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CRUZES DO TEMPLO

A Cruz

O povo de Deus tem usado símbolos para expressar sua fé desde os primeiros tempos. Os símbolos foram usados pelos primeiros cristãos para se identificarem mutuamente.

A cruz é o símbolo que mais identifica a presença do cristianismo em todo mundo. Desde o início da Igreja Cristã, ela foi usada para identificar templos, instituições e cemitérios. É também costume antigo usá-la como adorno pessoal, pendurada ao pescoço. Hoje, ela continua sendo uma das melhores formas de identificar a presença da fé cristã. Ao longo da história, foram desenvolvidos diversos estilos de cruzes.

Alguns evangélicos e pentecostais não admitem qualquer forma de cruz, alegando que o uso dela é uma adoração a um objeto, o que seria idolatria. Há pessoas que usam a cruz como espécie de amuleto, que serve para proteger contra perigos e até “mau olhado”. A falta de conhecimento sobre o significado e importância da cruz pode levar a distorções.

O Crucifixo

clip_image002É a cruz com o corpo de Cristo esculpido. Ele enfatiza a natureza humana de Cristo e o seu sacrifício por nós. Um crucifixo sempre nos lembra que Cristo morreu por nós, para que tivéssemos perdão e salvação. Porém, ele também lembra que a nossa vida aqui na terra ainda está sob a cruz. Muitos entendem que, após a ressurreição de Jesus, o cristão não tem sofrimentos e que sua vida é sempre alegre, mas a Palavra de Deus condena esta interpretação. Jesus diz que, para ser discípulo dele, é preciso tomar a cruz e carregá-la. Algumas igrejas até admitem o uso da cruz, mas apenas a cruz vazia e não o crucifixo. Dizem que o importante é anunciar o Cristo ressurreto. “Nós pregamos o Cristo crucificado”, diz o apóstolo Paulo (1 Co 1.23). Ao dizer isso, Paulo lembra que a obra salvadora de Cristo culminou com o seu sacrifício na cruz e que, sem ele, não haveria vitória.

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No templo, o melhor lugar para o crucifixo é em cima do altar, um pouco à frente da cruz vazia, pois o altar sempre lembra o sacrifício dos animais no Antigo Testamento. Como Cristo é o perfeito Cordeiro sacrificado por nós, estes sacrifícios não são mais necessários. Lembrando o sacrifício de Jesus por nós, o crucifixo é o ornamento mais importante do altar.

 

A Cruz Vazia

clip_image006Lembra a ressurreição e a vitória de Jesus sobre o pecado e a morte. Seu maior propósito é dizer que Cristo vive e que nós, pela fé, viveremos com ele. Ela sempre serve de consolo para o povo de Deus, pois tem nela um símbolo da esperança pela ressurreição. Dentro da igreja, a cruz vazia deve ficar por trás do altar e sobressaindo acima dele, dando a ideia de que, após a ressurreição, Jesus subiu ao céu. Na frente dela está o crucifixo, geralmente menor. Assim, quem olha de frente para o altar, visualiza o crucifixo e lembra que sua caminhada ainda está sob a cruz, mas já pode levantar os olhos e, ao visualizar a cruz vazia, pode estar certo da sua ressurreição e vida eterna com Jesus no céu.

A Cruz da Procissão

clip_image007Em festividades especiais, por ocasião da entrada dos ministros e dos oficiantes, pode-se usar uma cruz “processional”. Ela é composta de uma cruz pequena, inserida numa haste de metal. Na procissão de entrada, ela deve ir à frente e sobressair a tudo e a todos, para mostrar que é por causa de Cristo que podemos prestar culto a Deus. É conveniente que o portador da cruz cubra-se com uma sobrepeliz.

Este sinal já foi muito usado e continua sendo.

clip_image009Antigamente era costume pendurar o crucifixo na sala, sobre a mesa das refeições.

Nos nossos cultos temos o sinal da cruz na Absolvição, Santa Ceia e Bênção. As crianças quando são batizadas recebem o sinal da cruz. Também os noivos. Por ocasião de sepultamentos também. Nas cerimônias de dedicação de igreja, casa, etc. Nos ritos diversos também é feito o sinal da cruz. Por que?

A bênção é assinalada. A cruz é uma marca de reconhecimento de propriedade. Tudo se concentra no amor do Pai, revelado no sacrifício de seu Filho Jesus Cristo, que morreu na cruz. É Graça de Deus!

Mas não é simplesmente um sinal, como se fosse um número na roupa ou um carimbo. É uma confissão de fé e reconhecimento dos atos maravilhosos de Deus através de seu Filho.

Cruzes - Formas e significados

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Cruz Alfa e Ômega

Esta cruz latina é combinada com a primeira e última letra do alfabeto grego, que nos lembram que, apesar de Jesus ter morrido por nossos pecados numa cruz, ele reina em gloria para sempre. Época: Trindade, ascensão

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Cruz âncora

Simboliza esperança dos cristãos em Cristo. Esta cruz também foi emblema de São Clemente, Bispo de Roma, que de acordo com a tradição foi amarado numa âncora e lançado ao mar pelo imperador Trajano. Hb. 6.17-20

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Cruz de alça

É uma cruz em estilo hieróglifo egípcio que representa a regeneração e a vida eterna.

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Cruz Batismal

Esta cruz grega está sobreposta sobre a primeira letra do nome Cristo em língua grega X, (pronuncia-se qui). Ela forma a cruz com oito braços. O número oito é símbolo do renascimento e da regeneração, por isso, esta cruz é usada como cruz batismal.

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Cruz trevo

Esta cruz é amplamente usada. Nas pontas dos seus braços ela tem um desenho parecido com um trevo. Por isso ela nos lembra a Santíssima Trindade. Época: Trindade

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Cruz Bizantina
A cruz bizantina é geralmente usada pela igreja Ortodoxa Grega.

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Cruz do Calvário
Esta cruz latina está firmado sobre três degraus, que representam a subida de Jesus ao Calvário. Podem também simbolizar a fé, a esperança e o amor. 1Co. 13.13

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Cruz céltica ou irlandesa
Cruz antiga, usada pelos cristãos na Grã Bretanha e na Irlanda.

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Cruz da conquista e da vitória
Esta cruz grega é complementada com a primeira e a última letra do nome de Jesus em grego (IC), a primeira e última letra do nome Cristo em grego (XC), e a palavra grega para vitória (NIKA). Os traços sobre as letras indicam que elas são abreviações. Época: Todas, especialmente. Páscoa, ascensão.

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Cruz quadriculada
Esta cruz ornamental, formada por quatro pequenas cruzes, representa a expansão do evangelho para os quatro cantos da terra. Ela repousa sobre uma grade que forma outras quatro cruzes. Época: Trindade

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Cruz da Páscoa

Esta forma de cruz foi primeiramente usada na Igreja Ortodoxa Russa. O braço superior representa a inscrição abreviada "INRI", que Pilatos colocou sobre a cabeça de Jesus. O significado do braço inclinado inferior é dúbio. Há um tradição que diz que as pernas de Jesus não eram de tamanho igual. Uma outra tradição diz que o terremoto que veio durante a sua crucificação é que causou a inclinação deste braço. E ainda uma outra explicação, relaciona este braço inclinado à cruz a Santo André.

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Cruz da batalha
Esta cruz nos lembra a muralha de um forte ou de um castelo. Ela pode ser usada como símbolo da igreja militante, a igreja que está em luta, em oposição à igreja triunfante, formada por aqueles que já passaram pela luta e estão com o Senhor.

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Cruz Fleuri
Esta é uma cruz decorativa. Os braços desta cruz terminam em pétalas, que nos lembram a Trindade. Época: Páscoa e Trindade
Cruz Flor-de-lis
Muito semelhante a cruz fleuri, esta cruz é uma lembrança da Trindade e da ressurreição. Época: Páscoa e Trindade

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Cruz grega
Esta é uma cruz antiga, que tem quatro braços iguais. Pode ser usada em qualquer época.

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Cruz iônica
Esta é a cruz adotada por São Columba, que no ano de 563 fundou um mosteiro na ilha de Iona, região da Escócia.

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Cruz de Jerusalém ou cruz das Cruzadas

Este conjunto de cruzes é composto por uma cruz central formada por quatro cruzes "tau" (veja abaixo) que representa a lei do Antigo Testamento. As quatro pequenas cruzes gregas representam o cumprimento desta lei no evangelho de Cristo. Outros vêem neste conjunto, um símbolo da obra missionária da igreja - expandindo o evangelho para os quatros cantos da terra. Ainda há outros que entendem que estas cinco cruzes representam as cinco feridas de Jesus na cruz (mãos, pés e o lado). Este modelo de cruz foi usado pelo rei Godofredo de Bulhão, o primeiro rei cristão em Jerusalém. Esta cruz foi incorporada nas campanhas da cruzadas. Época: Pentecostes, Trindade.

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Cruz Latina
É a mais comum de todas as cruzes. Ela era um instrumento de condenação à morte nos tempos de Jesus. Ela nos lembra o supremo sacrifício que Jesus ofereceu pelos pecados de todo mundo. Tradicionalmente ela simboliza a crucificação, no entanto, como é totalmente vazia, também nos lembra a ressurreição e a esperança da vida eterna. É própria para qualquer época.

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Cruz de Malta
Esta cruz é formada por quatro pontas que apontam para o centro e oito pontas externas que simbolizam a regeneração. Esta cruz foi emblema dos Cavaleiros de São João, que foram levados pelos turcos de Rodes para ilha de Malta. Na ilha de Malta o apóstolo Paulo naufragou.

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Cruz Natalina
Esta cruz tem a forma de estrela, que nos lembra a história do nascimento de Jesus e o anúncio do propósito para o qual ele veio. Época: Advento e Epifania

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Cruz da Paixão
Esta é uma cruz latina que tem as extremidades pontiagudas. Ela representa o sofrimento de Cristo na sua crucificação. Época: Quaresma, especialmente Semana Santa.

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Cruz Patée
Esta é uma cruz grega, que tem o centro estreito e os braços curvos para fora. Muitas vezes é confundida com a cruz Malta.

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Cruz Patriarcal
Esta é uma cruz eclesiástica. Ela aparece nas obras de arte, carregada pelos patriarcas. O braço superior representa a inscrição colocada por Pilatos na cruz de Jesus.

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Cruz Pomée
Os botões nas extremidades desta cruz, parecidos com maçãs, representam os frutos da vida cristã. Em tempos primitivos, botões semelhantes eram usados em cajados de pastores como um símbolo de autoridade.

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Cruz de Santo André
De acordo com a tradição, Santo André sentiu-se indigno ser crucificado como o seu Senhor. Desta forma, ele suplicou que a sua cruz fosse diferente. Ela é um símbolo da humildade e do sofrimento.

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Cruz Tau
Esta cruz é formada pela letra grega "T", é a mais simples de todas as cruzes. Tradicionalmente ela representa o sinal de sangue de cordeiro, usado pelos israelitas sobre as portas na noite de Páscoa, antes da saída do Egito. Ela também representa a haste usada por Moisés para levantar a serpente no deserto. Desta forma ela é a cruz da profecia, ou a cruz do Antigo Testamento. Época: Advento

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Cruz Triunfante
Esta cruz simboliza o triunfo final e o reino de Cristo sobre todo mundo. Na arte cristã, esta cruz é usada no topo do cetro de Jesus para mostrar seu reino em glória. Época: Domingo de Páscoa

· © Walter E. Gast (home.att.net/~wegast/symbols/symbols.htm). Usado com permissão.

· Tradução, adaptação e design em língua portuguesa: Davi Karnopp e Dieter J. Jagnow]

O REFLEXO DA CRUZ

Um de meus amigos ia toda quinta-feira à noite a uma piscina coberta. Ele sempre via ali um homem que lhe chamava a atenção: ele tinha o costume de correr até a água e molhar só o dedão do pé. Depois subia no trampolim mais alto e com um esplêndido salto mergulhava na água. Era um excelente nadador. Não era de estranhar, pois, que meu amigo ficasse intrigado com esse costume de molhar o dedão antes de saltar na água.

Um dia tomou coragem e perguntou-lhe a razão daquele hábito. O homem sorriu e respondeu: "Sim, eu tenho motivo para fazer isso. Há alguns anos, eu era professor de natação de um grupo de homens. Meu trabalho era ensiná-los a nadar e a saltar do trampolim. Certa noite não conseguia dormir e fui à piscina para nadar um pouco; sendo o professor de natação, eu tinha uma chave para entrar no clube. Não acendi a luz porque conhecia bem o lugar. A luz da lua brilhava através do teto de vidro. Quando estava sobre o trampolim, vi minha sombra na parede em frente. Com os braços abertos, minha silhueta formava uma magnífica cruz. Em vez de saltar fiquei ali parado, contemplando aquela imagem."

O professor de natação continuou: "Nesse momento, pensei na cruz de Jesus Cristo e em seu significado. Eu não era um cristão, mas quando criança eu aprendi um cântico cujas palavras me vieram à mente e me fizeram recordar que Jesus tinha morrido para nos salvar por meio de seu precioso sangue. Não sei quanto tempo fiquei parado sobre o trampolim com os braços estendidos e nem compreendo por que não pulei na água. Finalmente voltei, desci do trampolim e fui até a escada para mergulhar na água. Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso... na noite anterior haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido!"

"Tremi todo e senti um calafrio na espinha. Se eu tivesse saltado, seria meu último salto. Naquela noite, a imagem da cruz na parede salvou a minha vida. Fiquei tão agradecido a Deus – que por me amar permitiu que eu continuasse vivo – que me ajoelhei na beira da piscina. Tomei consciência de que não somente a minha vida física, mas minha alma também precisava ser salva. Para que isto acontecesse, foi necessária outra cruz, aquela na qual Jesus morreu para nos salvar."

Naquela noite fui salvo duas vezes, física e espiritualmente. Agora tenho um corpo sadio, porém o mais importante é que sou eternamente salvo. Talvez agora você compreenda porque eu molho o dedão antes de saltar na água.

SÍMBOLOS DO CULTO


A Cruz e o Crucifixo
             A cruz é o símbolo e distintivo mais forte e importante em toda igreja e culto cristão. Desde o início da igreja, ela foi usada como ornamento de templos, cemitérios e casas.  É também costume muito antigo usá-la como adorno pessoal pendurado ao pescoço. E hoje ela continua sendo uma das melhores formas para identificar um templo cristão. É bom que ela esteja em lugares visíveis como nas fachadas de templos, nas torres, portas e placas das igrejas.  No último capítulo desta obra temos diversos modelos de cruzes.  Aqui vamos apenas tratar do significado dela.
O Crucifixo é a cruz com o corpo esculpido de Cristo. É o mais importante ornamento do altar. Ele enfatiza a humanação de Cristo e o seu sacrifício por nós.  Ele também nos lembra que a nossa vida aqui ainda é uma vida sob cruz. A cruz vazia carece dessa ênfase e pode desvalorizar a humanação de Cristo e levar a uma espiritualização de Cristo.  Cristo é verdadeiro homem e está conosco também, de acordo com sua natureza humana.  O crucifixo quer nos lembrar que o Senhor Jesus se deu a nós numa cruz e que por este sacrifício recebemos perdão e salvação. "Nós pregamos o Cristo crucificado", diz o apóstolo Paulo (1 Co 1. 23). No templo, o lugar dele é em cima do altar, um pouco à frente da cruz vazia. Deveria ser aquele em que Cristo usa a coroa de rei para lembrar sua exaltação e vitória sobre a morte.
A Cruz Vazia lembra a ressurreição e a vitória de Cristo e aponta para a nossa futura ressurreição.  É, portanto, um símbolo da esperança.  Mas é preciso cuidar para não usá-la como simbolismo errôneo. Muitos entendem que, após a ressurreição de Cristo, para o cristão não há mais sofrimentos. A cruz vazia, seria então uma forma de dizer, que o cristão está livre de sofrimentos.  A Palavra de Deus condena esta interpretação. De qualquer forma, o maior símbolo da ressurreição, é o túmulo vazio. Dentro da igreja a cruz vazia deve estar por trás do altar e, sobressaindo acima dele.
A Cruz da Procissão:  Em festividades especiais, por ocasião da entrada dos ministros e dos oficiantes, pode-se usar uma cruz processional. Ela é composta de uma cruz com uma haste destacável de metal, que vai no braço superior. Na procissão de entrada, ela deve ir à frente e sobressair a tudo e a todos, para mostrar que é por causa de Cristo que podemos prestar culto a Deus. É, por isso, recomendável que os olhos de todos acompanhem a cruz desde a sua entrada até o momento de ser colocada junto ao altar. É conveniente que o portador da cruz cubra-se com uma sobrepeliz.
 
As Velas

No culto são usadas velas acesas, que nos lembram que a luz é um símbolo de Deus.  "Deus é luz e nele não há trevas"(Jo 1.5).  Cristo é a Luz do mundo, como ele mesmo disse (Jo 8.12).  Ele é "a verdadeira luz que, vinda ao mundo, ilumina a todo homem" (Jo 1.9). A primeira palavra que procedeu da boca de Deus durante a criação foi: "haja luz". Além disso, as velas se consomem pelo fogo. Isso nos lembra "de como nosso Senhor sacrificou-se a si mesmo para nos redimir e de como nós devemos sacrificar-nos em servir a Deus e aos homens."[1]  Este simbolismo torna as velas importantes no culto. As velas também expressam glória, alegria e festividade.
Não há uma regra exata sobre a quantidade de velas a serem usadas no culto. Dependendo da ênfase, da solenidade e da época litúrgica, podem-se usar quantidades diferentes de velas.  Sobre o altar o ideal é usar duas velas. Fora do altar podem-se usar os castiçais ou candelabros com 3, 5, 7 e 10 velas[2]
As duas velas, são chamadas  de "Velas Eucarísticas". Elas são próprias do Culto Principal, ou seja, com Santa Ceia e deveriam ser acesas preferencialmente na preparação da Santa Ceia.  Duas velas também representam as duas naturezas de Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro Homem.  Se o normal é ter Santa Ceia em todos os cultos, as duas velas até podem ser acesas no início do culto.  Em cultos sem Santa Ceia não deveriam ser acesas, deveria se dar preferência aos castiçais.  Os castiçais também podem ser acesos em cultos com Santa Ceia.  Neste caso as duas velas deveriam ser acesas também.  Os castiçais, no entanto, não deveriam estar sobre o altar mas ao lado.
Os castiçais e as velas nunca deveriam estar mais altas do que os braços da cruz. As velas devem também ser de boa qualidade, e é recomendável que tenham cera de abelha na sua composição. Devem ser verdadeiras, nunca lâmpadas elétricas que imitam velas.  Deve-se evitar o deposito de tocos de vela, principalmente no altar, pois dão um aspecto desagradável.  Velas novas deveriam ser acesas previamente para evitar qualquer defeito no pavio. As velas não deveriam ser acesas com fósforos ou isqueiros. Isso tira o aspecto da reverência.  Seria bom que um auxiliar, paramentado, por ocasião da entrada dos oficiantes, trouxesse o fogo num acendedor apropriado e, após a reverência ao altar, acendesse as velas.



[1] LANG, Paul H.D. Manual da comissão de Altar. Porto Alegre, concórdia p. 49

[2] Três velas representam a Trindade. Cinco representam os cinco ferimentos de Jesus na cruz (mãos pés e o lado), por isso ele é o número do sacrifício. Sete representam as sete virtudes do Espirito (Is 11.2, Ap. 5.12), as sete vezes que Jesus falou enquanto estava pregado na cruz, e as sete igrejas mencionadas no Apocalipse. Sete é também o número da perfeição, pois no sétimo dia Deus descansou e sua obra estava completa e perfeita. Dez é o número dos mandamentos, das dez pragas, é o número que expressa o completo.

 

Os Paramentos

A palavra paramento vem do latim paramentu, que significa adorno, enfeite, preparo. Paramentos são todos os tecidos que usamos no altar, entre eles, a toalha que cobre toda a mesa, os guardanapos e os antepêndios.  O altar da casa de Deus é adornado e preparado, para mostrar que a mesa está pronta para ceia. A tolha da mesa, de preferência deve ser de linho fino, simboliza o lençol que cobriu o corpo de Cristo na sepultura.  Em alguns lugares também se usa um pano que cobre toda a frente do altar.  Os "antepêndios" são os panos coloridos que usamos no altar, no púlpito da pregação e no púlpito de leitura, que, na verdade, são conhecidos pelo nome geral, "paramentos". Eles simbolizam a nossa alegria pelo perdão que recebemos na Ceia e na Palavra.
Os desenhos, cores, símbolos e decorações usados nos altar e nos panos, devem estar em harmonia com o espírito e os acontecimentos da época.  Não se pode colocar qualquer desenho só porque é bonito mas que não tem significado litúrgico coerente. Devem ter pelo menos o desenho de uma cruz para demonstrar a finalidade sacra.  No capítulo final deste livro temos diversos símbolos com os seu significados que podem ser usados nos paramentos.
David Karnopp

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1 CO 1.18-25 1 CO 12.2 1 CO 15.20-28 1 CO 15.50-58 1 CO 2.1-5 1 CO 6.12-20 1 CO2.6-13 1 CORÍNTIOS 1 CR 28.20 1 JO 1 JO 1.1-10 1 JO 4.7-10 1 PE 1.13-21 1 PE 1.17-25 1 PE 1.3-9 1 PE 2.1-10 1 PE 2.18-25 1 PE 2.19-25 1 PE 2.4-10 1 PE 3.13-22 1 PE 3.15-22 1 PE 3.18-20 1 PE 4.12-17 1 PE 5.6-11 1 PEDRO 1 RS 19.4-8 1 RS 8.22-23 1 SM 1 1 SM 2 1 SM 28.1-25 1 SM 3 1 SM 3.1-10 1 TIMÓTEO 1 TM 1.12-17 1 Tm 2.1-15 1 TM 3.1-7 1 TS 1.5B-10 10 PENTECOSTES 13-25 13° APÓS PENTECOSTES 14° DOMINGO APÓS PENTECOSTES 15 ANOS 16-18 17 17º 17º PENTECOSTES 1CO 11.23 1CO 16 1º ARTIGO 1º MANDAMENTO 1PE 1PE 3 1RS 17.17-24 1RS 19.9B-21 2 CO 12.7-10 2 CO 5.1-10 2 CO 5.14-20 2 CORINTIOS 2 PE 1.16-21 2 PE 3.8-14 2 PENTECOSTES 2 TM 1.1-14 2 TM 1.3-14 2 TM 2.8-13 2 TM 3.1-5 2 TM 3.14-4.5 2 TM 4.6-8 2 TS 3.6-13 2° EPIFANIA 2° QUARESMA 20º PENTECOSTES 24º DOMINGO APÓS PENTECOSTES 25º DOMINGO PENTECOSTES 27-30 2CO 8 2º ADVENTO 2º ARTIGO 2º DOMINGO DE PÁSCOA 2TM 1 2TM 3 3 3 PENTECOSTES 3º ARTIGO 3º DOMINGO APÓS PENTECOSTES 3º DOMINGO DE PÁSCOA 3º DOMINGO NO ADVENTO 4 PENTECOSTES 41-43 4º DOMINGO APÓS PENTECOSTES 4º DOMINGO DE PENTECOSTES 4º FEIRA DE CINZAS 5 MINUTOS COM JESUS 5° APÓS EPIFANIA 500 ANOS 5MINUTOS 5º DOMINGO DE PENTECOSTES 5º EPIFANIA 5º PENTECOSTES 6º MANDAMENTO 7 ESTRELAS Abiel ABORTO ABSOLVIÇÃO ACAMPAMENTO AÇÃO DE GRAÇA ACIDENTE ACIR RAYMANN ACONSELHAMENTO ACONSELHAMENTO PASTORAL ACRÓSTICO ADALMIR WACHHOLz ADELAR BORTH ADELAR MUNIEWEG ADEMAR VORPAGEL ADMINISTRAÇÃO ADORAÇÃO ADULTÉRIO ADULTOS ADVENTISTA ADVENTO ADVERSIDADES AGENDA AIDS AILTON J. 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STEYER CRISTOLOGIA CRONICA CRONOLOGIA CRUCIFIXO CRUZ CRUZADAS CTRE CUIDADO CUJUBIM CULPA CULTO CULTO CRIOULO CULTO CRISTÃO CULTO DOMESTICO CULTO E MÚSICA CULTURA CURSO CURT ALBRECHT CURTAS DALTRO B. KOUTZMANN DALTRO G. TOMM DANIEL DANILO NEUENFELD DARI KNEVITZ DAVI E JÔNATAS DAVI KARNOPP DEBATE DEFICIÊNCIA FÍSICA DELMAR A. KOPSELL DEPARTAMENTO DEPRESSÃO DESENHO DESINSTALAÇÃO DEUS DEUS PAI DEVERES Devoção DEVOCIONÁRIO DIACONIA DIÁLOGO INTERLUTERANO DIARIO DE BORDO DICOTOMIA DIETER J. JAGNOW DILÚVIO DINÂMICAS DIRCEU STRELOW DIRETORIA DISCIPLINA DÍSCIPULOS DISTRITO DIVAGO DIVAGUA DIVÓRCIO DOGMÁTICA DOMINGO DE RAMOS DONS DOUTRINA DR Dr. RODOLFO H. BLANK DROGAS DT 26 DT 6.4-9 EBI EC 9 ECLESIASTES ECLESIÁSTICA ECUMENISMO EDER C. WEHRHOLDT Ederson EDGAR ZÜGE EDISON SELING EDMUND SCHLINK EDSON ELMAR MÜLLER EDSON R. TRESMANN EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO CRISTÃ EF 1.16-23 EF 2.4-10 EF 4.1-6 EF 4.16-23 EF 4.29-32 EF 4.30-5.2 EF 5.22-33 EF 5.8-14 EF 6.10-20 ÉFESO ELBERTO MANSKE Eleandro ELEMAR ELIAS R. EIDAM ELIEU RADINS ELIEZE GUDE ELIMINATÓRIAS ELISEU TEICHMANN ELMER FLOR ELMER T. JAGNOW EMÉRITO EMERSON C. IENKE EMOÇÃO EN ENCARNAÇÃO ENCENAÇÃO ENCONTRO ENCONTRO DE CRIANÇA 2014 ENCONTRO DE CRIANÇAS 2015 ENCONTRO DE CRIANÇAS 2016 ENCONTRO PAROQUIAL DE FAMILIA ENCONTROCORAL ENFERMO ENGANO ENSAIO ENSINO ENTRADA TRIUNFAL ENVELHECER EPIFANIA ERA INCONCLUSA ERNI KREBS ERNÍ W. SEIBERT ERVINO M. SPITZER ESBOÇO ESCATOLOGIA ESCO ESCOLAS CRISTÃS ESCOLÁSTICA ESCOLINHA ESCOLINHA DOMINICAL ESDRAS ESMIRNA ESPADA DE DOIS GUMES ESPIRITISMO ESPÍRITO SANTO ESPIRITUALIDADE ESPÍSTOLA ESPORTE ESTAÇÃODAFÉ ESTAGIÁRIO ESTAGIÁRIOS ESTATUTOS ESTER ESTER 6-10 ESTRADA estudo ESTUDO BÍBLICO ESTUDO DIRIGIDO ESTUDO HOMILÉTICO ÉTICA EVANDRO BÜNCHEN EVANGELHO EVANGÉLICO EVANGELISMO EVERSON G. HAAS EVERSON GASS EVERVAL LUCAS EVOLUÇÃO ÊX EX 14 EX 17.1-17 EX 20.1-17 EX 24.3-11 EX 24.8-18 EXALTAREI EXAME EXCLUSÃO EXEGÉTICO EXORTAÇÃO EZ 37.1-14 EZEQUIEL BLUM Fabiano FÁBIO A. NEUMANN FÁBIO REINKE FALECIMENTO FALSIDADE FAMÍLIA FARISEU FELIPE AQUINO FELIPENSES FESTA FESTA DA COLHEITA FICHA FILADÉLFIA FILHO DO HOMEM FILHO PRÓDIGO FILHOS FILIPE FILOSOFIA FINADOS FLÁVIO L. HORLLE FLÁVIO SONNTAG FLOR DA SERRA FLORES Formatura FÓRMULA DE CONCÓRDIA Fotos FOTOS ALTO ALEGRE FOTOS CONGRESSO DE SERVAS 2010 FOTOS CONGRESSO DE SERVAS 2012 FOTOS ENCONTRO DE CRIANÇA 2012 FOTOS ENCONTRO DE CRIANÇAS 2013 FOTOS ENCONTRO ESPORTIVO 2012 FOTOS FLOR DA SERRA FOTOS P172 FOTOS P34 FOTOS PARECIS FOTOS PROGRAMA DE NATAL P34 FP 2.5-11 FP 3 FP 4.4-7 FP 4.4-9 FRANCIS HOFIMANN FRASES FREDERICK KEMPER FREUD FRUTOS DO ES GÁLATAS GALILEU GALILEI GATO PRETO GAÚCHA GELSON NERI BOURCKHARDT GENESIS GÊNESIS 32.22-30 GENTIO GEOMAR MARTINS GEORGE KRAUS GERHARD GRASEL GERSON D. BLOCH GERSON L. LINDEN GERSON ZSCHORNACK GILBERTO C. WEBER GILBERTO V. DA SILVA GINCANAS GL 1.1-10 GL 1.11-24 GL 2.15-21 GL 3.10-14 GL 3.23-4.1-7 GL 5.1 GL 5.22-23 GL 6.6-10 GLAYDSON SOUZA FREIRE GLEISSON R. SCHMIDT GN 01 GN 1-50 GN 1.1-2.3 GN 12.1-9 GN 15.1-6 GN 2.18-25 GN 21.1-20 GN 3.14-16 GN 32 GN 45-50 GN 50.15-21 GRAÇA DIVINA GRATIDÃO GREGÓRIO MAGNO GRUPO GUSTAF WINGREN GUSTAVO D. SCHROCK HB 11.1-3; 8-16 HB 12 HB 12.1-8 HB 2.1-13 HB 4.14-16 5.7-9 HC 1.1-3 HC 2.1-4 HÉLIO ALABARSE HERIVELTON REGIANI HERMENÊUTICA HINÁRIO HINO HISTÓRIA HISTÓRIA DA IGREJA ANTIGA E MEDIEVAL HISTÓRIA DO NATAL HISTORINHAS BÍBLICAS HL 10 HL 164 HOMILÉTICA HOMOSSEXUALISMO HORA LUTERANA HORST KUCHENBECKER HORST S MUSSKOPF HUMOR IDOSO IECLB IELB IGREJA IGREJA CRISTÃ IGREJAS ILUSTRAÇÃO IMAGEM IN MEMORIAN INAUGURAÇÃO ÍNDIO INFANTIL INFERNO INFORMATIVO INSTALAÇÃO INSTRUÇÃO INTRODUÇÃO A BÍBLIA INVESTIMENTO INVOCAÇÕES IRINEU DE LYON IRMÃO FALTOSO IROMAR SCHREIBER IS 12.2-6 IS 40.1-11 IS 42.14-21 IS 44.6-8 IS 5.1-7 IS 50.4-9 IS 52.13-53-12 IS 53.10-12 IS 58.5-9a IS 61.1-9 IS 61.10-11 IS 63.16 IS 64.1-8 ISACK KISTER BINOW ISAGOGE ISAÍAS ISAQUE IURD IVONELDE S. TEIXEIRA JACK CASCIONE JACSON J. OLLMANN JARBAS HOFFIMANN JEAN P. DE OLIVEIRA JECA JELB JELB DIVAGUA JEOVÁ JESUS JN JO JO 1 JO 10.1-21 JO 11.1-53 JO 14 JO 14.1-14 JO 14.15-21 JO 14.19 JO 15.5 JO 18.1-42 JO 2 JO 20.19-31 JO 20.8 JO 3.1-17 JO 4 JO 4.5-30 JO 5.19-47 JO 6 JO 6.1-15 JO 6.51-58 JO 7.37-39 JO 9.1-41 JOÃO JOÃO 20.19-31 JOÃO C. SCHMIDT JOÃO C. TOMM JOÃO N. FAZIONI JOEL RENATO SCHACHT JOÊNIO JOSÉ HUWER JOGOS DE AZAR JOGRAL JOHN WILCH JONAS JONAS N. GLIENKE JONAS VERGARA JOSE A. DALCERO JOSÉ ACÁCIO SANTANA JOSE CARLOS P. DOS SANTOS JOSÉ ERALDO SCHULZ JOSÉ H. DE A. MIRANDA JOSÉ I.F. DA SILVA JOSUÉ ROHLOFF JOVENS JR JR 28.5-9 JR 3 JR 31.1-6 JUAREZ BORCARTE JUDAS JUDAS ISCARIOTES JUDAS TADEU JUMENTINHO JUSTIFICAÇÃO JUVENTUDE KARL BARTH KEN SCHURB KRETZMANN LAERTE KOHLS LAODICÉIA LAR LC 12.32-40 LC 15.1-10 LC 15.11-32 LC 16.1-15 LC 17.1-10 LC 17.11-19 LC 19 LC 19.28-40 LC 2.1-14 LC 23.26-43 LC 24 LC 24.13-35 LC 3.1-14 LC 5 LC 6.32-36 LC 7 LC 7.1-10 LC 7.11-16 LC 7.11-17 LC 9.51-62 LEANDRO D. HÜBNER LEANDRO HUBNER LEI LEIGO LEIGOS LEITORES LEITURA LEITURAS LEMA LENSKI LEOCIR D. DALMANN LEONARDO RAASCH LEOPOLDO HEIMANN LEPROSOS LETRA LEUPOLD LIBERDADE CRISTÃ LIDER LIDERANÇA LILIAN LINDOLFO PIEPER LINK LITANIA LITURGIA LITURGIA DE ADVENTO LITURGIA DE ASCENSÃO LITURGIA DE CONFIRMAÇÃO LITURGIA EPIFANIA LITURGIA PPS LIVRO LLLB LÓIDE LOUVAI AO SENHOR LOUVOR LUCAS ALBRECHT LUCIFER LUCIMAR VELMER LUCINÉIA MANSKE LUGAR LUÍS CLAUDIO V. DA SILVA LUIS SCHELP LUISIVAN STRELOW LUIZ A. DOS SANTOS LUTERANISMO LUTERO LUTO MAÇONARIA MÃE MAMÃE MANDAMENTOS MANUAL MARCÃO MARCELO WITT MARCIO C. PATZER MARCIO LOOSE MARCIO SCHUMACKER MARCO A. CLEMENTE MARCOS J. FESTER MARCOS WEIDE MARIA J. RESENDE MÁRIO SONNTAG MÁRLON ANTUNES MARLUS SELING MARTIM BREHM MARTIN C. WARTH MARTIN H. FRANZMANN MARTINHO LUTERO MARTINHO SONTAG MÁRTIR MATERNIDADE MATEUS MATEUS KLEIN MATEUS L. LANGE MATRIMÔNIO MAURO S. HOFFMANN MC 1.1-8 MC 1.21-28 MC 1.4-11 MC 10.-16 MC 10.32-45 MC 11.1-11 MC 13.33-37 MC 4 MC 4.1-9 MC 6.14-29 MC 7.31-37 MC 9.2-9 MEDICAMENTOS MÉDICO MELODIA MEMBROS MEME MENSAGEIRO MENSAGEM MESSIAS MÍDIA MILAGRE MINISTÉRIO MINISTÉRIO FEMENINO MIQUÉIAS MIQUÉIAS ELLER MIRIAM SANTOS MIRIM MISSÃO MISTICISMO ML 3.14-18 ML 3.3 ML NEWS MODELO MÔNICA BÜRKE VAZ MORDOMIA MÓRMOM MORTE MOVIMENTOS MT 10.34-42 MT 11.25-30 MT 17.1-9 MT 18.21-45 MT 21.1-11 MT 28.1-10 MT 3 MT 4.1-11 MT 5 MT 5.1-12 MT 5.13-20 MT 5.20-37 MT 5.21-43 MT 5.27-32 MT 9.35-10.8 MULHER MULTIRÃO MUSESCORE MÚSICA MÚSICAS NAAÇÃO L. DA SILVA NAMORADO NAMORO NÃO ESQUECER NASCEU JESUS NATAL NATALINO PIEPER NATANAEL NAZARENO DEGEN NEEMIAS NEIDE F. HÜBNER NELSON LAUTERT NÉRISON VORPAGEL NILO FIGUR NIVALDO SCHNEIDER NM 21.4-9 NOITE FELIZ NOIVADO NORBERTO HEINE NOTÍCIAS NOVA ERA NOVO HORIZONTE NOVO TESTAMENTO O HOMEM OFERTA OFÍCIOS DAS CHAVES ONIPOTENCIA DIVINA ORAÇÃO ORAÇAODASEMANA ORATÓRIA ORDENAÇAO ORIENTAÇÕES ORLANDO N. OTT OSÉIAS EBERHARD OSMAR SCHNEIDER OTÁVIO SCHLENDER P172 P26 P30 P34 P36 P40 P42.1 P42.2 P70 P95 PADRINHOS PAI PAI NOSSO PAIS PAIXÃO DE CRISTO PALAVRA PALAVRA DE DEUS PALESTRA PAPAI NOEL PARA PARA BOLETIM PARÁBOLAS PARAMENTOS PARAPSICOLOGIA PARECIS PAROQUIAL PAROUSIA PARTICIPAÇÃO PARTITURA PARTITURAS PÁSCOA PASTOR PASTORAL PATERNIDADE PATMOS PAUL TORNIER PAULO PAULO F. BRUM PAULO FLOR PAULO M. NERBAS PAULO PIETZSCH PAZ Pe. ANTONIO VIEIRA PEÇA DE NATAL PECADO PEDAL PEDRA FUNDAMENTAL PEDRO PEM PENA DE MORTE PENEIRAS PENTECOSTAIS PENTECOSTES PERDÃO PÉRGAMO PIADA PIB PINTURA POEMA POESIA PÓS MODERNIDADE Pr BRUNO SERVES Pr. BRUNO AK SERVES PRÁTICA DA IGREJA PREEXISTÊNCIA PREGAÇÃO PRESÉPIO PRIMITIVA PROCURA PROFECIAS PROFESSORES PROFETA PROFISSÃO DE FÉ PROGRAMAÇÃO PROJETO PROMESSA PROVA PROVAÇÃO PROVÉRBIOS PRÓXIMO PSICOLOGIA PV 22.6 PV 23.22 PV 25 PV 31.28-30 PV 9.1-6 QUARESMA QUESTIONAMENTOS QUESTIONÁRIO QUESTIONÁRIO PLANILHA QUESTIONÁRIO TEXTO QUINTA-FEIRA SANTA QUIZ RÁDIO RADIOCPT RAFAEL E. ZIMMERMANN RAUL BLUM RAYMOND F. SURBURG RECEITA RECENSÃO RECEPÇÃO REDENÇÃO REENCARNAÇÃO REFLEXÃO REFORMA REGIMENTO REGINALDO VELOSO JACOB REI REINALDO LÜDKE RELACIONAMENTO RELIGIÃO RENATO L. REGAUER RESSURREIÇÃO RESTAURAR RETIRO RETÓRICA REUNIÃO RICARDO RIETH RIOS RITO DE CONFIRMAÇÃO RITUAIS LITURGICOS RM 12.1-18 RM 12.1-2 RM 12.12 RM 14.1-12 RM 3.19-28 RM 4 RM 4.1-8 RM 4.13-17 RM 5 RM 5.1-8 RM 5.12-21 RM 5.8 RM 6.1-11 RM 7.1-13 RM 7.14-25a RM 8.1-11 RM 8.14-17 ROBERTO SCHULTZ RODRIGO BENDER ROGÉRIO T. BEHLING ROMANOS ROMEU MULLER ROMEU WRASSE ROMUALDO H. WRASSE Rômulo ROMULO SANTOS SOUZA RONDÔNIA ROSEMARIE K. LANGE ROY STEMMAN RT 1.1-19a RUDI ZIMMER SABATISMO SABEDORIA SACERDÓCIO UNIVERSAL SACERDOTE SACOLINHAS SACRAMENTOS SADUCEUS SALMO SALMO 72 SALMO 80 SALMO 85 SALOMÃO SALVAÇÃO SAMARIA Samuel F SAMUEL VERDIN SANTA CEIA SANTIFICAÇÃO SANTÍSSIMA TRINDADE SÃO LUIS SARDES SATANÁS SAUDADE SAYMON GONÇALVES SEITAS SEMANA SANTA SEMINÁRIO SENHOR SEPULTAMENTO SERMÃO SERPENTE SERVAS SEXTA FEIRA SANTA SIDNEY SAIBEL SILVAIR LITZKOW SILVIO F. S. FILHO SIMBOLISMO SÍMBOLOS SINGULARES SISTEMÁTICA SL 101 SL 103.1-12 SL 107.1-9 SL 116.12-19 SL 118 SL 118.19-29 SL 119.153-160 SL 121 SL 128 SL 142 SL 145.1-14 SL 146 SL 15 SL 16 SL 19 SL 2.6-12 SL 22.1-24 SL 23 SL 30 SL 30.1-12 SL 34.1-8 SL 50 SL 80 SL 85 SL 90.9-12 SL 91 SL 95.1-9 SL11.1-9 SONHOS SOPRANO Sorriso STAATAS STILLE NACHT SUMO SACERDOTE SUPERTIÇÕES T6 TEATRO TEMA TEMPLO TEMPLO TEATRO E MERCADO TEMPO TENOR TENTAÇÃO TEOLOGIA TERCEIRA IDADE TESES TESSALÔNICA TESTE BÍBLICO TESTE DE EFICIÊNCIA TESTEMUNHAS DE JEOVÁ Texto Bíblico TG 1.12 TG 2.1-17 TG 3.1-12 TG 3.16-4.6 TIAGO TIATIRA TIMÓTEO TODAS POSTAGENS TRABALHO TRABALHO RURAL TRANSFERENCIA TRANSFIGURAÇÃO TRICOTOMIA TRIENAL TRINDADE TRÍPLICE TRISTEZA TRIUNFAL Truco Turma ÚLTIMO DOMINGO DA IGREJA UNIÃO UNIÃO ESTÁVEL UNIDADE UNIDOS PELO AMOR DE DEUS VALDIR L. JUNIOR VALFREDO REINHOLZ VANDER C. MENDOÇA VANDERLEI DISCHER VELA VELHICE VERSÍCULO VERSÍCULOS VIA DOLOROSA VICEDOM VÍCIO VIDA VIDA CRISTÃ VIDENTE VIDEO VIDEOS VÍDEOS VILS VILSON REGINA VILSON SCHOLZ VILSON WELMER VIRADA VISITA VOCAÇÃO VOLMIR FORSTER VOLNEI SCHWARTZHAUPT VOLTA DE CRISTO WALDEMAR REIMAN WALDUINO P.L. JUNIOR WALDYR HOFFMANN WALTER L. CALLISON WALTER O. STEYER WALTER T. R. JUNIOR WENDELL N. SERING WERNER ELERT WYLMAR KLIPPEL ZC ZC 11.10-14 ZC 9.9-12