2. O encontro do Ressuscitado com os discípulos de Emaús – Lc 24.13-35
[Comentário Esperança, Marcos, p. 463s]
De todas as aparições do Cristo ressuscitado, nenhuma foi mais detalhadamente descrita pelos evangelistas, nem tampouco de forma mais bela e edificante, do que essa que se refere aos discípulos a caminho de Emaús. Nessa rica e minuciosa descrição recupera-se a memória de como Cristo não apenas se une aos peregrinos, mas também dialoga com eles amistosamente durante cerca de 2 a 3 horas a respeito das profecias do AT que prenunciam sua paixão, morte e ressurreição, e de como ele finalmente é reconhecido por aqueles na pousada em Emaús, e como eles apresentam com grande alegria toda a questão aos demais apóstolos.
Assim como João narra com muitos detalhes as duas aparições de Cristo diante de seus discípulos em Jerusalém, assim Lucas delineou um quadro vivo, cálido, claro e profundamente comovente da aparição do Senhor diante dos discípulos a caminho de Emaús. A narrativa do presente evangelista fornece um belo complemento às duas aparições trazidas por João. As demais revelações do Ressuscitado passam para um modesto segundo plano em comparação com essas três aparições. Lucas atribui uma eminente relevância a essa aparição do Senhor ressuscitado. A breve nota em Mc 16.12s constitui um indicativo para essa narrativa de Lucas.
O relato de Lucas acerca da aparição do Ressuscitado diante dos discípulos de Emaús traz o seguinte: a) o encontro de Jesus com os discípulos no caminho para Emaús (Lc 24.13-16); b) o diálogo dos peregrinos com o Ressuscitado (Lc 24.17-24); c) a interpretação de Jesus dos escritos do AT (Lc 24.25-27); d) a entrada do Ressuscitado na pousada em Emaús (Lc 24.28-32); e) a mensagem dos discípulos de Emaús sobre o Ressuscitado aos apóstolos do Senhor (Lc 24.32,33-36).
a) O encontro de Jesus com os discípulos no caminho para Emaús – Lc 24.13-16
13 – Naquele mesmo dia, dois deles estavam de caminho para uma aldeia chamada Emaús, distante de Jerusalém sessenta estádios (cerca de 3 horas a pé).
14 – E iam conversando a respeito de todas as coisas sucedidas.
15 – Aconteceu que, enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e ia com eles.
16 – Os seus olhos, porém, estavam como que impedidos de o reconhecer.
De forma complicada Lucas enceta o relato: “E eis que dois deles estavam no mesmo dia no caminho para uma aldeia, que dista sessenta estádios de Jerusalém.” Todos os comentaristas dedicaram-se intensamente à tentativa de descobrir quem eram esses dois viajantes. É errado pensar em Simão Pedro, em Natanael ou em Tiago, o jovem, porque, quando retornaram, os dois peregrinos encontraram os onze discípulos reunidos.
A definição cronológica mais específica de Lucas “… no mesmo dia” situa esse episódio no primeiro dia da Páscoa, no qual aconteceu a ressurreição. Isso também decorre indubitavelmente de Lc 24.21. A hora exata do dia não é fornecida, mas podemos supor que a história se desenrolou na tarde do dia da Páscoa. Depõe em favor disso o fato de que os dois caminhantes sabiam que mulheres
e homens haviam estado na sepultura e a encontraram vazia. Acima de tudo os dois discípulos chegaram à aldeia ao entardecer, quando o sol se punha (Lc 24.29).
Lucas relata com exatidão que os dois viajantes iam à aldeia de Emaús, que fica a uma distância de sessenta estádios de Jerusalém. Iam caminhando profundamente tristes, mas não com os corações e lábios cerrados. O diálogo dos dois discípulos demonstra que a fé ainda não se apagara completamente em seus corações. Esses dois discípulos muitas vezes são descritos como homens totalmente desesperados. Mas não há garantia para isso. Verdade é que esses dois buscavam consolo e luz. Acreditavam poder se consolar pelo aconselhamento recíproco. A mensagem pascal das mulheres não conseguia alegrá-los. Por um lado a pedra fora tirada da sepultura, mas na opinião deles a única pessoa que poderia consolá-los já não estava entre os viventes. Porque, afinal, não fora vista por ninguém.
Enquanto os dois viajantes conversavam intensamente sobre a morte do Senhor, Jesus literalmente seguiu seus passos. Pelo fato de que os discípulos a caminho se lamentaram muito a respeito do Redentor, sua conversa teve como resultado que o Senhor, conforme prometera, em breve também aparecera de fato no meio deles (cf. Mt 18.20). O Senhor apareceu real e pessoalmente a esses discípulos no dia de sua grande vitória, a fim de lhes trazer luz e consolo. Por que deixou os outros discípulos em Jerusalém esperarem até a noite pelo seu aparecimento? Alguns intérpretes pensam que os discípulos de Emaús eram as ovelhas que estavam mais distantes de seu rebanho. Outro comentarista opina que Jesus lhes apareceu para preparar os apóstolos para a sua ressurreição. Do relato de Lucas, porém, pode-se depreender que Jesus apareceu aos discípulos por causa deles mesmos. Ainda que Cleopas e seu companheiro não nomeado não fossem personalidades destacadas do grupo mais amplo de discípulos do Senhor, o bom e fiel Pastor se importava justamente com os pequenos de seu rebanho.
Os dois caminhantes não reconheceram o Senhor, da mesma forma como Maria Madalena pensou que o Ressuscitado fosse um jardineiro [Jo 20.15]. Os dois discípulos consideraram Jesus um peregrino, assim como eles próprios eram viajantes. Marcos e Lucas relatam que os dois discípulos não reconheceram o Ressuscitado por razões determinadas. Marcos declara que Jesus apareceu com um aspecto diferente; Lucas menciona que os olhos deles estavam impedidos. Caberia esclarecer a pergunta: será que o Ressuscitado apareceu com um corpo novo? ou: será que acontecera uma transformação no Senhor, para que suas feições ficassem alteradas?
Os discípulos de Emaús não reconheceram o Senhor (Lc 24.16) até que ele lhes partiu o pão (Lc 24.30s). Maria Madalena reconheceu o Senhor somente quando ele a chamou pelo nome (Jo 20.14ss). Os discípulos também levaram certo tempo para reconhecer o Senhor ressuscitado quando esteve à margem do lago (Jo 21.4,7,12). Suas idas e vindas, portanto, caracterizavam-se por algo fantasmagórico e súbito. Quando os discípulos de Emaús finalmente reconheceram o Senhor, ele já havia desaparecido diante dos olhos deles (Lc 24.31). O Senhor também chegou subitamente no meio da reunião dos discípulos em Jerusalém (Lc 24.36), de modo que eles pensaram que estavam vendo a manifestação de um espírito (Lc 24.37). Em ambas as visitas relatadas por João o Ressuscitado apareceu da mesma forma repentina entre eles e, além de tudo, quando as portas estavam fechadas (Jo 20.19,26).
A corporeidade do Senhor era, portanto, uma corporeidade diferente. Era uma corporeidade transfigurada.
O fato de os discípulos de Emaús não reconhecerem o Ressuscitado não pode ser explicado a partir de sua incredulidade. Certamente podemos afirmar que foi Deus quem causou essa incompreensão. A força da ressurreição de Cristo na realidade não é constatada por meio de um olhar e sentir físicos, mas pela palavra e pela fé.
b) O diálogo dos viajantes com o Ressuscitado – Lc 24.17-24
17 – Então, lhes perguntou Jesus: Que é isso que vos preocupa e de que ides tratando à medida que caminhais? E eles pararam entristecidos.
18 – Um, porém, chamado Cleopas, respondeu, dizendo: És o único, porventura, que, tendo estado em Jerusalém, ignoras as ocorrências destes últimos dias?
19 – Ele lhes perguntou: Quais? E explicaram: O que aconteceu a Jesus, o Nazareno, que era varão profeta, poderoso em obras e palavras, diante de Deus e de todo o povo.
20 – E como os principais sacerdotes e as nossas autoridades o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram.
21 – Ora, nós esperávamos que fosse ele quem havia de redimir a Israel; mas, depois de tudo isto, é já este o terceiro dia desde que tais coisas sucederam.
22 – É verdade também que algumas mulheres, das que conosco estavam, nos surpreenderam, tendo ido de madrugada ao túmulo. [v. 1-11]
23 – E, não achando o corpo de Jesus, voltaram dizendo terem tido uma visão de anjos, os quais afirmam que ele vive!
24 – De fato, alguns dos nossos foram ao sepulcro e verificaram a exatidão do que disseram as mulheres; mas não o viram.
O desconhecido pergunta aos dois viajantes pelo objeto de sua discussão. Como conselheiro espiritual Jesus é cuidadoso e compreensivo. Ele sabia de sua aflição, porém deu-lhes oportunidade para aliviarem o coração por meio de um diálogo franco. Jesus colocou-se como desconhecedor, embora soubesse tudo. Os discípulos de Emaús podiam abrir-se franca e livremente com ele, ainda que esse diálogo demandasse um longo tempo.
O olhar sombrio dos dois viajantes era sinal de sua profunda tristeza e de sua dor ingente. A pergunta interessada do desconhecido estimulou-lhes tanto o coração que perceberam sua perda da forma mais intensa. O fardo do lamento pesava tanto sobre o coração que eles ficaram parados,simplesmente incapazes de continuar, tendo de tomar fôlego e suspirar profundamente.
Jesus perguntou como se não soubesse de absolutamente nada. Por isso a plenitude do lamento deles jorrou com todo o ímpeto. Queixaram-se ao amigável companheiro de viagem de sua profunda dor. Demandava coragem confessar-se aberta e livremente como adepto de Jesus, que havia sido crucificado e rejeitado pelo povo. Eles não tiveram receio de ser amigos desse executado. Seu amor ao grande profeta que Deus havia suscitado para o povo era tão grande que não podiam deixar de testemunhar e falar dele diante desse estranho.
Antes de os dois discípulos, portanto, falarem do lastimável desfecho que ocorrera com seu grande amigo nos últimos dias em Jerusalém, eles definem o Crucificado como um profeta. Jesus de Nazaré apresentou-se como profeta. Foi como profeta que ele se destacara cada vez mais. Revelara uma glória cada vez maior, de modo que seu ministério profético obteve cada vez mais reconhecimento. Nesse caso não é dito “que era”, mas “que se tornou um profeta”, visando apontar para a formação e o aumento de sua ação profética. Ele se tornou um profeta, poderoso em palavra e ação. Jesus agiu vigorosamente por meio de sua palavra, de modo que seus ouvintes foram tomados de total admiração (Lc 7.28s). Com as palavras do Senhor também coincidiam seus feitos e obras. Ao que parece, os dois viajantes aludiam aos prodígios do Redentor, a seus milagres e sinais. Ainda que os profetas da antiga aliança tenham feito milagres, os atos milagrosos do Senhor superavam todas as obras dos profetas.
Após uma breve caracterização da pessoa de Jesus os discípulos passam a relatar as coisas terríveis que sucederam a esse grande profeta nesses dias em Jerusalém. Os maiorais da hierarquia e os líderes de todo o povo condenaram esse profeta à maldição da morte na cruz. Crucificaram-no para acumular sobre ele o máximo de infâmia. Os dois caminhantes sabiam que os sumo sacerdotes e príncipes do povo não o crucificaram pessoalmente por intermédio de seus guardas, mas que fora Pilatos quem dera a ordem. No entanto estavam muito bem informados sobre todos os acontecimentos, de que os sumo sacerdotes e líderes deviam ser considerados os verdadeiros causadores de sua crucificação. Em tom lastimoso acusam os líderes de seu povo de ter assassinado terrivelmente esse reconhecido profeta de Deus, de modo que esse profeta tivera de sofrer esse fim por culpa dos sumo sacerdotes.
Ao homem de Nazaré, poderoso em feitos e palavras, que inicialmente é visto como um profeta, eles agora vêem como o profeta prometido por Moisés (Dt 18.18), que seria capaz de realizar a redenção de Israel. O profeta que redimiria Israel deve ser entendido como um homem que torna a erigir o trono real de Davi, que aniquila os inimigos do povo de Deus, que submete a si toda a terra. Com coração partido e cheio de dor eles se defrontavam com o sepulcro vazio do Senhor, que devorara todas as suas esperanças.
[22] As palavras gregas seguintes alla ge kai são muito difíceis de traduzir. Podem ser reproduzidas por “Mas ainda também…” Dessas palavras pode-se depreender que ainda havia algo que talvez pudesse de alguma maneira reerguer as esperanças arrasadas. Apesar de tudo que haviam
experimentado e padecido ainda existia algo que reduzia um pouco o pavor e o espanto diante da paixão e morte do Redentor. Apesar de toda a dor restava-lhes ainda um pequeno vislumbre de esperança. Em suas palavras transparece o que isto era: citam o “terceiro dia”. Eles haviam esperado silenciosamente por esse terceiro dia. Esperavam nesse dia a solução do enigma da morte do Messias na cruz e uma grande guinada de toda a situação. Jesus havia falado com toda a determinação desse terceiro dia após sua morte. Mas eles não compreendiam o conteúdo da promessa de Jesus nessas palavras.
Os dois viajantes relatam ao desconhecido que algumas mulheres do grupo de discípulos do Senhor provocaram neles espanto, pavor, admiração ou surpresa. O que elas haviam contado de manhã apagara neles impiedosamente o último vislumbre de esperança. Depois dessa notícia deram adeus a todas as esperanças e saíram de Jerusalém, porque agora tudo acabara. As mulheres foram à sepultura bem cedo no terceiro dia. O corpo do crucificado, ao qual buscavam, não se encontrava mais ali. Na seqüência elas vieram declarando ter visto uma aparição de anjos que disseram: “Ele vive”. Os dois discípulos não emitem um julgamento sobre essa aparição, mas deixam a questão de lado. A afirmação dos anjos sobre a ressurreição de Jesus, relatada pelas mulheres, não era digna de crédito por parte dos dois discípulos.
Depois da notícia das mulheres, porém, dois apóstolos haviam ido à sepultura, a fim de averiguar ali os fatos. Os viajantes não dizem quem eram esses dois apóstolos. Contudo certamente será correto pensar em Pedro e João. Os dois homens constataram que as mulheres haviam informado fatos verdadeiros: não haviam tido nenhuma visão, mas encontraram a sepultura vazia. Aqueles anjos teriam dito que ele estava vivo – eles foram para lá a fim de procurar aquele que estaria vivo, porém não o encontraram. Os dois discípulos chegam à conclusão de que seria inconcebível que Jesus tivesse ressuscitado dentre os mortos. Se assim fosse, ele teria se revelado a esses homens. Essa conclusão reveste-se de certa razão. Os dois viajantes encontravam-se na mais deprimente disposição de espírito. Haviam esperado que algo acontecesse no terceiro dia. Apesar de receberem notícias muito estranhas a respeito de anjos que haviam se manifestado, a sepultura estava vazia e o Ressuscitado não se fizera visível. Como eles não haviam entendido os pensamentos de Deus, não conseguiam crer na gloriosa ressurreição do Redentor. Conceitos falsos pré-estabelecidos retinham a luz da verdade. Trevas encobriam-lhes a claridade do Senhor.
c) A explicação de Jesus acerca dos escritos do AT – Lc 24.25-27
25 – Então, lhes disse Jesus: Ó néscios e tardos de coração para crer tudo o que os profetas disseram!
26 – Porventura, não convinha que o Cristo padecesse e entrasse na sua glória?
27 – E, começando por Moisés, discorrendo por todos os Profetas, expunha-lhes o que a seu respeito constava em todas as Escrituras.
No início o Ressuscitado não trouxe aos deprimidos nenhuma palavra de consolo, mas primeiramente uma dura correção. A linguagem enérgica do Senhor provavelmente deveria ajudá-los a animar-se. No começo Jesus chama os dois viajantes de “néscios”. Carecem do entendimento apropriado e de discernimento claro. Se tivessem entendimento, agora não estariam tão tristes, mas rejubilariam e agradeceriam a Deus pela verdadeira redenção do povo dele.
A raiz de sua ignorância é a lerdeza de coração. O coração dos discípulos se embotara. Esperavam que o grande profeta, poderoso em atos e palavras, os faria usufruir a glória e bem-aventurança do povo eleito. Sem dúvida prezavam e valorizavam o que os profetas haviam anunciado acerca da glória do Messias e de seu reino, porque entendiam a linguagem figurada como descrições literais do glorioso reino futuro. As profecias, porém, acerca da paixão e morte do Messias haviam permanecido estranhas e obscuras para eles. Cristo não via outra coisa em sua paixão e morte senão o cumprimento da profecia. Os discípulos néscios e lerdos escandalizaram-se justamente naquilo que fazia de Jesus o Messias. Sua trajetória passou pelo padecimento até a glória. A paixão representou para ele a ponte, a transição da condição de humilhação para o estado de exaltação.
O Ressuscitado havia proposto aos dois discípulos uma pergunta axial, depois de tê-los remetido para as profecias do AT. Se o Senhor desejava obter uma resposta à sua pergunta ele primeiramente precisava dar-lhes um ensinamento profundo. Por essa razão o Senhor começou a explicar-lhes as profecias messiânicas, que se referem à sua paixão e à glória subseqüente. Era uma instrução fundamental. Jesus não se limitou a expor aos discípulos apenas algumas passagens do AT, mas
começou com Moisés e interpretou-lhes todas as passagens dos profetas. Os discípulos eram conduzidos do crepúsculo matinal à luz do dia pela elucidação do que é o próprio Jesus Cristo. Pode-se notar um avanço nas profecias das Escrituras, porque no início Deus ainda fala de maneira encoberta acerca da paixão e morte do Messias, até falar claramente delas no final. No começo são apenas leves alusões, mais tarde, porém, anúncios claros. Se o Ressuscitado tivesse êxito em convencer os discípulos de que todo o AT profetiza acerca da paixão e morte, bem como da ressurreição do Messias, então tudo estaria ganho. O Ressuscitado visava construir a fortaleza da fé sobre o alicerce do AT. Através de uma interpretação exaustiva ele mostrou aos discípulos como as diversas profecias se encaixam em um sólido edifício. Uma interpretação do AT que não trouxer, nesses escritos, profecias que apontam para Cristo, prenúncios de sua paixão e morte e de sua ressurreição não tem lugar na igreja de Jesus.
d) A entrada do Ressuscitado na pousada em Emaús – Lc 24.26-31
28 – Quando se aproximavam da aldeia para onde iam, fez ele menção de passar adiante.
29 – Mas eles o constrangeram, dizendo: Fica conosco, porque é tarde, e o dia já declina. E entrou para ficar com eles.
30 – E aconteceu que, quando estavam à mesa, tomando ele o pão, abençoou-o e, tendo-o partido, lhes deu.
31 – Então, se lhes abriram os olhos, e o reconheceram; mas ele desapareceu da presença deles.
Não é dito quanto tempo durou o ensino. Os dois discípulos finalmente haviam alcançado o alvo de sua viagem. O companheiro de viagem, porém, parecia ainda não ter chegado a seu destino. Provavelmente o Senhor fez ares de prosseguir para que eles se conscientizassem de que ele queria abandoná-los e de que eles não podiam largá-lo.
Os dois discípulos sentiram profundamente o que o desconhecido significara para eles nessas poucas horas. Por isso insistiram com ele, pedindo que permanecesse com eles. São tímidos. Insistem com o desconhecido para que fique com eles não por causa deles, mas por causa de si mesmo. O acompanhante deve ficar ali porque a noite já teria começado. Deve ficar porque está ficando tarde; um peregrino pára de caminhar e descansa quando chega o entardecer e começa a noite.
O Senhor atende seus insistentes pedidos. Ele entra na casa para permanecer com eles. Agora o Senhor não se sente como hóspede dos dois, mas age como Senhor e Mestre, como dono da casa no meio deles. Depois de se terem acomodado à mesa, o Senhor tomou nas mãos o pão, proferiu a fórmula de bênção sobre ele, partiu-o e o distribuiu. Jesus jamais consumiu alimento e bebida sem dar graças ao Doador de todos as boas e perfeitas dádivas. Em outras ocasiões o Senhor também proferia a palavra de bênção sobre o pão, depois do que o partia e distribuía (cf. Mt 14.19; Mc 6.41; Lc 9.16; Jo 6.11). Nesse momento eles reconheceram aquele a quem não haviam identificado durante horas, embora ele estivesse a caminho com eles e falando com eles.
Na realidade o Ressuscitado somente se revelou para de imediato tornar a se ocultar, e não para permanecer junto dos discípulos. Os discípulos se Emaús tiveram de reconhecer que ele lhes concedeu sua presença visível e reconhecível apenas por curto tempo, e que fisicamente logo se afastara outra vez deles. Tão logo o reconheceram, tornou a desaparecer de diante de seus olhos.
e) A mensagem dos discípulos de Emaús sobre o Ressuscitado aos apóstolos do Senhor – Lc 24.32-35
32 – E disseram um ao outro: Porventura, não nos ardia o coração, quando ele, pelo caminho, nos falava, quando nos expunha as Escrituras?
33 – E, na mesma hora, levantando-se, voltaram para Jerusalém, onde acharam reunidos os onze e outros com eles,
34 – os quais diziam: O Senhor ressuscitou e já apareceu a Simão!
35 – Então, os dois contaram o que lhes acontecera no caminho e como fora por eles reconhecido no partir do pão.
O Ressuscitado desaparecera. Os dois discípulos estavam novamente a sós. O fato de dizerem que já na estrada seu coração ardia quando ele lhes explicava a Escritura não significa que esse fogo já se apagara. Pelo contrário, o fogo era tão forte que eles se sentiram impelidos a ir para Jerusalém, falar aos outros irmãos, para atiçar e desencadear com o seu fogo as chamas da bendita alegria pascal. O Ressuscitado não havia dado instruções aos dois discípulos para que levassem a seus irmãos a ditosa
notícia da ressurreição. Eles sabiam em que estado se encontrava o grupo dos irmãos quando saíram de Jerusalém. O amor fraterno os impelia a agradecer ao Ressuscitado que os havia ajudado a crer, servindo a ele em seus irmãos e instruindo-os na fé.
Os dois viajantes desejavam contar aos onze discípulos, cheios de alegria, que o Ressuscitado lhes aparecera. Tão logo, porém, entraram no recinto em que os onze estavam reunidos, foram recebidos com o alegre testemunho: “O Senhor de fato ressuscitou e apareceu a Simão”. A aparição experimentada por Simão desencadeou nos demais discípulos a decisão para crer na ressurreição de Jesus.
Após essa vigorosa e alegre saudação de Páscoa por parte dos onze e da igreja reunida os dois viajantes relatam suas experiências. Também eles contam com grande felicidade acerca de uma aparição do Ressuscitado.
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LUCAS 24.13-35
ASCENSÃO
ASCENSÃO
Textos: Lucas 24.44-53; Atos 1.1-11
INTRODUÇÃO: A Ascensão do Nosso Senhor Jesus Cristo é uma das grandes festas da Igreja Cristã. Marca o momento da subida de Jesus ao céu, de forma visível, diante dos olhos dos seus discípulos. Jesus subiu ao céu de forma gloriosa! Cumpriu tudo o que estava predeterminado por Deus para a salvação da humanidade: cumpriu toda a lei de Deus em favor de todos nós, deu a sua vida em resgate por todos, morreu para derramar o seu sangue e, com ele, lavar os pecados de todos, ressuscitou gloriosamente, vencendo a morte e, quarenta dias após a sua ressurreição subiu ao céu, e está assentado à direita de Deus, sendo Senhor sobre todas as coisas.
Na Ascensão do Nosso Senhor Jesus Cristo destacamos os seguintes aspectos: 1) Jesus subiu ao céu porque cumpriu todas as coisas necessárias para a nossa salvação; 2) Ele deixou claro aos seus discípulos que eles não ficariam sozinhos, mas que ele enviaria o Espírito Santo, o Consolador; 3) Jesus virá do modo como subiu ao céu. Enquanto isso, somos testemunhas das coisas que vimos e ouvimos, das coisas que experimentamos em nosso coração pela atuação do Espírito Santo. Ler os textos bíblicos de Lucas 24.44-53;Atos 1.1-11.
1 - JESUS SUBIU AO CÉU PORQUE CUMPRIU TODAS AS COISAS NECESSÁRIAS PARA A NOSSA SALVAÇÃO.
É super-interessante notarmos que, na Ascensão do Nosso Senhor Jesus Cristo, o plano da Santíssima Trindade se desenvolve em mais um passo importante: " No princípio criou Deus o céu e a terra" - mostra a ação criadora de Deus Pai ( no credo, aprendemos o primeiro artigo - Da Criação ); depois, o Filho, Jesus Cristo, veio ao mundo para salvá-lo ( segundo artigo - Da redenção - a ascensão de Jesus é o último passo no plano da redenção que Jesus realizou aqui no mundo ); e, Dez dias depois da ascensão, cumpre-se o dia de Pentecostes - a descida do Espírito Santo ( Terceiro Artigo do Credo - da Santificação). Então, vemos o plano da Santíssima Trindade para a Criação, preservação, salvação e santificação do mundo.
Jesus cumpriu inteiramente o plano da salvação. Ele "veio ao mundo por Maria, como um homem verdadeiro" - foi concebido pelo Deus Espírito Santo, viveu nesse mundo cerca de 33 anos, pregou belos e profundos sermões ( era conhecido como profeta! ) , realizou vários milagres e sinais, os quais demonstraram claramente a sua divindade - Jesus é Verdadeiro Deus e Verdadeiro Homem. Como verdadeiro Deus ele é incriado, eterno, santo, justo, onipresente, onipotente! Como verdadeiro homem ele nasceu, teve fome, chorou, tem um corpo visível, material! Ele cumpriu toda a lei de Deus. Ele colocou-se debaixo do peso da lei para cumpri-la inteiramente a fim de dar-nos a sua justiça de presente ( "Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por intermédio de Jesus Cristo" - Romanos 5.1 ). Ele morreu para assumir a nossa morte, para vencê-la e para dar a sua vida, derramar o seu sangue em resgate de todos nós. No alto da cruz ele exclamou: " Está Consumado!" Com esta palavra ele disse que tudo o que ele devia fazer para pagar o preço da redenção de toda a humanidade estava feito.
2 - SEUS DISCÍPULOS NÃO FICARIAM SOZINHOS - ELE ENVIARIA O CONSOLADOR - O DEUS ESPIRITO SANTO
Em Atos 1.8 Jesus disse: " Mas recebereis poder ao descer sobre vós o Espírito Santo". Jesus estava indo para o Pai. Estava se despedindo de seus discípulos! Era chagado o momento da atuação do Deus Espírito Santo. Os discípulos de Jesus não ficariam sozinhos! Seriam amparados, assistidos pelo Espírito Santo, com poder. Os discípulos receberiam a atuação do Espírito Santo para poderem exercer a sua função, o seu discipulado, para serem " Testemunhas" de Jesus.
Jesus levou seus discípulos para Betânia ( lugar onde morava Lázaro, Maria e Marta ) e, ali, sobre o monte Olival, reuniu os seus 11 discípulos e, enquanto os abençoava, ia se elevando ao céu, à vista dos seus discípulos. Alguns destaques são necessários atentarmos aqui: em Atos 1.3 lemos que Jesus esteve quarenta dias com seus discípulos após a sua ressurreição. Isso é importante por dois motivos: garantir aos discípulos que ele realmente estava vivo, com provas incontestáveis da sua vitória sobre a morte e, para ensinar aos seus discípulos muitas outras coisas que eles deveriam aprender. O texto de Atos 1.3 diz que " Jesus falava com eles das coisas concernentes ao reino de Deus".
Outro destaque do texto é que Jesus subiu ao céu de forma visível. Seria muito difícil imaginar, por exemplo, que Jesus tivesse simplesmente desaparecido depois da sua ressurreição. Ele subiu ao céu de forma visível aos seus 11 discípulos! Ficou evidente aos discípulos que, com a subida de Jesus ao céu, ele é realmente o Filho de Deus, que tudo o que ele fez foi realmente aprovado e aceito pelo Pai e, que Jesus é Senhor sobre todas as coisas.
Outro aspecto interessante é que Jesus abençoava seus discípulos enquanto subia ao céu. A vida dos discípulos de Jesus é salvaguardada pelas bênçãos de Jesus. Hoje nós recebemos a bênção de Jesus a cada culto, transmitida pelo Pastor ao final do culto. Os discípulos precisavam desta bênção, e nós também precisamos!
Jesus subiu ao Pai! Os discípulos ficariam! Ficariam aqui por algum tempo, debaixo da guarida e proteção do Espírito de Deus, para testemunhar a salvação a todas as pessoas, " ... tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra". O Espírito Santo não foi e não é um mero auxiliar na missão da Igreja; mas é quem realmente dirige, dá o rumo, a direção, conduz. Não usamos o Espírito Santo como instrumento para a missão; é ele que nos molda e usa!
3 - JESUS VIRÁ DO MODO COMO SUBIU AO CÉU
Os discípulos de Jesus ficaram com os olhos grudados nos céus, contemplando as nuvens através das quais Jesus subiu ao céu. Foi uma cena extremamente maravilhosa! Eu também ficaria ali, olhando para o céu! No entanto, vieram dois anjos, puseram-se ao lado deles ( ao lado - companheirismo! - não acima: superioridade! ). Os anjos lhes disseram que Jesus voltaria assim como ele subiu, isto é, por sobre as nuvens, numa demonstração de glória. Em Atos 1. 7 ele disse: " Não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou para a sua exclusiva autoridade" Isso quer dizer que não sabemos o dia que ele virá. O que sabemos é que ele virá e, enquanto isso, somos convocados por Jesus para seu serviço aqui nesse mundo. É o tempo do por enquanto! E devemos servi-lo porque a sua vinda está próxima.
Aplicação: Os discípulos certamente sentiram muito a subida de Jesus ao céu. Afinal de contas, foram três longos anos de amizade e convívio íntimo. No entanto, os relatos da ascensão mostram-nos como eles ficaram jubilosos. Lucas 14.52 diz que "eles, adorando-o, voltaram para Jerusalém, tomados de grande júbilo". Que motivos tinham para ficar alegres? Eles sabiam que Jesus tinha concluído o plano das salvação. Ele tinha dado a sua vida por todos! Ele ressuscitou! Agora, subindo ao céu, deixou-os aos cuidados do Espírito Santo para realizarem a tarefa da evangelização. Eles " perseveravam unânimes em oração" ( Atos 1.14 ) e " estavam sempre no templo, louvando a Deus" ( Lucas 24.53).
Por que nós , algumas vezes, somos tão tristes? Por que vivemos sem esperança? Por que nos sentimos sós? Porque olhamos muito para o chão, para a terra, para o mundo, e esquecemos de ver as coisas lá do alto! Deixamos de lado as coisas de Deus e nos atemos muito às tristezas e desilusões daqui desse mundo. É bem verdade que todos temos problemas, dificuldades! No entanto, por que temos tanta dificuldade de sorrir, jubilar e servir? Quando perdemos a perspectiva espiritual, a nossa vida fica estéril, fraca, triste! Se esquecermos da Ascensão de Jesus e os seus benefícios, certamente esqueceremos também que o Espírito Santo está conosco e que temos uma missão a desenvolver aqui. Se esquecermos estas coisas, morreremos na desesperança e tristeza!!!
Por outro lado, quando olhamos para o céu, relembrando a ascensão de Jesus, somos consolados com o fato que ele só subiu ao Pai após pagar o preço do nosso resgate, parar pelos nossos pecados! Em João 14.2,3, Jesus disse: " Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que onde eu estou, estejais vós também". Em Lucas 12, Jesus falava sobre as preocupações materiais que assolam os corações das pessoas, Jesus disse: " Não temais, ó pequenino rebanho, porque vosso Pai se agradou em dar-vos o seu reino". Aqui podemos encontrar consolo no fato que Jesus foi ao céu preparar lugar para nós. Nossa morada definitiva é o céu! E, enquanto aqui vivermos, temos a certeza que o nosso Bondoso Deus, que nos deu o seu Reino, nos dará todas as outras coisas necessárias à nossa vida.
Por causa do perdão dos nossos pecados, da liberdade que temos em Cristo, da intimidade que temos com o Pai, do céu que é a nossa herança, podemos servir a Jesus testemunhando sobre a proximidade da sua vinda, para que mais pessoas possam aguardá-lo esperançosas e alegres, porque receberão, como nós, a herança do céu. A festa da Ascensão é festa de Júbilo!
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1 PE 1.13-21
1 PE 1.17-25
1 PE 1.3-9
1 PE 2.1-10
1 PE 2.18-25
1 PE 2.19-25
1 PE 2.4-10
1 PE 3.13-22
1 PE 3.15-22
1 PE 3.18-20
1 PE 4.12-17
1 PE 5.6-11
1 PEDRO
1 RS 19.4-8
1 RS 8.22-23
1 SM 1
1 SM 2
1 SM 28.1-25
1 SM 3
1 SM 3.1-10
1 TIMÓTEO
1 TM 1.12-17
1 Tm 2.1-15
1 TM 3.1-7
1 TS 1.5B-10
10 PENTECOSTES
13-25
13° APÓS PENTECOSTES
14° DOMINGO APÓS PENTECOSTES
15 ANOS
16-18
17
17º
17º PENTECOSTES
1CO 11.23
1CO 16
1º ARTIGO
1º MANDAMENTO
1PE
1PE 3
1RS 17.17-24
1RS 19.9B-21
2 CO 12.7-10
2 CO 5.1-10
2 CO 5.14-20
2 CORINTIOS
2 PE 1.16-21
2 PE 3.8-14
2 PENTECOSTES
2 TM 1.1-14
2 TM 1.3-14
2 TM 2.8-13
2 TM 3.1-5
2 TM 3.14-4.5
2 TM 4.6-8
2 TS 3.6-13
2° EPIFANIA
2° QUARESMA
20º PENTECOSTES
24º DOMINGO APÓS PENTECOSTES
25º DOMINGO PENTECOSTES
27-30
2CO 8
2º ADVENTO
2º ARTIGO
2º DOMINGO DE PÁSCOA
2TM 1
2TM 3
3
3 PENTECOSTES
3º ARTIGO
3º DOMINGO APÓS PENTECOSTES
3º DOMINGO DE PÁSCOA
3º DOMINGO NO ADVENTO
4 PENTECOSTES
41-43
4º DOMINGO APÓS PENTECOSTES
4º DOMINGO DE PENTECOSTES
4º FEIRA DE CINZAS
5 MINUTOS COM JESUS
5° APÓS EPIFANIA
500 ANOS
5MINUTOS
5º DOMINGO DE PENTECOSTES
5º EPIFANIA
5º PENTECOSTES
6º MANDAMENTO
7 ESTRELAS
Abiel
ABORTO
ABSOLVIÇÃO
ACAMPAMENTO
AÇÃO DE GRAÇA
ACIDENTE
ACIR RAYMANN
ACONSELHAMENTO
ACONSELHAMENTO PASTORAL
ACRÓSTICO
ADALMIR WACHHOLz
ADELAR BORTH
ADELAR MUNIEWEG
ADEMAR VORPAGEL
ADMINISTRAÇÃO
ADORAÇÃO
ADULTÉRIO
ADULTOS
ADVENTISTA
ADVENTO
ADVERSIDADES
AGENDA
AIDS
AILTON J. MULLER
AIRTON SCHUNKE
AJUDAR
ALBERTO DE MATTOS
ALCEU PENNING
ALCOOLISMO
ALEGRIA
ALEMÃO
ÁLISTER PIEPER
ALTAR
ALTO ALEGRE
AM 8.4-14
AMASIADO
AMBIÇÃO
AMIGO
AMIZADE
AMOR
André
ANDRÉ DOS S. DREHER
ANDRÉ L. KLEIN
ANIVERSARIANTES
ANIVERSÁRIO
ANJOS
ANO NOVO
ANSELMO E. GRAFF
ANTHONY HOEKEMA
ANTIGO TESTAMENTO
ANTINOMISTAS
AP 1
AP 2
AP 22
AP 22.12-17
AP 3
APOCALIPSE
APOLOGIA
APONTAMENTOS
APOSTILA
ARNILDO MÜNCHOW
ARNILDO SCHNEIDER
ARNO ELICKER
ARNO SCHNEUMANN
ARREBATAMENTO
ARREPENDIMENTO
ARTHUR D. BENEVENUTI
ARTIGO
ASAS
ASCENSÃO
ASCLÉPIO
ASSEMBLEIA
ASTOMIRO ROMAIS
AT
AT 1
AT 1-10
AT 1.12-26
AT 10.34-43
AT 17.16-34
AT 2.1-21
AT 2.14a 36-47
AT 2.22-32
AT 2.36-41
AT 2.42-47
AT 4.32-37
AT 6.1-9
AT 7.51-60
ATANASIANO
ATOS
AUDIO
AUGSBURGO
AUGUSTO KIRCHHEIN
AULA
AUTO ESTIMA
AUTO EXCLUSÃO
AUTORIDADE SECULAR
AVANÇANDO COM GRATIDÃO
AVISOS
AZUL E BRANCO
BAIXO
BATISMO
BATISMO INFANTIL
BELÉM
BEM AVENTURADOS
BENÇÃO
BENJAMIM JANDT
BIBLIA ILUSTRADA
BÍBLIA SAGRADA
BÍBLICO
BINGOS
BOAS NOVAS
BOAS OBRAS
BODAS
BONIFÁCIO
BOSCO
BRASIL
BRINCADEIRAS
BRUNO A. K. SERVES
BRUNO R. VOSS
C.A.
C.A. AUGSBURGO
C.F.W. WALTHER
CADASTRO
CAIPIRA
CALENDÁRIO
CAMINHADA
CAMPONESES
CANÇÃO INFANTIL
CANCIONEIRO
CANTARES
CANTICOS
CÂNTICOS
CANTICOS DOS CANTICOS
CAPELÃO
CARGAS
CÁRIN FESTER
CARLOS CHAPIEWSKI
CARLOS W. WINTERLE
CARRO
CASA PASTORAL
CASAL
CASAMENTO
CASTELO FORTE
CATECISMO
CATECISMO MENOR
CATÓLICO
CEIA PASCAL
CÉLIO R. DE SOUZA
CELSO WOTRICH
CÉLULAS TRONCO
CENSO
CERIMONIAIS
CÉU
CHÁ
CHAMADO
CHARADAS
CHARLES S. MULLER
CHAVE BÍBLICA
CHRISTIAN HOFFMANN
CHURRASCO
CHUVA
CIDADANIA
CIDADE
CIFRA
CIFRAS
CINZAS
CIRCUNCISÃO
CL 1.13-20
CL 3.1-11
CLAIRTON DOS SANTOS
CLARA CRISTINA J. MAFRA
CLARIVIDÊNCIA
CLAÚDIO BÜNDCHEN
CLAUDIO R. SCHREIBER
CLÉCIO L. SCHADECH
CLEUDIMAR R. WULFF
CLICK
CLÍNICA DA ALMA
CLOMÉRIO C. JUNIOR
CLÓVIS J. PRUNZEL
CODIGO DA VINCI
COLÉGIO
COLETA
COLHEITA
COLOSSENSES
COMEMORAÇÃO
COMENTÁRIO
COMUNHÃO
COMUNICAÇÃO
CONCÓRDIA
CONFIANÇA
CONFIRMACAO
CONFIRMAÇÃO
CONFIRMANDO
CONFISSÃO
CONFISSÃO DE FÉ
CONFISSÕES
CONFLITOS
CONGREGAÇÃO
CONGRESSO
CONHECIMENTO BÍBLICO
CONSELHO
CONSTRUÇÃO
CONTATO
CONTRALTO
CONTRATO DE CASAMENTO
CONVENÇÃO NACIONAL
CONVERSÃO
CONVITE
CONVIVÊNCIA
CORAL
COREOGRAFIA
CORÍNTIOS
COROA
CORPUS CHRISTI
CPT
CPTN
CREDO
CRESCENDO EM CRISTO
CRIAÇÃO
CRIANÇA
CRIANÇAS
CRIOULO
CRISTÃ
CRISTÃOS
CRISTIANISMO
CRISTIANO J. STEYER
CRISTOLOGIA
CRONICA
CRONOLOGIA
CRUCIFIXO
CRUZ
CRUZADAS
CTRE
CUIDADO
CUJUBIM
CULPA
CULTO
CULTO CRIOULO
CULTO CRISTÃO
CULTO DOMESTICO
CULTO E MÚSICA
CULTURA
CURSO
CURT ALBRECHT
CURTAS
DALTRO B. KOUTZMANN
DALTRO G. TOMM
DANIEL
DANILO NEUENFELD
DARI KNEVITZ
DAVI E JÔNATAS
DAVI KARNOPP
DEBATE
DEFICIÊNCIA FÍSICA
DELMAR A. KOPSELL
DEPARTAMENTO
DEPRESSÃO
DESENHO
DESINSTALAÇÃO
DEUS
DEUS PAI
DEVERES
Devoção
DEVOCIONÁRIO
DIACONIA
DIÁLOGO INTERLUTERANO
DIARIO DE BORDO
DICOTOMIA
DIETER J. JAGNOW
DILÚVIO
DINÂMICAS
DIRCEU STRELOW
DIRETORIA
DISCIPLINA
DÍSCIPULOS
DISTRITO
DIVAGO
DIVAGUA
DIVÓRCIO
DOGMÁTICA
DOMINGO DE RAMOS
DONS
DOUTRINA
DR
Dr. RODOLFO H. BLANK
DROGAS
DT 26
DT 6.4-9
EBI
EC 9
ECLESIASTES
ECLESIÁSTICA
ECUMENISMO
EDER C. WEHRHOLDT
Ederson
EDGAR ZÜGE
EDISON SELING
EDMUND SCHLINK
EDSON ELMAR MÜLLER
EDSON R. TRESMANN
EDUCAÇÃO
EDUCAÇÃO CRISTÃ
EF 1.16-23
EF 2.4-10
EF 4.1-6
EF 4.16-23
EF 4.29-32
EF 4.30-5.2
EF 5.22-33
EF 5.8-14
EF 6.10-20
ÉFESO
ELBERTO MANSKE
Eleandro
ELEMAR
ELIAS R. EIDAM
ELIEU RADINS
ELIEZE GUDE
ELIMINATÓRIAS
ELISEU TEICHMANN
ELMER FLOR
ELMER T. JAGNOW
EMÉRITO
EMERSON C. IENKE
EMOÇÃO
EN
ENCARNAÇÃO
ENCENAÇÃO
ENCONTRO
ENCONTRO DE CRIANÇA 2014
ENCONTRO DE CRIANÇAS 2015
ENCONTRO DE CRIANÇAS 2016
ENCONTRO PAROQUIAL DE FAMILIA
ENCONTROCORAL
ENFERMO
ENGANO
ENSAIO
ENSINO
ENTRADA TRIUNFAL
ENVELHECER
EPIFANIA
ERA INCONCLUSA
ERNI KREBS
ERNÍ W. SEIBERT
ERVINO M. SPITZER
ESBOÇO
ESCATOLOGIA
ESCO
ESCOLAS CRISTÃS
ESCOLÁSTICA
ESCOLINHA
ESCOLINHA DOMINICAL
ESDRAS
ESMIRNA
ESPADA DE DOIS GUMES
ESPIRITISMO
ESPÍRITO SANTO
ESPIRITUALIDADE
ESPÍSTOLA
ESPORTE
ESTAÇÃODAFÉ
ESTAGIÁRIO
ESTAGIÁRIOS
ESTATUTOS
ESTER
ESTER 6-10
ESTRADA
estudo
ESTUDO BÍBLICO
ESTUDO DIRIGIDO
ESTUDO HOMILÉTICO
ÉTICA
EVANDRO BÜNCHEN
EVANGELHO
EVANGÉLICO
EVANGELISMO
EVERSON G. HAAS
EVERSON GASS
EVERVAL LUCAS
EVOLUÇÃO
ÊX
EX 14
EX 17.1-17
EX 20.1-17
EX 24.3-11
EX 24.8-18
EXALTAREI
EXAME
EXCLUSÃO
EXEGÉTICO
EXORTAÇÃO
EZ 37.1-14
EZEQUIEL BLUM
Fabiano
FÁBIO A. NEUMANN
FÁBIO REINKE
FALECIMENTO
FALSIDADE
FAMÍLIA
FARISEU
FÉ
FELIPE AQUINO
FELIPENSES
FESTA
FESTA DA COLHEITA
FICHA
FILADÉLFIA
FILHO DO HOMEM
FILHO PRÓDIGO
FILHOS
FILIPE
FILOSOFIA
FINADOS
FLÁVIO L. HORLLE
FLÁVIO SONNTAG
FLOR DA SERRA
FLORES
Formatura
FÓRMULA DE CONCÓRDIA
Fotos
FOTOS ALTO ALEGRE
FOTOS CONGRESSO DE SERVAS 2010
FOTOS CONGRESSO DE SERVAS 2012
FOTOS ENCONTRO DE CRIANÇA 2012
FOTOS ENCONTRO DE CRIANÇAS 2013
FOTOS ENCONTRO ESPORTIVO 2012
FOTOS FLOR DA SERRA
FOTOS P172
FOTOS P34
FOTOS PARECIS
FOTOS PROGRAMA DE NATAL P34
FP 2.5-11
FP 3
FP 4.4-7
FP 4.4-9
FRANCIS HOFIMANN
FRASES
FREDERICK KEMPER
FREUD
FRUTOS DO ES
GÁLATAS
GALILEU GALILEI
GATO PRETO
GAÚCHA
GELSON NERI BOURCKHARDT
GENESIS
GÊNESIS 32.22-30
GENTIO
GEOMAR MARTINS
GEORGE KRAUS
GERHARD GRASEL
GERSON D. BLOCH
GERSON L. LINDEN
GERSON ZSCHORNACK
GILBERTO C. WEBER
GILBERTO V. DA SILVA
GINCANAS
GL 1.1-10
GL 1.11-24
GL 2.15-21
GL 3.10-14
GL 3.23-4.1-7
GL 5.1
GL 5.22-23
GL 6.6-10
GLAYDSON SOUZA FREIRE
GLEISSON R. SCHMIDT
GN 01
GN 1-50
GN 1.1-2.3
GN 12.1-9
GN 15.1-6
GN 2.18-25
GN 21.1-20
GN 3.14-16
GN 32
GN 45-50
GN 50.15-21
GRAÇA DIVINA
GRATIDÃO
GREGÓRIO MAGNO
GRUPO
GUSTAF WINGREN
GUSTAVO D. SCHROCK
HB 11.1-3; 8-16
HB 12
HB 12.1-8
HB 2.1-13
HB 4.14-16 5.7-9
HC 1.1-3
HC 2.1-4
HÉLIO ALABARSE
HERIVELTON REGIANI
HERMENÊUTICA
HINÁRIO
HINO
HISTÓRIA
HISTÓRIA DA IGREJA ANTIGA E MEDIEVAL
HISTÓRIA DO NATAL
HISTORINHAS BÍBLICAS
HL 10
HL 164
HOMILÉTICA
HOMOSSEXUALISMO
HORA LUTERANA
HORST KUCHENBECKER
HORST S MUSSKOPF
HUMOR
IDOSO
IECLB
IELB
IGREJA
IGREJA CRISTÃ
IGREJAS
ILUSTRAÇÃO
IMAGEM
IN MEMORIAN
INAUGURAÇÃO
ÍNDIO
INFANTIL
INFERNO
INFORMATIVO
INSTALAÇÃO
INSTRUÇÃO
INTRODUÇÃO A BÍBLIA
INVESTIMENTO
INVOCAÇÕES
IRINEU DE LYON
IRMÃO FALTOSO
IROMAR SCHREIBER
IS 12.2-6
IS 40.1-11
IS 42.14-21
IS 44.6-8
IS 5.1-7
IS 50.4-9
IS 52.13-53-12
IS 53.10-12
IS 58.5-9a
IS 61.1-9
IS 61.10-11
IS 63.16
IS 64.1-8
ISACK KISTER BINOW
ISAGOGE
ISAÍAS
ISAQUE
IURD
IVONELDE S. TEIXEIRA
JACK CASCIONE
JACSON J. OLLMANN
JARBAS HOFFIMANN
JEAN P. DE OLIVEIRA
JECA
JELB
JELB DIVAGUA
JEOVÁ
JESUS
JN
JO
JO 1
JO 10.1-21
JO 11.1-53
JO 14
JO 14.1-14
JO 14.15-21
JO 14.19
JO 15.5
JO 18.1-42
JO 2
JO 20.19-31
JO 20.8
JO 3.1-17
JO 4
JO 4.5-30
JO 5.19-47
JO 6
JO 6.1-15
JO 6.51-58
JO 7.37-39
JO 9.1-41
JOÃO
JOÃO 20.19-31
JOÃO C. SCHMIDT
JOÃO C. TOMM
JOÃO N. FAZIONI
JOEL RENATO SCHACHT
JOÊNIO JOSÉ HUWER
JOGOS DE AZAR
JOGRAL
JOHN WILCH
JONAS
JONAS N. GLIENKE
JONAS VERGARA
JOSE A. DALCERO
JOSÉ ACÁCIO SANTANA
JOSE CARLOS P. DOS SANTOS
JOSÉ ERALDO SCHULZ
JOSÉ H. DE A. MIRANDA
JOSÉ I.F. DA SILVA
JOSUÉ ROHLOFF
JOVENS
JR
JR 28.5-9
JR 3
JR 31.1-6
JUAREZ BORCARTE
JUDAS
JUDAS ISCARIOTES
JUDAS TADEU
JUMENTINHO
JUSTIFICAÇÃO
JUVENTUDE
KARL BARTH
KEN SCHURB
KRETZMANN
LAERTE KOHLS
LAODICÉIA
LAR
LC 12.32-40
LC 15.1-10
LC 15.11-32
LC 16.1-15
LC 17.1-10
LC 17.11-19
LC 19
LC 19.28-40
LC 2.1-14
LC 23.26-43
LC 24
LC 24.13-35
LC 3.1-14
LC 5
LC 6.32-36
LC 7
LC 7.1-10
LC 7.11-16
LC 7.11-17
LC 9.51-62
LEANDRO D. HÜBNER
LEANDRO HUBNER
LEI
LEIGO
LEIGOS
LEITORES
LEITURA
LEITURAS
LEMA
LENSKI
LEOCIR D. DALMANN
LEONARDO RAASCH
LEOPOLDO HEIMANN
LEPROSOS
LETRA
LEUPOLD
LIBERDADE CRISTÃ
LIDER
LIDERANÇA
LILIAN
LINDOLFO PIEPER
LINK
LITANIA
LITURGIA
LITURGIA DE ADVENTO
LITURGIA DE ASCENSÃO
LITURGIA DE CONFIRMAÇÃO
LITURGIA EPIFANIA
LITURGIA PPS
LIVRO
LLLB
LÓIDE
LOUVAI AO SENHOR
LOUVOR
LUCAS ALBRECHT
LUCIFER
LUCIMAR VELMER
LUCINÉIA MANSKE
LUGAR
LUÍS CLAUDIO V. DA SILVA
LUIS SCHELP
LUISIVAN STRELOW
LUIZ A. DOS SANTOS
LUTERANISMO
LUTERO
LUTO
MAÇONARIA
MÃE
MAMÃE
MANDAMENTOS
MANUAL
MARCÃO
MARCELO WITT
MARCIO C. PATZER
MARCIO LOOSE
MARCIO SCHUMACKER
MARCO A. CLEMENTE
MARCOS J. FESTER
MARCOS WEIDE
MARIA J. RESENDE
MÁRIO SONNTAG
MÁRLON ANTUNES
MARLUS SELING
MARTIM BREHM
MARTIN C. WARTH
MARTIN H. FRANZMANN
MARTINHO LUTERO
MARTINHO SONTAG
MÁRTIR
MATERNIDADE
MATEUS
MATEUS KLEIN
MATEUS L. LANGE
MATRIMÔNIO
MAURO S. HOFFMANN
MC 1.1-8
MC 1.21-28
MC 1.4-11
MC 10.-16
MC 10.32-45
MC 11.1-11
MC 13.33-37
MC 4
MC 4.1-9
MC 6.14-29
MC 7.31-37
MC 9.2-9
MEDICAMENTOS
MÉDICO
MELODIA
MEMBROS
MEME
MENSAGEIRO
MENSAGEM
MESSIAS
MÍDIA
MILAGRE
MINISTÉRIO
MINISTÉRIO FEMENINO
MIQUÉIAS
MIQUÉIAS ELLER
MIRIAM SANTOS
MIRIM
MISSÃO
MISTICISMO
ML 3.14-18
ML 3.3
ML NEWS
MODELO
MÔNICA BÜRKE VAZ
MORDOMIA
MÓRMOM
MORTE
MOVIMENTOS
MT 10.34-42
MT 11.25-30
MT 17.1-9
MT 18.21-45
MT 21.1-11
MT 28.1-10
MT 3
MT 4.1-11
MT 5
MT 5.1-12
MT 5.13-20
MT 5.20-37
MT 5.21-43
MT 5.27-32
MT 9.35-10.8
MULHER
MULTIRÃO
MUSESCORE
MÚSICA
MÚSICAS
NAAÇÃO L. DA SILVA
NAMORADO
NAMORO
NÃO ESQUECER
NASCEU JESUS
NATAL
NATALINO PIEPER
NATANAEL
NAZARENO DEGEN
NEEMIAS
NEIDE F. HÜBNER
NELSON LAUTERT
NÉRISON VORPAGEL
NILO FIGUR
NIVALDO SCHNEIDER
NM 21.4-9
NOITE FELIZ
NOIVADO
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P42.2
P70
P95
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PAI
PAI NOSSO
PAIS
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PALAVRA DE DEUS
PALESTRA
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PARA
PARA BOLETIM
PARÁBOLAS
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PARTITURA
PARTITURAS
PÁSCOA
PASTOR
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PATMOS
PAUL TORNIER
PAULO
PAULO F. BRUM
PAULO FLOR
PAULO M. NERBAS
PAULO PIETZSCH
PAZ
Pe. ANTONIO VIEIRA
PEÇA DE NATAL
PECADO
PEDAL
PEDRA FUNDAMENTAL
PEDRO
PEM
PENA DE MORTE
PENEIRAS
PENTECOSTAIS
PENTECOSTES
PERDÃO
PÉRGAMO
PIADA
PIB
PINTURA
POEMA
POESIA
PÓS MODERNIDADE
Pr BRUNO SERVES
Pr. BRUNO AK SERVES
PRÁTICA DA IGREJA
PREEXISTÊNCIA
PREGAÇÃO
PRESÉPIO
PRIMITIVA
PROCURA
PROFECIAS
PROFESSORES
PROFETA
PROFISSÃO DE FÉ
PROGRAMAÇÃO
PROJETO
PROMESSA
PROVA
PROVAÇÃO
PROVÉRBIOS
PRÓXIMO
PSICOLOGIA
PV 22.6
PV 23.22
PV 25
PV 31.28-30
PV 9.1-6
QUARESMA
QUESTIONAMENTOS
QUESTIONÁRIO
QUESTIONÁRIO PLANILHA
QUESTIONÁRIO TEXTO
QUINTA-FEIRA SANTA
QUIZ
RÁDIO
RADIOCPT
RAFAEL E. ZIMMERMANN
RAUL BLUM
RAYMOND F. SURBURG
RECEITA
RECENSÃO
RECEPÇÃO
REDENÇÃO
REENCARNAÇÃO
REFLEXÃO
REFORMA
REGIMENTO
REGINALDO VELOSO JACOB
REI
REINALDO LÜDKE
RELACIONAMENTO
RELIGIÃO
RENATO L. REGAUER
RESSURREIÇÃO
RESTAURAR
RETIRO
RETÓRICA
REUNIÃO
RICARDO RIETH
RIOS
RITO DE CONFIRMAÇÃO
RITUAIS LITURGICOS
RM 12.1-18
RM 12.1-2
RM 12.12
RM 14.1-12
RM 3.19-28
RM 4
RM 4.1-8
RM 4.13-17
RM 5
RM 5.1-8
RM 5.12-21
RM 5.8
RM 6.1-11
RM 7.1-13
RM 7.14-25a
RM 8.1-11
RM 8.14-17
ROBERTO SCHULTZ
RODRIGO BENDER
ROGÉRIO T. BEHLING
ROMANOS
ROMEU MULLER
ROMEU WRASSE
ROMUALDO H. WRASSE
Rômulo
ROMULO SANTOS SOUZA
RONDÔNIA
ROSEMARIE K. LANGE
ROY STEMMAN
RT 1.1-19a
RUDI ZIMMER
SABATISMO
SABEDORIA
SACERDÓCIO UNIVERSAL
SACERDOTE
SACOLINHAS
SACRAMENTOS
SADUCEUS
SALMO
SALMO 72
SALMO 80
SALMO 85
SALOMÃO
SALVAÇÃO
SAMARIA
Samuel F
SAMUEL VERDIN
SANTA CEIA
SANTIFICAÇÃO
SANTÍSSIMA TRINDADE
SÃO LUIS
SARDES
SATANÁS
SAUDADE
SAYMON GONÇALVES
SEITAS
SEMANA SANTA
SEMINÁRIO
SENHOR
SEPULTAMENTO
SERMÃO
SERPENTE
SERVAS
SEXTA FEIRA SANTA
SIDNEY SAIBEL
SILVAIR LITZKOW
SILVIO F. S. FILHO
SIMBOLISMO
SÍMBOLOS
SINGULARES
SISTEMÁTICA
SL 101
SL 103.1-12
SL 107.1-9
SL 116.12-19
SL 118
SL 118.19-29
SL 119.153-160
SL 121
SL 128
SL 142
SL 145.1-14
SL 146
SL 15
SL 16
SL 19
SL 2.6-12
SL 22.1-24
SL 23
SL 30
SL 30.1-12
SL 34.1-8
SL 50
SL 80
SL 85
SL 90.9-12
SL 91
SL 95.1-9
SL11.1-9
SONHOS
SOPRANO
Sorriso
STAATAS
STILLE NACHT
SUMO SACERDOTE
SUPERTIÇÕES
T6
TEATRO
TEMA
TEMPLO
TEMPLO TEATRO E MERCADO
TEMPO
TENOR
TENTAÇÃO
TEOLOGIA
TERCEIRA IDADE
TESES
TESSALÔNICA
TESTE BÍBLICO
TESTE DE EFICIÊNCIA
TESTEMUNHAS DE JEOVÁ
Texto Bíblico
TG 1.12
TG 2.1-17
TG 3.1-12
TG 3.16-4.6
TIAGO
TIATIRA
TIMÓTEO
TODAS POSTAGENS
TRABALHO
TRABALHO RURAL
TRANSFERENCIA
TRANSFIGURAÇÃO
TRICOTOMIA
TRIENAL
TRINDADE
TRÍPLICE
TRISTEZA
TRIUNFAL
Truco
Turma
ÚLTIMO DOMINGO DA IGREJA
UNIÃO
UNIÃO ESTÁVEL
UNIDADE
UNIDOS PELO AMOR DE DEUS
VALDIR L. JUNIOR
VALFREDO REINHOLZ
VANDER C. MENDOÇA
VANDERLEI DISCHER
VELA
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