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A MISSÃO COMO OBRA DE DEUS

INSTITUTO CONCÓRDIA DE SÃO PAULO
Escola Superior de Teologia
Disciplina: Missiologia I
Professor: Ari Lange
Aluno: Ezequiel Blum – 3º Teológico                                                                  2º Trimestre de 1999

RECENSÃO


VICEDOM, Georg F. A missão como obra de Deus: introdução a uma teologia da missão. Trad.
     Ilson Kayser. São Leopoldo: Sinodal, 1996.

            A obra apresenta, nas páginas 7 e 8, muitos fatos marcantes a respeito de Georg Friedrich Vicedom. Vamos expor alguns destes fatos. Vicedom (1903-1974) foi um missiólogo muito especial. Nasceu na Baviera (Alemanha) em uma região rural há séculos ligada à Igreja Evangélica Luterana. Entrou no Seminário para Missão e Diáspora de Neuendettelsau (Baviera), em 1922, tornando-se aluno de outro missionário, Christian Keysser. Em 1929, após estudos complementares na Universidade de Hamburgo, Vicedom foi enviado pela Obra Missionária de Neuendettelsau para a Nova Guiné. Conviveu por dez anos com tribos no planalto central daquela ilha. Durante este trabalho pioneiro, Vicedom viveu longe da esposa e dos filhos por quatro anos. De 1946 em diante foi professor no seu Seminário. Depois, foi o primeiro catedrático de Missiologia na Escola Superior de Teologia do mesmo local e também tornou-se livre-docente na Universidade de Erlangen (Baviera). Foi um período que lecionou e publicou muitas obras teológicas, cooperou em inúmeros grupos de trabalho, congressos, sínodos e assembléias, em nível regional, nacional e internacional, no campo de ação da família universal evangélica luterana e também do Conselho Mundial de Igrejas. Desta forma, chegou a visitar todos os continentes, vindo ao Brasil em 1967. Acompanhado pelo pastor Norberto Schwantes, visitou também duas áreas indígenas, o Parque Nacional do Xingu e uma aldeia Xavante no Mato Grosso. São estes os fatos que achamos importante destacar da vida e obra de Vicedom.
            Como o próprio título do livro indica, com esta obra Vicedom pretende demonstrar a maneira como deve ser vista a missão, sendo nós instrumentos de Deus e não donos da obra missionária. Por isso é digno o título dado ao livro: “A missão como obra de Deus”. Vemos, ainda, que o autor toma como base a Bíblia, isto percebemos devido ao grande número de referências bíblicas (o que é muito bom) que são apresentadas na obra. O autor também escreve, na página 125 desta obra, o seguinte: “Meu objetivo era o de salientar como a missão e o senhorio de Cristo têm sua fundamentação e possibilidade na ação salvífica de Cristo. Esta ação salvífica, porém, somente pode ser entendida a partir da escatologia”. Parece-nos claro o objetivo de Vicedom com a obra em questão.
            O livro trata da Missio Dei e nos dá uma definição para esta expressão: a missão é obra de Deus, quem atua é sempre o próprio Deus. A Igreja, os cristãos, são instrumentos nas mãos de Deus.
            O motivo da missão é porque Deus quer salvar as pessoas. Deus criou o mundo e o ser humano. Com a queda em pecado foi perturbada a relação entre Deus e o ser humano, mas mesmo assim Deus não abandonou o pecador e sim, procura reconquistar o mesmo.  O diabo é inimigo de Deus e de sua missão. Deus quer nos tirar do reino do diabo para o seu reino através da sua missão.
Jesus é o conteúdo do reino. Cristo conduz o reino e lhe dá o conteúdo. A proclamação do evangelho é a mensagem do reino. Quem anuncia a Jesus, anuncia o reino. Por meio da proclamação o reino se torna presente. Jesus quer salvar o ser humano do reino do mundo e então, envolve os seus na luta através da proclamação.
            O reino de Deus não é exclusivo de um grupo. Deus quer salvar a todos. Jesus, então, quis e quer a missão entre todas as pessoas.  Jesus tornou-se o rei do reino e quer que a mensagem do reino seja proclamada às pessoas, para que sejam preparadas para sua volta e salvas por meio da pregação. No serviço da Igreja realiza-se a missão de Deus.
            A missão é obra de Deus através da qual manda oferecer, por meio de seus enviados, aos seres humanos tudo que tem em mente para sua salvação. Deus se revela efetuando ele mesmo o envio. Deus executa o envio agindo com o povo.
            Com Cristo inicia a missão de Deus especial, pois nele Deus é ao mesmo tempo o enviador e o enviado, o que se revela e a revelação. Por meio de seu Filho, o próprio Deus se torna o conteúdo do envio.
            Missão é a atividade imediata de Deus, por meio da qual Deus se revela como aquele que age com os seres humanos e os salva. As pessoas chamadas especialmente pelo Senhor e enviadas com determinada missão são denominadas, no Novo Testamento, apóstolos, são escolhidas pelo próprio Senhor e equipadas com sua autoridade. Os apóstolos são testemunhas oculares de eventos históricos: da vida, morte e ressurreição do Senhor.
            O Senhor transmite o envio à Igreja e faz dela a mensageira para o mundo, a Igreja é o instrumento da bondade de Deus. Através de seus mensageiros Deus chama os que preparou para a salvação. O próprio Deus está em atividade ainda hoje.
            O objetivo da missão é fazer discípulos. Todo discípulo é testemunha de seu Senhor, com o qual está comprometido inteiramente. A designação “discípulos” também é aplicada aos cristãos que foram levados à fé pela palavra dos apóstolos. O Senhor equipa estes discípulos com o dom do Espírito Santo para levarem a mensagem da salvação para as pessoas. Por meio do Espírito Santo os discípulos se tornam testemunhas e colaboradores do Senhor, levando as pessoas ao Senhor.
            Se Deus não tivesse enviado seu Filho e se não tivesse agido entre os povos pelo dom do Espírito Santo, não existiriam Igreja, nem comunidade de Deus, nem apostolado, nem missão. Na missão da Igreja, Deus continua sendo aquele que envia, orienta, determina.
            A Igreja é instrumento de Deus. O serviço da Igreja é dar testemunho de Cristo, anunciar a mensagem da redenção ao mundo perdido e chamar as pessoas à fé em Cristo. O objetivo ou alvo da missão é a conquista de todos os seres humanos e sua congregação na comunidade de Jesus Cristo. O evangelho se destina a todas as pessoas. Mas temos que lembrar que a Escritura deixa claro que apenas parte das pessoas aceitará a mensagem. E ainda temos que lembrar que mesmo a pessoa que não pertence à comunidade de Deus, permanece sendo criatura de Deus e objeto de seu amor.
            Para que um missionário consiga levar a mensagem de Deus de forma mais eficiente, este deve fazer como Jesus, que veio ao mundo como homem e viveu sob as mesmas condições sob as quais o povo tinha de viver.
            A missão tem a tarefa de testemunhar o evangelho. É importante que a mensagem se torne realidade através do envio. Deus realiza sua obra sempre na medida em que seu mensageiro se tornou instrumento. O mensageiro deve subordinar-se ao agir de Deus. Para levar as pessoas à fé, os mensageiros têm que cumprir sua missão. A palavra é o meio da missão.
            A comunidade cristã participa da vida do povo, influencia-o através da proclamação e de sua vida. O Senhor congrega seus crentes em sua comunidade e nela os preserva em seu serviço por meio da palavra e sacramento. Assim a comunidade se torna portadora da revelação no mundo. Os dons de Deus nos sacramentos têm o seguinte aspecto: servem à salvação do ser humano e, ao mesmo tempo, são o conteúdo do testemunho dos salvos. Por isso, os sacramentos são de grande importância para a missão entre os povos.
            Testemunhamos o que nos é dado na fé. Os cristãos são autênticas testemunhas da verdade, para as quais aquilo que, segundo a Escritura, aconteceu por meio de Cristo se tornou uma certeza. No testemunho da verdade se evidencia que, em última análise, é Deus que promove sua missão e usa a comunidade para o serviço da salvação.
Os cristãos devem saber e anunciar ao mundo que o Senhor não vem somente a fim de realizar sua comunidade e assumir seu senhorio (autoridade) sobre toda a criação, mas também para julgar o mundo. Assim a cristandade poderá reconhecer sua própria culpa, chamar as pessoas ao arrependimento, procurar e despertar o anseio por perdão. Isto é dado pela mensagem plena da lei e do evangelho. Precisamos tentar fundamentar a missão a partir da justificação.
            A missão é obra divina e condução divina. Deus mesmo assume o envio. Torna seu Filho missionário e, na plenitude do tempo, o envia ao mundo como revelador de seu amor. Sua compaixão excede todos os limites humanos. O trabalho missionário é obra do próprio Deus, pela qual hoje leva sua comunidade ao trabalho, a fim de exercer sua misericórdia para com os perdidos. Através de seu enviado, seu Filho, Deus põe em ordem seu relacionamento com as pessoas, a fim de livrá-las do juízo. O amor de Deus transforma o enviado em Salvador.
            A missão como obra da misericórdia divina, que Deus iniciou através do envio de seu Filho, é continuada por ele agora ao incumbir sua comunidade, por meio do seu enviado, da propagação de sua palavra e da proclamação de sua vontade salvadora. Este serviço da Igreja somente é possível porque ela mesma experimentou compaixão através da ação redentora do Filho de Deus. Mas este serviço continua sendo obra de Deus. Através do Espírito Santo Deus leva sua comunidade ao serviço missionário. Sem fé na justificação a missão está sem pressuposto, sem a misericórdia de Deus está sem objetivo. A missão não pode ser realizada pela comunidade se a mesma não se entende sempre como instrumento e tem a consciência de estar a serviço do Senhor. Os dons da justificação e a preparação para o serviço se tornam eficazes através da oração.
Todas as pessoas estão sob o pecado e perdidas. Visto que Deus quer salvar a todas através de seu Filho, por meio da justificação, na missão elas são confrontadas com a mensagem desse amor. Deus quer reunir seu povo através de seu evangelho, do serviço da comunidade, que consiste na proclamação da justificação. A fim de reunir tal comunidade dentro do mundo, Deus usa, através do Espírito Santo, sua Igreja e faz proclamar sua salvação entre as pessoas perdidas. Os meios de missão para levar a redenção à humanidade perdida são o Espírito, o batismo e a santa ceia. O serviço da missão apenas estará concluído quando Deus concluir a redenção das pessoas através do retorno de seu Filho.
            O objetivo da missão é a redenção das pessoas da condenação eterna. Esta também é a missão da Igreja. A pregação da justificação sempre tem como objetivo a consumação. Na justificação final será revelado tudo o que Deus já nos ofereceu na justificação por meio da palavra e do sacramento.
Podemos destacar, ainda, que o autor conclui afirmando, na página 127, que justificação é “o fundamento e motor para o esplêndido serviço de levar a salvação às pessoas perdidas e edificar a comunidade do Senhor, na qual ele consumará tudo o que ela pôde, na fé, aceitar de sua mão.”
            Esta obra de Vicedom não parece ser muito objetiva se tratando da abordagem dos fatos apresentados e ainda, a linguagem utilizada pelo autor é um tanto difícil, mas isto não prejudicou o conteúdo desta obra. O autor nos traz muitos detalhes, aprofunda bastante o assunto sobre a missão. Vicedom apresenta a missão de uma forma bastante concreta e significativa.
            O autor utiliza algumas expressões de outras línguas no decorrer da obra, o que dificulta um pouco a compreensão. Por outro lado, Vicedom é repetitivo em alguns casos, destacando assim os assuntos mais importantes que são tratados na obra. Esta repetição em torno de alguns assuntos que merecem destaque não tornou a leitura enjoativa, pelo contrário, facilitou a compreensão.
            Ainda podemos destacar o grande número de citações expostas no livro.  Tais citações que o autor faz foram proveitosas, pois ilustraram muito bem o assunto e facilitaram a compreensão do significado de termos e expressões contidas no texto.
            Estamos convictos de que Vicedom atingiu seu objetivo com esta obra. Sem dúvida, “A missão como obra de Deus” é um livro muito valioso para pastores, teólogos e estudantes de teologia. Recomendamos esta obra, especialmente, para pessoas que cursam ou que concluíram o terceiro grau (devido a difícil linguagem que o livro utiliza) e que são interessadas na área de missiologia. Certamente, tais pessoas poderão se beneficiar com esta obra de Vicedom.

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NEUMANN FÁBIO REINKE FALECIMENTO FALSIDADE FAMÍLIA FARISEU FELIPE AQUINO FELIPENSES FESTA FESTA DA COLHEITA FICHA FILADÉLFIA FILHO DO HOMEM FILHO PRÓDIGO FILHOS FILIPE FILOSOFIA FINADOS FLÁVIO L. HORLLE FLÁVIO SONNTAG FLOR DA SERRA FLORES Formatura FÓRMULA DE CONCÓRDIA Fotos FOTOS ALTO ALEGRE FOTOS CONGRESSO DE SERVAS 2010 FOTOS CONGRESSO DE SERVAS 2012 FOTOS ENCONTRO DE CRIANÇA 2012 FOTOS ENCONTRO DE CRIANÇAS 2013 FOTOS ENCONTRO ESPORTIVO 2012 FOTOS FLOR DA SERRA FOTOS P172 FOTOS P34 FOTOS PARECIS FOTOS PROGRAMA DE NATAL P34 FP 2.5-11 FP 3 FP 4.4-7 FP 4.4-9 FRANCIS HOFIMANN FRASES FREDERICK KEMPER FREUD FRUTOS DO ES GÁLATAS GALILEU GALILEI GATO PRETO GAÚCHA GELSON NERI BOURCKHARDT GENESIS GÊNESIS 32.22-30 GENTIO GEOMAR MARTINS GEORGE KRAUS GERHARD GRASEL GERSON D. BLOCH GERSON L. LINDEN GERSON ZSCHORNACK GILBERTO C. WEBER GILBERTO V. DA SILVA GINCANAS GL 1.1-10 GL 1.11-24 GL 2.15-21 GL 3.10-14 GL 3.23-4.1-7 GL 5.1 GL 5.22-23 GL 6.6-10 GLAYDSON SOUZA FREIRE GLEISSON R. SCHMIDT GN 01 GN 1-50 GN 1.1-2.3 GN 12.1-9 GN 15.1-6 GN 2.18-25 GN 21.1-20 GN 3.14-16 GN 32 GN 45-50 GN 50.15-21 GRAÇA DIVINA GRATIDÃO GREGÓRIO MAGNO GRUPO GUSTAF WINGREN GUSTAVO D. SCHROCK HB 11.1-3; 8-16 HB 12 HB 12.1-8 HB 2.1-13 HB 4.14-16 5.7-9 HC 1.1-3 HC 2.1-4 HÉLIO ALABARSE HERIVELTON REGIANI HERMENÊUTICA HINÁRIO HINO HISTÓRIA HISTÓRIA DA IGREJA ANTIGA E MEDIEVAL HISTÓRIA DO NATAL HISTORINHAS BÍBLICAS HL 10 HL 164 HOMILÉTICA HOMOSSEXUALISMO HORA LUTERANA HORST KUCHENBECKER HORST S MUSSKOPF HUMOR IDOSO IECLB IELB IGREJA IGREJA CRISTÃ IGREJAS ILUSTRAÇÃO IMAGEM IN MEMORIAN INAUGURAÇÃO ÍNDIO INFANTIL INFERNO INFORMATIVO INSTALAÇÃO INSTRUÇÃO INTRODUÇÃO A BÍBLIA INVESTIMENTO INVOCAÇÕES IRINEU DE LYON IRMÃO FALTOSO IROMAR SCHREIBER IS 12.2-6 IS 40.1-11 IS 42.14-21 IS 44.6-8 IS 5.1-7 IS 50.4-9 IS 52.13-53-12 IS 53.10-12 IS 58.5-9a IS 61.1-9 IS 61.10-11 IS 63.16 IS 64.1-8 ISACK KISTER BINOW ISAGOGE ISAÍAS ISAQUE IURD IVONELDE S. TEIXEIRA JACK CASCIONE JACSON J. OLLMANN JARBAS HOFFIMANN JEAN P. DE OLIVEIRA JECA JELB JELB DIVAGUA JEOVÁ JESUS JN JO JO 1 JO 10.1-21 JO 11.1-53 JO 14 JO 14.1-14 JO 14.15-21 JO 14.19 JO 15.5 JO 18.1-42 JO 2 JO 20.19-31 JO 20.8 JO 3.1-17 JO 4 JO 4.5-30 JO 5.19-47 JO 6 JO 6.1-15 JO 6.51-58 JO 7.37-39 JO 9.1-41 JOÃO JOÃO 20.19-31 JOÃO C. SCHMIDT JOÃO C. TOMM JOÃO N. FAZIONI JOEL RENATO SCHACHT JOÊNIO JOSÉ HUWER JOGOS DE AZAR JOGRAL JOHN WILCH JONAS JONAS N. GLIENKE JONAS VERGARA JOSE A. DALCERO JOSÉ ACÁCIO SANTANA JOSE CARLOS P. DOS SANTOS JOSÉ ERALDO SCHULZ JOSÉ H. DE A. MIRANDA JOSÉ I.F. DA SILVA JOSUÉ ROHLOFF JOVENS JR JR 28.5-9 JR 3 JR 31.1-6 JUAREZ BORCARTE JUDAS JUDAS ISCARIOTES JUDAS TADEU JUMENTINHO JUSTIFICAÇÃO JUVENTUDE KARL BARTH KEN SCHURB KRETZMANN LAERTE KOHLS LAODICÉIA LAR LC 12.32-40 LC 15.1-10 LC 15.11-32 LC 16.1-15 LC 17.1-10 LC 17.11-19 LC 19 LC 19.28-40 LC 2.1-14 LC 23.26-43 LC 24 LC 24.13-35 LC 3.1-14 LC 5 LC 6.32-36 LC 7 LC 7.1-10 LC 7.11-16 LC 7.11-17 LC 9.51-62 LEANDRO D. 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HOFFMANN MC 1.1-8 MC 1.21-28 MC 1.4-11 MC 10.-16 MC 10.32-45 MC 11.1-11 MC 13.33-37 MC 4 MC 4.1-9 MC 6.14-29 MC 7.31-37 MC 9.2-9 MEDICAMENTOS MÉDICO MELODIA MEMBROS MEME MENSAGEIRO MENSAGEM MESSIAS MÍDIA MILAGRE MINISTÉRIO MINISTÉRIO FEMENINO MIQUÉIAS MIQUÉIAS ELLER MIRIAM SANTOS MIRIM MISSÃO MISTICISMO ML 3.14-18 ML 3.3 ML NEWS MODELO MÔNICA BÜRKE VAZ MORDOMIA MÓRMOM MORTE MOVIMENTOS MT 10.34-42 MT 11.25-30 MT 17.1-9 MT 18.21-45 MT 21.1-11 MT 28.1-10 MT 3 MT 4.1-11 MT 5 MT 5.1-12 MT 5.13-20 MT 5.20-37 MT 5.21-43 MT 5.27-32 MT 9.35-10.8 MULHER MULTIRÃO MUSESCORE MÚSICA MÚSICAS NAAÇÃO L. DA SILVA NAMORADO NAMORO NÃO ESQUECER NASCEU JESUS NATAL NATALINO PIEPER NATANAEL NAZARENO DEGEN NEEMIAS NEIDE F. HÜBNER NELSON LAUTERT NÉRISON VORPAGEL NILO FIGUR NIVALDO SCHNEIDER NM 21.4-9 NOITE FELIZ NOIVADO NORBERTO HEINE NOTÍCIAS NOVA ERA NOVO HORIZONTE NOVO TESTAMENTO O HOMEM OFERTA OFÍCIOS DAS CHAVES ONIPOTENCIA DIVINA ORAÇÃO ORAÇAODASEMANA ORATÓRIA ORDENAÇAO ORIENTAÇÕES ORLANDO N. OTT OSÉIAS EBERHARD OSMAR SCHNEIDER OTÁVIO SCHLENDER P172 P26 P30 P34 P36 P40 P42.1 P42.2 P70 P95 PADRINHOS PAI PAI NOSSO PAIS PAIXÃO DE CRISTO PALAVRA PALAVRA DE DEUS PALESTRA PAPAI NOEL PARA PARA BOLETIM PARÁBOLAS PARAMENTOS PARAPSICOLOGIA PARECIS PAROQUIAL PAROUSIA PARTICIPAÇÃO PARTITURA PARTITURAS PÁSCOA PASTOR PASTORAL PATERNIDADE PATMOS PAUL TORNIER PAULO PAULO F. BRUM PAULO FLOR PAULO M. NERBAS PAULO PIETZSCH PAZ Pe. ANTONIO VIEIRA PEÇA DE NATAL PECADO PEDAL PEDRA FUNDAMENTAL PEDRO PEM PENA DE MORTE PENEIRAS PENTECOSTAIS PENTECOSTES PERDÃO PÉRGAMO PIADA PIB PINTURA POEMA POESIA PÓS MODERNIDADE Pr BRUNO SERVES Pr. BRUNO AK SERVES PRÁTICA DA IGREJA PREEXISTÊNCIA PREGAÇÃO PRESÉPIO PRIMITIVA PROCURA PROFECIAS PROFESSORES PROFETA PROFISSÃO DE FÉ PROGRAMAÇÃO PROJETO PROMESSA PROVA PROVAÇÃO PROVÉRBIOS PRÓXIMO PSICOLOGIA PV 22.6 PV 23.22 PV 25 PV 31.28-30 PV 9.1-6 QUARESMA QUESTIONAMENTOS QUESTIONÁRIO QUESTIONÁRIO PLANILHA QUESTIONÁRIO TEXTO QUINTA-FEIRA SANTA QUIZ RÁDIO RADIOCPT RAFAEL E. ZIMMERMANN RAUL BLUM RAYMOND F. SURBURG RECEITA RECENSÃO RECEPÇÃO REDENÇÃO REENCARNAÇÃO REFLEXÃO REFORMA REGIMENTO REGINALDO VELOSO JACOB REI REINALDO LÜDKE RELACIONAMENTO RELIGIÃO RENATO L. REGAUER RESSURREIÇÃO RESTAURAR RETIRO RETÓRICA REUNIÃO RICARDO RIETH RIOS RITO DE CONFIRMAÇÃO RITUAIS LITURGICOS RM 12.1-18 RM 12.1-2 RM 12.12 RM 14.1-12 RM 3.19-28 RM 4 RM 4.1-8 RM 4.13-17 RM 5 RM 5.1-8 RM 5.12-21 RM 5.8 RM 6.1-11 RM 7.1-13 RM 7.14-25a RM 8.1-11 RM 8.14-17 ROBERTO SCHULTZ RODRIGO BENDER ROGÉRIO T. BEHLING ROMANOS ROMEU MULLER ROMEU WRASSE ROMUALDO H. WRASSE Rômulo ROMULO SANTOS SOUZA RONDÔNIA ROSEMARIE K. LANGE ROY STEMMAN RT 1.1-19a RUDI ZIMMER SABATISMO SABEDORIA SACERDÓCIO UNIVERSAL SACERDOTE SACOLINHAS SACRAMENTOS SADUCEUS SALMO SALMO 72 SALMO 80 SALMO 85 SALOMÃO SALVAÇÃO SAMARIA Samuel F SAMUEL VERDIN SANTA CEIA SANTIFICAÇÃO SANTÍSSIMA TRINDADE SÃO LUIS SARDES SATANÁS SAUDADE SAYMON GONÇALVES SEITAS SEMANA SANTA SEMINÁRIO SENHOR SEPULTAMENTO SERMÃO SERPENTE SERVAS SEXTA FEIRA SANTA SIDNEY SAIBEL SILVAIR LITZKOW SILVIO F. S. FILHO SIMBOLISMO SÍMBOLOS SINGULARES SISTEMÁTICA SL 101 SL 103.1-12 SL 107.1-9 SL 116.12-19 SL 118 SL 118.19-29 SL 119.153-160 SL 121 SL 128 SL 142 SL 145.1-14 SL 146 SL 15 SL 16 SL 19 SL 2.6-12 SL 22.1-24 SL 23 SL 30 SL 30.1-12 SL 34.1-8 SL 50 SL 80 SL 85 SL 90.9-12 SL 91 SL 95.1-9 SL11.1-9 SONHOS SOPRANO Sorriso STAATAS STILLE NACHT SUMO SACERDOTE SUPERTIÇÕES T6 TEATRO TEMA TEMPLO TEMPLO TEATRO E MERCADO TEMPO TENOR TENTAÇÃO TEOLOGIA TERCEIRA IDADE TESES TESSALÔNICA TESTE BÍBLICO TESTE DE EFICIÊNCIA TESTEMUNHAS DE JEOVÁ Texto Bíblico TG 1.12 TG 2.1-17 TG 3.1-12 TG 3.16-4.6 TIAGO TIATIRA TIMÓTEO TODAS POSTAGENS TRABALHO TRABALHO RURAL TRANSFERENCIA TRANSFIGURAÇÃO TRICOTOMIA TRIENAL TRINDADE TRÍPLICE TRISTEZA TRIUNFAL Truco Turma ÚLTIMO DOMINGO DA IGREJA UNIÃO UNIÃO ESTÁVEL UNIDADE UNIDOS PELO AMOR DE DEUS VALDIR L. JUNIOR VALFREDO REINHOLZ VANDER C. MENDOÇA VANDERLEI DISCHER VELA VELHICE VERSÍCULO VERSÍCULOS VIA DOLOROSA VICEDOM VÍCIO VIDA VIDA CRISTÃ VIDENTE VIDEO VIDEOS VÍDEOS VILS VILSON REGINA VILSON SCHOLZ VILSON WELMER VIRADA VISITA VOCAÇÃO VOLMIR FORSTER VOLNEI SCHWARTZHAUPT VOLTA DE CRISTO WALDEMAR REIMAN WALDUINO P.L. JUNIOR WALDYR HOFFMANN WALTER L. CALLISON WALTER O. STEYER WALTER T. R. JUNIOR WENDELL N. SERING WERNER ELERT WYLMAR KLIPPEL ZC ZC 11.10-14 ZC 9.9-12