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PEDRO, O TEMPERAMENTAL

PEDRO, O TEMPERAMENTAL

Pedro o temperamental: Será que o apóstolo foi mesmo temperamental, alguém que agia por impulsos e pelo temperamento forte? Se foi, quais as lições que podemos tirar de sua vida?

Cremos que a primeira resposta mais imediata é a de que Deus usa quem quer e como quer, independente do temperamento de cada um. Afinal, nem todos somos iguais, e nem todos os discípulos o foram.
A segunda resposta que encontramos, é que Deus molda o temperamento daqueles que o servem, mediante a ação do Espírito Santo. É bem verdade que Deus respeita a nassa natureza, pois foi assim que ele nos criou, mas o crente fiel, deixa-se trabalhar pelo Espírito Santo, e isso aconteceu com Simão Pedro. Veja o que Jesus disse acerca deste homem duro como uma pedra e extremamente independente nas suas decisões, lendo João 21.18. Não resta dúvida que Pedro foi a maior liderança entre os discípulos antes da morte de Jesus e depois da sua assunção, entre os apóstolos, e não poderíamos deixar de atentar sobre o fato de que nenhum outro apóstolo reuniu tantas virtudes e tantos defeitos, sendo ao mesmo tempo alvo de tantos louvores e de tantas repreensões. Cada um de nós encontra muito de Simão Pedro em si mesmo. Somos cheios de altos e baixos, mas quem pensaria que um humilde pescador seria ministro de uma fé, que nem o poderoso império romano apagaria.


  1. QUEM FOI PEDRO?
Seu nome era Simão e o nome de seu pai era Jonas (Mt 16.17) a sua família era da cidade de Betsaida (Jo 1.44), e parece que era sócio na indústria de pesca de Tiago e João, filhos de Zebedeu. (Lc 5.10). Sua conversão se deu através de seu irmão André, e conforme o Evangelho de João (Jo 1.41,42), quando o Senhor o encontra lhe dá o apelido de “Pedro”, ou “pedra”(provavelmente Jesus utilizou a forma aramaica kefá aportuguesado Cefas, antecipando a sua liderança, seu temperamento duro e a sua estatura, que viria a compor a fundação da Igreja, firmada na Rocha inabalável que é Cristo, na qual ele, Pedro, seria uma pedrinha e que desejou ardentemente, em sua epístola, escrita posteriormente, que fossemos pedras vivas, como ele: “vós também, quais pedras vivas, sois edificados como casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais, aceitáveis a Deus por Jesus Cristo.” (1Pe2.5)
2. A LIDERANÇA DE PEDRO:
O que não entendia direito na transfiguração (Mt 17.1-9), dormindo acintosamente na agonia de Jesus (Mt 26.37-40) ou prometendo fidelidade absoluta ao Mestre e logo a seguir negando-o veementemente (Mt 16 e 26.69-75). Poderíamos lembrar também de que foi Pedro quem ousou pedir ao Mestre que andasse sobre as águas (Mt 14), mas logo afundou, revelando sua inconstância. Lembramos também o mesmo Pedro com seu temperamento potente, com ardor e fé, resguardando a igreja de um dos períodos mais difíceis e iniciais, sob risco de desintegração com o movimento legalista que soprou sobre a Igreja nos seus primórdios (veja Atos 15.14-22).

  1. ALGUNS PONTOS DO CARÁTER DE PEDRO

  1. Era um líder nato. Exercia a liderança verdadeira, isto é, influenciava pessoas. Influenciar não é mandar, mas conduzir, e por isso foi convidado por Jesus a cuidar do Seu rebanho (João 21.15ss).

  2. Era determinado. Logo no início da igreja, quando a perseguição veio, o mesmo homem que negara ao Senhor, três vezes, agora diz veementemente: “Importa obedecer a Deus do que aos homens”, ainda que isso pusesse sua vida em risco (At 5.29).

  3. Era um bom orador. Falava sempre, e talvez por isso errasse tanto. (Mt 16.13-23), pois assim como no seu muito falar deu uma bela declaração acerca do Senhor Jesus, todavia, permitiu também que sua boca fosse usada pelo diabo: “Ele, porém, voltando-se, disse a Pedro: para trás de mim, Satanás, que me serves de escândalo; porque não estás pensando nas coisas que são de Deus, mas sim nas que sãos dos homens”. (Mt 16.23).

Convém aqui mencionar o que alguns provérbios dizem sobre a arte de falar no tempo certo:

  • É preciso coragem para levantar e falar, mas também é preciso coragem para sentar e ouvir. (desconhecido).

  • Todos os homens se enganam, mas só os grandes homens reconhecem que se enganaram. (Fontenelle)

  • O mais valioso de todos os talentos é aquele de nunca usar duas palavras quando uma basta. (Thomas Jefferson)

  • O silêncio é um dos argumentos mais difíceis de refutar. (Josh Billings)

  • O exercício do silêncio é tão importante quanto a pratica da palavra. (William James)

  • Arrependo-me muitas vezes de ter falado; nunca de ter silenciado. (Ciro)

  • É melhor calar-se e deixar que as pessoas pensem que você é tolo, do que falar e acabar com a dúvida. (Abraham Lincoln)

  • Ao dizer alguma coisa, cuide para que suas palavras não sejam piores que o seu silêncio. (Anônimo).

  • Até o tolo, estando calado, é tido por sábio; e o que cerra os seus lábios, por entendido. (Pv 17.28)
Tenhamos, pois, cuidado no nosso falar precipitado.

Vejamos outras características do temperamento descuidado do apóstolo:

  • Foi presunçoso ao afirmar que todos abandonariam o Mestre, menos ele: “Mas Pedro, respondendo, disse-lhe: Ainda que todos se escandalizem de ti, eu nunca me escandalizarei”. (Mt 26.33)

  • Foi orgulhoso, mas rápido em corrigir-se, quando Jesus ofereceu-se para lavar-lhe os pés. (Jo 13.8).

  • Foi impetuoso ao arrancar a orelha de Malco, servo do sumo sacerdote quando foram prender Jesus. Perceba que a intenção dele, possivelmente, era degolar o indivíduo, mas como não era homem hábil de espada e sim de pescaria, não soube manejar uma de quase vinte quilos, e por isso, arrancou-lhe apenas a orelha. (Jo 18.10).

  • Foi insensível ao deixar Jesus agonizar sozinho no Jardim do Getsemani (Mt 26.40).

  • Foi medroso ao negar conhecer Jesus, ante o medo de ser incriminado com ele (Lc 22.54-62).

Conclusão: O QUE PEDRO NOS ENSINA?
a) Ele foi um cristão autêntico, e precisamos de líderes autênticos que, a semelhança de Pedro possamos usar o nosso temperamento, moldado pelo Espírito Santo, para ser usado por Deus. Quando o Senhor lhe diz que quando fosse mais velho, seria mudado, também revela que Deus usaria a sua impetuosidade para determinados fins.
b) Ele foi um homem autêntico, que reconheceu o seu desvio quando negou a jesus e tornou-se uma grande testemunha do cristianismo. Segundo a história eclesiástica, Pedro foi crucificado de cabeça para baixo, porque não queria ser crucificado com seu Senhor.
c) Pedro revela que o líder não deve se esconder, mas mostrando a sua fragilidade, não tentar enganar as pessoas acerca de uma falsa imagem. “Quanto a isso gostaríamos de refletir sobre a humanidade de um líder cristão, sobretudo de nós pastores: Portanto, resumidamente, eu diria que quanto mais verdadeira for a espiritualidade de um cristão, mais humano ele se mostrará. O que passar disso não foi ensinado por Jesus e muito menos pelos seus apóstolos”.
Os líderes não se “abrem” na hora do “sufoco” por muitas razões:
1. Pela falácia vendida por muitos deles mesmos que em Cristo não teremos mais aflições. Especialmente depois da Teologia da Prosperidade, pois, em algumas de suas versões, até mesmo a doença do líder é escondida. Afinal, eles crêem que se oram e Deus... a cura deve acontecer porque o poder se aperfeiçoa na fortaleza deles... e não na fraqueza... como era a convicção de Paulo. Assim, a Glória não vai nunca para Deus, mas sempre para eles.
2. Não se abrem também porque não confiam em ninguém. Os “colegas” desprestigiam a dor de um líder que a expressa. “Está em crise” – é o que dizem. Então, ficam todos silenciosamente em crise... até que “explodem”.
3. Porque o líder oferece a si mesmo como o modelo do rebanho – não como a Palavra ensina: em moderação, mansidão, brandura e exemplo de vida mansa e serena na Graça! Ora, negando que ser “modelo do rebanho seja isso” eles instituem seus supostos super-poderes como referência auto-glorificante. Desse modo, o “modelo” do rebanho não é um homem, mas uma espécie de super homem.

Pedro tinha defeitos, era temperamental, mas veja o que o Senhor falou-lhe na sua sinceridade: “Pela terceira vez Jesus lhe perguntou: Simão, filho de João, tu me amas? Pedro entristeceu-se por ele lhe ter dito, pela terceira vez: Tu me amas? E respondeu-lhe: Senhor, tu sabes todas as coisas, tu sabes que eu te amo. Jesus lhe disse: Apascenta as minhas ovelhas”. (João 21.17). Podemos dizer que esta tríplice afirmação de Pedro repara publicamente a sua tríplice negação, conforme Jo 18.15-27?
Deus não exige de homens que já estejam prontos e acabados, mas busca aqueles que se deixam trabalhar por Ele. Aprendamos com Pedro, o temperamental.

1º EPÍSTOLA DE PEDRO

PRIMEIRA  EPÍSTOLA   DE   PEDRO
Biografia:  O nome original de Pedro era o nome hebraico Simeão  ( Atos 15.14; 2 Pedro 1.1 ), talvez, à semelhança de muitos judeus ele também tivesse adotado o nome Simão , como um nome grego de som semelhante.  O nome de seu pai era  Jonas ( Mateus 16.17 ); Pedro era casado ( Marcos 1.30 ) e, ao que nos indicam as palavras de 1 Coríntios 9.5, a sua esposa o acompanhava em seu ministério. Pedro tinha a sua residência em Cafarnaum , na Galiléia, perto do Mar da Galiléia ( Marcos 1.21 ), onde  trabalhava como pescador.  O irmão de Pedro, André, tinha um nome de origem grega.  Pedro falava aramaico, com um sotaque inconfundível dos judeus da parte Norte da palestina ( Marcos 14.70 ).  André, seu irmão, foi discípulo de João Batista ( João 1.39 ) , e muitos estudiosos querem dizer que Pedro também  o tivesse sido.  Foi como discípulo de Jesus que Simão recebeu o seu novo título: Cefas.  Cefas é uma palavra aramaica que significa Pedra.  No Novo Testamento, esse nome aramaico aparece traduzido muitas vezes pelo seu equivalente grego  Petros,  de onde vem o nome  Pedro.    Pedro foi um dos primeiros discípulos a serem chamados por Jesus, e aparece sempre em primeiro lugar na lista dos doze.  Também foi um dos três que formaram o círculo de discípulos mais íntimos de Jesus, juntamente com Tiago e João.   Sua gênio impulsivo é sempre retratado na Bíblia, e ele agia, algumas vezes, como porta-voz dos demais discípulos ( Mateus 15.15; 18.21; Marcos 1.36; 8.29; e outros ).  Talvez, os momentos mais marcantes da sua vida, relacionados ao ministério de Jesus, sejam nos episódios onde Jesus anda sobre o mar (  Mateus 14.22-33 ); a confissão de Pedro ( Mateus 16.13-20), a Transfiguração de Jesus ( Mateus 17.1-8 ); a negação de Pedro (  Mateus 26.69-75 ); Pedro e João vão ao sepulcro de Cristo ( João 20.1-10 ); a restauração de Pedro ( João 21.15-23 ).
 Pedro teve uma participação marcante na expansão da Igreja Cristã.  O livro de Atos dos Apóstolos registra a sua importante atuação na evangelização dos judeus e gentios.  Ele começa agindo no dia de Pentecostes, quando profere um bonito sermão e três mil pessoas são batizadas ( Atos 2 ).  No capítulo 3 de Atos, Pedro vai ao templo e, ali ocorre a cura de um homem coxo, o que serviu para que ele pudesse novamente pregar à multidão que concorria acerca daquele milagre.  Por causa da repercussão desse sinal, Pedro e João são presos e discursam perante o sinédrio ( Atos 4 ).  Pedro é o protagonista numa das mais duras cenas de toda a Bíblia: a morte de Ananias e Safira, quando o apóstolo foi o portador da palavra de sentença aquele casal incrédulo ( Atos 5 ).  Eles são presos mais uma vez, sendo libertados por um anjo do Senhor.  Daí em diante, o vemos pregando em Samaria, onde se defrontam com Elimas, o mágico.   No capítulo 10 de Atos, vemos Pedro anunciando o evangelho na casa do centurião Cornélio e, capítulo 11, defendendo a sua atitude de pôr-se entre os gentios para pregar a mensagem da salvação.   Depois disso vemos a sua prisão ( Atos 12 ) e a sua maravilhosa libertação, novamente gerenciada por um anjo do Senhor.  Há referências que ele tenha estado em Corinto ( 1 Coríntios 1.12 ).  Por fim, há indícios que ele esteve em Roma, onde possivelmente morreu, segundo a tradição, crucificado de cabeça para baixo.  Esses indícios são, porém, baseados no  fato de ele mencionar o lugar onde estava, em 1 Pedro  5.13, como sendo Babilônia, numa linguagem figurara para referir-se à Roma. 
1 - Os Destinatários:  A primeira carta de Pedro é endereçada a cinco províncias da Ásia menor: Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e Bitínia ( 1.1 ).  Pedro denomina os destinatários desta carta de : forasteiros da dispersão. Isto significa dizer que se tratavam de cristãos gentios que eram peregrinos em um mundo descrente  ( 2.11 ).  Os destinatários estavam  sendo perseguidos ( 3.16,17 ) e eram ridicularizados, difamados, acusados de deslealdade com o Estado ( 4.14,16 ).  Mas nada indica que houvesse uma perseguição oficial e geral.  Devia ter sido uma perseguição do ponto de vista social, da parte dos gentios que não admitiam que aqueles cristãos vivessem de uma forma diferente deles.
2 -  O Propósito de 1 Pedro:  O objetivo do apóstolo parece ser duplo: consolar os cristãos perseguidos e admoestar a que permaneçam na fé e na vida cristã santificada.   Pedro escreve, compartilhando com eles as mais preciosas palavras da graça de Deus, graça esta que ele mesmo experimentara, e a plenitude da esperança cristã.  Ele admoesta aqueles cristãos a viver uma vida compatível com a graça de Deus e com a suprema esperança da vida eterna, que proclame a salvação que eles têm a um mundo perdido e hostil ao evangelho.  Ele parece querer lançar os olhares dos seus leitores na graça de Deus de forma tal a que permaneçam firmes nela ( 5.12 ).
3 - Tema e Conteúdo:  Tema:  A grande esperança do Cristão.  Conteúdo:
3.1 - Introdução: 1.1,2:  Pedro saúda os leitores da  dispersão  em nome do Deus Triúno ( presciência de Deus, santificação do Espírito e aspersão do sangue de Cristo ).
3.2 - A esperança eleva o cristão acima de todos os sofrimentos do tempo presente 1.3-12;
3.3 - A esperança requer que os cristãos, como novo povo de Deus, vivam uma vida santa e irrepreensível 1.13 - 5.11
    1 - Devem viver a sua vida ,especialmente num ambiente pagão, submetendo-se às autoridades ( 2.11-17 ); os servos submetendo-se aos patrões ( 2.18-25 ); as mulheres e os maridos relacionando-se corretamente      ( 3.1-7 ); os cristãos, em geral, demonstrando as suas virtudes cristãs ( 3.8-12 ).
    2 - Também nas tentações e aflições devem levar uma vida paciente e mansa, ficar firmes na fé cristã e buscar conforto na lembrança do sofrimento e exaltação de Cristo ( 3.13-4.6 ).
    3 - Essa vida deve ser vivida em amor fraternal, tendo em vista a vinda de Cristo ( 4.7-11 ).  Devem estar dispostos a sofrer pacientemente as provações ( 4.12-19 ), e cumprir fielmente os seus deveres na congregação ( 5.1-5 ), ser sóbrios e vigilantes em face ao diabo e às tentações, sendo que Deus mesmo os há de aperfeiçoar, firmar , fortalecer e fundamentar ( 5.6-11 ).
4 - Conclusão: Inclui notícias pessoais e saudações, com uma bênção final.

4 - Tempo e Lugar :  Pedro envia saudações a seus leitores, dizendo que está na Babilônia ( 5.13 ).  Isso, sem dúvida, é uma referência a congregação que estava em Roma, porque ele a chama de  eleita , e a palavra grega Igreja é feminina.  Babilônia, desde o Antigo  Testamento tornou-se símbolo da corporação do poder mundial inimigo de Deus. É assim considerada no Apocalipse.  E, assim, Pedro emprega esse nome para referir-se a Roma, sendo Roma um lugar onde imperavam poderes anticristãos e práticas idólatras.  Ao que tudo indica, ele deve ter escrito essa sua primeira carta por volta do ano 64 Depois de Cristo.

5 - Características:  A primeira epístola de Pedro é muitas vezes chamada de  A Carta da Esperança.  E ela expressa a esperança do cristão que, firme na sua fé,  confia em Cristo e supera todas as dificuldades.  Erasmo de Roterdã, o maior humanista da Idade Média, disse que esta carta era fraca em palavras mas rica em conteúdo.

6 - A Graça de Deus em 1 Pedro: Pedro fala da graça de Deus especificamente em 5.12 : " ... testificando que esta é a genuína graça de Deus; nela estai firmes".  Pedro leva o evangelho da graça a cristãos que estavam sendo perseguidos.  Pedro mostra a Jesus como exemplo nas adversidades, ele que sofreu, para presenteá-los com a esperança, num mundo hostil: " Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus cristo dentre os mortos, para uma herança incorruptível, sem mácula, imarcescível, reservada para vós outros "  ( 1.3,4 ) " a quem não havendo visto, amais; no qual, não vendo agora,  mas crendo, exultais com alegria indizível e cheia de glória, obtendo o fim da vossa fé, a salvação da vossa alma." ( 1.8,9 ).  É o evangelho da graça de Deus que conforta e dá esperança ao cristão em tempos de tribulação e perseguição.

7 - Lutero sobre 1 Pedro: " Esta epístola, o apóstolo Pedro escreveu para gentios convertidos; ele exorta-os a  permanecer firmes na fé e a  desenvolver a fé em meio a todo tipo de sofrimentos.  Exorta-os a prática de boas obras.  Ele procura fortalecer a sua fé através das promessas divinas e do poder da salvação futura.  Ele os ensina a conhecer a Cristo como Cabeça e Pedra Angular, e como verdadeiro sacerdote que sacrificou-se por eles a Deus. E ele dá instrução de como eles deveriam viver nos mais diferentes estados.  Ele os exorta a viver sobriamente, de forma vigilante, temperada, uma vida de oração e encontrar conforto e força nos sofrimentos de Cristo.  Ele exorta os  pastores a como eles deveriam viver e  cuidar do povo.

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EIDAM ELIEU RADINS ELIEZE GUDE ELIMINATÓRIAS ELISEU TEICHMANN ELMER FLOR ELMER T. JAGNOW EMÉRITO EMERSON C. IENKE EMOÇÃO EN ENCARNAÇÃO ENCENAÇÃO ENCONTRO ENCONTRO DE CRIANÇA 2014 ENCONTRO DE CRIANÇAS 2015 ENCONTRO DE CRIANÇAS 2016 ENCONTRO PAROQUIAL DE FAMILIA ENCONTROCORAL ENFERMO ENGANO ENSAIO ENSINO ENTRADA TRIUNFAL ENVELHECER EPIFANIA ERA INCONCLUSA ERNI KREBS ERNÍ W. SEIBERT ERVINO M. SPITZER ESBOÇO ESCATOLOGIA ESCO ESCOLAS CRISTÃS ESCOLÁSTICA ESCOLINHA ESCOLINHA DOMINICAL ESDRAS ESMIRNA ESPADA DE DOIS GUMES ESPIRITISMO ESPÍRITO SANTO ESPIRITUALIDADE ESPÍSTOLA ESPORTE ESTAÇÃODAFÉ ESTAGIÁRIO ESTAGIÁRIOS ESTATUTOS ESTER ESTER 6-10 ESTRADA estudo ESTUDO BÍBLICO ESTUDO DIRIGIDO ESTUDO HOMILÉTICO ÉTICA EVANDRO BÜNCHEN EVANGELHO EVANGÉLICO EVANGELISMO EVERSON G. HAAS EVERSON GASS EVERVAL LUCAS EVOLUÇÃO ÊX EX 14 EX 17.1-17 EX 20.1-17 EX 24.3-11 EX 24.8-18 EXALTAREI EXAME EXCLUSÃO EXEGÉTICO EXORTAÇÃO EZ 37.1-14 EZEQUIEL BLUM Fabiano FÁBIO A. NEUMANN FÁBIO REINKE FALECIMENTO FALSIDADE FAMÍLIA FARISEU FELIPE AQUINO FELIPENSES FESTA FESTA DA COLHEITA FICHA FILADÉLFIA FILHO DO HOMEM FILHO PRÓDIGO FILHOS FILIPE FILOSOFIA FINADOS FLÁVIO L. HORLLE FLÁVIO SONNTAG FLOR DA SERRA FLORES Formatura FÓRMULA DE CONCÓRDIA Fotos FOTOS ALTO ALEGRE FOTOS CONGRESSO DE SERVAS 2010 FOTOS CONGRESSO DE SERVAS 2012 FOTOS ENCONTRO DE CRIANÇA 2012 FOTOS ENCONTRO DE CRIANÇAS 2013 FOTOS ENCONTRO ESPORTIVO 2012 FOTOS FLOR DA SERRA FOTOS P172 FOTOS P34 FOTOS PARECIS FOTOS PROGRAMA DE NATAL P34 FP 2.5-11 FP 3 FP 4.4-7 FP 4.4-9 FRANCIS HOFIMANN FRASES FREDERICK KEMPER FREUD FRUTOS DO ES GÁLATAS GALILEU GALILEI GATO PRETO GAÚCHA GELSON NERI BOURCKHARDT GENESIS GÊNESIS 32.22-30 GENTIO GEOMAR MARTINS GEORGE KRAUS GERHARD GRASEL GERSON D. BLOCH GERSON L. LINDEN GERSON ZSCHORNACK GILBERTO C. WEBER GILBERTO V. DA SILVA GINCANAS GL 1.1-10 GL 1.11-24 GL 2.15-21 GL 3.10-14 GL 3.23-4.1-7 GL 5.1 GL 5.22-23 GL 6.6-10 GLAYDSON SOUZA FREIRE GLEISSON R. SCHMIDT GN 01 GN 1-50 GN 1.1-2.3 GN 12.1-9 GN 15.1-6 GN 2.18-25 GN 21.1-20 GN 3.14-16 GN 32 GN 45-50 GN 50.15-21 GRAÇA DIVINA GRATIDÃO GREGÓRIO MAGNO GRUPO GUSTAF WINGREN GUSTAVO D. SCHROCK HB 11.1-3; 8-16 HB 12 HB 12.1-8 HB 2.1-13 HB 4.14-16 5.7-9 HC 1.1-3 HC 2.1-4 HÉLIO ALABARSE HERIVELTON REGIANI HERMENÊUTICA HINÁRIO HINO HISTÓRIA HISTÓRIA DA IGREJA ANTIGA E MEDIEVAL HISTÓRIA DO NATAL HISTORINHAS BÍBLICAS HL 10 HL 164 HOMILÉTICA HOMOSSEXUALISMO HORA LUTERANA HORST KUCHENBECKER HORST S MUSSKOPF HUMOR IDOSO IECLB IELB IGREJA IGREJA CRISTÃ IGREJAS ILUSTRAÇÃO IMAGEM IN MEMORIAN INAUGURAÇÃO ÍNDIO INFANTIL INFERNO INFORMATIVO INSTALAÇÃO INSTRUÇÃO INTRODUÇÃO A BÍBLIA INVESTIMENTO INVOCAÇÕES IRINEU DE LYON IRMÃO FALTOSO IROMAR SCHREIBER IS 12.2-6 IS 40.1-11 IS 42.14-21 IS 44.6-8 IS 5.1-7 IS 50.4-9 IS 52.13-53-12 IS 53.10-12 IS 58.5-9a IS 61.1-9 IS 61.10-11 IS 63.16 IS 64.1-8 ISACK KISTER BINOW ISAGOGE ISAÍAS ISAQUE IURD IVONELDE S. TEIXEIRA JACK CASCIONE JACSON J. OLLMANN JARBAS HOFFIMANN JEAN P. DE OLIVEIRA JECA JELB JELB DIVAGUA JEOVÁ JESUS JN JO JO 1 JO 10.1-21 JO 11.1-53 JO 14 JO 14.1-14 JO 14.15-21 JO 14.19 JO 15.5 JO 18.1-42 JO 2 JO 20.19-31 JO 20.8 JO 3.1-17 JO 4 JO 4.5-30 JO 5.19-47 JO 6 JO 6.1-15 JO 6.51-58 JO 7.37-39 JO 9.1-41 JOÃO JOÃO 20.19-31 JOÃO C. SCHMIDT JOÃO C. TOMM JOÃO N. FAZIONI JOEL RENATO SCHACHT JOÊNIO JOSÉ HUWER JOGOS DE AZAR JOGRAL JOHN WILCH JONAS JONAS N. GLIENKE JONAS VERGARA JOSE A. DALCERO JOSÉ ACÁCIO SANTANA JOSE CARLOS P. DOS SANTOS JOSÉ ERALDO SCHULZ JOSÉ H. DE A. MIRANDA JOSÉ I.F. DA SILVA JOSUÉ ROHLOFF JOVENS JR JR 28.5-9 JR 3 JR 31.1-6 JUAREZ BORCARTE JUDAS JUDAS ISCARIOTES JUDAS TADEU JUMENTINHO JUSTIFICAÇÃO JUVENTUDE KARL BARTH KEN SCHURB KRETZMANN LAERTE KOHLS LAODICÉIA LAR LC 12.32-40 LC 15.1-10 LC 15.11-32 LC 16.1-15 LC 17.1-10 LC 17.11-19 LC 19 LC 19.28-40 LC 2.1-14 LC 23.26-43 LC 24 LC 24.13-35 LC 3.1-14 LC 5 LC 6.32-36 LC 7 LC 7.1-10 LC 7.11-16 LC 7.11-17 LC 9.51-62 LEANDRO D. HÜBNER LEANDRO HUBNER LEI LEIGO LEIGOS LEITORES LEITURA LEITURAS LEMA LENSKI LEOCIR D. DALMANN LEONARDO RAASCH LEOPOLDO HEIMANN LEPROSOS LETRA LEUPOLD LIBERDADE CRISTÃ LIDER LIDERANÇA LILIAN LINDOLFO PIEPER LINK LITANIA LITURGIA LITURGIA DE ADVENTO LITURGIA DE ASCENSÃO LITURGIA DE CONFIRMAÇÃO LITURGIA EPIFANIA LITURGIA PPS LIVRO LLLB LÓIDE LOUVAI AO SENHOR LOUVOR LUCAS ALBRECHT LUCIFER LUCIMAR VELMER LUCINÉIA MANSKE LUGAR LUÍS CLAUDIO V. DA SILVA LUIS SCHELP LUISIVAN STRELOW LUIZ A. DOS SANTOS LUTERANISMO LUTERO LUTO MAÇONARIA MÃE MAMÃE MANDAMENTOS MANUAL MARCÃO MARCELO WITT MARCIO C. PATZER MARCIO LOOSE MARCIO SCHUMACKER MARCO A. CLEMENTE MARCOS J. FESTER MARCOS WEIDE MARIA J. RESENDE MÁRIO SONNTAG MÁRLON ANTUNES MARLUS SELING MARTIM BREHM MARTIN C. WARTH MARTIN H. FRANZMANN MARTINHO LUTERO MARTINHO SONTAG MÁRTIR MATERNIDADE MATEUS MATEUS KLEIN MATEUS L. LANGE MATRIMÔNIO MAURO S. HOFFMANN MC 1.1-8 MC 1.21-28 MC 1.4-11 MC 10.-16 MC 10.32-45 MC 11.1-11 MC 13.33-37 MC 4 MC 4.1-9 MC 6.14-29 MC 7.31-37 MC 9.2-9 MEDICAMENTOS MÉDICO MELODIA MEMBROS MEME MENSAGEIRO MENSAGEM MESSIAS MÍDIA MILAGRE MINISTÉRIO MINISTÉRIO FEMENINO MIQUÉIAS MIQUÉIAS ELLER MIRIAM SANTOS MIRIM MISSÃO MISTICISMO ML 3.14-18 ML 3.3 ML NEWS MODELO MÔNICA BÜRKE VAZ MORDOMIA MÓRMOM MORTE MOVIMENTOS MT 10.34-42 MT 11.25-30 MT 17.1-9 MT 18.21-45 MT 21.1-11 MT 28.1-10 MT 3 MT 4.1-11 MT 5 MT 5.1-12 MT 5.13-20 MT 5.20-37 MT 5.21-43 MT 5.27-32 MT 9.35-10.8 MULHER MULTIRÃO MUSESCORE MÚSICA MÚSICAS NAAÇÃO L. DA SILVA NAMORADO NAMORO NÃO ESQUECER NASCEU JESUS NATAL NATALINO PIEPER NATANAEL NAZARENO DEGEN NEEMIAS NEIDE F. HÜBNER NELSON LAUTERT NÉRISON VORPAGEL NILO FIGUR NIVALDO SCHNEIDER NM 21.4-9 NOITE FELIZ NOIVADO NORBERTO HEINE NOTÍCIAS NOVA ERA NOVO HORIZONTE NOVO TESTAMENTO O HOMEM OFERTA OFÍCIOS DAS CHAVES ONIPOTENCIA DIVINA ORAÇÃO ORAÇAODASEMANA ORATÓRIA ORDENAÇAO ORIENTAÇÕES ORLANDO N. OTT OSÉIAS EBERHARD OSMAR SCHNEIDER OTÁVIO SCHLENDER P172 P26 P30 P34 P36 P40 P42.1 P42.2 P70 P95 PADRINHOS PAI PAI NOSSO PAIS PAIXÃO DE CRISTO PALAVRA PALAVRA DE DEUS PALESTRA PAPAI NOEL PARA PARA BOLETIM PARÁBOLAS PARAMENTOS PARAPSICOLOGIA PARECIS PAROQUIAL PAROUSIA PARTICIPAÇÃO PARTITURA PARTITURAS PÁSCOA PASTOR PASTORAL PATERNIDADE PATMOS PAUL TORNIER PAULO PAULO F. BRUM PAULO FLOR PAULO M. NERBAS PAULO PIETZSCH PAZ Pe. ANTONIO VIEIRA PEÇA DE NATAL PECADO PEDAL PEDRA FUNDAMENTAL PEDRO PEM PENA DE MORTE PENEIRAS PENTECOSTAIS PENTECOSTES PERDÃO PÉRGAMO PIADA PIB PINTURA POEMA POESIA PÓS MODERNIDADE Pr BRUNO SERVES Pr. BRUNO AK SERVES PRÁTICA DA IGREJA PREEXISTÊNCIA PREGAÇÃO PRESÉPIO PRIMITIVA PROCURA PROFECIAS PROFESSORES PROFETA PROFISSÃO DE FÉ PROGRAMAÇÃO PROJETO PROMESSA PROVA PROVAÇÃO PROVÉRBIOS PRÓXIMO PSICOLOGIA PV 22.6 PV 23.22 PV 25 PV 31.28-30 PV 9.1-6 QUARESMA QUESTIONAMENTOS QUESTIONÁRIO QUESTIONÁRIO PLANILHA QUESTIONÁRIO TEXTO QUINTA-FEIRA SANTA QUIZ RÁDIO RADIOCPT RAFAEL E. ZIMMERMANN RAUL BLUM RAYMOND F. SURBURG RECEITA RECENSÃO RECEPÇÃO REDENÇÃO REENCARNAÇÃO REFLEXÃO REFORMA REGIMENTO REGINALDO VELOSO JACOB REI REINALDO LÜDKE RELACIONAMENTO RELIGIÃO RENATO L. REGAUER RESSURREIÇÃO RESTAURAR RETIRO RETÓRICA REUNIÃO RICARDO RIETH RIOS RITO DE CONFIRMAÇÃO RITUAIS LITURGICOS RM 12.1-18 RM 12.1-2 RM 12.12 RM 14.1-12 RM 3.19-28 RM 4 RM 4.1-8 RM 4.13-17 RM 5 RM 5.1-8 RM 5.12-21 RM 5.8 RM 6.1-11 RM 7.1-13 RM 7.14-25a RM 8.1-11 RM 8.14-17 ROBERTO SCHULTZ RODRIGO BENDER ROGÉRIO T. BEHLING ROMANOS ROMEU MULLER ROMEU WRASSE ROMUALDO H. WRASSE Rômulo ROMULO SANTOS SOUZA RONDÔNIA ROSEMARIE K. LANGE ROY STEMMAN RT 1.1-19a RUDI ZIMMER SABATISMO SABEDORIA SACERDÓCIO UNIVERSAL SACERDOTE SACOLINHAS SACRAMENTOS SADUCEUS SALMO SALMO 72 SALMO 80 SALMO 85 SALOMÃO SALVAÇÃO SAMARIA Samuel F SAMUEL VERDIN SANTA CEIA SANTIFICAÇÃO SANTÍSSIMA TRINDADE SÃO LUIS SARDES SATANÁS SAUDADE SAYMON GONÇALVES SEITAS SEMANA SANTA SEMINÁRIO SENHOR SEPULTAMENTO SERMÃO SERPENTE SERVAS SEXTA FEIRA SANTA SIDNEY SAIBEL SILVAIR LITZKOW SILVIO F. S. FILHO SIMBOLISMO SÍMBOLOS SINGULARES SISTEMÁTICA SL 101 SL 103.1-12 SL 107.1-9 SL 116.12-19 SL 118 SL 118.19-29 SL 119.153-160 SL 121 SL 128 SL 142 SL 145.1-14 SL 146 SL 15 SL 16 SL 19 SL 2.6-12 SL 22.1-24 SL 23 SL 30 SL 30.1-12 SL 34.1-8 SL 50 SL 80 SL 85 SL 90.9-12 SL 91 SL 95.1-9 SL11.1-9 SONHOS SOPRANO Sorriso STAATAS STILLE NACHT SUMO SACERDOTE SUPERTIÇÕES T6 TEATRO TEMA TEMPLO TEMPLO TEATRO E MERCADO TEMPO TENOR TENTAÇÃO TEOLOGIA TERCEIRA IDADE TESES TESSALÔNICA TESTE BÍBLICO TESTE DE EFICIÊNCIA TESTEMUNHAS DE JEOVÁ Texto Bíblico TG 1.12 TG 2.1-17 TG 3.1-12 TG 3.16-4.6 TIAGO TIATIRA TIMÓTEO TODAS POSTAGENS TRABALHO TRABALHO RURAL TRANSFERENCIA TRANSFIGURAÇÃO TRICOTOMIA TRIENAL TRINDADE TRÍPLICE TRISTEZA TRIUNFAL Truco Turma ÚLTIMO DOMINGO DA IGREJA UNIÃO UNIÃO ESTÁVEL UNIDADE UNIDOS PELO AMOR DE DEUS VALDIR L. JUNIOR VALFREDO REINHOLZ VANDER C. MENDOÇA VANDERLEI DISCHER VELA VELHICE VERSÍCULO VERSÍCULOS VIA DOLOROSA VICEDOM VÍCIO VIDA VIDA CRISTÃ VIDENTE VIDEO VIDEOS VÍDEOS VILS VILSON REGINA VILSON SCHOLZ VILSON WELMER VIRADA VISITA VOCAÇÃO VOLMIR FORSTER VOLNEI SCHWARTZHAUPT VOLTA DE CRISTO WALDEMAR REIMAN WALDUINO P.L. JUNIOR WALDYR HOFFMANN WALTER L. CALLISON WALTER O. STEYER WALTER T. R. JUNIOR WENDELL N. SERING WERNER ELERT WYLMAR KLIPPEL ZC ZC 11.10-14 ZC 9.9-12