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DO CONTEXTO BRASILEIRO

CONHECENDO O CONTEXTO BRASILEIRO

Introdução

O conhecimento da realidade brasileira é um dos fatores que merece a consideração daqueles que pretendem ingressar no ministério pastoral da IELB. O conhecimento dessa realidade pode ser determinante para estabelecer melhores relacionamentos e melhor comunicação com o povo com o qual se vai trabalhar.

Na abordagem do contexto brasileiro, encontramos os seguintes aspectos predominantes:

1. Heterogeneidade (pluralidade de culturas)

1.1. Várias raças: Desde o descobrimento até o presente, diferentes raças têm influenciado na formação do que chamamos “povo brasileiro”. Esta miscigenação, ainda em desenvolvimento continua colorindo de novas matizes étnicas o contexto cultural brasileiro. Ainda temos certa dificuldade em expandir o nosso trabalho junto aos indígenas, afro-descendentes, etc.

1.2. Várias culturas: Em decorrência da diversidade de raças, deparamo—nos também com várias culturas no Brasil. Todas possuem traços característicos próprios e marcantes, os quais têm contribuído na forrnação daquilo que será em definitivo a cultura brasileira. Conhecer bem as características culturais do lugar em que se vai trabalhar pode ser determinante para, humanamente falando, o “sucesso” da pregação do evangelho. É importante que tenha noção sobre a diferença entre inculturação e aculturação e sobre as implicações que isto trará para o próprio culto e para a ação pastoral.

2. Espírito religioso acentuado

Em suas manifestações, o homem brasileiro não descarta a presença do sobrenatural, mostrando-se ainda bastante dependente dos poderes espirituais. Esta religiosidade apresenta-se com a seguinte característica:

2.1. Espírito Místico: Reconhecimento da participação divina nos acontecimentos da vida, onde Deus é reconhecido mais como “pai” do que como “juiz” (o pai que ajuda, socorre). Ao lado do “pai” Deus está a presença de Maria como “mãe” e os santos como eficientes “pistolões” intermediários.

3. Baixo nível de escolaridade

O Brasil ainda é, infelizmente, um país com baixo nivel de escolaridade, pois continua alto o percentual de analfabetos ou semi—analfabetos. O número de pessoas que conclui o ensino médio ainda está longe do ideal, e o número de pessoas que concluem o ensino superior é pior ainda.

4. Pobreza

Embora esta se encontre presente na maioria das nações, entre nós ela é uma realidade marcante. A maior parte de nossa população continua marginalizada e privada das condições mínimas de sobrevivência, como, por exemplo, alimentação, saúde, habi tação, educação e lazer. É crescente o número de pessoas que vivem abaixo da linha da pobreza.

5. População ainda preponderantemente jovem

A camada maior de nossa população ainda situa-se na faixa inferior aos vinte e cinco anos de idade, com acentuada presença de crianças em idade escolar. Este quadro, porém, está mudando. Há uma forte tendência de aumento do número de pessoas com idade superior a sessenta anos de idade. No entanto, o Brasil está envelhecendo. Entre 1991 e 2001, o número de pessoas de 80 anos ou mais aumentou quase 70%, chegando a 1.667.876. Espera-se que até 2011, os idosos com mais de 80 anos ultrapassem 2,7 milhões. O censo 2000 mostrou que as pessoas de 65 anos ou mais somavam 9.325.607, representando 5,4 % da população, quando, em 1991, não chegavam a 4,5%. As projeções indicam que esse número vai alcançar os 6,8% em 2011. (Fonte: Seleções – Agosto de 2006).

6. Sociedade urbana

Bruscamente o país viu suas principais cidades explodirem demograficamente em conseqüência do êxodo rural. Dos mais de cento e oitenta milhões de habitantes, 85% estão concentrados nas cidades, especialmente em suas periferias.

7. Espírito paternalista

Permanece entre a maioria do povo o espírito paternalista, decorrente da antiga estrutura colonial senhor/escravo. Este es­pírito faz com que o povo transfira para o governo as soluções para as suas cerências e problemas, gerando assim passividade e de­pendência. No sentido religioso, isso se manifesta na compreensão de Deus como “pai” a quem se recorre como fonte mágica de soluções.

8. Sentimento de musicalidade

Salienta-se entre os sentimentos do brasileiro a sua musi­calidade. É um povo propenso à música e, geralmente, reage favo­ravelmente àquilo que lhe e transmitido através dela. Um exemplo disso encontramos nos pedidos de pastores e de estagiários que, quase sem excessão, incluem a música como um dos principais requisitos.

9. Influência determinante dos meios de comunicação

Os meios de comunicação de massa estão exercendo poderosa e decisiva influência sobre os costumes e comportamento do homem brasileiro. Esses meios transmitem padrões universais que, aos poucos, vão eliminando os aspectos particulares dos vários grupos culturais do país. Cada vez mais os padrões culturais locais (nativos) estão sofrendo influência de uma “cultura massificadora” imposta sutilmente pelos meios de comunicação.

10. Emotividade

O brasileiro emociona-se facilmente. Revela grande emoção em ocasiões especiais de sua vida. Tal fator merece consideração, no entanto é necessário certo cuidado com o emocionalismo exagerado, em que a objetividade dos meios da graça pode ser obscurecida pela subjetividade do sentimento humano.

Conclusão

Sabemos que a eficácia dos meios da graça não está na habilidade de quem os administra, nem mesmo na fé ou na demonstração de convicção por parte do pregador do evangelho. Conhecer melhor a realidade brasileira, sua cultura e suas características regionais, no entanto, está entre aqueles ítens importantes para que o pregador do evangelho com o seu preparo e conhecimento atrapalhe o mínimo possível na ação do Espírito Santo. Falta de preparo e falta de conhecimento da realidade tornam-se barreiras para a própria anunciação. Eis o por quê da ênfase no conhecimento do povo com o qual iremos trabalhar. “Eu conheço as minhas ovelhas...”

Rev. Prof. Paulo Gerhard Pietzsch

CONTEXTUALIZAÇÃO UMA TEOLOGIA DO EVANGELHO E CULTURA

CONTEXTUALIZAÇÃO UMA TEOLOGIA DO EVANGELHO E CULTURA.

1. FATORES CULTURAIS E SUPRACULTURAIS NA COMUNICAÇÃO DO EVANGELHO.

Para os cristãos que se comprometem a comunicar um evangelho revelado e universal a pessoas em situações culturais em rápida transformação, a tarefa é intensa. As dificuldades são acentuadas pela conseqüência de que os próprios mensageiros são frementemente o produto de mais de uma cultura. Os missionários do Terceiro Mundo, por exemplo, precisam entender pelo menos quatro culturas diferentes: a das Bíblia, a do missionário acidental que originalmente trouxe o evangelho, sua própria cultura e a do povo para o qual leva o evangelho.

1.1 SINAIS DE INSENSIBILIDADE CULTURAL

Alguns comunicadores evangélicos se preocupam tanto com a preservação da pureza do evangelho e das suas formulações doutrinárias, que tem sido insensíveis aos padrões de pensamento e comportamento cultural da pessoas às quais proclamam o evangelho. Alguns não tem tido consciência de que termos tais como Deus, pecado, encarnação, salvação e céu provocam, impressão na mente do ouvinte diferentes daqueles que produzem na mente do mensageiro.

Outro fato é o caso comum do pregador que proclama o evangelho virtualmente da mesma maneira a todos os auditórios, quer se trata de católicos hindus, muçulmanos, marxistas. Por demais freqüentemente, o ouvinte é tratado como se fosse uma tabula rasa e é feita a suposição de que, porque o evangelho é a palavra de Deus, “não voltará a mim vazio”.

O fato de que 4 culturas são usualmente envolvidas na comunicação do evangelho é complicada ainda mais visto que muitas pessoas hoje são o produto de várias culturas – tradicionalmente e moderna, religiosa e secular. É somente netas 2 últimas décadas que os evangélicos tem levado esta situação a sério.

Porque que algumas pessoas resistem ao evangelho mais de que outras pessoas?

O relatório de Willoubank, em Bermuda, 1078 responde: não porque pensam que é falso, mas porque percebem que é uma ameaça à sua cultura, especialmente a base da sua comunidade, e à sua solidariedade nacional e tribal. Quanto mais sofisticada a cultura, tanto mais provável é que semelhante ameaça será sentida hoje.

A 2º barreira a comunicação do evangelho é que o evangelho é freqüentemente apresentado às pessoas em formas culturais estrangeiras.

A imagem do cristianismo como sendo uma religião estrangeira, uma religião ocidental, uma religião dos homens brancos, é uma das desvantagens eficaz na África e na Ásia hoje.

1.2 A CULTURA: UM ENREDO PARA A VIDA.

A cultura abrange a totalidade da vida. “a cultura é um enredo para a vida”. É um plano segundo o qual a sociedade se adapta ao seu ambiente social e ideal.

O comportamento cultural não é biológicamente transmitido de uma geração para a outra. Deve ser apreendido por toda geração que sucede a anterior. É a soma total dos padrões comportamentais e atitudes aprendidos por uma determinada comunidade. O temo enculturação é empregado para o processo mediante o qual as pessoas aprendem o modo de vida da sua sociedade.

A cultura é adquirida, está em mudança constante. Quando a mudança é mais rápida do que a capacidade da comunidade adaptar-se a ela, podemos falar de um “choque de culturas”.

G. Linwood Barney = sugere que cada cultura é uma série de camadas, das quais a mais profunda consiste em ideologia, cosmologia e cosmovisão. A segundo é a dos valores e a terceira é a das instituições, casamento, a lei, a educação.

A religião como um fator humano na cultura, influencia cada uma destas camadas ou destes segmentos, e é influenciada por eles.

Se o evangelho apenas modifica ou muda o comportamento observável de uma pessoa ou de uma comunidade sem produzir uma mudança equivalente na cosmovisão fundamental, o nível da comunicação é superficial.

1.3 A IMPORTÂNCIA DO SUPRACULTURAL.

Com supra cultural queremos dizer os fenômenos da crença e do comportamento cultural que tem sua origem fora da cultura humana.

Comentário de MBITI: “Deus nos deu o evangelho. O homem nos dá a cultura”. Não é rigorosamente verídico. A cultura dos hebreus não era apenas o produto do seu meio ambiente, mas era a interação entre a supra cultura e os hebreus nos seu ambiente e na sua história.

A outra origem supra-cultural dos fenômenos da cultura é a demoníaca. Satanás é uma realidade metafísica espiritual a quem João chama “o príncipe deste mundo”. (Jo 12.31;14.30;16.11).

O novo testamento dá testemunho da convicção de que o mundo não é um sistema fechado, mas, sim, a arena de uma batalha entre o reino de Deus e o reino de Satanás. É tanto uma batalha nos lugares celestiais supra culturais quanto a o próprio mundo, batalha esta que foi supremamente manifesta na cruz e na ressurreição do filho de Deus encarnado.

A religião nunca é meramente uma questão humana, mas, sim, um encontro dentro do âmbito supra cultural do reino de Deus e do reino de Satanás.

1.4 FUNDAMENTOS BÍBLICOS PARA NOSSA RESPOSTA AO EVANGELHO.

O evangelho não pressupõe a superioridade de qualquer cultura sobre outra, mas, sim, avalia todas as culturas de acordo com seus próprios critérios de verdade e justiça insiste nos absolutos morais em cada cultura.

O conceito bíblico da cultura é fundamentado numa compreensão do evento da criação como sendo um fato que deve ser aceito e entendido pela fé. (Hb 11.3).

Cada pessoa é capaz de uma profundidade de relacionamentos interpessoais, tanto com seu criador, quanto com seu cônjuge, um aspecto condicional da natureza da imagem divina. (Gn 1.26;5.1;9.6; 1Co 11.7).

Na criação, Deus abençoou o homem e a mulher e lhes disse: “sede fecundados, e multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a”.

Deus deu nome a cada dia da criação e autorizou Adão a dar um nome a cada criatura viva (Gn 2.19-20). O emprego da linguagem poética pelo homem ao dar o nome à mulher, é a primeira evidência da expressão estética da cultura.

O efeito da Queda e do conhecimento do evangelho sobre comportamento humano. As implicações pessoais e sociais da Queda afetam radicalmente todas as pessoas e todas as culturas. Na Queda, o homem rebelou-se contra o Senhorio do Criador, procurou asseverar a sua autonomia, e descreve na lei de Deus.

É com este passado, que o evangelho é a boa nova da redenção para cada pessoa, na sua individualidade no seu comportamento social e no seu estilo de vida. O evangelho da redenção começa na própria Queda (Gn 3.15).

Todas as pessoas sabem que devem amar o criador da leis divinas, mas na sua rebelião ficam sendo uma lei para si mesmas. Somente na graça soberana de Deus, trazendo os pecadores a Si mesmo em arrependimento, e no Dom da fé, é que aqueles que nunca ouviram falar de Cristo podem ser reconciliados com seu Criador.

A compreensão que Deus, o Espírito Santo é o verdadeiro mensageiro do evangelho que está sempre adiante de nós, preparando pessoas para ouvirem e receberem o evangelho, mas nos faz clamar com Paulo, “pois sobre mim pesa esta obrigação, porque ai de mim se não pregar o evangelho” (1Co 9.16).

2. PADRÕES NO MOVIMENTO DA CONTEXTUALIZAÇÃO PARA O SINCRETISMO.

Nos escritos de Henry Venn, Rowland Allen, Melvin Hodges e outros, o alvo indigenização é uma igreja que é auto-governada, auto-sustentada e auto-propagadora.

2.1 DEBATE INDIGENIZAÇÃO – CONTEXTUALIZAÇÃO.

A contextualização, alega-se, é a capacidade de responder de modo relevante ao evangelho dentro do arcabouço da situação da própria pessoa. A contextualização não é simplesmente uma moda ou divisa, mas uma necessidade teológica exigida pela natureza encarnacional da palavra.

James o Buswell sugere que a palavra indigenização, que significa dar fruto ou produzir por dentro, não é um conceito estático. A final das contas, não é tanto a palavra empregado quanto o significado que cresce em derredor dela.

· A contextualização leva a sério os fatores contemporâneos na mudança cultural.

· A indigenização diz respeito a cultura tradicional.

A contextualização faz parte de um debate teológico mais amplo. A mudança das questões da indigenização para as da contextualização faz parte de uma preocupação teológica muito mais ampla no sentido de compreender a função da igreja no mundo.

Logo, qualquer discussão sobre a contextualização do evangelho em termos da obra de Deus no mundo das estruturas econômicas e políticas não pode ser separada da obra da evangelização e da indigenização da Igreja.

2.2 UMA AVALIAÇÃO DE MODELOS DA TEOLOGIA CONTEXTUALIZANTE

Podemos falar em duas abordagens à contextualização: a existencial e a dogmática.

Na Segunda abordagem começa com uma teologia bíblica autorizada cujo compreensão dogmática é contextualizada numa determinada situação cultural.

A contextualização existencial envolve a interação de dois princípios básicos: a relatividade essencial do texto e do contexto, e o método dialético da busca da verdade. Fazer teologia é entendida como processo humano falível, de moda que nenhuma teologia é perfeita ou absoluta.

Von Allmen declara que “ao invés de ensinar uma teologia existente, até mesmo uma assim chamada teologia do Novo Testamento, sugere que o educador teológico dê alta prioridade ao estudo da história das tradições da igreja primitiva para nos capacitar a descobrir as forças que governam a formação daquela teologia, a fim de que nós, por nossa vez, possamos ser guiados pelo mesmo dinamismo enquanto nos damos à tarefa de criar uma teologia contemporânea, seja na África, seja na Europa.

2.3 A DINÂMICA DO SINCRETISMO CULTURAL E TEOLÓGICO.

O sincretismo é a tentativa de reconciliar crenças ou conflitantes ou prática religiosas num sistema unificado.

A preocupação contemporânea no sentido de contextualizar o evangelho em culturas específicas levantou o problema do sincretismo de uma maneira nova. É que abrange o tema do evangelho e da cultura. O relatório de Willoucank declarou: ”Assim como a igreja procura expressar sua vida em formas culturais que ou são malignos, ou têm associações malignas. Elementos que são intrinsecamente falsos ou malignos claramente não podem ser assimilados no cristianismo sem uma caída no sincretismo. Este é um perigo para todas as igrejas em todos as culturas.

O sincretismo como um princípio dinâmico pode ser intencional, ou pode ser movimento inconsciente de assimilação.

No debate contemporâneo sobre o evangelho e a cultura há dois tipos de perigos sincretistas sendo um cultural e outro teológico.

- O sincretismo cultural pode resultar de uma tentativa entusiasta de traduzir a fé Cristã por meio de usar acriticamente os símbolos e as práticas religiosas da cultura receptora, tendo como resultado uma fusão de crenças e praticas cristãs e pagãs.

A Segunda forma é a mais agressiva. É o espirito dos fariseus e dos judaizantes que procuravam forças suas formas culturais de convicções religiosas sobre seus convertidos.

- O sincretismo teológico é mais destrutivo, mais refletivo do que o cultural.

Supõe, que visto que toda a teologia é culturalmente condicionada, não é possível saber com certezas qual é a palavra que Deus revelou. Confunde o supra-cultural com o cultural. Reduz toda a teologia para contar a história da sua experiência e fé. A Escritura não é uma parede divisória que limita a reflexão teológica e que divide uma comunidade de outra, mas sim, consiste em “postes de iluminação” que derramam luz e brilho sobre a experiência religiosa da comunidade.

3. COMPREENDENDO A TEOLOGIA BÍBLICA

Como usamos a Bíblia, dependerá do nosso entendimento da tarefa hermenêutica em nossa abordagem à contextualização.

3.1 AUTORIDADE DA BÍBLIA NOS MOVIMENTOS ECUMÊNICOS

Os evangélicos sempre sustentaram que a Bíblia é normativa e a autoridade definitiva em questões da fé e da conduta.

Supõe-se de modo generalizado entre os estudiosos que toda teologia é condicionada pela cultura.

Rudolph Bultmann nenhum evangelho puro e nenhuma exegese neutra ou sem pressuposições, de modo que a tarefa hermenêutica é circular, com interação constante entre o objeto e o sujeito, o texto e o intérprete. E um processo dialético em que nada pode haver de definitivo, somente uma aproximação à verdade da Palavra de Deus numa cultura específica, ou numa situação especial. O pré-entendimento é essencialmente um compromisso prévio à maneira em que o evangelho deve ser interpretado para uma determinada cultura.

3.2 A PROVIDÊNCIA SOBERANA NO CONDICIONAMENTO CULTURAL DA BÍBLIA.

Deus na sua Salcrania escolheu uma cultura hebraica através da qual revelou sua palavra. Se tivesse escolhido uma forma cultural diferente, o conteúdo da palavra teria sido diferente, porque mudaria radicalmente a forma, que leva a sua própria cosmovisão e grupo de valores, é mudar o conteúdo.

Na sua soberania Divina, Deus escolheu Abraão de uma cultura mesopotâmica, e através dos seus descendentes formou uma cultura transmissora que refletia a interação entre o conteúdo supra-cultural e a forma cultural. Há portanto uma qualidade sem igual na cultura hebraico Bíblico, tanto no Antigo Testamento quanto no Novo Testamento. Não se trata simplesmente de uma cultura sem igual que levava as marcas da interação divino-hunana. Na providência de Deus esta cultura conseguiu transmitir fielmente a qualidade sem igual da mensagem divina da criação, do pecado, da redenção e da Encarnação e ressurreição do filho divino.

Jesus Cristo nasceu judeu, e é uma afronta a soberania divina falar de um Cristo negro, ou de um Cristo indiano.

O Antigo Testamento reflete a interação profunda entre a Palavra supra-cultural revelado e a vida cultural dos hebreus e a das nações em derredor.

3.3 PRINCÍPIOS HERMENÊUTICOS PAR ENTENDER A TEOLOGIA BÍBLICA.

A primeira tarefa da intérprete é ouvir a Palavra de Deus conforme é dada através da pluralidade dos escritores bíblicos é compreendê-la de tal maneira que possa interpretá-la fielmente a outras pessoas.

A- O princípio de um estilo de vida marcado pela fé como compromisso: Sem viver a vida da fé, ninguém pode compreender a verdade da Palavra de Deus.

B- Uma hermenêutica biblicamente determinada envolve um processo bidirecional de encontro entre o intérprete e a Palavra de deus de um lado, e entre o intérprete e a cultura do receptor, do outro lado.

A tarefa da exegese é a recuperação do sensus literalis, o significado literal e natural do texto.

C- A tarefa da hermenêutica não é particular ou individual; é a responsabilidade do corpo inteiro de Cristo e deve ser empreendida dentro do arcabouço da comunidade crente. No seu conjunto, o povo de Deus é um sacerdócio real, uma família da fé edificada sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo Jesus Cristo a pedra angular. O Espírito Santo ilumina a intérprete dentro do contexto da igreja.

A contextualização verdadeira do evangelho ocorre na igreja e não no mundo. Não é a obra do homem e sim de Deus.

D- Missão no mundo: A missão da igreja no mundo e, de modo geral, a adoração e a comunhão, o serviço social e a justiça, a evangelização. A teologia contextualizado que não serve para esta missão é uma teologia truncada (interrompe, omite).

4. A DINÂMICA DA COMUNICAÇÃO TRANS-CULTURAL.

Ainda que o comunicador venha herdar o mesmo arcabouço cultural do receptor, sempre é um centro focal distinto, porque não somente forma seu própria cultura e doutras, como também tem a sua própria experiência supra-cultural sem igual com o Deus vivo.

4.1 DA TEOLOGIA BÍBLICA PAR A CONTEXTUALIZADA.

A teologia contextualizada, de modo distinto da teologia Bíblica dogmática, é sempre relativo. O comunicador tem um conhecimento falível do evangelho. Qualquer formulação contextual específica da teologia pode ser válido e leal ao evangelho, mas não pode alegar que compreende a totalidade da Palavra de Deus revelada.

A cultura humana é sempre um processo dinâmico para o enredo da vida. Reúne as tradições do passado, corresponde e se acomoda á modernidade de uma sociedade tecnológica e cada vez mais urbana, e está em interação constante com os principados e potestades supra-culturais. Há portanto um grau de flexibilidade no centro focal da cultura humana.

A contextualização da teologia bíblica num mundo em mudanças exige uma reconsideração do processo inteiro de fazer a teologia. Mas a própria Bíblia insiste que o ponto de partida deve ser de dentro do círculo da fé e da dedicação á auto-revelação de Deus em Cristo. Com o enfraquecimento da certeza do conhecimento do conteúdo da fé Cristã, muitos teólogos estão fazendo, na prática, com que o contexto cultural seja o ponto de partida. Este é o caminho da ‘teologia natural” e leva a um beco sem saída. O ministério da fé começa com o conhecimento de Cristo e não com a filosofia e a tradição humana. (CL2:1-8 At17:19-34).

4.2 O EVANGELHO É A REVELAÇÃO DE DEUS COMO CRIADOR-SALVADOR.

Muita confusão teológica tem sido criado por meio de isolar Deus o Salvador de Deus o Criador, e também por meio de obscurecer a distinção entre Sua obra de criação e a da redenção. Qualquer contextualização legítima do evangelho deve refletir a norma bíblica da obra inseparável, porém, distinta do Criador-Salvador.

No Novo Testamento, a obra de Paulo,Ef.1 Fp2.5-11 Cl1.15-20 mantém Deus como Criador e Salvador.

Uma doutrina completa do Criador-Salvador é fundamental para qualquer contextualização fiel da teologia, e é a base para avaliar todas as demais maneiras religiosas de entender a criação e a redenção. A falsa contextualização começa com um entendimento inadequado de Deus trino e uma como Criador-Salvador.

4.3 DA ALIENAÇÃO E DA IDOLATRIA PAR A MORTE E A NOVA CRIAÇÃO.

O problema humano é a alienação. A dificuldade primária na comunicação é que a humanidade, como indivíduo da sociedade, não reconhece a natureza verdadeira desta alienação.

A doutrina bíblica da alienação começa em Gn 3, onde o homem e a mulher suprimem o conhecimento de Deus, rebelan-se contra o seu senhorio e procuram fazer-se iguais a Deus. Paulo dá uma interpretação teológica desta alienação (Rm 1;18-32)

O profeta é o agente de Deus para pronunciar julgamento contra todas as formas de alienação. Os profetas repreendiam tanto a idolatria religiosa quanto a injustiça social. Amós repreendeu o culto sincretista de Israel (2:4;4;4-5;5:21) e os ricos inclusive suas esposas pelas suas riquezas (3:15;4:1;6:40 e pela opressão dos pobres (2:6;6:1-7). A contextualização verdadeira do evangelho exige tanto a renovação espiritual quanto a justiça social.

O evangélico, no entanto, começa o processo da contextualização com a revelação sem igual e definitivo de Deus em Cristo e no evangelho, que interpreta no contexto da sua cultura e da cultura do receptor.

O evangelho julga a totalidade da cultura e não apenas uma parte dela, destruindo o que é contrário à palavra de Deus e criando de novo aquilo que é fiel a revelação universal que Deus deu á humanidade

A adoração é a expressão mais profunda de uma cosmovisão religiosa, e tanto a beleza quanto feiura estão invariavelmente associados com ela, assim como na arte , na música, na poesia religiosa. É na adoração que a verdadeira contextualização deve ser mais claramente vista, expressando adoração a Deus.

No nível de valores morais, a contextualização do evangelho levará ao julgamento e à renovação da consciência como sendo a resposta sensível do homem à Palavra do Deus vivo e aos ditames da Sua lei moral.

4.4 OS UNIVERSAIS E OS VARIÁVEIS NA IGREJA INDÍGENA.

A crise em muitas igrejas é a da auto-identificação. É o caso das igrejas que são comunidades missionárias pequenas e socialmente fracas, lutando pela sua existência em situações hostis.

Pacto de Lausanne: “A igreja destas no mundo; o mundo não deve estar na igreja.

A igreja universal tem uma esperança em comum da consumação do reino no dia do Senhor final, quando, então, a totalidade da criação, agora sujeita à escravidão, será libertada (Rm 8:19-23).

É uma igreja peregrina que, desde Abraão, tem antegozado a cidade que tem alicerces, da qual Deus é o arquiteto e edificador (Hb 11:10).

As estruturas e o governo da igreja, as formas da sua adoração, sacramentos e comunhão fraternal, dos métodos de comunicar o evangelho e os padrões para o serviço no mundo, devem refletir as variáveis culturais e satisfazer as necessidades específicas de cada comunidade.

No curso da história da igreja, a acomodação a acréscimos culturais e o provincialismo têm destruído a vida de muitas igrejas. A igreja local ou nacional nunca deve ficar cativa à sua própria cultura.

4.5 A COMUNICAÇÃO TRANS-CULTURAL DO EVANGELHO.

A tensão dinâmica entre a universalidade e a convertibilidade na indigenização da igreja também se aplica à comunicação do evangelho. A contextualização só pode ocorrer no contexto da missão. Andrew Kirk diz: “Nossa crença é que o único contexto apropriado para o pensamento teológico sério é o crescimento da igreja na sua missão tríplice, da adoração, do engajamento profético do mundo, e da evangelização.

O único modelo supremo missiológico é a Encarnação. Nossa missão é modelada na dele: “Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio” (Jo 20:21)

A comunicação trans-cultural é uma chamada para ser um mensageiro humilde do evangelho. Porque o evangelho não é negociável, o mensageiro deve adotar o papel do servo que o Mestre adotou, a fim de evitar a arrogância da superioridade teológica e cultural.

O Espírito Santo sempre é o missionário trans-cultural. Vai adiante para preparar o caminho para o evangelho. Convence do pecado e do julgamento até mesmo aqueles que nunca ouviram falar do nome de Cristo.

A contextualização verdadeira na missão diz respeito às necessidades das pessoas na sociedade bem como no seu relacionamento com Deus .

A evangelização, portanto, como um meio de reconciliação entre as pessoas e Deus não deve ser isolado do serviço social mediante as quais as pessoas são reconciliados umas com as outras.

A comunicação verdadeira e fiel do evangelho começa com a contextualização do evangelho na vida do comunicador. Isto ocorre com a adoração e a comunhão, através do serviço diacônico e a justiça profética e através de testemunho e discipulado evangelístico.

A igreja no mundo é chamada para ser um modelo do reino vindouro, e o sal preservador e a luz penetrante num mundo que está corrupto e perdeu seu caminho.

Uma teologia dinâmica da evangelho e da cultura é o fundamento necessário para o cumprimento da grande Comissão e para a obra do Espírito Santo que cria de novo o homem na sociedade conforme a imagem de cristo, o Criador-Salvador.

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1 CO 1.18-25 1 CO 12.2 1 CO 15.20-28 1 CO 15.50-58 1 CO 2.1-5 1 CO 6.12-20 1 CO2.6-13 1 CORÍNTIOS 1 CR 28.20 1 JO 1 JO 1.1-10 1 JO 4.7-10 1 PE 1.13-21 1 PE 1.17-25 1 PE 1.3-9 1 PE 2.1-10 1 PE 2.18-25 1 PE 2.19-25 1 PE 2.4-10 1 PE 3.13-22 1 PE 3.15-22 1 PE 3.18-20 1 PE 4.12-17 1 PE 5.6-11 1 PEDRO 1 RS 19.4-8 1 RS 8.22-23 1 SM 1 1 SM 2 1 SM 28.1-25 1 SM 3 1 SM 3.1-10 1 TIMÓTEO 1 TM 1.12-17 1 Tm 2.1-15 1 TM 3.1-7 1 TS 1.5B-10 10 PENTECOSTES 13-25 13° APÓS PENTECOSTES 14° DOMINGO APÓS PENTECOSTES 15 ANOS 16-18 17 17º 17º PENTECOSTES 1CO 11.23 1CO 16 1º ARTIGO 1º MANDAMENTO 1PE 1PE 3 1RS 17.17-24 1RS 19.9B-21 2 CO 12.7-10 2 CO 5.1-10 2 CO 5.14-20 2 CORINTIOS 2 PE 1.16-21 2 PE 3.8-14 2 PENTECOSTES 2 TM 1.1-14 2 TM 1.3-14 2 TM 2.8-13 2 TM 3.1-5 2 TM 3.14-4.5 2 TM 4.6-8 2 TS 3.6-13 2° EPIFANIA 2° QUARESMA 20º PENTECOSTES 24º DOMINGO APÓS PENTECOSTES 25º DOMINGO PENTECOSTES 27-30 2CO 8 2º ADVENTO 2º ARTIGO 2º DOMINGO DE PÁSCOA 2TM 1 2TM 3 3 3 PENTECOSTES 3º ARTIGO 3º DOMINGO APÓS PENTECOSTES 3º DOMINGO DE PÁSCOA 3º DOMINGO NO ADVENTO 4 PENTECOSTES 41-43 4º DOMINGO APÓS PENTECOSTES 4º DOMINGO DE PENTECOSTES 4º FEIRA DE CINZAS 5 MINUTOS COM JESUS 5° APÓS EPIFANIA 500 ANOS 5MINUTOS 5º DOMINGO DE PENTECOSTES 5º EPIFANIA 5º PENTECOSTES 6º MANDAMENTO 7 ESTRELAS Abiel ABORTO ABSOLVIÇÃO ACAMPAMENTO AÇÃO DE GRAÇA ACIDENTE ACIR RAYMANN ACONSELHAMENTO ACONSELHAMENTO PASTORAL ACRÓSTICO ADALMIR WACHHOLz ADELAR BORTH ADELAR MUNIEWEG ADEMAR VORPAGEL ADMINISTRAÇÃO ADORAÇÃO ADULTÉRIO ADULTOS ADVENTISTA ADVENTO ADVERSIDADES AGENDA AIDS AILTON J. MULLER AIRTON SCHUNKE AJUDAR ALBERTO DE MATTOS ALCEU PENNING ALCOOLISMO ALEGRIA ALEMÃO ÁLISTER PIEPER ALTAR ALTO ALEGRE AM 8.4-14 AMASIADO AMBIÇÃO AMIGO AMIZADE AMOR André ANDRÉ DOS S. DREHER ANDRÉ L. KLEIN ANIVERSARIANTES ANIVERSÁRIO ANJOS ANO NOVO ANSELMO E. GRAFF ANTHONY HOEKEMA ANTIGO TESTAMENTO ANTINOMISTAS AP 1 AP 2 AP 22 AP 22.12-17 AP 3 APOCALIPSE APOLOGIA APONTAMENTOS APOSTILA ARNILDO MÜNCHOW ARNILDO SCHNEIDER ARNO ELICKER ARNO SCHNEUMANN ARREBATAMENTO ARREPENDIMENTO ARTHUR D. BENEVENUTI ARTIGO ASAS ASCENSÃO ASCLÉPIO ASSEMBLEIA ASTOMIRO ROMAIS AT AT 1 AT 1-10 AT 1.12-26 AT 10.34-43 AT 17.16-34 AT 2.1-21 AT 2.14a 36-47 AT 2.22-32 AT 2.36-41 AT 2.42-47 AT 4.32-37 AT 6.1-9 AT 7.51-60 ATANASIANO ATOS AUDIO AUGSBURGO AUGUSTO KIRCHHEIN AULA AUTO ESTIMA AUTO EXCLUSÃO AUTORIDADE SECULAR AVANÇANDO COM GRATIDÃO AVISOS AZUL E BRANCO BAIXO BATISMO BATISMO INFANTIL BELÉM BEM AVENTURADOS BENÇÃO BENJAMIM JANDT BIBLIA ILUSTRADA BÍBLIA SAGRADA BÍBLICO BINGOS BOAS NOVAS BOAS OBRAS BODAS BONIFÁCIO BOSCO BRASIL BRINCADEIRAS BRUNO A. K. SERVES BRUNO R. VOSS C.A. C.A. AUGSBURGO C.F.W. WALTHER CADASTRO CAIPIRA CALENDÁRIO CAMINHADA CAMPONESES CANÇÃO INFANTIL CANCIONEIRO CANTARES CANTICOS CÂNTICOS CANTICOS DOS CANTICOS CAPELÃO CARGAS CÁRIN FESTER CARLOS CHAPIEWSKI CARLOS W. WINTERLE CARRO CASA PASTORAL CASAL CASAMENTO CASTELO FORTE CATECISMO CATECISMO MENOR CATÓLICO CEIA PASCAL CÉLIO R. DE SOUZA CELSO WOTRICH CÉLULAS TRONCO CENSO CERIMONIAIS CÉU CHÁ CHAMADO CHARADAS CHARLES S. MULLER CHAVE BÍBLICA CHRISTIAN HOFFMANN CHURRASCO CHUVA CIDADANIA CIDADE CIFRA CIFRAS CINZAS CIRCUNCISÃO CL 1.13-20 CL 3.1-11 CLAIRTON DOS SANTOS CLARA CRISTINA J. MAFRA CLARIVIDÊNCIA CLAÚDIO BÜNDCHEN CLAUDIO R. SCHREIBER CLÉCIO L. SCHADECH CLEUDIMAR R. WULFF CLICK CLÍNICA DA ALMA CLOMÉRIO C. JUNIOR CLÓVIS J. PRUNZEL CODIGO DA VINCI COLÉGIO COLETA COLHEITA COLOSSENSES COMEMORAÇÃO COMENTÁRIO COMUNHÃO COMUNICAÇÃO CONCÓRDIA CONFIANÇA CONFIRMACAO CONFIRMAÇÃO CONFIRMANDO CONFISSÃO CONFISSÃO DE FÉ CONFISSÕES CONFLITOS CONGREGAÇÃO CONGRESSO CONHECIMENTO BÍBLICO CONSELHO CONSTRUÇÃO CONTATO CONTRALTO CONTRATO DE CASAMENTO CONVENÇÃO NACIONAL CONVERSÃO CONVITE CONVIVÊNCIA CORAL COREOGRAFIA CORÍNTIOS COROA CORPUS CHRISTI CPT CPTN CREDO CRESCENDO EM CRISTO CRIAÇÃO CRIANÇA CRIANÇAS CRIOULO CRISTÃ CRISTÃOS CRISTIANISMO CRISTIANO J. STEYER CRISTOLOGIA CRONICA CRONOLOGIA CRUCIFIXO CRUZ CRUZADAS CTRE CUIDADO CUJUBIM CULPA CULTO CULTO CRIOULO CULTO CRISTÃO CULTO DOMESTICO CULTO E MÚSICA CULTURA CURSO CURT ALBRECHT CURTAS DALTRO B. KOUTZMANN DALTRO G. TOMM DANIEL DANILO NEUENFELD DARI KNEVITZ DAVI E JÔNATAS DAVI KARNOPP DEBATE DEFICIÊNCIA FÍSICA DELMAR A. KOPSELL DEPARTAMENTO DEPRESSÃO DESENHO DESINSTALAÇÃO DEUS DEUS PAI DEVERES Devoção DEVOCIONÁRIO DIACONIA DIÁLOGO INTERLUTERANO DIARIO DE BORDO DICOTOMIA DIETER J. JAGNOW DILÚVIO DINÂMICAS DIRCEU STRELOW DIRETORIA DISCIPLINA DÍSCIPULOS DISTRITO DIVAGO DIVAGUA DIVÓRCIO DOGMÁTICA DOMINGO DE RAMOS DONS DOUTRINA DR Dr. RODOLFO H. BLANK DROGAS DT 26 DT 6.4-9 EBI EC 9 ECLESIASTES ECLESIÁSTICA ECUMENISMO EDER C. WEHRHOLDT Ederson EDGAR ZÜGE EDISON SELING EDMUND SCHLINK EDSON ELMAR MÜLLER EDSON R. TRESMANN EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO CRISTÃ EF 1.16-23 EF 2.4-10 EF 4.1-6 EF 4.16-23 EF 4.29-32 EF 4.30-5.2 EF 5.22-33 EF 5.8-14 EF 6.10-20 ÉFESO ELBERTO MANSKE Eleandro ELEMAR ELIAS R. EIDAM ELIEU RADINS ELIEZE GUDE ELIMINATÓRIAS ELISEU TEICHMANN ELMER FLOR ELMER T. JAGNOW EMÉRITO EMERSON C. IENKE EMOÇÃO EN ENCARNAÇÃO ENCENAÇÃO ENCONTRO ENCONTRO DE CRIANÇA 2014 ENCONTRO DE CRIANÇAS 2015 ENCONTRO DE CRIANÇAS 2016 ENCONTRO PAROQUIAL DE FAMILIA ENCONTROCORAL ENFERMO ENGANO ENSAIO ENSINO ENTRADA TRIUNFAL ENVELHECER EPIFANIA ERA INCONCLUSA ERNI KREBS ERNÍ W. SEIBERT ERVINO M. SPITZER ESBOÇO ESCATOLOGIA ESCO ESCOLAS CRISTÃS ESCOLÁSTICA ESCOLINHA ESCOLINHA DOMINICAL ESDRAS ESMIRNA ESPADA DE DOIS GUMES ESPIRITISMO ESPÍRITO SANTO ESPIRITUALIDADE ESPÍSTOLA ESPORTE ESTAÇÃODAFÉ ESTAGIÁRIO ESTAGIÁRIOS ESTATUTOS ESTER ESTER 6-10 ESTRADA estudo ESTUDO BÍBLICO ESTUDO DIRIGIDO ESTUDO HOMILÉTICO ÉTICA EVANDRO BÜNCHEN EVANGELHO EVANGÉLICO EVANGELISMO EVERSON G. HAAS EVERSON GASS EVERVAL LUCAS EVOLUÇÃO ÊX EX 14 EX 17.1-17 EX 20.1-17 EX 24.3-11 EX 24.8-18 EXALTAREI EXAME EXCLUSÃO EXEGÉTICO EXORTAÇÃO EZ 37.1-14 EZEQUIEL BLUM Fabiano FÁBIO A. NEUMANN FÁBIO REINKE FALECIMENTO FALSIDADE FAMÍLIA FARISEU FELIPE AQUINO FELIPENSES FESTA FESTA DA COLHEITA FICHA FILADÉLFIA FILHO DO HOMEM FILHO PRÓDIGO FILHOS FILIPE FILOSOFIA FINADOS FLÁVIO L. HORLLE FLÁVIO SONNTAG FLOR DA SERRA FLORES Formatura FÓRMULA DE CONCÓRDIA Fotos FOTOS ALTO ALEGRE FOTOS CONGRESSO DE SERVAS 2010 FOTOS CONGRESSO DE SERVAS 2012 FOTOS ENCONTRO DE CRIANÇA 2012 FOTOS ENCONTRO DE CRIANÇAS 2013 FOTOS ENCONTRO ESPORTIVO 2012 FOTOS FLOR DA SERRA FOTOS P172 FOTOS P34 FOTOS PARECIS FOTOS PROGRAMA DE NATAL P34 FP 2.5-11 FP 3 FP 4.4-7 FP 4.4-9 FRANCIS HOFIMANN FRASES FREDERICK KEMPER FREUD FRUTOS DO ES GÁLATAS GALILEU GALILEI GATO PRETO GAÚCHA GELSON NERI BOURCKHARDT GENESIS GÊNESIS 32.22-30 GENTIO GEOMAR MARTINS GEORGE KRAUS GERHARD GRASEL GERSON D. BLOCH GERSON L. LINDEN GERSON ZSCHORNACK GILBERTO C. WEBER GILBERTO V. DA SILVA GINCANAS GL 1.1-10 GL 1.11-24 GL 2.15-21 GL 3.10-14 GL 3.23-4.1-7 GL 5.1 GL 5.22-23 GL 6.6-10 GLAYDSON SOUZA FREIRE GLEISSON R. SCHMIDT GN 01 GN 1-50 GN 1.1-2.3 GN 12.1-9 GN 15.1-6 GN 2.18-25 GN 21.1-20 GN 3.14-16 GN 32 GN 45-50 GN 50.15-21 GRAÇA DIVINA GRATIDÃO GREGÓRIO MAGNO GRUPO GUSTAF WINGREN GUSTAVO D. SCHROCK HB 11.1-3; 8-16 HB 12 HB 12.1-8 HB 2.1-13 HB 4.14-16 5.7-9 HC 1.1-3 HC 2.1-4 HÉLIO ALABARSE HERIVELTON REGIANI HERMENÊUTICA HINÁRIO HINO HISTÓRIA HISTÓRIA DA IGREJA ANTIGA E MEDIEVAL HISTÓRIA DO NATAL HISTORINHAS BÍBLICAS HL 10 HL 164 HOMILÉTICA HOMOSSEXUALISMO HORA LUTERANA HORST KUCHENBECKER HORST S MUSSKOPF HUMOR IDOSO IECLB IELB IGREJA IGREJA CRISTÃ IGREJAS ILUSTRAÇÃO IMAGEM IN MEMORIAN INAUGURAÇÃO ÍNDIO INFANTIL INFERNO INFORMATIVO INSTALAÇÃO INSTRUÇÃO INTRODUÇÃO A BÍBLIA INVESTIMENTO INVOCAÇÕES IRINEU DE LYON IRMÃO FALTOSO IROMAR SCHREIBER IS 12.2-6 IS 40.1-11 IS 42.14-21 IS 44.6-8 IS 5.1-7 IS 50.4-9 IS 52.13-53-12 IS 53.10-12 IS 58.5-9a IS 61.1-9 IS 61.10-11 IS 63.16 IS 64.1-8 ISACK KISTER BINOW ISAGOGE ISAÍAS ISAQUE IURD IVONELDE S. TEIXEIRA JACK CASCIONE JACSON J. OLLMANN JARBAS HOFFIMANN JEAN P. DE OLIVEIRA JECA JELB JELB DIVAGUA JEOVÁ JESUS JN JO JO 1 JO 10.1-21 JO 11.1-53 JO 14 JO 14.1-14 JO 14.15-21 JO 14.19 JO 15.5 JO 18.1-42 JO 2 JO 20.19-31 JO 20.8 JO 3.1-17 JO 4 JO 4.5-30 JO 5.19-47 JO 6 JO 6.1-15 JO 6.51-58 JO 7.37-39 JO 9.1-41 JOÃO JOÃO 20.19-31 JOÃO C. SCHMIDT JOÃO C. TOMM JOÃO N. FAZIONI JOEL RENATO SCHACHT JOÊNIO JOSÉ HUWER JOGOS DE AZAR JOGRAL JOHN WILCH JONAS JONAS N. GLIENKE JONAS VERGARA JOSE A. DALCERO JOSÉ ACÁCIO SANTANA JOSE CARLOS P. DOS SANTOS JOSÉ ERALDO SCHULZ JOSÉ H. DE A. MIRANDA JOSÉ I.F. DA SILVA JOSUÉ ROHLOFF JOVENS JR JR 28.5-9 JR 3 JR 31.1-6 JUAREZ BORCARTE JUDAS JUDAS ISCARIOTES JUDAS TADEU JUMENTINHO JUSTIFICAÇÃO JUVENTUDE KARL BARTH KEN SCHURB KRETZMANN LAERTE KOHLS LAODICÉIA LAR LC 12.32-40 LC 15.1-10 LC 15.11-32 LC 16.1-15 LC 17.1-10 LC 17.11-19 LC 19 LC 19.28-40 LC 2.1-14 LC 23.26-43 LC 24 LC 24.13-35 LC 3.1-14 LC 5 LC 6.32-36 LC 7 LC 7.1-10 LC 7.11-16 LC 7.11-17 LC 9.51-62 LEANDRO D. HÜBNER LEANDRO HUBNER LEI LEIGO LEIGOS LEITORES LEITURA LEITURAS LEMA LENSKI LEOCIR D. DALMANN LEONARDO RAASCH LEOPOLDO HEIMANN LEPROSOS LETRA LEUPOLD LIBERDADE CRISTÃ LIDER LIDERANÇA LILIAN LINDOLFO PIEPER LINK LITANIA LITURGIA LITURGIA DE ADVENTO LITURGIA DE ASCENSÃO LITURGIA DE CONFIRMAÇÃO LITURGIA EPIFANIA LITURGIA PPS LIVRO LLLB LÓIDE LOUVAI AO SENHOR LOUVOR LUCAS ALBRECHT LUCIFER LUCIMAR VELMER LUCINÉIA MANSKE LUGAR LUÍS CLAUDIO V. DA SILVA LUIS SCHELP LUISIVAN STRELOW LUIZ A. DOS SANTOS LUTERANISMO LUTERO LUTO MAÇONARIA MÃE MAMÃE MANDAMENTOS MANUAL MARCÃO MARCELO WITT MARCIO C. PATZER MARCIO LOOSE MARCIO SCHUMACKER MARCO A. CLEMENTE MARCOS J. FESTER MARCOS WEIDE MARIA J. RESENDE MÁRIO SONNTAG MÁRLON ANTUNES MARLUS SELING MARTIM BREHM MARTIN C. WARTH MARTIN H. FRANZMANN MARTINHO LUTERO MARTINHO SONTAG MÁRTIR MATERNIDADE MATEUS MATEUS KLEIN MATEUS L. LANGE MATRIMÔNIO MAURO S. HOFFMANN MC 1.1-8 MC 1.21-28 MC 1.4-11 MC 10.-16 MC 10.32-45 MC 11.1-11 MC 13.33-37 MC 4 MC 4.1-9 MC 6.14-29 MC 7.31-37 MC 9.2-9 MEDICAMENTOS MÉDICO MELODIA MEMBROS MEME MENSAGEIRO MENSAGEM MESSIAS MÍDIA MILAGRE MINISTÉRIO MINISTÉRIO FEMENINO MIQUÉIAS MIQUÉIAS ELLER MIRIAM SANTOS MIRIM MISSÃO MISTICISMO ML 3.14-18 ML 3.3 ML NEWS MODELO MÔNICA BÜRKE VAZ MORDOMIA MÓRMOM MORTE MOVIMENTOS MT 10.34-42 MT 11.25-30 MT 17.1-9 MT 18.21-45 MT 21.1-11 MT 28.1-10 MT 3 MT 4.1-11 MT 5 MT 5.1-12 MT 5.13-20 MT 5.20-37 MT 5.21-43 MT 5.27-32 MT 9.35-10.8 MULHER MULTIRÃO MUSESCORE MÚSICA MÚSICAS NAAÇÃO L. DA SILVA NAMORADO NAMORO NÃO ESQUECER NASCEU JESUS NATAL NATALINO PIEPER NATANAEL NAZARENO DEGEN NEEMIAS NEIDE F. HÜBNER NELSON LAUTERT NÉRISON VORPAGEL NILO FIGUR NIVALDO SCHNEIDER NM 21.4-9 NOITE FELIZ NOIVADO NORBERTO HEINE NOTÍCIAS NOVA ERA NOVO HORIZONTE NOVO TESTAMENTO O HOMEM OFERTA OFÍCIOS DAS CHAVES ONIPOTENCIA DIVINA ORAÇÃO ORAÇAODASEMANA ORATÓRIA ORDENAÇAO ORIENTAÇÕES ORLANDO N. OTT OSÉIAS EBERHARD OSMAR SCHNEIDER OTÁVIO SCHLENDER P172 P26 P30 P34 P36 P40 P42.1 P42.2 P70 P95 PADRINHOS PAI PAI NOSSO PAIS PAIXÃO DE CRISTO PALAVRA PALAVRA DE DEUS PALESTRA PAPAI NOEL PARA PARA BOLETIM PARÁBOLAS PARAMENTOS PARAPSICOLOGIA PARECIS PAROQUIAL PAROUSIA PARTICIPAÇÃO PARTITURA PARTITURAS PÁSCOA PASTOR PASTORAL PATERNIDADE PATMOS PAUL TORNIER PAULO PAULO F. BRUM PAULO FLOR PAULO M. NERBAS PAULO PIETZSCH PAZ Pe. ANTONIO VIEIRA PEÇA DE NATAL PECADO PEDAL PEDRA FUNDAMENTAL PEDRO PEM PENA DE MORTE PENEIRAS PENTECOSTAIS PENTECOSTES PERDÃO PÉRGAMO PIADA PIB PINTURA POEMA POESIA PÓS MODERNIDADE Pr BRUNO SERVES Pr. BRUNO AK SERVES PRÁTICA DA IGREJA PREEXISTÊNCIA PREGAÇÃO PRESÉPIO PRIMITIVA PROCURA PROFECIAS PROFESSORES PROFETA PROFISSÃO DE FÉ PROGRAMAÇÃO PROJETO PROMESSA PROVA PROVAÇÃO PROVÉRBIOS PRÓXIMO PSICOLOGIA PV 22.6 PV 23.22 PV 25 PV 31.28-30 PV 9.1-6 QUARESMA QUESTIONAMENTOS QUESTIONÁRIO QUESTIONÁRIO PLANILHA QUESTIONÁRIO TEXTO QUINTA-FEIRA SANTA QUIZ RÁDIO RADIOCPT RAFAEL E. ZIMMERMANN RAUL BLUM RAYMOND F. SURBURG RECEITA RECENSÃO RECEPÇÃO REDENÇÃO REENCARNAÇÃO REFLEXÃO REFORMA REGIMENTO REGINALDO VELOSO JACOB REI REINALDO LÜDKE RELACIONAMENTO RELIGIÃO RENATO L. REGAUER RESSURREIÇÃO RESTAURAR RETIRO RETÓRICA REUNIÃO RICARDO RIETH RIOS RITO DE CONFIRMAÇÃO RITUAIS LITURGICOS RM 12.1-18 RM 12.1-2 RM 12.12 RM 14.1-12 RM 3.19-28 RM 4 RM 4.1-8 RM 4.13-17 RM 5 RM 5.1-8 RM 5.12-21 RM 5.8 RM 6.1-11 RM 7.1-13 RM 7.14-25a RM 8.1-11 RM 8.14-17 ROBERTO SCHULTZ RODRIGO BENDER ROGÉRIO T. BEHLING ROMANOS ROMEU MULLER ROMEU WRASSE ROMUALDO H. WRASSE Rômulo ROMULO SANTOS SOUZA RONDÔNIA ROSEMARIE K. LANGE ROY STEMMAN RT 1.1-19a RUDI ZIMMER SABATISMO SABEDORIA SACERDÓCIO UNIVERSAL SACERDOTE SACOLINHAS SACRAMENTOS SADUCEUS SALMO SALMO 72 SALMO 80 SALMO 85 SALOMÃO SALVAÇÃO SAMARIA Samuel F SAMUEL VERDIN SANTA CEIA SANTIFICAÇÃO SANTÍSSIMA TRINDADE SÃO LUIS SARDES SATANÁS SAUDADE SAYMON GONÇALVES SEITAS SEMANA SANTA SEMINÁRIO SENHOR SEPULTAMENTO SERMÃO SERPENTE SERVAS SEXTA FEIRA SANTA SIDNEY SAIBEL SILVAIR LITZKOW SILVIO F. S. FILHO SIMBOLISMO SÍMBOLOS SINGULARES SISTEMÁTICA SL 101 SL 103.1-12 SL 107.1-9 SL 116.12-19 SL 118 SL 118.19-29 SL 119.153-160 SL 121 SL 128 SL 142 SL 145.1-14 SL 146 SL 15 SL 16 SL 19 SL 2.6-12 SL 22.1-24 SL 23 SL 30 SL 30.1-12 SL 34.1-8 SL 50 SL 80 SL 85 SL 90.9-12 SL 91 SL 95.1-9 SL11.1-9 SONHOS SOPRANO Sorriso STAATAS STILLE NACHT SUMO SACERDOTE SUPERTIÇÕES T6 TEATRO TEMA TEMPLO TEMPLO TEATRO E MERCADO TEMPO TENOR TENTAÇÃO TEOLOGIA TERCEIRA IDADE TESES TESSALÔNICA TESTE BÍBLICO TESTE DE EFICIÊNCIA TESTEMUNHAS DE JEOVÁ Texto Bíblico TG 1.12 TG 2.1-17 TG 3.1-12 TG 3.16-4.6 TIAGO TIATIRA TIMÓTEO TODAS POSTAGENS TRABALHO TRABALHO RURAL TRANSFERENCIA TRANSFIGURAÇÃO TRICOTOMIA TRIENAL TRINDADE TRÍPLICE TRISTEZA TRIUNFAL Truco Turma ÚLTIMO DOMINGO DA IGREJA UNIÃO UNIÃO ESTÁVEL UNIDADE UNIDOS PELO AMOR DE DEUS VALDIR L. JUNIOR VALFREDO REINHOLZ VANDER C. MENDOÇA VANDERLEI DISCHER VELA VELHICE VERSÍCULO VERSÍCULOS VIA DOLOROSA VICEDOM VÍCIO VIDA VIDA CRISTÃ VIDENTE VIDEO VIDEOS VÍDEOS VILS VILSON REGINA VILSON SCHOLZ VILSON WELMER VIRADA VISITA VOCAÇÃO VOLMIR FORSTER VOLNEI SCHWARTZHAUPT VOLTA DE CRISTO WALDEMAR REIMAN WALDUINO P.L. JUNIOR WALDYR HOFFMANN WALTER L. CALLISON WALTER O. STEYER WALTER T. R. JUNIOR WENDELL N. SERING WERNER ELERT WYLMAR KLIPPEL ZC ZC 11.10-14 ZC 9.9-12