇÃO LITURGIA EPIFANIA LITURGIA PPS LIVRO LLLB LÓIDE LOUVAI AO SENHOR LOUVOR LUCAS ALBRECHT LUCIFER LUCIMAR VELMER LUCINÉIA MANSKE LUGAR LUÍS CLAUDIO V. DA SILVA LUIS SCHELP LUISIVAN STRELOW LUIZ A. DOS SANTOS LUTERANISMO LUTERO LUTO MAÇONARIA MÃE MAMÃE MANDAMENTOS MANUAL MARCÃO MARCELO WITT MARCIO C. PATZER MARCIO LOOSE MARCIO SCHUMACKER MARCO A. CLEMENTE MARCOS J. FESTER MARCOS WEIDE MARIA J. RESENDE MÁRIO SONNTAG MÁRLON ANTUNES MARLUS SELING MARTIM BREHM MARTIN C. WARTH MARTIN H. FRANZMANN MARTINHO LUTERO MARTINHO SONTAG MÁRTIR MATERNIDADE MATEUS MATEUS KLEIN MATEUS L. LANGE MATRIMÔNIO MAURO S. HOFFMANN MC 1.1-8 MC 1.21-28 MC 1.4-11 MC 10.-16 MC 10.32-45 MC 11.1-11 MC 13.33-37 MC 4 MC 4.1-9 MC 6.14-29 MC 7.31-37 MC 9.2-9 MEDICAMENTOS MÉDICO MELODIA MEMBROS MEME MENSAGEIRO MENSAGEM MESSIAS MÍDIA MILAGRE MINISTÉRIO MINISTÉRIO FEMENINO MIQUÉIAS MIQUÉIAS ELLER MIRIAM SANTOS MIRIM MISSÃO MISTICISMO ML 3.14-18 ML 3.3 ML NEWS MODELO MÔNICA BÜRKE VAZ MORDOMIA MÓRMOM MORTE MOVIMENTOS MT 10.34-42 MT 11.25-30 MT 17.1-9 MT 18.21-45 MT 21.1-11 MT 28.1-10 MT 3 MT 4.1-11 MT 5 MT 5.1-12 MT 5.13-20 MT 5.20-37 MT 5.21-43 MT 5.27-32 MT 9.35-10.8 MULHER MULTIRÃO MUSESCORE MÚSICA MÚSICAS NAAÇÃO L. DA SILVA NAMORADO NAMORO NÃO ESQUECER NASCEU JESUS NATAL NATALINO PIEPER NATANAEL NAZARENO DEGEN NEEMIAS NEIDE F. HÜBNER NELSON LAUTERT NÉRISON VORPAGEL NILO FIGUR NIVALDO SCHNEIDER NM 21.4-9 NOITE FELIZ NOIVADO NORBERTO HEINE NOTÍCIAS NOVA ERA NOVO HORIZONTE NOVO TESTAMENTO O HOMEM OFERTA OFÍCIOS DAS CHAVES ONIPOTENCIA DIVINA ORAÇÃO ORAÇAODASEMANA ORATÓRIA ORDENAÇAO ORIENTAÇÕES ORLANDO N. OTT OSÉIAS EBERHARD OSMAR SCHNEIDER OTÁVIO SCHLENDER P172 P26 P30 P34 P36 P40 P42.1 P42.2 P70 P95 PADRINHOS PAI PAI NOSSO PAIS PAIXÃO DE CRISTO PALAVRA PALAVRA DE DEUS PALESTRA PAPAI NOEL PARA PARA BOLETIM PARÁBOLAS PARAMENTOS PARAPSICOLOGIA PARECIS PAROQUIAL PAROUSIA PARTICIPAÇÃO PARTITURA PARTITURAS PÁSCOA PASTOR PASTORAL PATERNIDADE PATMOS PAUL TORNIER PAULO PAULO F. BRUM PAULO FLOR PAULO M. NERBAS PAULO PIETZSCH PAZ Pe. ANTONIO VIEIRA PEÇA DE NATAL PECADO PEDAL PEDRA FUNDAMENTAL PEDRO PEM PENA DE MORTE PENEIRAS PENTECOSTAIS PENTECOSTES PERDÃO PÉRGAMO PIADA PIB PINTURA POEMA POESIA PÓS MODERNIDADE Pr BRUNO SERVES Pr. BRUNO AK SERVES PRÁTICA DA IGREJA PREEXISTÊNCIA PREGAÇÃO PRESÉPIO PRIMITIVA PROCURA PROFECIAS PROFESSORES PROFETA PROFISSÃO DE FÉ PROGRAMAÇÃO PROJETO PROMESSA PROVA PROVAÇÃO PROVÉRBIOS PRÓXIMO PSICOLOGIA PV 22.6 PV 23.22 PV 25 PV 31.28-30 PV 9.1-6 QUARESMA QUESTIONAMENTOS QUESTIONÁRIO QUESTIONÁRIO PLANILHA QUESTIONÁRIO TEXTO QUINTA-FEIRA SANTA QUIZ RÁDIO RADIOCPT RAFAEL E. ZIMMERMANN RAUL BLUM RAYMOND F. SURBURG RECEITA RECENSÃO RECEPÇÃO REDENÇÃO REENCARNAÇÃO REFLEXÃO REFORMA REGIMENTO REGINALDO VELOSO JACOB REI REINALDO LÜDKE RELACIONAMENTO RELIGIÃO RENATO L. REGAUER RESSURREIÇÃO RESTAURAR RETIRO RETÓRICA REUNIÃO RICARDO RIETH RIOS RITO DE CONFIRMAÇÃO RITUAIS LITURGICOS RM 12.1-18 RM 12.1-2 RM 12.12 RM 14.1-12 RM 3.19-28 RM 4 RM 4.1-8 RM 4.13-17 RM 5 RM 5.1-8 RM 5.12-21 RM 5.8 RM 6.1-11 RM 7.1-13 RM 7.14-25a RM 8.1-11 RM 8.14-17 ROBERTO SCHULTZ RODRIGO BENDER ROGÉRIO T. BEHLING ROMANOS ROMEU MULLER ROMEU WRASSE ROMUALDO H. WRASSE Rômulo ROMULO SANTOS SOUZA RONDÔNIA ROSEMARIE K. LANGE ROY STEMMAN RT 1.1-19a RUDI ZIMMER SABATISMO SABEDORIA SACERDÓCIO UNIVERSAL SACERDOTE SACOLINHAS SACRAMENTOS SADUCEUS SALMO SALMO 72 SALMO 80 SALMO 85 SALOMÃO SALVAÇÃO SAMARIA Samuel F SAMUEL VERDIN SANTA CEIA SANTIFICAÇÃO SANTÍSSIMA TRINDADE SÃO LUIS SARDES SATANÁS SAUDADE SAYMON GONÇALVES SEITAS SEMANA SANTA SEMINÁRIO SENHOR SEPULTAMENTO SERMÃO SERPENTE SERVAS SEXTA FEIRA SANTA SIDNEY SAIBEL SILVAIR LITZKOW SILVIO F. S. FILHO SIMBOLISMO SÍMBOLOS SINGULARES SISTEMÁTICA SL 101 SL 103.1-12 SL 107.1-9 SL 116.12-19 SL 118 SL 118.19-29 SL 119.153-160 SL 121 SL 128 SL 142 SL 145.1-14 SL 146 SL 15 SL 16 SL 19 SL 2.6-12 SL 22.1-24 SL 23 SL 30 SL 30.1-12 SL 34.1-8 SL 50 SL 80 SL 85 SL 90.9-12 SL 91 SL 95.1-9 SL11.1-9 SONHOS SOPRANO Sorriso STAATAS STILLE NACHT SUMO SACERDOTE SUPERTIÇÕES T6 TEATRO TEMA TEMPLO TEMPLO TEATRO E MERCADO TEMPO TENOR TENTAÇÃO TEOLOGIA TERCEIRA IDADE TESES TESSALÔNICA TESTE BÍBLICO TESTE DE EFICIÊNCIA TESTEMUNHAS DE JEOVÁ Texto Bíblico TG 1.12 TG 2.1-17 TG 3.1-12 TG 3.16-4.6 TIAGO TIATIRA TIMÓTEO TODAS POSTAGENS TRABALHO TRABALHO RURAL TRANSFERENCIA TRANSFIGURAÇÃO TRICOTOMIA TRIENAL TRINDADE TRÍPLICE TRISTEZA TRIUNFAL Truco Turma ÚLTIMO DOMINGO DA IGREJA UNIÃO UNIÃO ESTÁVEL UNIDADE UNIDOS PELO AMOR DE DEUS VALDIR L. JUNIOR VALFREDO REINHOLZ VANDER C. MENDOÇA VANDERLEI DISCHER VELA VELHICE VERSÍCULO VERSÍCULOS VIA DOLOROSA VICEDOM VÍCIO VIDA VIDA CRISTÃ VIDENTE VIDEO VIDEOS VÍDEOS VILS VILSON REGINA VILSON SCHOLZ VILSON WELMER VIRADA VISITA VOCAÇÃO VOLMIR FORSTER VOLNEI SCHWARTZHAUPT VOLTA DE CRISTO WALDEMAR REIMAN WALDUINO P.L. JUNIOR WALDYR HOFFMANN WALTER L. CALLISON WALTER O. STEYER WALTER T. R. JUNIOR WENDELL N. SERING WERNER ELERT WYLMAR KLIPPEL ZC ZC 11.10-14 ZC 9.9-12