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DIA DO PASTOR–DIVAGUA

No último dia 12 de junho, os pastores do Distrito Vale do Guaporé se reuniram para celebrar o dia do pastor que é comemorado pelos pastores luteranos no dia 10 de junho.

Os pastores receberam do Distrito, uma Bíblia de edição comemorativa da Reforma.

O encontro foi em Alto Alegre dos Parecis-RO

ENTÃO VOCÊ NÃO GOSTA DO SEU PASTOR

Enterrada em algum lugar nas pilhas de caixas na minha garagem está o quadro da turma de formandos de Concordia Theological Seminary em 1996. Há um monte de preto e branco naquela foto colorida, sorrindo para a câmera com todas as camisas clericais e colarinhos clericais e dentes clericais. Eu aprendi teologia com estes homens, debati com eles, festejei com eles, orei com eles. E apesar de tudo, uma verdade surge, sempre de novo. É uma verdade óbvia, mas às vezes são as verdades óbvias que nós tendemos a ignorar. E é uma verdade que as congregações que esses homens servem muitas vezes esquecem: esses pastores, embora eles estão no lugar de Cristo para ministrar ao povo de Deus, estão cheios dos mesmos medos e falhas, solidão e luxúria, desejos e desesperos, como o pessoal do banco. Pastores são construídos a partir do mesmo material que todos os outros. E isso é bom, e isso é ruim.
É bom porque quanto mais eles são capazes de se identificar com as pessoas a quem eles ministram, melhores ministros serão. Quanto mais eles estão familiarizados com tristeza, melhores confortadores eles serão ao lado da sepultura. Quanto mais eles sabem de depressão, melhor andarão com os abatidos através de seus vales escuros. Eles podem simpatizar com a fraqueza do coração humano, e aplicar a outros corações a mesma palavra divina e curadora que aplicam à si próprios. É uma coisa boa que os pastores são construídos a partir do mesmo material que todos os outros. E é uma coisa ruim.
É uma coisa ruim por muitas razões. Isso significa que alguns deles, quando lutam com a mesma luxúria que atormenta todos os homens, sucumbirão, cairão, e provavelmente se verão divorciados tanto do casamento como do ministério. Isso significa que alguns deles se tornarão tão solitários, tão deprimidos, que quando os comprimidos e bebidas não fizerem mais efeito, eles optarão em seguida pela pistola carregada. Isso significa que, por vezes, eles vão discutir com os membros sobre coisas estúpidas, que eles vão estar de mau humor por causa do orgulho ferido, que vão mostrar favoritismo. Que eles são construídos a partir do mesmo material como todos os outros significa que eles são pecadores, e, como tal, eles estão indo cansados para o seu trabalho às vezes.
Isso também significa que você nem sempre gostará do seu pastor. Ele nem sempre vai ser o cuidador de almas encantador, educado, paciente, gentil, sábio, que você quer que ele seja.
Como ele apareceu no último domingo? Um pouco de olhos vermelhos, talvez até mesmo de ressaca? Você já parou para considerar que talvez ele e mulher brigaram no sábado à noite sobre algo que não é da sua conta, que ele bebeu demais, e teve talvez duas horas de sono no sofá? Acontece. E eu aposto que alguma versão disso acontece em sua casa, também. Dê-lhe alguma folga. Ele é construído do mesmo material como você é.
Será que ele não pareceu feliz em atender a sua chamada na última sexta-feira? Será que passou pela sua mente de que poderia ter sido o único dia de folga que ele teve, ou que ele trabalhou mais de 70 horas nessa semana, ou que ele tem uma enxaqueca, ou simplesmente que ele está desgastado por cuidar de pessoas machucadas e desesperadamente precisa de férias que ele provavelmente não pode pagar? Dê-lhe alguma folga. Ele é construído do mesmo material como você é.
Os cristãos vivem pela remissão dos pecados. E os pastores também. Eles se voltam para o mesmo Senhor crucificado e ressuscitado como você faz. Eles confessam. Eles ouvem a absolvição. Eles creem. Eles bebem de Seu sangue do mesmo cálice, come do mesmo corpo. Mas eles pecam, pecam contra si mesmos, contra sua esposa e filhos, eles pecam contra sua congregação. Eles são homens mortais afligidos com fraquezas, a maioria das quais estão escondidas nas profundezas do seu ser. Não espere que eles sejam perfeitos. Não espere gostar deles todo o tempo. Mas perdoe-os. É um dos maiores presentes que você pode dar ao seu pastor: cobrir a sua multidão de seus pecados com o seu amor, para estender-lhe o mesmo perdão que ele estende a você, para recebê-lo como um pecador que vive pelo mesmo Senhor da graça, como você faz.
Neste domingo muitas congregações vão comemorar o Domingo do Bom Pastor. Quando o fizerem, espero que eles se lembrem de que Jesus, e só Jesus, é o único  pastor verdadeiramente bom, realmente perfeito que sempre vai servir a igreja.
Autor: algum pastor luterano...

UM DIA DESSES....

Numa tarde de terça feira, onde o objetivo era chegar na P42.2, para uma aula de catecismo, eis o porque não conseguiu-se chegar ao destino...





CURSO DE APERFEIÇOAMENTO

Os pastores dos 03 distritos do nosso estado estiveram reunidos na linha 07, CARIMA, juntamente com leigos, para o curso de aperfeiçoamento pastoral, onde o prof. Vilson Scholz foi o preletor do curso com o tema: IGREJA.

Os Distritos são: DIRIMA (Distrito Rio Machado); DARMA (Distrito Alto Rio Madeira) e DIVAGUA (Distrito Vale do Guaporé).

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CASAMENTO PASTOR

No dia 26 de julho deste ano, o pastor de nossa paróquia conseguiu casar... Aleluia...
Para nós é uma alegria muito grande, poder ver a felicidade do nosso pastor... E com certeza esse foi um dia especial na vida dele. Foi o seu casamento com sua dignissima esposa a Gabriele. 
Depois de 02 anos e um mês de namoro, e 4 meses de noivdado resolveram unir-se matrimonialmente com um culto oficializado pelo pastor, Rev. Syrio Jost Wendt (pastor local, Alta Floresta) e Pregador, Rev. Jorge Luiz Kopper, (Pastor convidado, Cacoal).
A cerimonia foi realizada na linha 156, em Alta Floresta, RO.
Que a união dos dois continue sob a benção de Deus e assim serão felizes eternamente...




MUITA ÁGUA…

Eh! pastor uma canoa agora iria bem hein? Hahahha

Ontem após a longa chuva, o pastor Vilson tinha como destino a Comunidade da P42.2 para atender, mas a forte chuva e os alagamentos interroperam sua chegada ao destino, tendo que retornar. O primeiro alagamento aconteceu no travessão da 65, próximo ao lixão do município, mas essa foi de boa, pois o pastor conseguiu passar (Foto 01, Foto 02, foto 05), porém, no segundo alagamento, também no travessão da 65, por estar de noite, escuro e a forte correnteza que estava sobre a estrada (foto 03  e foto 04), decidiu não arriscar e retornou para casa. São e salvo, graças a Deus!

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O PAPEL DE UM PASTOR NO CONTEXTO MISSIONÁRIO

"O papel do pastor, em um contexto missionário"
Início do Seminário
Uma teologia adequada para a missão.
1. Dois extremos no pensamento teológico (missiológico).
Extremo 1: Idéia do passado missionário. Aquele que foi para o exterior (para o trabalho em uma congregação). Eles cobram muito tempo de trabalho e não deixar os líderes empezaren a surgir. O costume não é para ver o valor das pessoas locais.
Extremo 2: O missionário não pode ser um pastor de adoração. Deve estar por trás da liderança local.
Resumo: Buscamos um equilíbrio entre os dois extremos [isto é bom luterana].
Jesus treinou e trabalhou diretamente.
"Um pastor pastor, mas já não tem que criar líderes locais para trabalhar eficazmente.
Ordens em Atos 20.17, 28 (junção dos termos)
Presbítero
Bispo
Pastor
Diácono
Professor
Padre
Evangelista
Há um número de funções no NT. Às vezes não é fácil saber o papel de cada.
Realidade do Paraguai
Eugene Wagner: "O pastor está realizando o trabalho. Ele passa a ser visto como um empregado. Esse é o seu trabalho.
Douglas Rutt: A maneira de fazer missão é capacitar as pessoas para se tornar parte do trabalho.
1 Pedro 2.5: o dever de todos os crentes é falar de Cristo.
Muitas vezes, necessário para capacitar (empowering) pessoas.
Autoridade
Faculdade
Capacidade
Capacidade
Dê permissão
Walter sermão aos 18 anos e logo
Lutero bem disse, quando um cristão sabe que Cristo os seus corações são alteradas e ele começa a trabalhar.
Deus dá dons espirituais para pastores apenas.
Falando de comunicades necessidades
Eles falam dos leigos:
Os membros são usados ​​para ouvintes estar.
O que você faz para mudar isso?
Nossa igreja é muito tradicional. A única maneira de convencer os membros é a Palavra.
Temos de ter um trabalho contínuo.
Pastores devem ser líderes. Tal como no início são mais trabalho.
Não escolha um ou outro (ou o múnus pastoral de todos os crentes).
O que fez Lutero?
Temos o poder para falar de Cristo, mas nem todos são ministros. Mas todos podem ensinar e admoestar.
Ministério Público, que é, falando em nome do público, em nome da congregação.
No entanto, persiste a idéia de que o ministro ordenado é aquele que faz tudo funcionar.
Modelos Pedagógicos
Servos de apoio maturidade para se desenvolver. Isto é necessário.
Uma pedagogia apropriada
Na missão da Igreja é ensinada aos adultos. Em seguida, a "Pedagogia" deve ser "andragogical". Este regime passa a seguinte: ação-reflexão / / ação.
Habitus Practicus
É importante para uma experiência na estudo.
Educação de adultos:
1) auto-dirigida
2) motivada para excel
3) são experimentados
4) procurar soluções
5) buscar uma aplicação direta
Fatores que toma como ensinou aos adultos.
João 4.1ss
Os fins de taxonomia experimentais
1) Introdução (Apresentação do tema). Quando o ouvinte decide a questão vale a pena ou não.
2) Participação (O aluno vê a relevância do tema)
3) Integração (O aluno começa a usar os ensinamentos e começa a conversar com outros alunos)
4) Internalização (Ele ensinou começando a fazer parte da visão de mundo do aluno).
5 Spread) ou Spread (É o objetivo final e ensino).
Termos utilizados na educação teológica
Educação: Casual
Non-Formal (flexibilidade do método e tempo)
Formal (Hard Quanto ao método, o tempo. É flexível como para o alvo).
Exemplo de Jesus e metodologia
Um equilíbrio entre ser um pastor e um instrutor.
Matt. 4:18-21 - desde o início Jesus chama os outros para ajudar.
João 1:35-51 - Agora no capítulo 1 de João, Cristo treinou seus discípulos. Por exemplo e palavras.
Matt. 13 - O Semeador.
Matt. 10:05 ss
Para fazer a nossa parte, temos de encontrar formas de capacitar as pessoas. Van falhas ocorrem, mas Judas não.
O que mudaria (avaliar) para um programa dinâmico de educação?
Sistema (Alterar?)
Treinamento
Empowerment
Nossa interpretação luterana do ministério é bom. Mas a Bíblia fala mais, outras formas.
Um auxiliar de escritório. Seria bom?

DIREITOS DO PASTOR COMO HOMEM E CIDADÃO

1. Direitos do pastor como homem e cidadão = A Igreja Evangélica Luterana do Brasil, de acordo com os ensinamentos bíblicos, aceita, ensina e pratica a verdade que pastores são pessoas que Deus vocaciona e separa para serem ministros Dele. Seu trabalho e atividade é essencialmente espiritual. Como tal, ele está sujeito a todas as leis e goza de todos os privilégios de sua condição de homem e de cidadão.

O Art. 5º inciso VI deste Artigo é dito: "é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias". No inciso VIII consta: "ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”.

2. Direitos do pastor no desempenho do seu ofício= No início de algumas de suas epístolas, Paulo diz ser apóstolo de Cristo Jesus por vontade de Deus. Da mesma forma podemos dizer que ninguém dos pastores é pastor por merecimento seu, nem tão pouco os privilégios e direitos que apontamos são decorrentes de mérito próprio. Pelo contrário, são privilégios que Deus dá graciosamente aos que são chamados para o ministério. A constatação da existência de direitos do pastor não invalida estas verdades.

Tratando-se de um servo, é neste espírito que o pastor deve executar as suas funções. A igreja, porém, deve ver nele aquele que Deus colocou em seu meio para realizar a obra do Senhor.

No conceito de pastorado está à idéia de "guiar", "liderar" e "orientar". (Ver Hebreus 13.7, 17 e 24). O pastor tem o direito de esperar da congregação o trabalho que impulsiona a igreja, que a faz desenvolver, cabendo a ele a orientação e a indicação do rumo.

Em resumo, o pastor é servo em relação ao Senhor e mesmo no seu espírito em relação aos irmãos, mas ao mesmo tempo, é a maior autoridade, como ministro e representante de Cristo. 3. Direitos do pastor e obrigações da congregação O pastor só é pastor porque existem congregações ou igrejas. Em razão do chamado feito pela congregação, ele se torna ou é pastor. A congregação deve aceitar o ministério como um ofício divinamente estabelecido. Que o povo de Deus veja no seu ministro o Embaixador De Cristo, abrindo-lhe suas mentes e corações, acolhendo-o em suas vidas.

Outro direito do pastor é esperar a cooperação ativa da congregação no trabalho da igreja e no serviço do ministério, especialmente por parte das lideranças.

É importante que o ministro e a congregação não vejam um ao outro como instituições separadas, existindo independentemente, mas como intimamente unidos no corpo da igreja. Ambos devem sua existência ao mesmo Senhor.

4. Direitos do pastor quanto à sua manutenção e salário Paulo coloca este princípio ao dizer em 1 Coríntios 9.14: Assim ordenou também o Senhor aos que pregam o Evangelho, que vivam do Evangelho. Ainda, é o próprio Jesus que diz aos setenta, quando os envia a pregar o Evangelho:"... comendo e bebendo do que eles tiverem, porque digno é o trabalhador do seu salário... comei do que vos for oferecido".

II. O Estudo da Escritura = 1 Timóteo 5.17,18 = "Devem ser considerados merecedores de dobrados honorários os presbíteros que presidem bem com especialidade os que se afadigam na palavra e no ensino. Pois a Escritura declara: Não amordaces o boi, quando pisa o grão. E ainda: O trabalhador é digno do seu salário". A passagem diz que a remuneração é dada de acordo, ou na proporção do serviço.

Gálatas 6.6 = Uma congregação que deixa seu pastor definhar, tanto física como espiritualmente, pode muito bem sucumbir, pela mesma experiência, depois de algum tempo. Se ela deixa o pastor definhar fisicamente, poderá em conseqüência definhar espiritualmente. "Não vos enganeis, de Deus não se zomba", diz Paulo.

O direito do pastor aos estudos, leituras e educação continuada. Se o pastor deve ser "apto para ensinar", na rápida evolução no campo do saber, é indispensável que ele tenha tempo e condições financeiras para tanto.

IELB COMEMORA 40 ANOS EM RONDÔNIA

  Assembleia Legislativa homenageia IELB pelos 40 anos em Rondônia
A sessão solene culto em homenagem aos 40 anos de existência da Igreja Evangélica Luterana do Brasil em Rondônia foi realizada na manhã da terça-feira, 21, no plenário da Assembleia Legislativa e reuniu autoridades, pastores e convidados de todo o estado. A propositura da homenagem foi de autoria do deputado estadual Luizinho Goebel (PV) que é membro da congregação em Vilhena. O pastor Egon Eidam foi agraciado com o título de honra ao mérito e o pastor Jorge Luiz Kupper recebeu o título de cidadão honorário do Estado de Rondônia. E ainda o pastor Adolfo Baminger foi honrado com placa comemorativa pelos 40 anos da IELB em Rondônia. Durante a cerimônia foi celebrado culto solene com o tema "A igreja comunica a vida, acolhendo e integrando.", ministrado pelos pastores Fabrício Sobrosa Iung e Jorge Luiz Kupper.
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Valter Araujo (PTB) presidiu os trabalhos durante a sessão solene. Ele destacou que esse é mais um dos momentos ímpares que engrandecem o trabalho da Assembleia Legislativa de Rondônia, em reconhecimento ao árduo trabalho que a IELB realiza no estado. "Devemos reconhecer o esforço de quem trabalha pelo bem comum da população", disse. Valter disse que teve a sorte de conhecer a palavra de Deus por intermédio de uma senhora em Cacoal numa etapa muito difícil de sua vida. "Agarrei essa oportunidade e consegui dar alegria a minha mãe e ao meu pai", disse o parlamentar, bastante emocionando. Ele relembrou outros trechos tristes e marcantes de sua vida, afirmando que, por isso, se sente honrado em ter dado a volta por cima e estar presidindo sessões tão importantes como esta em homenagem à Igreja Evangélica Luterana do Brasil.
Reconhecimento
Luizinho Goebel, proponente da sessão, também ficou emocionado durante o seu pronunciamento ao relembrar que perdeu o pai ainda criança, mas que ele (seu pai) deixou um legado. "Aprendi o ofício de carpinteiro e o temor a Deus e hoje como deputado eu faço a minha parte, com tudo que meu pai me ensinou", disse ao felicitar os membros da igreja pela data e destacar o orgulho de pertencer "a essa grande família da IELB".
Vereador em Cacoal, Toninho da Emater frisou a importância de uma educação que tem o cuidado com a alma. "Tenho orgulho de ser membro dessa igreja que tem essa filosofia de aliar educação com a caminhada em Deus". De acordo com o parlamentar, o Brasil vive momentos de contradições e somente a sólida educação e o temor a Deus podem superar as incertezas.
Para o vice-prefeito de Ministro Andreazza, Arnaldo Strellow, a palavra emoção resumiu a solenidade. "Nesses quarenta anos de Rondônia, a Igreja Luterana desbravou também corações e hoje colhe a esperança", disse, destacando que "muitos de nossos irmãos morreram debaixo de troncos de árvores, deixando suor e sangue para trás, mas a palavra do Deus vivo pregada pelos nossos pastores germinou".
Representando o Tribunal de Contas, o conselheiro Wilber Coimbra disse que a Igreja Luterana, nas quatro décadas de existência em Rondônia, sempre teve o firme propósito de desbravar corações e plantar a semente da Boa Nova. De acordo com o Wilber, a IELB é o exemplo vivo do poder transformador do Senhor.
O subprocurador de Justiça de Rondônia, Gilberto Barbosa dos Santos enfatizou o profícuo trabalho da igreja que tem a grande missão de orientação religiosa, atuando como ferramenta de transformação social. "Uma família bem estruturada tem base religiosa, certamente as pessoas se tornam melhores na presença de Deus. São bons pais, bons filhos e bons cidadãos", encerrou Gilberto Barbosa.
Representando o governador Confúcio Moura (PMDB), o secretário chefe da Casa Civil, Ricardo Sá, lembrou que a Igreja Evengélica Luterana do Brasil é uma igreja viva e eficaz no trabalho do dia a dia. "Essa força, esse símbolo vermelho que carregam no peito, representando pentecostes, é um sinal forte e de grande identidade dos luteranos. Desejo que a igreja continue crescendo e ajudando no desenvolvimento do estado", frisou.
Comemoração
Uma caminhada que percorreu as ruas de Cacoal e reuniu cerca de mil pessoas. Um culto que teve participação de mais de duas mil pessoas. Assim foi a comemoração dos 40 anos de atuação da IELB em Rondônia, no domingo, 19. O presidente da IELB, Rev. Egon Kopereck, dirigiu a mensagem no culto de gratidão e destacou: "Grandes coisas fez o Senhor por nós, por isso estamos alegres" (Salmo 126). Durante a celebraçao também foi lembrado o aniversário de 107 anos da IELB que acontece no dia 24 de junho.
O pastor Egon Eidam, que esteve no primeiro culto ministrado em Pimenta Bueno, no ano de 1971, participou da cerimônia festiva. A celebração também reuniu 28 pastores dos Distritos Alto Rio Madeira e Rio Machado. Atualmente a IELB alcança 70% dos municípios de Rondônia e conta com 11 mil membros e mais de 30 pastores. O pastor Roberto Schultz destacou que a IELB, em Rondônia, tem muitos motivos para festejar com verdadeira alegria. "A promessa de Deus de abençoar a sua igreja nos motiva a continuar pregando a palavra em solo rondoniense".

A IELB em Rondônia
O início dos trabalhos da Igreja Evangélica Luterana do Brasil em Rondônia se deu na década de 70. Os primeiros pastores foram Evaldo Maron e Egon Eidam que vieram de Cuiabá para dar atendimento aos imigrantes luteranos. Em 1971 foi celebrado o primeiro culto luterano no, então Território Federal de Rondônia, na casa do Sr. Alfredo Strey, em Pimenta Bueno.
Em 28 de Agosto de 1971, foi oficialmente fundada a primeira congregação luterana em Pimenta Bueno. No mesmo ano os trabalhos começaram em Espigão do Oeste e daí por diante não parou mais. Hoje a igreja luterana do Brasil tem trabalhos em mais de 30 cidades de Rondônia, entre elas: Alta Floresta, Alto Alegre do Parecis, Anary, Ariquemes, Buritis, Cacoal, Castanheiras, Cerejeiras, Colorados do Oeste, Costa Marques, Espigão do Oeste, Itapuã, Jaru, Jí-Paraná, Ministro Andreazza, Nova Brasilândia do Oeste, Novo Horizonte do Oeste, Outro Preto, Pimenta Bueno, Porto Velho, Primavera de Rondônia, Rolim de Moura, Santa Luzia do Oeste, São Domingos, São Francisco, são Felipe, Seringueiras e Theobroma.
Além disso, a Igreja Luterana também se preocupou com a educação regular, e seguindo um lema antigo, "ao lado de cada igreja, uma escola", a igreja trouxe a escola Ulbra para Rondônia. Inicialmente instalada em Ji-Paraná, onde cresceu e se desenvolveu trazendo progresso científico para região. Logo depois instalada em Porto Velho, que hoje atende mais de 1.500 alunos.

DIA DO PASTOR

 

"Pra que o pastor precisa ter um dia só dele? Ele faz o seu trabalho como qualquer pessoa, recebe o seu salário e seus direitos trabalhistas... até tem isenção de algumas coisas..."
Há quem tem este conceito a respeito do pastor.
Será que é assim, tão definido, tão enquadrado nas leis do pode, não pode, do precisa cumprir isso ou aquilo?
A BÍBLIA, nosso manual de vida, não encara o pastor com tanta frieza. A BÍBLIA o trata como alguém que recebeu de Deus um dom especial, uma missão especial, um fardo de responsabilidades bastante grande. Diz a BIBLIA: "Quão formosos são os pés dos que anunciam as boas novas..."
O título – PASTOR – se refere à sua tarefa: pastorear, tomar conta, ser atencioso, carinhoso, justo, que vê e sente com seu rebanho as suas mazelas e as suas alegrias, que não se ensoberbece, antes, é humilde e responsável, não encobre erros, antes admoesta e aponta caminhos. Os mandamentos de Deus são por ele colocados de maneira clara, como algo para prevenir deslizes, como um cercado para evitar terrenos escorregadios e perigosos. O coração do pastor é uma caixa cheia de bondade e consolo, que ele distribui ao doente, ao enlutado, ao desempregado, ao faminto de corpo e alma...
Pastor é isto e muito mais, mas ele também é GENTE, gente como nós, de carne e osso, que é santo em Jesus Cristo e pecador ao mesmo tempo, que luta com sua carga genética, com desgastes físicos e psíquicos, que tem problemas de vez em quando na família, que se atualiza no conhecimento teológico e do mundo em que vivemos, que...
Pastor é gente como nós... mas nós, muitas vezes, exigimos dele perfeição em todos os sentidos, dons para tudo: canto, música, aconselhamento, dicção perfeita, memória excelente, força física, psíquica.... Nós queremos um super pastor, que saiba tudo, enxerga tudo, faz tudo...
Hoje, precisamos nos examinar e ver se realmente nos damos conta o quão privilegiados somos por Deus ter nos abençoado com TRES QUERIDOS PASTORES, que não medem esforços para cumprirem a missão que receberam de Deus. O esforço deles é a nossa tranquilidade, assim como um filho está seguro e tranquilo nas mãos do seu pai. O pastor é o nosso "pai espiritual" e como tal merece todo o nosso carinho, nosso respeito, nossa gratidão, nosso apoio e nossa ajuda quando dela precisar.
Sejamos ovelhas gratas a Deus e festejemos o DIA DO PASTOR, 10 de junho, com demonstrações de carinho e orações de gratidão ao nosso Deus, que os colocou no nosso rebanho. Não somos ovelhas sem pastor, graças a Deus! Demonstremos isso no nosso viver.
FELIZ DIA DO PASTOR!

Rosemarie K. Lange
Junho de 2009

A VIDA DEVOCIONAL CRISTÃ

A vida devocional do Professor de Escola Bíblica

"Calcem, como sapatos, a prontidão para anunciar a boa notícia de paz”. Não parece estranho combater com uma arma chamada "sapatos do evangelho da paz"?

a) Uma palavra sobre Efésios 6.10-20

b) Quais são as armas

Armadura, cinturão, Sapatos, escudo, capacete, espada

c) Quem vai usar estas armas:

O SOLDADO DE JESUS

d) Quando

Na batalha contra as forças do mal

e) O PRFESSOR COMO SOLDADO

OS PÈS:

Lc 24.39

Is 52.7

Na 1.15
Rm 10.15

Sl 119.105

A palavra de consolo

Sl 91.9-13

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1. A Sola - a Salvação

O professor e a salvação:

- a verdade que o inspira, o move domingo de manhã para dar Escola Bíblica

- o coloca numa posição de destaque: privilégio

- os inimigos estão aos pés de Jesus

2. O Cordão do Sapato - A nossa Fé

2.a. A minha vida devocional particular é assim

2.b. A minha vida devocional particular deveria ser assim

2.c. Alguns exemplos:

a) Adão e Eva – pais: Gn 4.3,4

b) Abraão – lugar: Gn 12.7; 22.4,5

c) Moisés – Líder: Dt 6.4-9

d) Daniel – mundo da política: Dn 2.18; 6.10; 9.3;

e) Jesus: o Mestre: Mt 14.23; 26.36; Lc 6.12

f)Paulo: o professor/pastor: At 16.25

2.d. A devoção diária normal

- Castelo Forte ou outro

- Oração do Pai Nosso: duas ou três por dia

- Oração individual

- Cantar hinos

2.e. A devoção do professor

a) O dia “D”

- o primeiro encontro com a história/texto

- o tempo

- o lugar

b) O primeiro passo: a chave

c) Leitura do texto na Bíblia: o primeiro contato

d) Oração

e) Sublinhar palavras, nomes de Jesus, de personagens

f) Contar os personagens, o que cada um faz, diz

g) O que este texto diz para mim: Jo 3.30

h) Material “Com Jesus”

3. O Bico - O Nosso testemunho

a) Consagração

b) Pureza

c) amor ao Salvador

d) Zelo na obra do Senhor

e) Plenitude do Espírito

f) ofertas

g) Conhecimento e leitura da Bíblia

h) preocupação pelas almas

i) persuasão

j) paciência

l) Perseverança

m) Humildade

n) Espírito de sacrifício

4. O Contraforte- A Oração

Espírito de oração

Porque orações não funcionam

5. O Salto - o Estudo da Bíblia

Conhecimento e leitura da Bíblia

Sugestões:

FINAL

Aqui, então está o sapato do cristão!

Primeiro - a sola da salvação, providenciada pela morte de Jesus na Cruz.

Segundo - o cordão da fé, sem o qual não podemos tomar a salvação para nós mesmos.

Terceiro - o bico: nosso testemunho brilhando para Jesus. E isso só se dará se estivermos pisando firmes com o nosso calcanhar: Orando e estudando a Palavra de Deus.

Que sapato bonito! Vocês não acham? É sempre bom ver uma pessoa bem calçada, com sapato limpo, brilhando. E que bonito então é andar com o sapato do cristão limpo, brilhando para Jesus!

O CHAMADO PASTOR - TRABALHO

SEMINÁRIO CONCÓRDIA

TEOLOGIA PASTORAL

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O CHAMADO PASTORAL

Iromar Schreiber, Silvair Litzkow,

Walduino Paulo Littig Junior, Wylmar Klippel

São Leopoldo, 2005

SEMINÁRIO CONCÓRDIA

TEOLOGIA PASTORAL

O CHAMADO PASTORAL

Iromar Schreiber, Silvair Litzkof,

Walduino Paulo Littig Junior, Wylmar Klippel

Trabalho apresentado ao Professor Paulo Proske Weirich da Disciplina de Teologia Pastoral do Seminário Concórdia.

São Leopoldo, 2005

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO..............................................................................................04

1. O QUE É O CHAMADO?..........................................................................05

2. O CHAMADO VEM DE DEUS..................................................................07

3. DEUS CHAMA ATRAVÉS DA IGREJA...................................................10

4. A NECESSIDADE DO CHAMADO..........................................................12

5. O PROCESSO DO CHAMADO................................................................13

5.1 No Novo Testamento.......................................................................13

5.2 Aposentadoria..................................................................................14

5.3 Troca de Comunidade.....................................................................14

5.4 Destituído do Pastorado..................................................................14

5.5 Destituído Injustamente...................................................................15

6. OFÍCIO......................................................................................................17

6.1 Ofício do Sacerdócio Universal......................................................18

6.2 Ofício do Ministério Pastoral...........................................................21

7. O CHAMADO PASTORAL NA IELB........................................................23

CONCLUSÃO...............................................................................................27

BIBLIOGRAFIA.............................................................................................28

INTRODUÇÃO

O Chamado Pastoral sempre foi um tema discutido em toda vida, e, em todo o tempo da Igreja, desde os primórdios. Hodierno, não é diferente. A Igreja está vivendo este momento em que se discute e questiona este tão relevante tema: O Chamado. No entanto, este ensaio tem como objetivo avaliar o “Chamado Pastoral” a luz da história da Igreja e a partir de dogmáticos, Lutero e outros. Feito isso, se tem subsídios e fundamentos para uma avaliação e aplicação para o contexto da Igreja atual.


1. O QUE É O CHAMADO?

O termo “chamado” é muito usado nas Confissões e nas Escrituras. 1º) É usado simplesmente para nomear algo, para denominar ou identificar algo; 2º) É usado para designar o chamado que Deus dirige a alguém para torná-lo cristão, o chamado à fé ou o chamado eterno e a eleição para a vida eterna, a eterna salvação; 3º) As Confissões falam do chamado (vocatio, Beruf) como uma posição, mandato divino.

A maioria dos casos em que se usa o termo “chamado”, se refere em vários casos à ação de Deus que é pessoal e concreta: chamados são pessoais. Deus age sobre indivíduos para salvá-los ou para colocá-los em algum ofício, no qual eles possam servi-lo. Ele chama a pessoa de uma posição para uma posição, um estado.

Lutero vê o chamado de Deus para o ministério como vocação externa, como vocação mediata. E “vocação” é “entendida como a inclinação íntima ou aconselhamento pelos quais Deus encaminha alguém a procurar o Ministério Pastoral, ou outra ocupação de vida”.[1]

O dogmático Quenstedt diz que o chamado é um ato pelo qual Deus chama homens para a fé e o arrependimento pela Palavra, quando escrita ou lida, e lhes oferece a graça da conversão.[2]

Gerhard descreve o chamado ao ministério da Palavra como sendo a escolha de Deus, de “pessoas especiais”, do resto da multidão de homens. Logo, o chamado pode ser denominado uma missão (Rm 10.15), por vezes, uma eleição (1Cr 23.13; Lc 6.13; Jo 6.70; At 1.2,24; 9.15; Rm 16.13). A eleição precede o chamado e é mais importante. Em determinadas ocasiões o chamado está ligado a um escolher, chamar, enviar (Is 49.1).[3]

O artigo XIV da Confissão de Augsburgo apresenta a doutrina do chamado como sendo “a ação de Deus pela igreja inteira”.

O pastor precisa ter em mente que a igreja não é dele. E que o chamado não é um instrumento de dominação! Mas é uma dádiva de Deus para que ele cumpra com fidelidade o ministério que recebeu. É um ministério de servir, não de servir-se!


2. O CHAMADO VEM DE DEUS

Deus é o autor do chamado. Ele é o único sujeito em ação. Nós somos apenas instrumentos (representantes) pelos quais Deus age: “Somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por nosso intermédio” 2Co 5.20.

Mentzer afirma que Deus é o único que tem direito e poder para chamar. E "não é verdadeiro o chamado que não provém de Deus e em resposta a Deus”. Assim Deus chama ministros não só para pregar a Palavra, mas também para proteger a igreja, salvar almas, porque ele ama a todos.[4]

Lutero acreditava que é possível que Deus chamasse de maneira direta um pregador, e que isso poderia acontecer por meio de sinais e milagres.

No Antigo Testamento Deus chamava de maneira direta. O que não podemos fazer é generalizar definindo uma só forma de chamado. Deus chama obreiros de diversas maneiras, e para isso ele usa meios.

Podemos ver isso a partir de exemplos bíblicos do Antigo e Novo Testamento: no AT temos o exemplo de Moisés que foi diretamente chamado por Deus do meio da sarça ardente (Ex 3.1-10; Gn 12.1; Is 51.2; Hb 11.8); o chamado de Abraão por intermédio de Melquisedeque (Gn 14.18-24). No NT os apóstolos foram designados diretamente por Cristo (Gl 1.1) supervisionados pela igreja (2 Co 11.28). Os bispos ou presbíteros eram eleitos por suas congregações (At. 1.23; 6.2-6; 14.23).

Lutero, as Confissões, Chemnitz e todos os dogmáticos ensinaram de uma só voz contra os Anabatistas, Socianos, Schwenckfeldianos e outros entusiastas de que após o tempo dos apóstolos, Deus não chama mais pastores e ministros diretamente, mas por intermédio da igreja. Desta forma, Deus chama pela igreja, a noiva de Cristo, à qual Ele dá o ofício das chaves. Desta forma todo o ministério é da igreja (Ef 4.12; l Co 3.21).

Hoje, em geral, Deus chama os responsáveis pelo ministério por ele instituído de maneira mediada, por meio de pessoas. Deus age de maneira oculta, enquanto chama através de pessoas. É através da vocação externa que o ministro recebe a autoridade para o exercício do anúncio público na Igreja.[5]

Lutero sempre teve a convicção de que a Igreja recebeu a incumbência de chamar pessoas para o ministério. Essa Igreja é o “santo povo cristão”, e o “povo de Deus”, “a comunidade santa”, como o podemos ver ao longo de incontáveis escritos seus. Ele está autorizado a convocar e chamar ministros. Onde esta igreja chama, devemos ter a certeza de que ela age em nome de Deus.

Como por exemplo, Paulo mandou a Tito e a Timóteo que ordenassem presbíteros e sobre como eles deveriam fazê-lo, por meios (Tt 1.5; l Tm 2.2). Daí Chemnitz argumenta de que este chamado mediato em nossos dias é o mesmo chamado divino, que os profetas do Antigo Testamento receberam. Timóteo não foi menos chamado do que o próprio apóstolo Paulo. E assim o é com cada ministro hoje (At 20.28; 2 Co 5.18-20; l Co 12.28). Deus dá a mesma graça, ajuda, poder e eficácia divina ao ministério da Palavra hoje.

3. DEUS CHAMA ATRAVÉS DA IGREJA

Lutero, as Confissões, Chemnitz e todos os dogmáticos ensinaram de uma só voz contra os Anabatistas, Socianos, Schwenckfeldianos e outros entusiastas de que após o tempo dos apóstolos, Deus não chama mais pastores e ministros diretamente, mas por intermédio da igreja.

Os pastores são chamados de ministros da igreja. E o chamado de Deus é mandamento seu[6], não simplesmente uma promessa insignificante ou decisão que as pessoas fazem para si mesmas. Pois pelos apóstolos, Deus deu e prescreveu para a igreja certa forma de como ele quer enviar e chamar ministros, a saber, por um chamado mediato.

Em virtude do seu sacerdócio espiritual, todos os crentes possuem até “à consumação dos séculos” o direito inerente de pregar o evangelho e administrar os sacramentos. Uma vez, que todos os crentes cristãos são depositários dos meios da graça, é privilégio seu chamar pastores ou ministros que em seu nome apliquem publicamente os meios da graça.

No tempo dos apóstolos, eles não elegiam presbíteros arbitrariamente, apenas por sua autoridade apostólica, mas com o seu consentimento expresso e mediante cooperação ativa das igrejas locais.

Johann Gerhard ressalta o poder da igreja no chamado. Ele diz que em geral, dizemos que os ministros não devem ser apontados unicamente pelos ministros ou somente pelos magistrados civis, muito menos deve a sua indicação ser submetida à vontade do povo indiscriminado e inculto. O direito de chamar pertence à igreja toda.

Por isso, cada igreja deve conservar o poder de reclamar, eleger e ordenar ministros. Esta igreja Lutero chama de Igreja Legítima. Quando se fala de sacerdotes Reais, está dizendo realmente a respeito da igreja legítima, que por possuir só ela o sacerdócio, também deve ter o poder para eleger e ordenar ministros.

4. A NECESSIDADE DO CHAMADO

E assim, o chamado é necessário. Este é o ponto central da Confissão de Augsburgo XIV, quando diz: "Ninguém deve publicamente ensinar na igreja ou administrar os sacramentos a menos que seja legitimamente chamado".[7]

Mas uma igreja, pela graça de Deus, pode existir por um tempo sem um pastor. Lutero admitiu isto em sua carta aos cidadãos de Praga, quando insistiu com eles para que ficassem sem o sacramento do altar, só com a devoção familiar.

O chamado é tão importante que nenhuma pessoa deve pregar publicamente sem ser chamado por Deus. E se acaso alguém pregar, nenhum cristão deve ouvi-lo. E também ninguém deve ocupar este ofício da pregação (munus docendi), sem um chamado legítimo. E como vimos, sem chamado não há ministério.

Nossas Confissões e teólogos com grande consistência vêem o chamado para o ministério da Palavra como uma ação divina, não diferente do batismo.

5. O PROCESSO DO CHAMADO

5.1 No Novo Testamento

Na prática no NT, o chamado incluía uma série de etapas num processo: o exame, a ordenação, a instalação, que são levados a efeito pelos ministros; nominação, apresentação e confirmação pelos magistrados cristãos; consentimento, voto e aprovação pelo "povo". O Povo tinha que aprovar o ministro e os ministros deviam cumprir a sua parte no processo do chamado, especialmente no exame que era aberto e diante da assembléia, o qual nunca era omitido.

Todo plano elaborado no processo do chamado surgiu pela preocupação de preservar o ministério evangélico, para que o ensino fosse preservado puro e o ministro no ofício público fosse honrado, e, sobretudo, almas fossem salvas.

Os dogmáticos ressaltam que o chamado é sempre permanente. A noção do chamado temporário é inconcebível pela natureza do caso, e, por isso, a matéria não foi considerada por Lutero e as Confissões ou algum teólogo luterano.

5.2 Aposentadoria

Como era de se esperar, a idéia de aposentaria não ocorreu às pessoas no tempo da Reforma e nos séculos seguintes. Lutero, as Confissões e os dogmáticos falam da morte, doença física grave, ou incapacidade, perseguição e exílio, e muitas vezes na recusa inflexível de uma congregação inteira, que rejeita a palavra de Deus, como causa do término de um chamado. Mas para Lutero o chamado é vitalício.

5.3 Troca de Comunidade

O que dizer da transferência de um pastor de uma igreja para outra, ou remover o pastor do seu ofício? Chemnitz segue dizendo:

"Assim como há um método legal (legitima ratio) para chamar alguém para dentro do ministério da igreja, assim há também um método legal para remover alguém ou transferi-lo de uma congregação para outra”.[8]

A transferência ocorre somente quando vem outro chamado legítimo.

Chemnitz se opõe firmemente a pastores paroquiais que se afastam da posição assumida e mudam de locais, “para seu próprio benefício”.

5.4 Destituído do Pastorado

A posição de Lutero e de todos os dogmáticos sobre esta matéria da destituição de um ministro concordam exatamente com a teologia das Confissões, sem nenhum desvio. O chamado é chamado de Deus. É para o ministério da palavra e a administração dos sacramentos. Se alguém é faltoso para com o seu chamado por doutrina falsa ou vida ímpia, Deus o removerá. E ele o fará imediatamente como o chamou.

Gerhard admoesta:

"Nunca devemos permitir pressa neste assunto ou arbitrariedades por parte daqueles que têm o poder para remover um ministro de sua posição e colocá-lo no exílio, sem o reconhecimento das causas legítimas e o cuidadoso exame da situação”.[9]

Tal conhecimento cabe a toda a igreja.

Há duas razões pelas quais Deus remove ministros infiéis de seu ofício:

1) Por causa da doutrina, quando ensinam doutrina falsa: "Os lábios do sacerdote devem guardar o conhecimento, e da sua boca devem os homens procurar a instrução" Mt 2.7.

2) Por causa da vida, quando agem de tal maneira que o nome do Senhor é blasfemado, 1 Sm 2.30.

Assim como o chamado, também a deposição pertence à igreja toda, de uma forma correta e ordeira.

5.5 Destituído Injustamente

Se alguém, sem um processo formal e por questões que não são legítimas e suficientes, (conforme o demasiado zelo e condenação dos vícios dos homens, aversão, ou erros insignificantes) é deposto do seu ministério, então aquele que toma o seu lugar não pode ser considerado um ministro verdadeiro, legítimo e chamado. Lutero chama a pessoa que substitui um pastor que foi deposto ilegitimamente de "ladrão e assassino". Ele roubou o chamado do outro e destrói seu ministério.


6. OFÍCIO

A partir da descrição de um dicionário a palavra ofício toma várias direções, ou seja, é analisada amplamente, por isso, é descrita como: Encargo, incumbência, papel, modo de vida, ocupação, profissão, dever especial, obrigação, etc.

A vida é feita de ofícios. Estamos diariamente executando ofícios. Quando terminamos um ofício começamos outro simultaneamente. Cada ofício executa ações diferentes dentre um acordo, contrato, ou chamado. Até podemos dizer que o ofício ocorre de forma concomitante com outro que não está em ação, mas, que pode ser acionado a qualquer momento, ou, ao término do ofício que está em ação. Entende-se melhor o ofício quando colocado dentro das três ordens: Família, Igreja e Estado. Pois, não é fácil administrar os ofícios. Podemos distinguir o ofício da família (pai, mãe) da Igreja (leigo, pastor, líder) do Estado (cidadão, governo), mas, não podemos separá-los. Ser radical e fazer uma separação não funciona. Colocar todos os ofícios no mesmo pacote, e tentar exercê-los ao mesmo instante, também não funciona. Aqui se faz necessário pedir sabedoria Divina, para que através da disciplina, da ética cristã, e até mesmo com condicionamento se possam exercer os ofícios de forma coerente, sensata e que agrade a Deus. Deve-se exercer um ofício como se fosse o único, se dedicando a ele com toda responsabilidade e empatia. Ao passo que, dentro de uma nova função, novo exercício, no ofício seguinte deve esquecer o ofício anterior no qual foi cumprida a responsabilidade; é muito importante deixar as tensões dentro do seu próprio ofício, o leva e traz de tensões acarreta em conflito e pode provocar uma guerra. Trazer as tensões do trabalho para o lar é o mesmo que trazer bactérias para um outro ambiente. Isso pode se tornar muito grave até porque o novo local (corpo) não sabe reagir diante de tal situação, uma vez que não possui anticorpos, não está imunizada para estas bactérias. O mesmo se dá com outros ofícios. É importante se prevenir a fim de não transmitir viroses para outros.

A necessidade tem o poder de encerrar um ofício chamando ao exercício de um outro ou de um novo ofício que precisa ser atendido com urgência. O texto de Lc 10. 25-37 (O Bom Samaritano) ilustra bem esta situação: Sacerdote passou de largo, Levita passou de largo, certo Samaritano passou-lhe perto e teve piedade. Qual destes cumpriu seu ofício? Acudir ao necessitado é ofício de todos. O ofício vai de encontro com o próximo e agrada a Deus. Sem isto, não é ofício, é egotismo.

6.1 Ofício do Sacerdócio Universal

Deus nos chamou por meio do Batismo ao sacerdócio real, nos adotou e nos concedeu benefícios, bem como, somos todos chamados ao serviço através deste ato de graça. A Bíblia deixa claro que todos são sacerdotes (1Pe 2. 5,9; Ap 5.10) e que o sacerdócio oficial (ministério) não parece ser distinto dos leigos a não ser através do ofício que administra os sacramentos e a Palavra. Todos os cristãos são sacerdotes em grau idênticos. Lutero fala em sete funções do sacerdote universal, a saber: Ensino da Palavra de Deus, Batizar, Consagrar, Ligar e desligar pecados, Sacrificar, Orar pelos outros e Julgar e ensinar doutrinas. Após colocar tanta ênfase nos direitos e funções comuns de todos os cristãos, Lutero prossegue e deixa clara a distinção que ele vê entre o sacerdócio universal e o oficio do Santo Ministério:

“É dos direitos comuns dos cristãos que estivemos falando. Pois uma vez que provamos que todas estas coisas são propriedade comum de todos os cristãos, nenhum indivíduo pode se levantar por sua própria autoridade e arrogar apenas para si próprio o que pertence a todos. Aproprie-se, portanto, deste direito e exerça-o onde não houver mais ninguém que tenha os mesmos direitos. Mas os direitos da comunidade exigem que um, ou tantos quantos a comunidade decidir, seja escolhido ou aprovado que, em nome de todos os que tem estes direitos, execute essas funções publicamente. De outra maneira, poderia resultar uma confusão vergonhosa entre o povo de Deus, e um tipo da Babilônia na Igreja, onde tudo dever ser feito com ordem, conforme o apostolo ensina [1Co 14.40]. Pois uma coisa é exercer um direito publicamente; outra é usá-lo em situação de emergência. Publicamente, ninguém dever exercer um direito sem o consentimento do corpo todo ou da Igreja. Em situação de emergência, cada um pode usá-lo como lhe parece melhor”.[10]

O sacerdócio universal capacita os cristãos a proclamar a Palavra de Deus em toda forma possível. Mas, há um limite: ele não pode proclamar esta Palavra publicamente na Igreja. Exceções são casos de emergência ou onde não há outros cristãos.

A proclamação pública é restrita de acordo com a ordem divina apenas a Ministros especialmente chamados. A autoridade do Ministro chamado é distinta daquela dos demais cristãos na extensão se sua comissão: ela inclui a proclamação pública. Ambos, porém, tem a mesma obrigação: Proclamar o mesmo Evangelho.

“É impossível que todos os sacerdotes exerçam o Ministério público ao mesmo tempo. O oficio deve ser confiado a uma pessoa e somente ele deve ser autorizado a pregar, batizar, absolver, e administrar os sacramentos. Onde isto é feito ali o povo de Deus, o santo povo cristão, está presente”.[11]

Quando o cristão pode ou não pode pregar a Palavra e administrar os sacramentos? Em suma:

Onde não há outros cristãos à Pode pregar mesmo sem chamado ou convocação.

Onde há outros cristãos à Não deve pregar a não ser que seja escolhido para ensinar no lugar e por ordem dos demais.

“As funções do sacerdócio geral e do ofício pastoral são as mesmas. A esfera de atuação (pública/privada) e o nível de responsabilidade, no entanto, variam”. [12] Muller expressa este tema da seguinte maneira:

“Pois, conquanto nem todos estejamos no ofício ou vocação pública, ainda assim deve e pode cada cristão ensinar, instruir, admoestar, consolar, repreender com a palavra de Deus a seu próximo quando e onde alguém o necessitar, tal como o pai e a mãe aos filhos e criados, um irmão, vizinho, cidadão ou camponês ao outro. Porquanto um cristão bem pode instruir e admoestar com os dez mandamentos, o credo, a oração, etc., ao outro, que ainda é ignorante ou fraco, e quem o ouve tem a obrigação de também o aceitar dele como palavra de Deus e juntamente dar disto profissão pública”.[13]

Cristo é sacerdote, logo os cristãos são sacerdotes.

6.2 Ofício do Ministério Pastoral

Por uma questão de ordem como o próprio apóstolo Paulo adverte, o grupo de crentes (sacerdócio universal) escolhe alguém para que exerça em função dos demais, o ministério pastoral. Este que exerce este ministério é chamado de: Pastor, ancião, pregador, ministro, bispo, sacerdote – mas tanto faz se é pastor ou reverendo, ambos exercem o mesmo ofício: Ensinar o Evangelho e administrar os Sacramentos. É o chamado que se transforma em ofício. A Confissão de Augsburgo XIV diz que a ninguém é permitido ensinar ou pregar publicamente na igreja ou administrar os Sacramentos sem chamado legítimo. Lutero argumenta no sentido de que é impossível que todos os sacerdotes exerçam o Ministério público ao mesmo tempo. Por isso, o ofício deve ser confiado a uma pessoa e somente ele deve ser autorizado a pregar, batizar, absolver, e administrar os sacramentos.

O pastor chamado tem como ofício unicamente: Pregar e ensinar os meios da Graça; Palavra e Sacramentos. Pois, “ninguém é responsável por tudo, mas apenas até o limite do seu chamado”. [14] Ser guia dos demais significa exercer a paraclesia, ou seja, defender, consolar e exortar por meio do Evangelho. No entanto, para este fim, a ordenação foi originalmente instituída com base escriturística visando prover o povo com Ministros da Palavra.

O Amor a Deus e ao próximo é o ofício número um do sacerdócio.

Em amor a Deus buscamos cumprir os seus mandamentos e lhe prestamos obediência a fim de cumprir o seu propósito de levar a todos a salvação em Cristo por meio da Palavra e dos Sacramentos.

Tanto o sacerdócio universal quanto o ministerial são chamados a fim de cumprir os propósitos de Deus, e não ao contrário; não podemos utilizar Deus para cumprir nossos propósitos. E o propósito de Deus é: Salvar vidas em Cristo. Nós somos instrumentos nas mãos de Deus a fim de cumprir este propósito. Podemos escolher muitas coisas na vida, mas aqui temos que prestar obediência a Deus e cumprir o propósito Dele. O autor Warren afirmou em seu livro: “Sem Deus, a vida não tem nenhum propósito, e sem um propósito a vida não tem significado. Sem um significado, a vida não tem relevância ou esperança”. [15] Pastores e leigos são instrumentos dos propósitos de Deus cada qual com suas responsabilidades. O pastor não é chamado para o propósito da congregação, mas de Deus. De igual forma a congregação existe para cumprir os propósitos de Deus. Cabe ao pastor zelar pelas vidas das ovelhas cumprindo o propósito de Deus em: Ensinar o Evangelho e administrar os Sacramentos.

Pastores tem encontrado dificuldades porque acham que devem estabelecer propósitos para a congregação e para si, se esquecendo dos propósitos de Deus. Ele acaba fazendo do seu ofício uma miscelânea, criando com isto um ativismo, e deixando de executar de maneira melhor e coerente o ofício da Palavra e dos Sacramentos que Deus estabeleceu como propósito.

7. O CHAMADO PASTORAL NA IELB

O chamado ao Ofício Ministerial é de Deus. Não existe uma regra pela qual Deus chama pessoas ao Ofício Ministerial de maneira que somente este ou aquele chamado seja o correto e verdadeiro. Deus chama pessoas de acordo com a sua vontade. A medida em que a pessoa chamada exerce o Ofício Ministerial de maneira que possa ser honrado, então o chamado é divino.

Passaremos a expor o sistema de chamado da IELB que não é o único correto e verdadeiro. Na IELB há uma distinção entre Sacerdócio Universal de todos os Crentes (leigos) e Ministério Público (pastores). Essa distinção não é pela competência, mas pelo chamado ou designação. O Ministério pastoral pode ser resumido em pregação pública da Palavra de Deus e administração dos Sacramentos. Somente se estenderá este Ofício aos designados para tal dentro da igreja. O Ministério Pastoral é uma obra de Deus, ou obra divina, enquanto é serviço da proclamação do Evangelho.

O designado para o Ministério Pastoral pode realizar todas as funções e serviços, como pode também treinar e levar outros a exercerem funções como batizar, distribuir a Santa Ceia. Lutero: “Caso decida limitar-se ao ofício da pregação, poderá dedicar-se a este ofício, delegando outras funções auxiliares a outras pessoas, como fizeram Cristo, Paulo...”.[16]

A relação entre igreja e ministro é de auxílio e serviço mútuos: “Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo, de quem todo o corpo, bem ajustado e consolidado pelo auxílio de toda junta, segundo a justa cooperação de cada parte, efetua o seu próprio aumento para a edificação de si mesmo em amor”. “Sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo” Efésios 4.15-16, 5.21. Os ministros como indivíduos, são servos da igreja e lhe obedecem: “Quando, pois, alguém diz: Eu sou de Paulo, e outro: Eu sou de Apolo, não é evidente que andais segundo os homens? Quem é Apolo? E quem é Paulo? Servos por meio de quem crestes, e isto conforme o Senhor concedeu a cada um” 1ª Coríntios 3.4-8.

É impróprio referir o atestado ou diploma de chamado como “chamado divino”. Divino é o exercício do Ministério Pastoral. O chamado é mais propriamente designado “Chamado Regular”.[17]

A vocação não autoriza o Ministério Pastoral. É preciso a aprovação pública da Igreja por meio da designação ou chamado, confirmado pela instalação.

A ordenação é o rito que declara publicamente que alguém foi chamado e é apto para o Ministério Pastoral em determinada função e lugar.

O ministério pastoral será exercido pelo chamado ou comissionamento dirigido a um homem devidamente formado e recomendado ao ministério pela Faculdade de Teologia da IELB, ou por uma de suas igrejas-irmãs, ou pela comissão colóquio. O chamado pastoral será feito pela congregação por tempo indeterminado, e em casos especiais poderá ser por tempo determinado. O comissionamento será feito pela Diretoria Nacional por tempo determinado; em casos especiais por tempo indeterminado, estando-lhe reservados os mesmos direitos, privilégios e obrigações de todos os pastores. Não há diferença no ofício, porém há diferença em quem expede o chamado.

No processo de chamado o pastor poderá ser entrevistado pela congregação como também, após receber o chamado ou comissionamento, poderá visitar a congregação, para conhecimento mútuo.

É considerado pastor ativo aquele que: aceitou chamado ou comissionamento; que solicitou ao Presidente da IELB sua ordenação e instalação; que solicitou ao Conselho Diretor, através da Comissão Jurídica, a sua filiação como membro votante da IELB. O pastor em período de estudo para aperfeiçoamento, mestrado ou doutorado, mediante autorização da Diretoria Nacional, é considerado pastor ativo durante este período.

Ao bacharel em Teologia, sem chamado e ordenação, não cabe exercer publicamente (oficialmente) funções do Ministério Pastoral. Somente mediante autorização das instâncias regulares, autorizadas pela Convenção Nacional, poderão oficiar em casos especiais.

O pastor chamado ou comissionado poderá ser demitido pelo voto concorde de dois terços dos membros votantes presentes na assembléia da congregação, após tratativas em nível de congregação ou paróquia, Conselheiro e Líder Leigo Distrital, e Diretoria Nacional, ocorrendo um dos seguintes motivos:

· Comprovada incapacidade física permanente para o exercício de suas funções;

· Recusa de cooperação com a IELB;

· Negligência comprovada de suas funções;

· Não cumprimento de preceitos regulamentares;

· Profissão de doutrina falsa;

· Conduta indigna;

· Comprovada incompetência para a função.

CONCLUSÃO

Concluí-se, portanto, afirmando que: O Chamado hoje é o mesmo da Igreja Primitiva e da Reforma. Pois, sempre foi e continua sendo Deus o autor do Chamado. Contudo, Deus usa meios para cumprir seus propósitos. Todos são chamados a fim de cumprir os propósitos de Deus, cada um em sua esfera de atuação e dentro de sua responsabilidade.

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C. F. W. Walter. Church and Ministry. St. Louis: Concordia, 1987.

CHEMNITZ, Martin. Loci Theologici. J. A. O. Preus, trad. St. Louis: Concordia Publishing House, 1989 II.

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LIVRO DE CONCÓRDIA. Arnaldo Schüler, trad. 5ª ed. São Leopoldo / Porto Alegre: Sinodal / Concórdia, 1997.

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PREUS, Robert D. Confessional Lutheranism in Today's World. Concordia Theological Quarterly, 54, 2-3 Abril-Julho, 199O.

QUENSTEDT, John Andrew. Systema Theologicum, Leipzig: 1715.

WARREN, Rick. Uma Vida com Propósitos. James Monteiro dos Reis, trad. São Paulo: Vida, 2003.

WARTH, Martim Carlos. A Ética de Cada Dia. Canoas: ULBRA, 2002.


[1] Pareceres da CTRE. p. 10.

[2] A Doutrina do Chamado nas Confissões e Ortodoxia Luterana. p. 3.

[3] Ibidem. p. 3.

[4] Confessional Lutheranism in Today's World. p. 5.

[5] Lutero e o Ministério Pastoral – 1º Simpósio Internacional de Lutero. p. 128.

[6] Livro de Concórdia. Apologia da Confissão XXVII 41. p. 296.

[7] Livro de Concórdia. p. 34.

[8] Loci Theologici. p. 698.

[9] Loci Theologici. p. 4ss.

[10] Lutero citado em Lutero e o Ministério Pastoral – 1º Simpósio Internacional de Lutero. p. 37.

[11] Lutero e o Ministério Pastoral – 1º Simpósio Internacional de Lutero. p. 21.

[12] Ibidem. p. 37.

[13] Dogmática Cristã. p. 245

[14] A Ética de Cada Dia. p. 154.

[15] Uma Vida com Propósitos. p. 29.

[16] Pareceres da CTRE. p. 9. Nota 7.

[17] Livro de Concórdia. p. 34.

A VIDA DEVOCIONAL DO PASTOR LUTERANO

SEMINÁRIO CONCÓRDIA-FACULDADE DE TEOLOGIA

Disciplina: Teologia Pastoral

Aluno: Jonas Naor Glienke

Professor: Orlando Ott.

Data:07/04/1999

A VIDA DEVOCIONAL DO PASTOR LUTERANO

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“Viel gebetet ist zur Haelfte studiert”(Martin Luther)

Trad. “Muita oração é a metade do estudo.”

“Ensina-me, SENHOR, os teus decretos e os seguirei até o

fim”(Sl119:33).

“Talis populus, qualis sacerdos”.

. . . .

I Crescimento espiritual x ministério

Uma dieta espiritual diária, balanceada, regular é tão importante quanto uma nutrição adequada para o nosso corpo. Não é uma questão opcional, muito pelo contrário, é o fundamento de um ministério público bem sucedido – sob o ponto de vista de Deus.

O ministério público refletirá a vida pessoal que o pastor possui.

O risco que ele corre é de fazer do seu ministério uma simples profissão, um lugar comum, onde lida com a Bíblia com mãos e corações insensíveis.

Deus deseja que o pastor responda com fé, amor e compromisso a seu convite (Jo 8:31).

Pastor- é um modelo a ser imitado.

Não há tempo”, pode ser a desculpa arranjada. As tarefas são muitas, há reuniões, decisões a tomar, estudos bíblicos, cultos, departamentos, e tantos outros. O tempo deixa pouco espaço para o estudo da Palavra e a lutar com o SENHOR em oração.

Porém, se assim for, o ministro torna-se igual ao presidente da industria local (talvez este ainda possa dar um exemplo de vida devocional ao pastor).

ICO 9:27 – muitas vezes o pregador prega para os outros esquecendo-se de pôr em prática o que ensina. Prega a salvação e ele próprio vem a perder-se. Para tanto, existem algumas máximas:

- “Comporta-te primeiro, ensina depois;”

- “Vive-se como se pensa; educa-se como se vive;”

- “Casa de ferreiro, espeto de pau;”

- Lutero afirmou: “a teologia consiste, prinsipalmente, no seu uso e prática e não na especulação.”

Segundo Lutero, o progresso do cristão está intimamente ligado à prática.

“Quando o Pastor não progride, acaba perdendo a confiança no poder da palavra e apela ao legalismo, moralismo, para alcançar os objetivos.”[1] A falta de autodisciplina afeta diretamente qualificações indispensáveis do ministério público(Itm 3:1ss ). É necessário que o ministro tenha cuidado de si mesmo e da doutrina (I Tm 4:16).

“Quando não há santificação, o pastor facilmente assume uma posição de ‘senhor’ ao invés de ‘servo’. Prefere os cargos às cargas”. Quando o salário atrasa um pouco, já perde o bom humor.[2]

O pastor passa a sofrer de um “mal-estar-pastoral”. O “primeiro amor” foi perdido, e passa a se arrastar pelo ministério com um senso de obrigação, o que traz infelicidade. Surgem muitos problemas na congregação e então tenta sobressair-se a estes, mudando de paróquia.

Não é o lugar onde está, mas o que ele é que vai determinar as coisas.

Necessita, o pastor, recuperar a excitação, a alegria, as expectativas do ministério de Deus.

Neste ministério não há lugar para aborrecimentos, obstáculos, fardos temíveis ou profissão frustrada. Ser pastor é o chamado maior e mais satisfatório que Deus colocou no mundo. É o privilégio de chamar homens a Cristo(Rm 10:15). Nossas atitudes devem refletir isto.

George Kraus (pastor luterano) diz:

Pelos momentos sombrios de meu ministério não tenho ninguém para culpar senão a mim mesmo, e para estes preciso arrepender-me diante de meu Senhor e clamar pelo seu perdão. Pelos tempos de alegria e esperança dou graças a Ele, pois Ele é o único responsável por qualquer satisfação que tenha conhecido.[3]

A história nos mostra o fato de que, todas as épocas que tem presenciado a deterioração da vida espiritual de congregações tiveram pastores os quais deixaram de ser um bom exemplo.

O Reverendo Elmar Regauer compara o ministro de Cristo com um membro da Alcoólicos Anônimos. Ponto em comum é o “estado de alerta”. Não há mais o domínio, mas a tentação de voltar ao modo de vida anterior.

O Apóstolo Paulo admoesta freqüentemente os ministros de Cristo, quanto a sua atitude e ministério (Fp 3:17; IITs 3:9; ITm 4:16). Ainda, em ITm 4:12 Paulo dá algumas sugestões sobre áreas da vida que devem passar por avaliação para que o pastor possa ser um ‘padrão’ dos fiéis.(Ver: Guesth, A. Rev. Igreja Luterana, pp34-35. II Tri 84).

Mas, o que atitudes e ministério têm em comum com a vida devocional?

A vida devocional está apontada para a atitude, fé, ministério e desempenho diário do profeta de Deus.

O propósito da vida devocional do pastor é torna-lo mais habilitado para a servidão e felicidade. Não tem como objetivo apenas o crescimento intelectual, mas espiritual. O processo de crescer na graça dura a vida toda.

II Ser pastor – um ministério glorioso

Para tanto, seguem seis observações:

1- Disciplina

Esta é uma palavra sempre presente em nosso vocabulário.

A ausência de disciplina é um perigo para o pastor. Ele não tem relógio de ponto, supervisor, chefe. Ele é o seu próprio chefe. “A distância que separa a mesa da cozinha até a escrivaninha pode ser a de mais difícil percurso.”[4]

Para nós, disciplina cheira a legalismo, autoritarismo, mas Salomão nos lembra bem em Pv 6:6-8.

Portanto, “disciplina é como tomar-nos a nós pelo congote de nosso pescoço e pelos fundilhos de nossas calças para colocar-nos a nós mesmos às tarefas, às obrigações que Cristo colocou diante de nós. Isto se aplica tanto a nosso vida devocional como às tarefas gerais do ministério público.”[5]

O tempo, por sua vez, é um dos mais preciosos dons que recebemos de Deus. Porém, como o gastamos?

“Viver pelo relógio” é um sinal do mordomo fiel de Cristo, o qual está procurando aproveitar o máximo de cada hora, de cada dia. (Ec 9:10; Ef 5:16-17).

Que o ministro tome conta da sua vida, do seu tempo, do seu ministério, dos seus dias é a vontade do Senhor. Fazer assim é abrir a porta de uma vida satisfatória de serviço.

“O pregador possui uma arma poderosa em suas mãos e em sua boca: a palavra do Deus vivo, que é uma espada do Espírito Santo. Com ela, conferida por Deus, ele não poderá fugir e dar ouvidos aos convites de sua vontade corrupta; com ela terá forças para manter o seu relacionamento com a fonte de todo o poder através da oração; com ela dominará a ‘santa ira’ que por vezes dele se apossa como se apossou dos filhos de Zebedeu, discípulos de Jesus, que por isso não sabiam de ‘de que espírito’ eram(Lc(9:54).”[6]

2- Estudo

Somos considerados a Igreja da Palavra de Deus, em sua plenitude e doutrina. Todavia a excelência do treinamento teológico não é a garantia para a excelência da fé pessoal.

A palavra de Deus não é como uma vacina que possa ser tomada para eliminar a descrença, o mal, mas Ela é como vitamina, devendo ser de uso diário.[7]

Muitas vezes o pastor repousa sobre os conhecimentos adquiridos no seminário. Não tem um firme e constante regime alimentar da maravilhosa Palavra.

Talvez a oração diária do pastor deveria ser a coleta pela palavra de nossa liturgia v.I pp.8.

Também temos a admoestação de São Paulo em IITm3:16,17.

Assim sendo, nenhum pastor luterano pode ser fiel ao seu chamado se ele negligencia o estudo diário, regular, profundo da palavra de Deus.

3- Livro Concórdia

As confissões normalmente não são consideradas como parte integrante da vida devocional do pastor. Porém, na nossa vida devocional não escolhemos entre crescimento espiritual ou intelectual, mas esperamos ambos.

Somos uma Igreja dos meios da graça, e para tanto as confissões (norma normata) são um grande auxílio para a clara e correta compreensão destes meios da graça (Palavra e Sacramentos), a qual é diferente em outras religiões. Além disso, elas nos dão um profundo conhecimento das Escrituras, bem como um estímulo nas magnificantes tradições de nossa Igreja.

Sendo assim, o pastor consagrado irá fazer uso, em primeiro lugar, da Bíblia (norma normans), mas também da norma normata, para seu crescimento espiritual e intelectual.

O Livro Concórdia, em seu frontispício, dá o seu valor e a sua utilidade: “Confissão Cristã... ...para ensino e admoestação de seus territórios, igrejas, escolas e descendentes.”[8]

4- Oração

“A oração é a respiração diária do cristão”. É fácil concordar com esta expressão e, até mesmo, elogia-la e considera-la corretíssima. Contudo, quando nos deparamos com a expressão: “Pratique o que você mesmo prega”, aí pode complicar um pouco.

Bom, oração é aquele privilégio maravilhoso que Deus dá aos seus filhos, para falarem com Ele. A deficiência na oração sempre ferirá o ser humano, não a Deus.

O Senhor deseja um ministério imerso em oração. Um dos exemplos mais admiráveis é o de Jacó (Gn32:24-26).Hoje precisamos de “Jacós” em nosso mundo e congregação.

O Dr. Martinho Lutero orava 2 horas por dia. E nós conseguimos orar 10 minutos diários? As admoestações do apóstolo de Cristo são claras em Tg 4:2,3.

Creio que cada pastor precisa começar seu dia com oração. Isto se torna ainda mais necessário por que sobre ele pesam enormes responsabilidades neste santo ofício.

“O Pastor é o embaixador de Deus – sepulta mortos, conforta vivos, ora com doentes, pastoreia perturbados, consola os desesperados, ama os que não são amados, convida o pecador.” Assim sendo, o pastor não pode ter a ousadia de fazer estas coisas sem chamar uma Mão Poderosa para ajuda-lo e orienta-lo. São Paulo dá a ordem “Orai se cessar” (ITs5:17), mas é preciso começar.[9]

“Falar aos homens a respeito de Deus é uma grande coisa; mas falar a Deus em favor dos homens é ainda maior”[10]

5 Meditação

O encorajamento à meditação vem de Davi (Sl19:14). A meditação existe desde tempos imemoriais. É a arte de ruminar, ponderar, refletir, olhar para, de cada ângulo.

“Meditar é como experimentar um vinho. Não o tomamos de uma só vez, mas o revolvemos na língua, saboreamos cada bocadinho, cheiramos seu buquê.”[11]

Apesar de termos perdido um pouco esta importante prática, podemos e devemos recapturar a arte da meditação cristã.

6- grandes expectativas

As promessas de Deus não são vazias. Você deve desafiar grandes coisas para Deus e esperar grandes coisas dele. Ele não nos desaponta. Em Fp 4:4 São Paulo diz para nos alegrarmos no Senhor. Talvez possamos começar a nos alegrar com a benção e a satisfação da vida devocional diária, com a meditação da palavra e com a oração. Fazer com que aquela hora de silêncio seja a melhor parte do dia!

“Habite em vós a palavra de Cristo (Cl 3:16)”. Quando nos imergimos na Palavra de Cristo começamos a adquirir a plena estrutura dEle, e nos tornamos “pequenos cristos”.

Deus não chamou pastores ao ministério para serem fracassados, mas para produzirem sucessos no seu ministério e com seu ministério.[12]

II Subsídios Para a Devoção

Basicamente: Bíblia, Livro de Concórdia, Hinário e materiais adicionais como um livro de oração.

Uma vida devocional diária regular não é uma opção para o pastor luterano. É a necessidade mais urgente para ele.

Os materiais adicionais usados devem ser os que mais se ajustam a ele.

Um conselho é que o pastor faça um pacto de crescimento, com colegas ou em particular. Isso lhe traz uma certa “cobrança”, e o lembra continuamente de seu compromisso como ministro de Cristo.

IV O Pastor e a sua Vida Devocional com a Família

A família pastoral sempre será alvo de observação e atenção da parte dos membros e dos estranhos.

O pastor traz sobre si a responsabilidade de bispo da família (ITm3:4-5).

É importante que a devoção familiar realmente aconteça. Este momento deve ser de alegria e comunhão. Para tanto vão abaixo algumas sugestões de Kraus:[13]

- Horário adequado: cada um precisa encontrar o seu melhor horário, o qual deve ser cumprido. A não possibilidade da presença de todos, nunca deve suspender a devoção.

- Conteúdo adequado: de acordo com a idade das crianças (caso tiver). A devoção sempre deve visar a compreensão por parte de todos.

- Canto: melhor expressão de louvor , une a família, traz comunhão com Deus.

- Oração: oportunidade para todos poderem orar.

- Liturgia para devoção familiar: esta é muito útil. contextualiza e organiza o momento devocional.

V O Pastor e a sua Vida Devocional com a Congregação

- Culto: é o ponto mais alto da vida devocional do pastor e sua congregação. Isto requer que todo o culto seja bem preparado.

- Estudos bíblicos: este pode ser informal. Portanto, um momento formal (oração, e outros) enriquece o estudo.

- Reuniões: nestas, o momento de devocional muitas vezes é pobre e desprezado. Porém, é uma ótima oportunidade de se aproveitar para Ter um momento de comunhão e edificação espiritual, o que faz com que o trabalho seja visto mais na perspectiva de Deus.

VI Conclusão

“O cura d’almas que quer consolar precisa ele mesmo estar consolado, ter vida espiritual. Precisa estar com as baterias carregadas. É assim que estará disposto a renovar diariamente o seu comprometimento para o desempenho dos compromissos do ministério. Apesar de indignos é pela Palavra que nos é assegurado o amor de Deus em Cristo Jesus. Este amor nos constrange a dedicar-nos à tarefa de apascentar e consolar o povo de Deus.”[14]

“Antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, tanto agora como no dia eterno(IIPe 3:18)”. Que assim seja.


[1] Revista Igreja Luterana. I Tri 1979, pp30.

[2] Revista Igreja Luterana. I Tri 1979, pp 31.

[3] Vox Concordiana. Suplemento Teológico. Ano 7,nO_1-2, 1991. Pp73.

[4] Vox Concordiana. Suplemento Teológico. Ano 7,nO_1-2, 1991. Pp74.

[5] Vox Concordiana. Suplemento Teológico. Ano 7,nO_1-2, 1991. Pp75.

[6] Revista Igreja Luterana; II Tri 1979. Pp 122. (??? Certificar).

[7] Vox Concordiana. Suplemento Teológico. Ano 7,nO_1-2, 1991. Pp76.

[8] Livro de Concórdia, Frontispício, pp5

[9] Vox Concordiana. Suplemento Teológico. Ano 7,nO_1-2, 1991. Pp78-79.

[10] E.M.Brous. Poder Através da Oração (São Paulo: Imprensa Batista Regular, 1962), pp 21.

[11] Vox Concordiana. Suplemento Teológico. Ano 7,nO_1-2, 1991. Pp79.

[12] Vox Concordiana. Suplemento Teológico. Ano 7,nO_1-2, 1991. Pp80.

[13] Vox Concordiana. Suplemento Teológico. Ano 7,nO_1-2, 1991. Pp83-84.

[14] Revista Igreja Luterana. Número 2/1991. Pp174.

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EIDAM ELIEU RADINS ELIEZE GUDE ELIMINATÓRIAS ELISEU TEICHMANN ELMER FLOR ELMER T. JAGNOW EMÉRITO EMERSON C. IENKE EMOÇÃO EN ENCARNAÇÃO ENCENAÇÃO ENCONTRO ENCONTRO DE CRIANÇA 2014 ENCONTRO DE CRIANÇAS 2015 ENCONTRO DE CRIANÇAS 2016 ENCONTRO PAROQUIAL DE FAMILIA ENCONTROCORAL ENFERMO ENGANO ENSAIO ENSINO ENTRADA TRIUNFAL ENVELHECER EPIFANIA ERA INCONCLUSA ERNI KREBS ERNÍ W. SEIBERT ERVINO M. SPITZER ESBOÇO ESCATOLOGIA ESCO ESCOLAS CRISTÃS ESCOLÁSTICA ESCOLINHA ESCOLINHA DOMINICAL ESDRAS ESMIRNA ESPADA DE DOIS GUMES ESPIRITISMO ESPÍRITO SANTO ESPIRITUALIDADE ESPÍSTOLA ESPORTE ESTAÇÃODAFÉ ESTAGIÁRIO ESTAGIÁRIOS ESTATUTOS ESTER ESTER 6-10 ESTRADA estudo ESTUDO BÍBLICO ESTUDO DIRIGIDO ESTUDO HOMILÉTICO ÉTICA EVANDRO BÜNCHEN EVANGELHO EVANGÉLICO EVANGELISMO EVERSON G. HAAS EVERSON GASS EVERVAL LUCAS EVOLUÇÃO ÊX EX 14 EX 17.1-17 EX 20.1-17 EX 24.3-11 EX 24.8-18 EXALTAREI EXAME EXCLUSÃO EXEGÉTICO EXORTAÇÃO EZ 37.1-14 EZEQUIEL BLUM Fabiano FÁBIO A. 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SCHMIDT GN 01 GN 1-50 GN 1.1-2.3 GN 12.1-9 GN 15.1-6 GN 2.18-25 GN 21.1-20 GN 3.14-16 GN 32 GN 45-50 GN 50.15-21 GRAÇA DIVINA GRATIDÃO GREGÓRIO MAGNO GRUPO GUSTAF WINGREN GUSTAVO D. SCHROCK HB 11.1-3; 8-16 HB 12 HB 12.1-8 HB 2.1-13 HB 4.14-16 5.7-9 HC 1.1-3 HC 2.1-4 HÉLIO ALABARSE HERIVELTON REGIANI HERMENÊUTICA HINÁRIO HINO HISTÓRIA HISTÓRIA DA IGREJA ANTIGA E MEDIEVAL HISTÓRIA DO NATAL HISTORINHAS BÍBLICAS HL 10 HL 164 HOMILÉTICA HOMOSSEXUALISMO HORA LUTERANA HORST KUCHENBECKER HORST S MUSSKOPF HUMOR IDOSO IECLB IELB IGREJA IGREJA CRISTÃ IGREJAS ILUSTRAÇÃO IMAGEM IN MEMORIAN INAUGURAÇÃO ÍNDIO INFANTIL INFERNO INFORMATIVO INSTALAÇÃO INSTRUÇÃO INTRODUÇÃO A BÍBLIA INVESTIMENTO INVOCAÇÕES IRINEU DE LYON IRMÃO FALTOSO IROMAR SCHREIBER IS 12.2-6 IS 40.1-11 IS 42.14-21 IS 44.6-8 IS 5.1-7 IS 50.4-9 IS 52.13-53-12 IS 53.10-12 IS 58.5-9a IS 61.1-9 IS 61.10-11 IS 63.16 IS 64.1-8 ISACK KISTER BINOW ISAGOGE ISAÍAS ISAQUE IURD IVONELDE S. TEIXEIRA JACK CASCIONE JACSON J. OLLMANN JARBAS HOFFIMANN JEAN P. DE OLIVEIRA JECA JELB JELB DIVAGUA JEOVÁ JESUS JN JO JO 1 JO 10.1-21 JO 11.1-53 JO 14 JO 14.1-14 JO 14.15-21 JO 14.19 JO 15.5 JO 18.1-42 JO 2 JO 20.19-31 JO 20.8 JO 3.1-17 JO 4 JO 4.5-30 JO 5.19-47 JO 6 JO 6.1-15 JO 6.51-58 JO 7.37-39 JO 9.1-41 JOÃO JOÃO 20.19-31 JOÃO C. SCHMIDT JOÃO C. TOMM JOÃO N. FAZIONI JOEL RENATO SCHACHT JOÊNIO JOSÉ HUWER JOGOS DE AZAR JOGRAL JOHN WILCH JONAS JONAS N. GLIENKE JONAS VERGARA JOSE A. DALCERO JOSÉ ACÁCIO SANTANA JOSE CARLOS P. DOS SANTOS JOSÉ ERALDO SCHULZ JOSÉ H. DE A. MIRANDA JOSÉ I.F. DA SILVA JOSUÉ ROHLOFF JOVENS JR JR 28.5-9 JR 3 JR 31.1-6 JUAREZ BORCARTE JUDAS JUDAS ISCARIOTES JUDAS TADEU JUMENTINHO JUSTIFICAÇÃO JUVENTUDE KARL BARTH KEN SCHURB KRETZMANN LAERTE KOHLS LAODICÉIA LAR LC 12.32-40 LC 15.1-10 LC 15.11-32 LC 16.1-15 LC 17.1-10 LC 17.11-19 LC 19 LC 19.28-40 LC 2.1-14 LC 23.26-43 LC 24 LC 24.13-35 LC 3.1-14 LC 5 LC 6.32-36 LC 7 LC 7.1-10 LC 7.11-16 LC 7.11-17 LC 9.51-62 LEANDRO D. 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HOFFMANN MC 1.1-8 MC 1.21-28 MC 1.4-11 MC 10.-16 MC 10.32-45 MC 11.1-11 MC 13.33-37 MC 4 MC 4.1-9 MC 6.14-29 MC 7.31-37 MC 9.2-9 MEDICAMENTOS MÉDICO MELODIA MEMBROS MEME MENSAGEIRO MENSAGEM MESSIAS MÍDIA MILAGRE MINISTÉRIO MINISTÉRIO FEMENINO MIQUÉIAS MIQUÉIAS ELLER MIRIAM SANTOS MIRIM MISSÃO MISTICISMO ML 3.14-18 ML 3.3 ML NEWS MODELO MÔNICA BÜRKE VAZ MORDOMIA MÓRMOM MORTE MOVIMENTOS MT 10.34-42 MT 11.25-30 MT 17.1-9 MT 18.21-45 MT 21.1-11 MT 28.1-10 MT 3 MT 4.1-11 MT 5 MT 5.1-12 MT 5.13-20 MT 5.20-37 MT 5.21-43 MT 5.27-32 MT 9.35-10.8 MULHER MULTIRÃO MUSESCORE MÚSICA MÚSICAS NAAÇÃO L. DA SILVA NAMORADO NAMORO NÃO ESQUECER NASCEU JESUS NATAL NATALINO PIEPER NATANAEL NAZARENO DEGEN NEEMIAS NEIDE F. HÜBNER NELSON LAUTERT NÉRISON VORPAGEL NILO FIGUR NIVALDO SCHNEIDER NM 21.4-9 NOITE FELIZ NOIVADO NORBERTO HEINE NOTÍCIAS NOVA ERA NOVO HORIZONTE NOVO TESTAMENTO O HOMEM OFERTA OFÍCIOS DAS CHAVES ONIPOTENCIA DIVINA ORAÇÃO ORAÇAODASEMANA ORATÓRIA ORDENAÇAO ORIENTAÇÕES ORLANDO N. OTT OSÉIAS EBERHARD OSMAR SCHNEIDER OTÁVIO SCHLENDER P172 P26 P30 P34 P36 P40 P42.1 P42.2 P70 P95 PADRINHOS PAI PAI NOSSO PAIS PAIXÃO DE CRISTO PALAVRA PALAVRA DE DEUS PALESTRA PAPAI NOEL PARA PARA BOLETIM PARÁBOLAS PARAMENTOS PARAPSICOLOGIA PARECIS PAROQUIAL PAROUSIA PARTICIPAÇÃO PARTITURA PARTITURAS PÁSCOA PASTOR PASTORAL PATERNIDADE PATMOS PAUL TORNIER PAULO PAULO F. BRUM PAULO FLOR PAULO M. NERBAS PAULO PIETZSCH PAZ Pe. ANTONIO VIEIRA PEÇA DE NATAL PECADO PEDAL PEDRA FUNDAMENTAL PEDRO PEM PENA DE MORTE PENEIRAS PENTECOSTAIS PENTECOSTES PERDÃO PÉRGAMO PIADA PIB PINTURA POEMA POESIA PÓS MODERNIDADE Pr BRUNO SERVES Pr. BRUNO AK SERVES PRÁTICA DA IGREJA PREEXISTÊNCIA PREGAÇÃO PRESÉPIO PRIMITIVA PROCURA PROFECIAS PROFESSORES PROFETA PROFISSÃO DE FÉ PROGRAMAÇÃO PROJETO PROMESSA PROVA PROVAÇÃO PROVÉRBIOS PRÓXIMO PSICOLOGIA PV 22.6 PV 23.22 PV 25 PV 31.28-30 PV 9.1-6 QUARESMA QUESTIONAMENTOS QUESTIONÁRIO QUESTIONÁRIO PLANILHA QUESTIONÁRIO TEXTO QUINTA-FEIRA SANTA QUIZ RÁDIO RADIOCPT RAFAEL E. ZIMMERMANN RAUL BLUM RAYMOND F. SURBURG RECEITA RECENSÃO RECEPÇÃO REDENÇÃO REENCARNAÇÃO REFLEXÃO REFORMA REGIMENTO REGINALDO VELOSO JACOB REI REINALDO LÜDKE RELACIONAMENTO RELIGIÃO RENATO L. REGAUER RESSURREIÇÃO RESTAURAR RETIRO RETÓRICA REUNIÃO RICARDO RIETH RIOS RITO DE CONFIRMAÇÃO RITUAIS LITURGICOS RM 12.1-18 RM 12.1-2 RM 12.12 RM 14.1-12 RM 3.19-28 RM 4 RM 4.1-8 RM 4.13-17 RM 5 RM 5.1-8 RM 5.12-21 RM 5.8 RM 6.1-11 RM 7.1-13 RM 7.14-25a RM 8.1-11 RM 8.14-17 ROBERTO SCHULTZ RODRIGO BENDER ROGÉRIO T. BEHLING ROMANOS ROMEU MULLER ROMEU WRASSE ROMUALDO H. WRASSE Rômulo ROMULO SANTOS SOUZA RONDÔNIA ROSEMARIE K. LANGE ROY STEMMAN RT 1.1-19a RUDI ZIMMER SABATISMO SABEDORIA SACERDÓCIO UNIVERSAL SACERDOTE SACOLINHAS SACRAMENTOS SADUCEUS SALMO SALMO 72 SALMO 80 SALMO 85 SALOMÃO SALVAÇÃO SAMARIA Samuel F SAMUEL VERDIN SANTA CEIA SANTIFICAÇÃO SANTÍSSIMA TRINDADE SÃO LUIS SARDES SATANÁS SAUDADE SAYMON GONÇALVES SEITAS SEMANA SANTA SEMINÁRIO SENHOR SEPULTAMENTO SERMÃO SERPENTE SERVAS SEXTA FEIRA SANTA SIDNEY SAIBEL SILVAIR LITZKOW SILVIO F. S. FILHO SIMBOLISMO SÍMBOLOS SINGULARES SISTEMÁTICA SL 101 SL 103.1-12 SL 107.1-9 SL 116.12-19 SL 118 SL 118.19-29 SL 119.153-160 SL 121 SL 128 SL 142 SL 145.1-14 SL 146 SL 15 SL 16 SL 19 SL 2.6-12 SL 22.1-24 SL 23 SL 30 SL 30.1-12 SL 34.1-8 SL 50 SL 80 SL 85 SL 90.9-12 SL 91 SL 95.1-9 SL11.1-9 SONHOS SOPRANO Sorriso STAATAS STILLE NACHT SUMO SACERDOTE SUPERTIÇÕES T6 TEATRO TEMA TEMPLO TEMPLO TEATRO E MERCADO TEMPO TENOR TENTAÇÃO TEOLOGIA TERCEIRA IDADE TESES TESSALÔNICA TESTE BÍBLICO TESTE DE EFICIÊNCIA TESTEMUNHAS DE JEOVÁ Texto Bíblico TG 1.12 TG 2.1-17 TG 3.1-12 TG 3.16-4.6 TIAGO TIATIRA TIMÓTEO TODAS POSTAGENS TRABALHO TRABALHO RURAL TRANSFERENCIA TRANSFIGURAÇÃO TRICOTOMIA TRIENAL TRINDADE TRÍPLICE TRISTEZA TRIUNFAL Truco Turma ÚLTIMO DOMINGO DA IGREJA UNIÃO UNIÃO ESTÁVEL UNIDADE UNIDOS PELO AMOR DE DEUS VALDIR L. JUNIOR VALFREDO REINHOLZ VANDER C. MENDOÇA VANDERLEI DISCHER VELA VELHICE VERSÍCULO VERSÍCULOS VIA DOLOROSA VICEDOM VÍCIO VIDA VIDA CRISTÃ VIDENTE VIDEO VIDEOS VÍDEOS VILS VILSON REGINA VILSON SCHOLZ VILSON WELMER VIRADA VISITA VOCAÇÃO VOLMIR FORSTER VOLNEI SCHWARTZHAUPT VOLTA DE CRISTO WALDEMAR REIMAN WALDUINO P.L. JUNIOR WALDYR HOFFMANN WALTER L. CALLISON WALTER O. STEYER WALTER T. R. JUNIOR WENDELL N. SERING WERNER ELERT WYLMAR KLIPPEL ZC ZC 11.10-14 ZC 9.9-12