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ESDRAS

INSTITUTO CONCÓRDIA DE SÃO PAULO

Escola Superior de Teologia

ESDRAS

Trabalho de Pesquisa apresentado ao Professor Doutor Deomar Roos, da Disciplina "Isagoge do Antigo Testamento I"

JOÃO NERI FAZIONI

Aluno do 2º Teológico

São Paulo

Maio de 1998.

INTRODUÇÃO

O nome Esdras e Neemias eram, originalmente, considerados com um livro e contém o relato da restauração dos exilados de volta a Jerusalém e o restabelecimento da sua adoração. Logo passaram a ser chamados 1º e 2º Esdras. Jerônimo foi o primeiro a dar o nome de Neemias ao segundo livro. Wyckliff chamava-os de primeiro e segundo Esdras, e mais tarde foram chamados de os livros de Esdras. Os nomes atuais apareceram pela primeira vez na Bíblia de Genebra (1560). Esdras é assim chamado por causa doa autor e personagem principal; o nome Esdras significa "ajuda".

Esdras é um livro muito simples. Nenhum outro livro da Bíblia apresenta uma história com menos dificuldades e obscuridades. Não se esforça para dar instrução direta mas narra a história na sua maior simplicidade possível e deixa que ela própria transmita as suas lições. Não há esforço algum para dar um aspecto de continuação à história. Não mencionamos nada sobre o que ocorreu no espaço de tempo de aproximadamente sessenta anos que existe entre o capítulo seis e sete.

CAPÍTULO 1

NOME

Na Bíblia Hebraica o nome do livro deriva de Esdras, seu personagem principal. O nome Esdras parece ser uma forma aramaIca do hebraico "ezra" que quer dizer "auxílio, ajuda".

CAPÍTULO 2

AUTORIA E DATA

2.1. Autoria

De acordo coma tradição judaica e cristão, Esdras é o autor do livro que leva o seu nome. Há evidências internas que comprovam a autoria de Esdras. O fato de ser usada a primeira pessoa nos trechos de 7.12, 9.15 indica que o livro todo foi escrito por ele (cf. 10.1). O capítulo 7.1-7 mostra que foi um sacerdote de família ilustre, nascido na Babilônia. De 7.6, 10.12,21 se vê que foi um escriba de primeira ordem e que as expressões de alta estima e honra não podem ser consideradas prova contra sua autoria. Podemos perceber que as evidências internas são mais forte.

2.2. Data

Embora alguns comentaristas datem o livro de 330 a.C., suas semelhanças lingüísticas com os papiros aramaicos da comunidade judaica de Elefantina, no Egito, datados do quinto século a.C. apontam para uma data mais recuada durante a vida de Esdras (que viveu até o tempo de Neemias, Ne 8.1-9; 12.36). Esdras provavelmente terminou o livro entre 456 a.C. (quando ocorreram os eventos de 10.17-44) e 444 a.C. (quando Neemias chegou a Jerusalém).

CAPÍTULO 3

PROPÓSITO

O fato de ser usada a primeira pessoa nos trechos 7.12 e 9.15 indica que o livro todo foi escrito por ele. A tradição judaica aceita Esdras como autor do livro inteiro. Há quem apele para os capítulos escritos em aramaico, como base para afirmar que o livro é posterior a Esdras. Mas pode pertencer ao século V a.C. e, mesmo assim, ser obra de Esdras (segundo Young).

Para Archer, o próprio Esdras deve ter escrito o livro que leva o seu nome. Mas evidentemente incorporou na edição final as memórias pessoais de Neemias (isto é, o livro de Neemias) incluindo até mesmo a lista de judeus voltando. Fazendo uso das facilidades de Neemias, quanto a livros históricos, Esdras provavelmente compôs crônicas durante esse mesmo período.

O próprio Esdras deve ser sem dúvida ter escrito o livro que recebeu o seu nome. Isto é bem claro no emprego de "eu". Mas evidentemente incorporou na edição final as memórias pessoais de Neemias (ou seja, o livro todo de Neemias) incluindo até mesmo a lista de judeus voltando. Fazendo uso das facilidades de Neemias, quanto a livros históricos, Esdras provavelmente compôs crônicas durante esse mesmo período. Archer rebate a tentativa de John Bright de colocar o ministério de Neemias antes do de Esdras. Para tanto John continua dizendo que se as reformas de Esdras realmente tivessem precedidas as de Neemias, poderia-se dizer então que Esdras fracassou. Archer rebate dizendo que seria ingênuo supor que num intervalo de 23 anos este mal não pudesse normalmente ter surgido novamente, exigindo um segundo tratamento, esta vez por parte de Neemias. É completamente injustificável, portanto, descrever isto como sendo um "fracasso". Archer, então diz que a única conclusão razoável que resta, é que Esdras retornasse em 458 ou 457 a.C., e que o primeiro período de governo teve início em 445, e o segundo em 433. Só assim é que se faz justiça a todo testemunho dos textos bíblicos.

Tanto Archer como Young são unânimes em defender a historicidade e autenticidade de Esdras. Muito críticos liberais negativos admitem que a obra não passa de uma compilagem, ordenada pelo chamado "cronista" muito tempo depois dos acontecimentos que relata. Os principais argumentos apresentados são os seguintes:

1º - O título de "Rei da Pérsia" tem sido condenado por algumas autoridades como inadequado, pois parece ser desnecessário numa época em que a Pérsia se encontrava no seu apogeu político de supremacia. De resto, o título oficial dos reis da Pérsia não era "Rei da Pérsia", mas "o Rei", "O Grande Rei", "O Rei das Nações", etc. Esta crítica não faz sentido uma vez que dezoito autores diferentes, em dezenove documentos diferentes da história da Pérsia, usam esta título trinta e oito vezes diferentes e de pelo menos seis reis diferentes da Pérsia. Seja qual for a extensão do território da Pérsia, o princípio do uso do nome é o mesmo.

2º - Objeções têm sido levantadas por causa das variações que há entre as duas cópias do decreto de Ciro. A versão hebraica em Esdras 1 e a versão aramaica em Esdras t. A primeira proclamação não há dúvida que foi redigida quando Ciro pela primeira vez conquistou a Babilônia. Tratando com os judeus deu-lhe um aspecto judeu, como no primeiro caso, com os babilônicos, não podia deixar de lhe dar um caráter diferente, mais apropriado ao povo a quem se dirigia. O segundo edito era evidentemente um documento redigido em forma de decreto, para ser depositado na casa oficial dos documentos, em Ecbatana. Segue-se a que ambos os documentos são históricos e autênticos.

3º - Objeções têm sido levantadas contra o que parece ser uma confusão de Esdras 4 que se refere a Ciro, Xerxes, a Artaxerxes I, e depois a Dario I quando na verdade a ordem natural não é essa. A finalidade de Esdras é trocar a história da oposição à construção na sua totalidade. Não devemos entender esta narrativa como sendo estritamente cronológico, esta é sim mais uma ordem tópica do que cronológica. Sendo que a carta citada em 4.11-16 não faz a mínima alusão a reedificação do templo, mas somente à construção dos muros, é bem evidente que o templo já tinha sido completado.

4º - Diz-se que não é histórico que o povo oferecia sacrifício quotidiano sobe o altar antes da construção do templo (Esdras 3.3). Mas Ageu 2.14 pressupõe este costume e em si mesmo é até provável.

5º - Em Esdras 3.8 afirma-se que os levitas estavam no serviço pelos 10 anos, enquanto que o Pentateuco determina que não deveriam iniciar a carreira antes dos 25 ou 30 anos. Não há contradição porque os textos dos livros dos Números referem-se à idade dos levitas que serviam no tabernáculo, ao passo que os de I Cr 23.24 e Ed 3.8 referem-se ao serviço no templo.

6º - Parece haver discordância quanto à data em que o templo começou a ser construído, pois de acordo com 4.24 e 5.1ss começou no segundo ano de Dario, e conforme 3.8-13 e 5.16, no reinado de Ciro. Repara-se, porém, que a construção do templo começou nos dias de Ciro (3.8-13 e 5.16). Todavia, como se diz em 4.1-5, apareceu quase logo uma oposição a este projeto e os conselheiros foram subornados para frustrar o intento. O resultado foi parar com as obras da casa de Deus até ao reinado de Dario (4.25). Após uma interrupção, Deus exorta o povo a continuar as obras, desta vez pela boca dos profetas Ageu e Zacarias. E a casa do Senhor foi edificada.

7º - A referência feita em Ed 5.13-17 de que o templo se encontrava em construção desde o tempo de Sesbazar parece estar em contradição com Ageu 2.15. Mas este profeta não nega que se tivesse trabalhando no templo antes dele. Em 1.4 alude ao templo censurando o povo que vive confortavelmente, enquanto a casa do Senhor fica deserta.

8º - A genealogia de Esdras, no parecer de Pfeiffer, não passa duma confusão feita pelo cronista. Erra quando indica Zadoque filho de Aitube. Erra ainda quando aponta Esdras como filho de Seraías (7.1-10). Ora se este Seraías morreu no cativeiro de Jerusalém (II Rs 25.18-21) segue-se que Esdras teria os seus 127 anos quando foi a Jerusalém. Quanto a Esdras ser filho de Seraías, o escritor por certo que utiliza o temo "filho" no sentido de descendente (exemplo de Mt 1.1).

9º - Se todo o livro é obra de um só escritor, a frase "passadas estas coisas" de 7.1 não tem razão de ser, ou melho, é estranha na boca do autor, visto que há intervalo de mais de 60 anos após os acontecimentos anteriores. Afirma-se então que a sequência não é lógica. No entanto, a frase em si mesma não implica que tivesse decorrido um longo período de tempo, contanto que os acontecimentos sucedessem. . De resto, em 7.1 podemos observar nitidamente que se recordam acontecimentos do reinado de Artaxerxes, não muito espaço a imaginação dos escritos.

10º - Em 10.1 e 13 Esdras alude a uma densa população da Palestina, o que leva a supor que tal só devia ter sucedido no tempo de Neemias. Logo, este precede aquele. Por outro lado, sabe-se que desde o tempo de Esdras a população estava a diminuir. Também é argumento que não colhe. Na época de Esdras o povo vivia pobremente, necessitando do auxílio do tesouro real (Ed 7.20), enquanto que no tempo de Neemias os judeus estavam em condições de sustentar o culto do templo. E ainda, os textos em questão se referem aos judeus que viviam na Palestina durante o ministério de Esdras.

CAPÍTULO 4

ESBOÇO

1 O Regresso dos Exilados a Jerusalém (1.1-2.70)

a) O Decreto de Ciro (1.1-4)

b) O Rol dos que regressaram (2.1-70)

2 Inicia-se o Trabalho da Restauração (3.1-13)

a) Construído o altar observada a festa dos tabernáculos (3.1-7)

b) Postos os alicerces do Templo (3.8-13)

3 O Trabalho Paralisado (4.1-24)

a) Oposição ao Trabalho de Construção (4.1-5.24)

b) Exemplos Ulteriores de oposição semelhante (4.6-23)

4 Recomenda-se a Conclui-se a Construção do Templo (5.1-17; 6.1-22)

a) Ageu e Zacarias promovem nova arrancada (5.1-5)

b) Uma Carta do Governador persa a Dario (5.6-17)

c) Dario dá ordem para que o Trabalho seja Apressado (6.1-12)

d) Conclusão e Consagração do Templo (6.13-18)

e) Celebração da Páscoa (6.19-22)

5 Esdras vem a Jerusalém (7.1-28; 8.1-36)

a) Artaxerxes envia Esdras com um Carta de Encargo (7.1-28)

b) Registro dos que regressaram com Esdras (8.1-14)

c) A Reunião: Observa-se um Jejum Solene (8.15-23)

d) Maiorais nomeados para os Donativos (8.24-30)

e) A Viagem e a Chegada a Jerusalém (8.31-36)

6 O Problema dos Casamentos Mistos (9.1-15; 10.1-44)

a) O Desgosto e Espanto de Esdras (9.1-5)

b) A Oração e Confissão de Esdras (9.6-15)

c) O Povo Partilha o Desgosto de Esdras (10.1-5)

d) Convoca-se uma Grande Assembléia para ponderar o Problema (10.6-15)

e) Nomeada uma Comissão de Inquérito; a Lista dos Culpados (10.16-44)

CAPÍTULO 5

ANÁLISE TEOLÓGICA

Ao pesquisar sobre Esdras, o estudante entenderá melhor a doutrina da lei e do Evangelho, porque todo o percurso de Esdras está ligado ao cumprimento das promessas feitas por Deus.

Relembrar a história de Esdras é falar necessariamente dos eventos históricos operados por Yahweh, através dos homens que Ele levantou para seu propósito misericordioso.

Falar de Esdras é falar da obra redentora de Cristo. Se Esdras conduziu a reconstrução do templo, Jesus nos conduz, mediante seu sacrifício, à morada eterna, à perfeita comunhão com Deus.

Ao pesquisar a história de Esdras tem o estudante a possibilidade de verificar a infalibilidade das promessas de Deus, aquelas que Ele prometeu dar mediante a fé em Jesus Cristo, nosso único e verdadeiro Salvador.

Assim, falara de Esdras é lembras as ações de Deus em prol da humanidade, relembrar que, quer ontem como hoje, Deus continua operando salvação. Salvação esta que cabe a nós privilegiados estudantes de Teologia a levar a todas as nações que estão famintas e sedentas por estas palavras purificadoras de Cristo.

CAPÍTULO 6

TEOLOGIA

Aqui no livro de Esdras Deus nos dá mais uma prova do seu amor incondicional para com o seu povo Israel. Povo esse que após Deus ter tirado do domínio babilônico e repatriada à sua terra natal, continuaram perdidos e pecando contra o seu Criador e Protetor Supremo. Daí o retorno de Esdras que havia ficado na Babilônia juntamente com muitos que não quiseram voltar a Jerusalém por motivos econômicos. Esse retorno de Esdras deu-se pela necessidade que o povo tinha em reconstruir o templo. E Deus sabia que naquele momento a pessoa certa e confiável para Deus era o sacerdote Esdras, que o mesmo continuava prestando seus serviços aos reis babilônicos.

Com a chegada de Esdras a Jerusalém ele sentiu na própria pele o quanto o povo judeu tinha sido e estavam sendo ingratos para com seu Deus. Vivendo assim em contes pecados. Os casamentos mistos com mulheres hetéias deixaram o sacerdote Esdras profundamente triste, prostrado diante da casa de Deus.

Nesta linda obra da reconstrução do templo Deus está renovando sua aliança com o povo de Israel. Para que o estudo das palavras sagradas não fossem deterioradas e esquecidas pelo povo que Deus havia escolhido e protegido contra todos os inimigos. Porque ali quando o rei Ciro assinou o decreto autorizando o povo de Israel para que retornassem a sua pátria, para perto do seu santuário apesar de estar destruído, que era o templo Sagrado, a casa de Deus. Deus naquele momento estava reafirmando com o povo judeu de que da sua descendência sairia o Salvador deles e de toda a humanidade, Salvador este que é Jesus Cristo.

CONCLUSÃO

O presente livro pretende dar uma relação da restauração de um país sob o ponto de vista religioso e sacerdotal. Por isso, insiste no estabelecimento do povo na região como se fosse um reino de sacerdotes e uma nação santa, que deve sempre caminhar à luz da verdadeira lei.

Dois fatos interessantes devemos observar neste livro. Aprendemos a respeito daquele a quem Deus usa em sua obra. Ele usa pessoas que não pertencem ao seu povo Israel, como Ciro e Artaxerxes; alguns são escolhidos de Israel, seu povo eleito, tais como Esdras, Zorobabel e Neemias. Ele também emprega seu poder em dois sentidos. Primeiramente em um sentido construtivo, sendo usado para edificar, inspirar editos, qualificar obreiros, reunir o seu povo, etc. Mas também em um sentido destrutivo.

O que é mais importante, para continuação do povo que Deus escolhera desde o tempo de Abraão, de que de sua descendência sairia o Salvador. Promessa que se concretizou quatro séculos depois na pequena e vizinha cidade de Belém, com o nascimento de Jesus Cristo.

BIBLIOGRAFIA

A BÍBLIA ANOTADA. São Paulo: Mundo Cristão. 1ª ed., 1991.

ARCHER, Gleason L. Merece Confiança o Antigo Testamento? São Paulo: Vida Nova.

COMENTÁRIOS BÍBLICOS. Porto Alegre: Concórdia. 1ª ed., 1988.

TIDWELL, J.B. Visão Panorâmica da Bíblia. São Paulo: Vida Nova. 1991.

YOUNG, Edward J. Introdução ao Antigo Testamento. São Paulo: Vida Nova. 1964.

HUMMEL, Horace D. The Word Becoming Flesh. St. Louis: Concordia. 1979.

KENDER, Derek. Esdras e Neemias. São Paulo: Mundo Cristão. 1985.

APOSTILA DE INTRODUÇÃO AO ANTIGO TESTAMENTO.

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NEUMANN FÁBIO REINKE FALECIMENTO FALSIDADE FAMÍLIA FARISEU FELIPE AQUINO FELIPENSES FESTA FESTA DA COLHEITA FICHA FILADÉLFIA FILHO DO HOMEM FILHO PRÓDIGO FILHOS FILIPE FILOSOFIA FINADOS FLÁVIO L. HORLLE FLÁVIO SONNTAG FLOR DA SERRA FLORES Formatura FÓRMULA DE CONCÓRDIA Fotos FOTOS ALTO ALEGRE FOTOS CONGRESSO DE SERVAS 2010 FOTOS CONGRESSO DE SERVAS 2012 FOTOS ENCONTRO DE CRIANÇA 2012 FOTOS ENCONTRO DE CRIANÇAS 2013 FOTOS ENCONTRO ESPORTIVO 2012 FOTOS FLOR DA SERRA FOTOS P172 FOTOS P34 FOTOS PARECIS FOTOS PROGRAMA DE NATAL P34 FP 2.5-11 FP 3 FP 4.4-7 FP 4.4-9 FRANCIS HOFIMANN FRASES FREDERICK KEMPER FREUD FRUTOS DO ES GÁLATAS GALILEU GALILEI GATO PRETO GAÚCHA GELSON NERI BOURCKHARDT GENESIS GÊNESIS 32.22-30 GENTIO GEOMAR MARTINS GEORGE KRAUS GERHARD GRASEL GERSON D. BLOCH GERSON L. LINDEN GERSON ZSCHORNACK GILBERTO C. WEBER GILBERTO V. DA SILVA GINCANAS GL 1.1-10 GL 1.11-24 GL 2.15-21 GL 3.10-14 GL 3.23-4.1-7 GL 5.1 GL 5.22-23 GL 6.6-10 GLAYDSON SOUZA FREIRE GLEISSON R. SCHMIDT GN 01 GN 1-50 GN 1.1-2.3 GN 12.1-9 GN 15.1-6 GN 2.18-25 GN 21.1-20 GN 3.14-16 GN 32 GN 45-50 GN 50.15-21 GRAÇA DIVINA GRATIDÃO GREGÓRIO MAGNO GRUPO GUSTAF WINGREN GUSTAVO D. SCHROCK HB 11.1-3; 8-16 HB 12 HB 12.1-8 HB 2.1-13 HB 4.14-16 5.7-9 HC 1.1-3 HC 2.1-4 HÉLIO ALABARSE HERIVELTON REGIANI HERMENÊUTICA HINÁRIO HINO HISTÓRIA HISTÓRIA DA IGREJA ANTIGA E MEDIEVAL HISTÓRIA DO NATAL HISTORINHAS BÍBLICAS HL 10 HL 164 HOMILÉTICA HOMOSSEXUALISMO HORA LUTERANA HORST KUCHENBECKER HORST S MUSSKOPF HUMOR IDOSO IECLB IELB IGREJA IGREJA CRISTÃ IGREJAS ILUSTRAÇÃO IMAGEM IN MEMORIAN INAUGURAÇÃO ÍNDIO INFANTIL INFERNO INFORMATIVO INSTALAÇÃO INSTRUÇÃO INTRODUÇÃO A BÍBLIA INVESTIMENTO INVOCAÇÕES IRINEU DE LYON IRMÃO FALTOSO IROMAR SCHREIBER IS 12.2-6 IS 40.1-11 IS 42.14-21 IS 44.6-8 IS 5.1-7 IS 50.4-9 IS 52.13-53-12 IS 53.10-12 IS 58.5-9a IS 61.1-9 IS 61.10-11 IS 63.16 IS 64.1-8 ISACK KISTER BINOW ISAGOGE ISAÍAS ISAQUE IURD IVONELDE S. TEIXEIRA JACK CASCIONE JACSON J. OLLMANN JARBAS HOFFIMANN JEAN P. DE OLIVEIRA JECA JELB JELB DIVAGUA JEOVÁ JESUS JN JO JO 1 JO 10.1-21 JO 11.1-53 JO 14 JO 14.1-14 JO 14.15-21 JO 14.19 JO 15.5 JO 18.1-42 JO 2 JO 20.19-31 JO 20.8 JO 3.1-17 JO 4 JO 4.5-30 JO 5.19-47 JO 6 JO 6.1-15 JO 6.51-58 JO 7.37-39 JO 9.1-41 JOÃO JOÃO 20.19-31 JOÃO C. SCHMIDT JOÃO C. TOMM JOÃO N. FAZIONI JOEL RENATO SCHACHT JOÊNIO JOSÉ HUWER JOGOS DE AZAR JOGRAL JOHN WILCH JONAS JONAS N. GLIENKE JONAS VERGARA JOSE A. DALCERO JOSÉ ACÁCIO SANTANA JOSE CARLOS P. DOS SANTOS JOSÉ ERALDO SCHULZ JOSÉ H. DE A. MIRANDA JOSÉ I.F. DA SILVA JOSUÉ ROHLOFF JOVENS JR JR 28.5-9 JR 3 JR 31.1-6 JUAREZ BORCARTE JUDAS JUDAS ISCARIOTES JUDAS TADEU JUMENTINHO JUSTIFICAÇÃO JUVENTUDE KARL BARTH KEN SCHURB KRETZMANN LAERTE KOHLS LAODICÉIA LAR LC 12.32-40 LC 15.1-10 LC 15.11-32 LC 16.1-15 LC 17.1-10 LC 17.11-19 LC 19 LC 19.28-40 LC 2.1-14 LC 23.26-43 LC 24 LC 24.13-35 LC 3.1-14 LC 5 LC 6.32-36 LC 7 LC 7.1-10 LC 7.11-16 LC 7.11-17 LC 9.51-62 LEANDRO D. HÜBNER LEANDRO HUBNER LEI LEIGO LEIGOS LEITORES LEITURA LEITURAS LEMA LENSKI LEOCIR D. DALMANN LEONARDO RAASCH LEOPOLDO HEIMANN LEPROSOS LETRA LEUPOLD LIBERDADE CRISTÃ LIDER LIDERANÇA LILIAN LINDOLFO PIEPER LINK LITANIA LITURGIA LITURGIA DE ADVENTO LITURGIA DE ASCENSÃO LITURGIA DE CONFIRMAÇÃO LITURGIA EPIFANIA LITURGIA PPS LIVRO LLLB LÓIDE LOUVAI AO SENHOR LOUVOR LUCAS ALBRECHT LUCIFER LUCIMAR VELMER LUCINÉIA MANSKE LUGAR LUÍS CLAUDIO V. DA SILVA LUIS SCHELP LUISIVAN STRELOW LUIZ A. DOS SANTOS LUTERANISMO LUTERO LUTO MAÇONARIA MÃE MAMÃE MANDAMENTOS MANUAL MARCÃO MARCELO WITT MARCIO C. PATZER MARCIO LOOSE MARCIO SCHUMACKER MARCO A. CLEMENTE MARCOS J. FESTER MARCOS WEIDE MARIA J. RESENDE MÁRIO SONNTAG MÁRLON ANTUNES MARLUS SELING MARTIM BREHM MARTIN C. WARTH MARTIN H. FRANZMANN MARTINHO LUTERO MARTINHO SONTAG MÁRTIR MATERNIDADE MATEUS MATEUS KLEIN MATEUS L. LANGE MATRIMÔNIO MAURO S. HOFFMANN MC 1.1-8 MC 1.21-28 MC 1.4-11 MC 10.-16 MC 10.32-45 MC 11.1-11 MC 13.33-37 MC 4 MC 4.1-9 MC 6.14-29 MC 7.31-37 MC 9.2-9 MEDICAMENTOS MÉDICO MELODIA MEMBROS MEME MENSAGEIRO MENSAGEM MESSIAS MÍDIA MILAGRE MINISTÉRIO MINISTÉRIO FEMENINO MIQUÉIAS MIQUÉIAS ELLER MIRIAM SANTOS MIRIM MISSÃO MISTICISMO ML 3.14-18 ML 3.3 ML NEWS MODELO MÔNICA BÜRKE VAZ MORDOMIA MÓRMOM MORTE MOVIMENTOS MT 10.34-42 MT 11.25-30 MT 17.1-9 MT 18.21-45 MT 21.1-11 MT 28.1-10 MT 3 MT 4.1-11 MT 5 MT 5.1-12 MT 5.13-20 MT 5.20-37 MT 5.21-43 MT 5.27-32 MT 9.35-10.8 MULHER MULTIRÃO MUSESCORE MÚSICA MÚSICAS NAAÇÃO L. DA SILVA NAMORADO NAMORO NÃO ESQUECER NASCEU JESUS NATAL NATALINO PIEPER NATANAEL NAZARENO DEGEN NEEMIAS NEIDE F. HÜBNER NELSON LAUTERT NÉRISON VORPAGEL NILO FIGUR NIVALDO SCHNEIDER NM 21.4-9 NOITE FELIZ NOIVADO NORBERTO HEINE NOTÍCIAS NOVA ERA NOVO HORIZONTE NOVO TESTAMENTO O HOMEM OFERTA OFÍCIOS DAS CHAVES ONIPOTENCIA DIVINA ORAÇÃO ORAÇAODASEMANA ORATÓRIA ORDENAÇAO ORIENTAÇÕES ORLANDO N. OTT OSÉIAS EBERHARD OSMAR SCHNEIDER OTÁVIO SCHLENDER P172 P26 P30 P34 P36 P40 P42.1 P42.2 P70 P95 PADRINHOS PAI PAI NOSSO PAIS PAIXÃO DE CRISTO PALAVRA PALAVRA DE DEUS PALESTRA PAPAI NOEL PARA PARA BOLETIM PARÁBOLAS PARAMENTOS PARAPSICOLOGIA PARECIS PAROQUIAL PAROUSIA PARTICIPAÇÃO PARTITURA PARTITURAS PÁSCOA PASTOR PASTORAL PATERNIDADE PATMOS PAUL TORNIER PAULO PAULO F. BRUM PAULO FLOR PAULO M. NERBAS PAULO PIETZSCH PAZ Pe. ANTONIO VIEIRA PEÇA DE NATAL PECADO PEDAL PEDRA FUNDAMENTAL PEDRO PEM PENA DE MORTE PENEIRAS PENTECOSTAIS PENTECOSTES PERDÃO PÉRGAMO PIADA PIB PINTURA POEMA POESIA PÓS MODERNIDADE Pr BRUNO SERVES Pr. BRUNO AK SERVES PRÁTICA DA IGREJA PREEXISTÊNCIA PREGAÇÃO PRESÉPIO PRIMITIVA PROCURA PROFECIAS PROFESSORES PROFETA PROFISSÃO DE FÉ PROGRAMAÇÃO PROJETO PROMESSA PROVA PROVAÇÃO PROVÉRBIOS PRÓXIMO PSICOLOGIA PV 22.6 PV 23.22 PV 25 PV 31.28-30 PV 9.1-6 QUARESMA QUESTIONAMENTOS QUESTIONÁRIO QUESTIONÁRIO PLANILHA QUESTIONÁRIO TEXTO QUINTA-FEIRA SANTA QUIZ RÁDIO RADIOCPT RAFAEL E. ZIMMERMANN RAUL BLUM RAYMOND F. SURBURG RECEITA RECENSÃO RECEPÇÃO REDENÇÃO REENCARNAÇÃO REFLEXÃO REFORMA REGIMENTO REGINALDO VELOSO JACOB REI REINALDO LÜDKE RELACIONAMENTO RELIGIÃO RENATO L. REGAUER RESSURREIÇÃO RESTAURAR RETIRO RETÓRICA REUNIÃO RICARDO RIETH RIOS RITO DE CONFIRMAÇÃO RITUAIS LITURGICOS RM 12.1-18 RM 12.1-2 RM 12.12 RM 14.1-12 RM 3.19-28 RM 4 RM 4.1-8 RM 4.13-17 RM 5 RM 5.1-8 RM 5.12-21 RM 5.8 RM 6.1-11 RM 7.1-13 RM 7.14-25a RM 8.1-11 RM 8.14-17 ROBERTO SCHULTZ RODRIGO BENDER ROGÉRIO T. BEHLING ROMANOS ROMEU MULLER ROMEU WRASSE ROMUALDO H. WRASSE Rômulo ROMULO SANTOS SOUZA RONDÔNIA ROSEMARIE K. LANGE ROY STEMMAN RT 1.1-19a RUDI ZIMMER SABATISMO SABEDORIA SACERDÓCIO UNIVERSAL SACERDOTE SACOLINHAS SACRAMENTOS SADUCEUS SALMO SALMO 72 SALMO 80 SALMO 85 SALOMÃO SALVAÇÃO SAMARIA Samuel F SAMUEL VERDIN SANTA CEIA SANTIFICAÇÃO SANTÍSSIMA TRINDADE SÃO LUIS SARDES SATANÁS SAUDADE SAYMON GONÇALVES SEITAS SEMANA SANTA SEMINÁRIO SENHOR SEPULTAMENTO SERMÃO SERPENTE SERVAS SEXTA FEIRA SANTA SIDNEY SAIBEL SILVAIR LITZKOW SILVIO F. S. FILHO SIMBOLISMO SÍMBOLOS SINGULARES SISTEMÁTICA SL 101 SL 103.1-12 SL 107.1-9 SL 116.12-19 SL 118 SL 118.19-29 SL 119.153-160 SL 121 SL 128 SL 142 SL 145.1-14 SL 146 SL 15 SL 16 SL 19 SL 2.6-12 SL 22.1-24 SL 23 SL 30 SL 30.1-12 SL 34.1-8 SL 50 SL 80 SL 85 SL 90.9-12 SL 91 SL 95.1-9 SL11.1-9 SONHOS SOPRANO Sorriso STAATAS STILLE NACHT SUMO SACERDOTE SUPERTIÇÕES T6 TEATRO TEMA TEMPLO TEMPLO TEATRO E MERCADO TEMPO TENOR TENTAÇÃO TEOLOGIA TERCEIRA IDADE TESES TESSALÔNICA TESTE BÍBLICO TESTE DE EFICIÊNCIA TESTEMUNHAS DE JEOVÁ Texto Bíblico TG 1.12 TG 2.1-17 TG 3.1-12 TG 3.16-4.6 TIAGO TIATIRA TIMÓTEO TODAS POSTAGENS TRABALHO TRABALHO RURAL TRANSFERENCIA TRANSFIGURAÇÃO TRICOTOMIA TRIENAL TRINDADE TRÍPLICE TRISTEZA TRIUNFAL Truco Turma ÚLTIMO DOMINGO DA IGREJA UNIÃO UNIÃO ESTÁVEL UNIDADE UNIDOS PELO AMOR DE DEUS VALDIR L. JUNIOR VALFREDO REINHOLZ VANDER C. MENDOÇA VANDERLEI DISCHER VELA VELHICE VERSÍCULO VERSÍCULOS VIA DOLOROSA VICEDOM VÍCIO VIDA VIDA CRISTÃ VIDENTE VIDEO VIDEOS VÍDEOS VILS VILSON REGINA VILSON SCHOLZ VILSON WELMER VIRADA VISITA VOCAÇÃO VOLMIR FORSTER VOLNEI SCHWARTZHAUPT VOLTA DE CRISTO WALDEMAR REIMAN WALDUINO P.L. JUNIOR WALDYR HOFFMANN WALTER L. CALLISON WALTER O. STEYER WALTER T. R. JUNIOR WENDELL N. SERING WERNER ELERT WYLMAR KLIPPEL ZC ZC 11.10-14 ZC 9.9-12